Walter Sales e sua Orquestra Recreativa no ano de 1955. Walter, Ari Lemes , Dunga e vários outros amigos músicos era o maior sucesso nos bailes realizados no Recreativa, Clube Concórdia e Café Torrado. Os bailes naquela época eram o grande barato dos jovens. Eram as oportunidades daquelas paqueras, aquelas conversinhas ao pé do ouvido. Ao som dos nossos músicos muitos namoros acabaram em casamentos.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
WALTER E SUA ORQUESTRA RECREATIVA EM 1955.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
UM POUQUINHO DE NOSSA LÍNGUA.
USO DE PRONOMES e HAVER
Prof.Albino de Brito Freire, juiz aposentado e membro da Academia Paranaense de Letras
1-Jamais use 'pronome obliquo' no início de uma frases !
É imperdoável!
Os pronomes oblíquos átonos nunca podem vir no início da frase, embora na linguagem popular isso ocorra com freqüência.
Assim, não são aceitas pelas norma culta construções como:
Me convidaram para a festa.
Nos revelaram os verdadeiros motivos.
Devemos dizer:Convidaram-me para a festa.
Revelaram-nos os verdadeiros motivos.
Me convidaram para a festa.
Nos revelaram os verdadeiros motivos.
Devemos dizer:Convidaram-me para a festa.
Revelaram-nos os verdadeiros motivos.
2-Há alguns dias...há um ano...há séculos...(passado)
Sempre craseado.
3-É o sujeito quem faz a ação!
Quem abençoa é Deus.
Sujeito no singular...DEUS
Então...
.Deus os abençoe.
.Deus o abençoe.
2. ESTÓRIA ou HISTÓRIA?
Houve um tempo em que se procurou “ressuscitar” o arcaísmo “estória”, para coexistir ao lado de “história”, mas com significado diferente.
História seria a ciência.
Estória seria a narrativa de cunho popular.
Os bons gramáticos (dentre eles, Napoleão Mendes de Almeida) condenam a forma “estória”.
Alguns dicionários nem sequer a registram.
Em conclusão, sugerimos o uso apenas da forma “história”, para exprimir ambos os sentidos.
No geral, as locuções não possuem hífen, mas algumas exceções continuam por já estarem consagradas pelo uso: cor-de-rosa, arco-da-velha, mais-que-perfeito, pé-de-meia, água-de-colônia, queima-roupa, deus-dará.
***
FAMÍLIA SERRANO
A família Serrano tem dado mostra de uma grande união e preocupação em manter a sua história e a sua identidade. Um exemplo à ser seguido por todos que são família. Melhor que escrever ai qualquer coisa mais, é você visitar o site
www.myheritage.com.br , feito pelo senhor Gerson Serrano Ribeiro. Parabéns.
www.myheritage.com.br , feito pelo senhor Gerson Serrano Ribeiro. Parabéns.
SETE DE SETEMBRO EM CAMPANHA
Hoje 7 de setembro, um dia em que se comemora a Independência do Brasil. Me levantei cedo e fui para a praça principal assistir ao hasteamento das bandeiras, ouvir o Hino Nacional, assistir ao desfile em homenagem a nossa querida Pátria.
E la estava um funcionário da prefeitura hasteando as bandeiras do Brasil, de Minas e da Campanha. Um solitário senhor, olhava de longe e eu fui até a ele saber a sua opinião sobre este dia. E ele me disse: "Que saudade dos militares, naquela época as escolas ensinavam a gente a conhecer o Brasil, ter orgulho da nossa pátria. Um dia como hoje, a gente tinha orgulho de ser brasileiro, de participar do desfile, de cantar o hino nacional. Vendo isto, fico triste e me da até vontade danada de ir embora daqui."
Querendo deixa-lo um pouco mais conformado, tentei explicar, que hoje estava acontecendo um dia de protesto contra a corrupção.
Ele não ficou muito convencido disto, mas em todo caso, foi a única coisa que me veio no momento tentando não deixa-lo tão triste.
Mas durante a semana eu perguntei para diversos alunos de vários níveis, de todas as escolas nossas, O que é sete de setembro? A grande maioria só sabe que é feriado, teve quem me dissesse que era a proclamação da república e uma professora disse que, graças a Deus não tinha trabalhar neste dia.
Se não quiser ficar decepcionado, acredite, Campanha aderiu ao dia contra a corrupção e não comemorou esta data.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
SINTOMAS DE RECAÍDAS.
SINTOMAS DE RECAÍDAS
Dr. Alberto Duringer
A recaída em alcoolismo acontece no rumo inverso do adoecimento, de forma que primeiro o alcoólico perde espiritualidade, depois equilíbrio emocional e por fim vai ao primeiro gole. T.T.Gorski e M.Miller, no seu livro Conselling for Relapse Prevention, listam uma série de sintomas, relatados por alguns milhares de alcoólatras, observados antes do primeiro gole e que vão dos mais leves aos mais perturbadores. É provável que nenhuma recaída apresente todos os sintomas, mas a presença de muitos, numa sucessão de gravidade, é frequente:
1. Medo do sentir-se bem - O alcoólico simplesmente não está acostumado a ver as coisas correndo bem. Pensamentos do tipo "Minha vida está tão boa, o que será que vem por aí?" ou então "Eu não mereço".
2. Negação do stress e da ansiedade - Sentir-se ansioso diante de mudanças é normal. Só que o alcoólico, campeão em negação, agora nega o medo que está sentindo, dizendo que sua vida está cor-de-rosa, não tem mais problema algum (o único era a bebida) e que por isso não é preciso mudar mais nada.
3. Compromisso inflexível com a abstinência - "Só eu sei a desgraça que o álcool foi na minha vida, por isso eu tenho absoluta certeza que nunca mais vou beber!".
4. Compulsão em impor sobriedade aos outros - Ele simplesmente não consegue entender que outros bêbados possam não querer parar de beber e ingressar em A.A.
5. Atitude defensiva em falar sobre si mesmo ou sobre sua recuperação - Os depoimentos são no plural "nós alcoólatras somos assim" ou sobre os outros "eu sabia que Fulano ia se dar mal". Ele só não consegue falar dele mesmo.
6. Comportamento rígido e repetitivo - Depoimentos sempre iguais, nada se modifica.
7. Comportamento impulsivo - Emoção supera a razão.
8. Tendência ao isolamento.
9. Visão em túnel (segmentar) de aspectos de sua vida - Só enxerga alguns aspectos de sua vida, como um motorista que entra em um túnel escuro e só vê o ponto de claridade da saída. Depoimentos enfatizando sempre a mesma coisa.
10. Depressão leve - Falta de atenção, afetos pequenos, excesso de sono.
11. Perda de planejamento construtivo - Metas fantasiosas, excesso de atenção a detalhes sem importância.
12. Planos começam a não dar certo.
13. Pensamento sonhador - Síndrome do "se": "Ah, se eu não tivesse feito aquilo", "Ah, se eu ganhar na loteria".
14. Sensação de que nada dá certo na vida - Nem pode, se todos os planos são fantasias.
15. Desejo imaturo de ser feliz - Sem saber dizer o que é felicidade para ele, sem definir o que é que o faria feliz e também sem fazer o seu lado para atingir a "felicidade".
16. Períodos de confusão mental.
17. Irritação com as pessoas e atitude de confronto com o A.A - Baixa tolerância com companheiros que fazem depoimentos que não lhe agradam, com coordenadores que não o chamam e com pessoas que não agem de acordo com sua vontade.
18. Irritabilidade fácil - Inclusive passa a ter medo de suas reações de raiva.
19. Hábitos alimentares irregulares.
20. Indiferença frente à vida - Dificuldade de entrar em ação.
21. Irregularidade de sono - insônia uma noite, exaustão e muito sono no dia seguinte.
22. Perda de estrutura de 24 horas - Um dia sobrecarregado, outro sem ter o que fazer.
23. Períodos de depressão profunda - isolamento, irritabilidade, raivas, medos, pensamentos de "ninguém se importa comigo".
24. Ida irregular ao A.A. - Começa a questionar o A.A. (manipulação). Primeiros pensamentos de "será que eu sou mesmo alcoólatra?"
25. Atitude de "estou pouco ligando para o que acontece", acompanhada de autopiedade.
26. Rejeição de ajuda - Com atitude muda, silenciosa, ou então com raiva.
27. Insatisfação com a vida, sensação de vida ingerenciável - Pensamentos de "se eu estivesse bebendo, as coisas não poderiam estar pior."
28. Intensa sensação de desamparo e impotência.
29. Intensa autopiedade - síndrome do "coitadinho de mim".
30. Vontade de voltar a beber socialmente (na busca de alívio).
31. Mentiras conscientes - Julga só ter como opções a loucura, o suicídio ou voltar a beber.
32. Perda completa da autoconfiança - Sente-se incapaz de sair da armadilha que ele mesmo criou.
33. Raivas irracionais (do mundo, da vida, de algumas pessoas, de si mesmo).
34. Abandono de tratamento e recuperação - Desaparece também do A.A.
35. Sente esmagadora solidão, frustração, raiva e ansiedade.
36. Volta a beber (com intenção de manter a bebida sob controle).
37. Perda do controle sobre a bebida.
* Dr. Alberto Duringer - Conselheiro no Conselho Estadual de Entorpecentes - Ex-Diretor do Hospital Central da Polícia Militar (RJ)
Dr. Alberto Duringer
A recaída em alcoolismo acontece no rumo inverso do adoecimento, de forma que primeiro o alcoólico perde espiritualidade, depois equilíbrio emocional e por fim vai ao primeiro gole. T.T.Gorski e M.Miller, no seu livro Conselling for Relapse Prevention, listam uma série de sintomas, relatados por alguns milhares de alcoólatras, observados antes do primeiro gole e que vão dos mais leves aos mais perturbadores. É provável que nenhuma recaída apresente todos os sintomas, mas a presença de muitos, numa sucessão de gravidade, é frequente:
1. Medo do sentir-se bem - O alcoólico simplesmente não está acostumado a ver as coisas correndo bem. Pensamentos do tipo "Minha vida está tão boa, o que será que vem por aí?" ou então "Eu não mereço".
2. Negação do stress e da ansiedade - Sentir-se ansioso diante de mudanças é normal. Só que o alcoólico, campeão em negação, agora nega o medo que está sentindo, dizendo que sua vida está cor-de-rosa, não tem mais problema algum (o único era a bebida) e que por isso não é preciso mudar mais nada.
3. Compromisso inflexível com a abstinência - "Só eu sei a desgraça que o álcool foi na minha vida, por isso eu tenho absoluta certeza que nunca mais vou beber!".
4. Compulsão em impor sobriedade aos outros - Ele simplesmente não consegue entender que outros bêbados possam não querer parar de beber e ingressar em A.A.
5. Atitude defensiva em falar sobre si mesmo ou sobre sua recuperação - Os depoimentos são no plural "nós alcoólatras somos assim" ou sobre os outros "eu sabia que Fulano ia se dar mal". Ele só não consegue falar dele mesmo.
6. Comportamento rígido e repetitivo - Depoimentos sempre iguais, nada se modifica.
7. Comportamento impulsivo - Emoção supera a razão.
8. Tendência ao isolamento.
9. Visão em túnel (segmentar) de aspectos de sua vida - Só enxerga alguns aspectos de sua vida, como um motorista que entra em um túnel escuro e só vê o ponto de claridade da saída. Depoimentos enfatizando sempre a mesma coisa.
10. Depressão leve - Falta de atenção, afetos pequenos, excesso de sono.
11. Perda de planejamento construtivo - Metas fantasiosas, excesso de atenção a detalhes sem importância.
12. Planos começam a não dar certo.
13. Pensamento sonhador - Síndrome do "se": "Ah, se eu não tivesse feito aquilo", "Ah, se eu ganhar na loteria".
14. Sensação de que nada dá certo na vida - Nem pode, se todos os planos são fantasias.
15. Desejo imaturo de ser feliz - Sem saber dizer o que é felicidade para ele, sem definir o que é que o faria feliz e também sem fazer o seu lado para atingir a "felicidade".
16. Períodos de confusão mental.
17. Irritação com as pessoas e atitude de confronto com o A.A - Baixa tolerância com companheiros que fazem depoimentos que não lhe agradam, com coordenadores que não o chamam e com pessoas que não agem de acordo com sua vontade.
18. Irritabilidade fácil - Inclusive passa a ter medo de suas reações de raiva.
19. Hábitos alimentares irregulares.
20. Indiferença frente à vida - Dificuldade de entrar em ação.
21. Irregularidade de sono - insônia uma noite, exaustão e muito sono no dia seguinte.
22. Perda de estrutura de 24 horas - Um dia sobrecarregado, outro sem ter o que fazer.
23. Períodos de depressão profunda - isolamento, irritabilidade, raivas, medos, pensamentos de "ninguém se importa comigo".
24. Ida irregular ao A.A. - Começa a questionar o A.A. (manipulação). Primeiros pensamentos de "será que eu sou mesmo alcoólatra?"
25. Atitude de "estou pouco ligando para o que acontece", acompanhada de autopiedade.
26. Rejeição de ajuda - Com atitude muda, silenciosa, ou então com raiva.
27. Insatisfação com a vida, sensação de vida ingerenciável - Pensamentos de "se eu estivesse bebendo, as coisas não poderiam estar pior."
28. Intensa sensação de desamparo e impotência.
29. Intensa autopiedade - síndrome do "coitadinho de mim".
30. Vontade de voltar a beber socialmente (na busca de alívio).
31. Mentiras conscientes - Julga só ter como opções a loucura, o suicídio ou voltar a beber.
32. Perda completa da autoconfiança - Sente-se incapaz de sair da armadilha que ele mesmo criou.
33. Raivas irracionais (do mundo, da vida, de algumas pessoas, de si mesmo).
34. Abandono de tratamento e recuperação - Desaparece também do A.A.
35. Sente esmagadora solidão, frustração, raiva e ansiedade.
36. Volta a beber (com intenção de manter a bebida sob controle).
37. Perda do controle sobre a bebida.
* Dr. Alberto Duringer - Conselheiro no Conselho Estadual de Entorpecentes - Ex-Diretor do Hospital Central da Polícia Militar (RJ)
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
MAIS UMA DA TURMA DA TIA HELO.
Olha ai gente, No cantinho da foto a Tia Helo sentada ao chão ao lado de seus alunos.
Quem aparece aqui? Você está nesta? As professoras são: ...Paiva, Glycia Tavares, Mára Bellato e Fátima Maia.
Atendendo a considerações do leitor.
Relembrando: Meninos - Nando,Atilio Claudio,Luiz Claudio,Vicente,Cadinho,Décio, Marcio Henrique, Zé Antonio, atrás, em pé Zé Roberto Ruas. Meninas - (a partir da tia Helô) Margarida,Marilia,Valéria,Aparecida????Heloisa Helena, Cidinha Serrano,Gislene,Cidinha Garottti.Atrás:???,Marcia Araujo, Carla, Santuza,Aparecida de Fátima,???
REUNIÃO DA FAMÍLIA JUNQUEIRA EM 1958.
No Natal de 1958 o Sr. Gil e dona Nenem reuniram os netos da família Junqueira para uma foto com o senhor Paulino Araújo. Que delícia que era. Como cabia eu não sei, mas reuníamos os avós, pais e filhos para comemorar o Natal. Esparramávamos colchões pelo chão e fazíamos aquele balaio de gatos entre os primos. Tudo era festa. Uma delícia. No próximo dia 10 vamos tentar reunir o maior número possível de primos em Fama. Nos encontramos por lá.
Você sabia?
Você sabia que há quase trezentos anos o município da Campanha era todo o Sul e Sudoeste de Minas e um trecho do estado de São Paulo, na região de Mococa e Franca? Hoje esta região tem aproximadamente 200 cidades. Uma das áreas de lazer no século passado aqui em Campanha aparece na foto acima. Neste local hoje é o Campanha Esporte Clube.
sábado, 3 de setembro de 2011
SAÚDE. VOCÊ SABIA?
SAÚDE, VOCÊ SABIA?
PEDRA NOS RINS
Sinônimos:
Cálculo renal, pedra nos rins, litíase ou nefrolitíase.
O que é?
O homem expele pela urina grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico, fosfatos, oxalatos, cistina e, eventualmente,
outras substâncias como penicilina e diuréticos.
Em algumas condições a urina fica saturada desses cristais e como conseqüência formam-se cálculos.
Não é um fenômeno raro até a idade de 70 anos.
Aproximadamente 12% dos homens e 5% das mulheres podem ter, pelo menos, um cálculo durante suas vidas.
A primeira década da vida não está imune ao surgimento de cálculos, havendo um pico de incidência entre quatro e sete anos de idade.
A doença é mais comum no adulto jovem, em torno da 3 ª ou 4 ª década de vida, predominando na raça branca e não havendo diferença de sexo.
A recorrência é mais comum no adulto jovem, 15% em um ano, 40% em até 5 anos e 50% em até 10 anos.
A população negra tem menos litíase renal que a branca.
Como se desenvolve?
A formação de cálculos é um processo biológico complexo, ainda pouco conhecido, apesar dos consideráveis avanços já
realizados. Hoje, constata-se que mudanças nos regimes alimentares, promovidas pela industrialização dos alimentos, mais
ricos em proteínas, sal e hidratos de carbono, aumentaram a formação de cálculos.
Todo o indivíduo produtor de cálculos tem envolvimento com um ou mais fatores geradores de cálculo:
Epidemiológicos (herança, idade, sexo, cor, ambiente, tipo de dieta)
Anormalidades urinárias (saturada de sais, volume diminuído e alterações do pH)
Ausência de fatores inibidores da formação de cálculos (citrato, magnésio, pirofosfato, glicosaminoglicans, nefrocalcina,
proteína de Tam Horsfall)
Alterações metabólicas (calcemia, calciúria, uricemia, uricosúria, oxalúria, cistinúria, citratúria, hipomagnesúria)
Alterações anatômicas e urodinâmicas.
Infecções urinárias
As anormalidades da composição urinária têm, no volume urinário diminuído, o principal fator na formação de cálculos.
Fruto de uma hidratação inadequada, esta pode ser a única alteração encontrada em alguns portadores de litíase.
O volume urinário permanentemente inferior a 1 litro ocorre por maus hábitos alimentares ou por situações ambientais
como clima muito seco, atividades profissionais em ambientes secos (aviões, altos fornos) que favorecem a supersaturação
urinária de sais formadores de cálculos.
Principais tipos e componentes dos cálculos renais:
CÁLCIO:
Mais de oitenta por cento dos pacientes formam cálculos de cálcio. A maioria destes têm cálcio aumentado na urina
(hipercalciúria) e/ou cálcio aumentado no sangue (hipercalcemia).
MAGNÉSIO:
É um elemento que participa na urina como inibidor da cristalização. Por isso, quando se encontra o magnésio
urinário inferior a 50 mg/24h (magnesiúria), a formação de cálculo poderá ser facilitada.
OXALATO: Mesmo com o oxalato urinário normal, alguns cálculos de cálcio têm oxalato na sua constituição.
CISTINA:
Como a cistina tem pouca solubilidade na urina, ela propicia a formação de cálculos por supersaturação.
ÁCIDO ÚRICO:
Os cálculos de ácido úrico puro ocorrem em cerca de 5% da população mundial, com exceção da zona mediterrânea
e dos países árabes, onde as taxas podem atingir até 30%. Vinte e cinco por cento dos pacientes gotosos podem
apresentar cálculos de ácido úrico.
CITRATO:
Uma excreção diária menor do que 450 mg é considerada hipocitratúria. As crianças, mulheres e idosos excretam
mais citrato. Hipocitratúria isolada, como agente formador de cálculo, ocorre em cerca de 5% das nefrolitíases,
podendo ser esta a única alteração metabólica encontrada nestes pacientes.
O que se sente e como se faz o diagnóstico?
A litíase pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a
litíase se apresenta com manifestação de dor (cólica) e hematúria. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir a
via urinária.
A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes.
Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação.
A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos ou vagina.
No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo.
A investigação clínica, na fase aguda,
inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.
Principais complicações dos cálculos:
Infecção urinária
Obstrução urinária: perda do rim por destruição obstrutiva e/ou infecciosa
Insuficiência renal crônica
Hipertensão arterial
Complicações cirúrgicas nas retiradas dos cálculos
Complicações da litotripsia (hematúria, destruição de tecido renal, hipertensão)
Como se trata?
Tomar bastante líquidos é o principal item do tratamento, visando reduzir a concentração e supersaturação
dos cristais urinários, e dessa forma, diminuir a formação de cálculos.
O ideal de tratamento é suprimir a recorrência e evitar que os cálculos existentes cresçam. Como os cálculos
têm origem heterogênea e freqüentemente são manifestações de doenças multissistêmicas, é impossível haver um
só esquema terapêutico.
Por isso, o tratamento é diversificado e prolongado, requerendo o comprometimento
permanente do paciente.
Após seis meses de tratamento, deve-se repetir a seqüência de exames para avaliar a
eficiência da ação terapêutica.
A revisão é fundamental para ajustar as medidas usadas no controle da recorrência e
estimular o paciente na continuidade do tratamento.
Os cálculos maiores de 0,8 cm não saem espontaneamente, por isso é necessária a intervenção do urologista
para a retirada do cálculo por métodos cirúrgicos ou métodos extracorpóreos, endoscópicos ou litotripsia.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico:
Existe só um tipo de cálculo?
Vou repetir esse tipo de cólica?
Como posso evitar a formação de novos cálculos?
Se for o caso, quando devo retirar o cálculo?
Devo fazer alguma dieta?
Ingerir líquidos/ingerir citratos é importante?
Existe somente um tipo de tratamento?
Os cálculos pode crescer dentro de mim?
***
Cálculo renal, pedra nos rins, litíase ou nefrolitíase.
O que é?
O homem expele pela urina grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico, fosfatos, oxalatos, cistina e, eventualmente,
outras substâncias como penicilina e diuréticos.
Em algumas condições a urina fica saturada desses cristais e como conseqüência formam-se cálculos.
Não é um fenômeno raro até a idade de 70 anos.
Aproximadamente 12% dos homens e 5% das mulheres podem ter, pelo menos, um cálculo durante suas vidas.
A primeira década da vida não está imune ao surgimento de cálculos, havendo um pico de incidência entre quatro e sete anos de idade.
A doença é mais comum no adulto jovem, em torno da 3 ª ou 4 ª década de vida, predominando na raça branca e não havendo diferença de sexo.
A recorrência é mais comum no adulto jovem, 15% em um ano, 40% em até 5 anos e 50% em até 10 anos.
A população negra tem menos litíase renal que a branca.
Como se desenvolve?
A formação de cálculos é um processo biológico complexo, ainda pouco conhecido, apesar dos consideráveis avanços já
realizados. Hoje, constata-se que mudanças nos regimes alimentares, promovidas pela industrialização dos alimentos, mais
ricos em proteínas, sal e hidratos de carbono, aumentaram a formação de cálculos.
Todo o indivíduo produtor de cálculos tem envolvimento com um ou mais fatores geradores de cálculo:
Epidemiológicos (herança, idade, sexo, cor, ambiente, tipo de dieta)
Anormalidades urinárias (saturada de sais, volume diminuído e alterações do pH)
Ausência de fatores inibidores da formação de cálculos (citrato, magnésio, pirofosfato, glicosaminoglicans, nefrocalcina,
proteína de Tam Horsfall)
Alterações metabólicas (calcemia, calciúria, uricemia, uricosúria, oxalúria, cistinúria, citratúria, hipomagnesúria)
Alterações anatômicas e urodinâmicas.
Infecções urinárias
As anormalidades da composição urinária têm, no volume urinário diminuído, o principal fator na formação de cálculos.
Fruto de uma hidratação inadequada, esta pode ser a única alteração encontrada em alguns portadores de litíase.
O volume urinário permanentemente inferior a 1 litro ocorre por maus hábitos alimentares ou por situações ambientais
como clima muito seco, atividades profissionais em ambientes secos (aviões, altos fornos) que favorecem a supersaturação
urinária de sais formadores de cálculos.
Principais tipos e componentes dos cálculos renais:
CÁLCIO:
Mais de oitenta por cento dos pacientes formam cálculos de cálcio. A maioria destes têm cálcio aumentado na urina
(hipercalciúria) e/ou cálcio aumentado no sangue (hipercalcemia).
MAGNÉSIO:
É um elemento que participa na urina como inibidor da cristalização. Por isso, quando se encontra o magnésio
urinário inferior a 50 mg/24h (magnesiúria), a formação de cálculo poderá ser facilitada.
OXALATO: Mesmo com o oxalato urinário normal, alguns cálculos de cálcio têm oxalato na sua constituição.
CISTINA:
Como a cistina tem pouca solubilidade na urina, ela propicia a formação de cálculos por supersaturação.
ÁCIDO ÚRICO:
Os cálculos de ácido úrico puro ocorrem em cerca de 5% da população mundial, com exceção da zona mediterrânea
e dos países árabes, onde as taxas podem atingir até 30%. Vinte e cinco por cento dos pacientes gotosos podem
apresentar cálculos de ácido úrico.
CITRATO:
Uma excreção diária menor do que 450 mg é considerada hipocitratúria. As crianças, mulheres e idosos excretam
mais citrato. Hipocitratúria isolada, como agente formador de cálculo, ocorre em cerca de 5% das nefrolitíases,
podendo ser esta a única alteração metabólica encontrada nestes pacientes.
O que se sente e como se faz o diagnóstico?
A litíase pode ser assintomática, reconhecida somente em exames ocasionais. Na maioria das vezes, a
litíase se apresenta com manifestação de dor (cólica) e hematúria. Muitas vezes, os cálculos podem obstruir a
via urinária.
A cólica renal é o sintoma agudo de dor severa, que pode requerer tratamento com analgésicos potentes.
Geralmente, a cólica está associada a náuseas, vômitos, agitação.
A cólica inicia quase sempre na região lombar, irradiando-se para a fossa ilíaca, testículos ou vagina.
No sedimento urinário, pode-se observar hematúria que, com a dor em cólica, nos permite pensar na passagem de um cálculo.
A investigação clínica, na fase aguda,
inclui além do exame comum de urina, um RX simples de abdômen e uma ecografia abdominal.
Principais complicações dos cálculos:
Infecção urinária
Obstrução urinária: perda do rim por destruição obstrutiva e/ou infecciosa
Insuficiência renal crônica
Hipertensão arterial
Complicações cirúrgicas nas retiradas dos cálculos
Complicações da litotripsia (hematúria, destruição de tecido renal, hipertensão)
Como se trata?
Tomar bastante líquidos é o principal item do tratamento, visando reduzir a concentração e supersaturação
dos cristais urinários, e dessa forma, diminuir a formação de cálculos.
O ideal de tratamento é suprimir a recorrência e evitar que os cálculos existentes cresçam. Como os cálculos
têm origem heterogênea e freqüentemente são manifestações de doenças multissistêmicas, é impossível haver um
só esquema terapêutico.
Por isso, o tratamento é diversificado e prolongado, requerendo o comprometimento
permanente do paciente.
Após seis meses de tratamento, deve-se repetir a seqüência de exames para avaliar a
eficiência da ação terapêutica.
A revisão é fundamental para ajustar as medidas usadas no controle da recorrência e
estimular o paciente na continuidade do tratamento.
Os cálculos maiores de 0,8 cm não saem espontaneamente, por isso é necessária a intervenção do urologista
para a retirada do cálculo por métodos cirúrgicos ou métodos extracorpóreos, endoscópicos ou litotripsia.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico:
Existe só um tipo de cálculo?
Vou repetir esse tipo de cólica?
Como posso evitar a formação de novos cálculos?
Se for o caso, quando devo retirar o cálculo?
Devo fazer alguma dieta?
Ingerir líquidos/ingerir citratos é importante?
Existe somente um tipo de tratamento?
Os cálculos pode crescer dentro de mim?
***
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O CLÃ DOS JUNQUEIRA
O CLÃ DOS JUNQUEIRA
Na década de 40 o casal Gil Fachardo Junqueira e Clara Ribeiro Junqueira reuniram a família para que o senhor Paulino Araújo fotografasse toda a família. Atrás, Roberto Gil, Stela, Alzira, Clarinha e Zélia. Na frente: Iza, Maria do Carmo, José Carlos, Guaraciaba e Waldemar, tendo ao centro Sr. Gil e dona Nenem.
Nos dias 9, 10 e 11 de Setembro os descendentes desta família, tem um compromisso em Fama. Será realizado o primeiro encontro da família. Pelo que estou sabendo teremos gratas surpresas, mas o melhor de tudo será rever tantos primos que há muito tempo não nos encontramos e conhecer suas famílias.
Nos encontramos lá.
BANDA PAROQUIAL REGIDA PELO MAESTRO DUNGA.
Esta era a banda paroquial Santo Antonio que, em 1964 era dirigida pelo maestro Alfeu do Nascimento (Dunga). Essa meninada que aparece nesta foto, são hoje senhores sexagenários, que tiveram o privilégio de tocar com João Brandão e Benedito Pereira.
Assinar:
Postagens (Atom)
VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA
VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD - CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380
Popular Posts
-
Depois de sermos agraciados com papelstrantes da envergadura de Cristina Cairo e Professor José Pacheco, teremos agora em setembro o Profess...
-
RESULTADO DAS ELEIÇÕES 2016 NA CIDADE DA CAMPANHA Prefeito eleito Luiz Fernando Tavares - NANDO BELMIRO com 6.207 votos Vice-Prefeito And...



