"TENTE ENTENDER
ESSE ENIGMA"
VOCÊ SABIA QUE...
Não existe nenhuma ONG atuando no Nordeste seco? (ninguém observa isso). Você consegue entender? Vítimas da seca! Quantos? 10 milhões. Sujeitos à fome? Sim. Passam sede? Sim. Subnutrição? Sim. ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma! Índios da Amazônia. Quantos? 230 mil Sujeitos à fome? Não Passam sede? Não Subnutrição? Não ONGs estrangeiras ajudando:350 Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares. O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os verdadeiramente famintos. Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Agora, uma pergunta: Você não acha isso,
no mínimo, muito suspeito?
É uma reflexão interessante ou não é??? |
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
QUE ENIGMA!
ALUNOS VISITAM A CÂMARA.
Alunos do quarto ano de Escola Municipal visitam a Câmara nesta
tarde.
Os
alunos do quarto ano da Escola Municipal Dom Othon Motta estão na tarde de hoje
(30 de setembro) em visita ao prédio da Câmara Municipal da Campanha.
Acompanhados
das professoras Simone, Nadir, Rose e Marieta, os estudantes aprendem um pouco
mais sobre os poderes municipais. A visita foi agendada por uma das professoras
que disse ser importante a visita à sede do Legislativo para que os estudantes
possam vivenciar o trabalho dos vereadores.
Entre
as perguntas dos estudantes, temas como pavimentação de ruas, saúde, educação e
serviços. Os Vereadores Antônio Leopoldino Dias (Presidente da Câmara), João
Paulo Baena Alves e Leandro Prock Valério, presentes ao Plenário, respondem aos
questionamentos apresentados.
| Escrito por André Luiz Ferreira |
| Seg, 30 de Setembro de 2013 14:18 |
sábado, 28 de setembro de 2013
ENTREM EM CONTATO CONOSCO.
Caros campanhenses. Começamos hoje uma série NOVOS TALENTOS DA CAMPANHA. Queremos mostrar ao mundo que temos hoje em Campanha pessoas tão capacitadas como tínhamos no passado.
Ainda não são celebridades porque, é uma questão de tempo. Envie-nos, dados e uma foto de seus filhos, e seus dados, como ele era, do que gostava, os livros que lia, onde estudou, onde está hoje, atividade profissional... Podem indicar algumas pessoas, para que estejam sendo homenageadas aqui.
Correspondência para o e-mail: josemiltonjunqueira@gmail.com
O VERDADEIRO SENTIDO DA EDUCAÇÃO.
NOVOS TALENTOS DA CAMPANHA: ANA CLARA LEMES
Ana Clara Lemes
Idade: 18 anos
Natural de Campanha
Filha dos professores: Maria Estela Carvalho Lemes e Jorge Augusto Lemes.
Estudou em Campanha até 2010, sendo aluna nos colégios: Feliz Idade, Dom Othon Motta e Coopercamp .E 2011 mudou-se para Varginha e foi estudar no CEFET, no curso de Edificações.
Lá, finalizou um projeto de Bolsa de Iniciação Científica a nível Júnior (BIC-Jr), de incentivo do CNPq e da FAPEMIG, de título “Textos Não Verbais Charge, Tirinha e Cartum: Abordagens Cognitivas para a Consolidação das Habilidades Leitoras do Aluno de Ensino Médio Técnico Tecnológico”; com a intenção de realizar abordagens cognitivas com alunos do ensino médio técnico tecnológico, modalidade integrada, do Campus Varginha do CEFET, em relação às habilidades e competências que um aluno desse segmento tem de apresentar nessa etapa de sua aprendizagem, a partir de textos não verbais charge, tirinha e cartum.
Hoje, está lendo “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, seguindo a recomendação do seu antigo professor de literatura. “É de obrigação de toda mulher ler esse livro”, dizia.
Flaubert inventou um estilo totalmente novo e moderno, praticando uma escrita que, ao longo dos cinco anos que levou para terminar o livro, literalmente avançou palavra a palavra. Mestre do realismo, o autor documenta a paisagem e o cotidiano da segunda metade do século XIX, ironizando os romances sentimentais e folhetins, gêneros que considerava obsoletos.
A história faz um ataque à burguesia, desmoralizando-a com a descrição exuberante de sua banalidade. Em um tempo em que as mulheres eram submissas, Emma Bovary encontra nos tolos romances dos livros o antídoto para o tédio conjugal e inaugura uma galeria de famosas esposas adúlteras atormentadas na literatura.
Ana Clara recomenda a leitura deste livros à todas as mulheres.
29 DE SETEMBRO.
LEITURA SEMPRE, DESDE CEDO.
Nada melhor que, o calor da família para passarmos os bons exemplos.
Leitura sempre.
Quem lê tem outra visão de tudo.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
A FORMAÇÃO DO PROFESSOR LEITOR.
Minicurso "A Formação do Professor Leitor"
"Gosto de ler por causa
da minha professora."
Dois em cada três adultos que gostam de ler dizem que isso aconteceu graças aos seus professores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, educadores chegam a influenciar no gosto pelos livros mais que as mães. No entanto, o mesmo estudo também mostra que entre os atuais não leitores não havia nenhum estímulo ou prática de leitura na sala de aula. Outro desafio: nada menos do que 9% dos professores atuais não gostam de ler, e 26% gosta só um pouco. O professor só formará leitores se ele também for um professor leitor!
As práticas de leitura estão mudando a vida das escolas
As escolas que ocupam as melhores posições nos diversos rankings de indicadores nacionais da Educação têm pelo menos uma coisa em comum: todas elas desenvolvem bons projetos de leitura. Graças a essas práticas, seus alunos melhoraram o rendimento escolar e se sentem mais preparados para novos desafios escolares e para encarar a própria vida e o futuro.
Nós podemos ajudar a sua rede
Nosso minicurso A Formação do Professor Leitor é composto por 2 módulos com um total de 4 horas de duração. Pode ser feito numa manhã ou tarde, em horários destinados à formação do professor.
Destina-se a professores do Ensino Fundamental e Ensino Médio de escolas públicas e privadas e pode ser ministrado em qualquer área do território nacional.
As 2 conferências mesclam visões teóricas e cases que podem ser facilmente multiplicados nas escolas. Ambas têm forte poder para motivar os professores para, a partir de suas próprias experiências pessoais de leitura e exemplos de colegas, fazer a diferença na sala de aula.
Conferência 1
A primeira conferência tem como fio condutor uma conhecida frase (atribuída a diversos pensadores antigos e contemporâneos) sobre a função social da leitura e o poder dos livros para mudar o mundo à medida em que transforma as pessoas. São apresentados casos, relatos e histórias sobre o impacto da leitura na vida de leitores famosos e anônimos que, ao mesmo tempo em que emocionam, ajudam a traçar um retrato bem atual dessa prática no País. Estimulados o tempo todo a interagir e narrar as próprias experiências pessoais de leitura, os participantes são convidados a construir uma nova e instigante percepção de como os livros impactam no desenvolvimento individual e no cotidiano de seus alunos bem como nas comunidades em que vivem. São histórias reais e fascinantes que encantam e comovem por sua força irresistível e transformadora.
Conferência 2
O que pensam, como agem e o que verdadeiramente atrai crianças, adolescentes e jovens para o mundo mágico dos livros. Ao contrário que imagina o senso comum, esses pequenos leitores já estão lendo muito mais por prazer do que por mera obrigação. Um diagnóstico completo sobre o comportamento leitor dos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio feito pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil e os livros e autores que fazem a cabeça da juventude leitora. E casos concretos de professores e escolas que estão, com ações simples e fáceis de serem multiplicadas, conseguindo avanços extraordinários, o reconhecimento de suas comunidades e uma grande virada na educação brasileira.
O conferencista: Galeno Amorim
Professor e autor de 16 livros (entre os quais, Retratos da Leitura no Brasil), é consultor internacional em políticas públicas do livro e leitura. Presidiu a Fundação Biblioteca Nacional e o Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc/ Unesco), entre outros. Foi o criador do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), do Ministério da Cultura e Ministério da Educação, e de diversos programas e instituições de fomento à leitura no Brasil. Está à frente do Blog do Galeno, um dos mais influentes nesta área no Brasil, e dirige o Observatório do Livro e da Leitura.
"Gosto de ler por causa
da minha professora."
Dois em cada três adultos que gostam de ler dizem que isso aconteceu graças aos seus professores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, educadores chegam a influenciar no gosto pelos livros mais que as mães. No entanto, o mesmo estudo também mostra que entre os atuais não leitores não havia nenhum estímulo ou prática de leitura na sala de aula. Outro desafio: nada menos do que 9% dos professores atuais não gostam de ler, e 26% gosta só um pouco. O professor só formará leitores se ele também for um professor leitor!
As práticas de leitura estão mudando a vida das escolas
As escolas que ocupam as melhores posições nos diversos rankings de indicadores nacionais da Educação têm pelo menos uma coisa em comum: todas elas desenvolvem bons projetos de leitura. Graças a essas práticas, seus alunos melhoraram o rendimento escolar e se sentem mais preparados para novos desafios escolares e para encarar a própria vida e o futuro.
Nós podemos ajudar a sua rede
Nosso minicurso A Formação do Professor Leitor é composto por 2 módulos com um total de 4 horas de duração. Pode ser feito numa manhã ou tarde, em horários destinados à formação do professor.
Destina-se a professores do Ensino Fundamental e Ensino Médio de escolas públicas e privadas e pode ser ministrado em qualquer área do território nacional.
As 2 conferências mesclam visões teóricas e cases que podem ser facilmente multiplicados nas escolas. Ambas têm forte poder para motivar os professores para, a partir de suas próprias experiências pessoais de leitura e exemplos de colegas, fazer a diferença na sala de aula.
Conferência 1
A primeira conferência tem como fio condutor uma conhecida frase (atribuída a diversos pensadores antigos e contemporâneos) sobre a função social da leitura e o poder dos livros para mudar o mundo à medida em que transforma as pessoas. São apresentados casos, relatos e histórias sobre o impacto da leitura na vida de leitores famosos e anônimos que, ao mesmo tempo em que emocionam, ajudam a traçar um retrato bem atual dessa prática no País. Estimulados o tempo todo a interagir e narrar as próprias experiências pessoais de leitura, os participantes são convidados a construir uma nova e instigante percepção de como os livros impactam no desenvolvimento individual e no cotidiano de seus alunos bem como nas comunidades em que vivem. São histórias reais e fascinantes que encantam e comovem por sua força irresistível e transformadora.
Conferência 2
O que pensam, como agem e o que verdadeiramente atrai crianças, adolescentes e jovens para o mundo mágico dos livros. Ao contrário que imagina o senso comum, esses pequenos leitores já estão lendo muito mais por prazer do que por mera obrigação. Um diagnóstico completo sobre o comportamento leitor dos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio feito pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil e os livros e autores que fazem a cabeça da juventude leitora. E casos concretos de professores e escolas que estão, com ações simples e fáceis de serem multiplicadas, conseguindo avanços extraordinários, o reconhecimento de suas comunidades e uma grande virada na educação brasileira.
O conferencista: Galeno Amorim
Professor e autor de 16 livros (entre os quais, Retratos da Leitura no Brasil), é consultor internacional em políticas públicas do livro e leitura. Presidiu a Fundação Biblioteca Nacional e o Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc/ Unesco), entre outros. Foi o criador do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), do Ministério da Cultura e Ministério da Educação, e de diversos programas e instituições de fomento à leitura no Brasil. Está à frente do Blog do Galeno, um dos mais influentes nesta área no Brasil, e dirige o Observatório do Livro e da Leitura.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
CÂMARA INFORMA.
EDUCAÇÃO NO BRASIL DESPERDIÇA RECURSOS!
25/09/2013 11h54 - Atualizado em 25/09/2013 11h54
Educação no Brasil desperdiça
recursos, diz especialista português
José
Pacheco participa de congresso sobre educação em Pernambuco.
Educador
desenvolve projetos em escolas sem sala, série e provas.
Recife (Foto: Divulgação)
A
primeira experiência aconteceu na Cidade do Porto, em Portugal – uma escola sem
sala de aula, sem séries e sem provas de avaliação. É dessa forma que o educador
português José Pacheco acredita numa formação mais comprometida com os
estudantes e com a sociedade em geral. Também já com suas ideias implantadas no
Brasil, através do Projeto Âncora, em Cotia (SP), Pacheco participa a partir
desta quarta-feira (24) do Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, no
Centro de Convenções de Pernambuco, em
Olinda.
A
Escola da Ponte, no Porto, foi fundada em 1976. Lá, não existe divisão de turmas
ou disciplinas, e os professores não ficam fixos em uma disciplina ou em série
específicas. Os estudantes, por sua vez, possuem a liberdade para escolher áreas
de interesse e a participação em projetos de pesquisa. Para Pacheco, o modelo
atual de educação desenvolvido no Brasil - defasado - é um desperdício de
dinheiro público e não contribui com a formação dos alunos.
O G1 conversou
com o educador português por e-mail sobre os projetos implantados em Portugal e
no Brasil e como ele enxerga atual situação da educação nos países. Confira,
abaixo, a entrevista realizada com José Pacheco.
G1
- O Brasil possui teóricos da educação que propuseram um novo método de ensino,
como o pernambucano Paulo Freire. Entretanto, vemos que o modelo de ensino no
país não mudou na sua essência. Por que o senhor acha que isso acontece? Há
algum tipo de barreira contra esse tipo de inovações?
José Pacheco - O modelo de escola do século XIX, que ignora os contributos dos grandes pedagogos que o Brasil teve e têm, produziu 30 milhões de analfabetos. No Brasil, como em Portugal e em outros países, continuamos a ensinar jovens do século XXI com professores do século XX e um paradigma do século XIX. Esse é o principal problema. Com ou sem novas tecnologias; aliás, as novas tecnologias até podem contribuir para aprofundar a crise se forem usadas em função do paradigma velho.
José Pacheco - O modelo de escola do século XIX, que ignora os contributos dos grandes pedagogos que o Brasil teve e têm, produziu 30 milhões de analfabetos. No Brasil, como em Portugal e em outros países, continuamos a ensinar jovens do século XXI com professores do século XX e um paradigma do século XIX. Esse é o principal problema. Com ou sem novas tecnologias; aliás, as novas tecnologias até podem contribuir para aprofundar a crise se forem usadas em função do paradigma velho.
O
modelo de escola com origem na França, na Prússia e na Inglaterra da Revolução
Industrial faliu há mais de cem anos. O Caetano de Campos já falava isso no
tempo do Império. Será que se mantém porque convém que se mantenha desigualdade,
que haja marginalidade, um povo ignorante dos seus direitos?
Pergunto muitas vezes a mim mesmo como, perante as evidências dos rankings e das violências múltiplas que vivemos, dentro e fora do ambiente escolar, se consegue manter essa situação. Como diria João Cabral de Melo Neto, as escolas brasileiras são como usinas que engolem gente e vomitam bagaço.
G1- Como funciona a proposta da Escola da Ponte e do Projeto Âncora? Como os alunos formados nesses locais saem para a vida profissional e pessoal?
Pergunto muitas vezes a mim mesmo como, perante as evidências dos rankings e das violências múltiplas que vivemos, dentro e fora do ambiente escolar, se consegue manter essa situação. Como diria João Cabral de Melo Neto, as escolas brasileiras são como usinas que engolem gente e vomitam bagaço.
G1- Como funciona a proposta da Escola da Ponte e do Projeto Âncora? Como os alunos formados nesses locais saem para a vida profissional e pessoal?
José
Pacheco - Nas duas escolas, como em muitas escolas no Brasil e no mundo, as
normas e regras que orientam as relações societárias não são impostas, são
normas e regras que decorrem da necessidade sentida por todos. E a escola
possui uma organização de espaço escolar diferente das escolas tradicionais.
Não há aula, segmentação em séries, ciclos, classes, ou níveis. Nada disso tem
fundamento científico. Nessas escolas, há práticas coerentes com valores livre e
coletivamente assumidos; há verdadeiros projetos.
A
avaliação acontece quando o aluno sente que cumpriu determinada tarefa, que
alcançou determinado objetivo, que aprendeu determinado conteúdo, que cumpriu
determinado projeto. A partilha do conhecimento produzido é a avaliação. Os
relatórios de avaliação externa, realizadas por uma equipe de avaliadores
independentes, nomeados pelo ministério a pedido do Ministério da Educação, são
uma das provas da boa qualidade do projeto.
Os
ex-alunos da Ponte – alguns já com mais de 50 anos de idade – são a prova da boa
qualidade do projeto. São seres humanos plenamente realizados, com elevado nível
de consciência cívica, éticos, empreendedores, solidários. Deverei acrescentar
que a Ponte recebe alunos que as outras escolas jogam fora, e os recupera. Aluno
que não aprende em outra escola, ou aluno que põe professor em estado de coma em
outra escola, vai para a Ponte.
G1- O que falta para o Brasil assumir esse modelo de educação? Já existe uma estrutura pronta? Os profissionais são capazes de assumir essa nova forma de ensinar?
G1- O que falta para o Brasil assumir esse modelo de educação? Já existe uma estrutura pronta? Os profissionais são capazes de assumir essa nova forma de ensinar?
José
Pacheco - Falta uma política pública séria, competente. O Brasil tem tudo
aquilo que precisa para melhorar a educação. Não para importar modelos, mas para
concretizar a Lei de Diretrizes e Bases, com apoio nos contributos de excelentes
teóricos e de projetos, que vão surgindo por todo o país. Sou crítico dos
titulares do poder público que continuam a fomentar o desperdício, a
infelicidade e a ignorância. Porque sei ser possível outra escola, fui
prefeito.
G1 - O senhor vê deficiência nas faculdades de pedagogia?
José Pacheco - Fico indignado quando vou às faculdades de pedagogia e não vejo nas bibliotecas nenhum livro do Lauro de Oliveira Lima ou de outros de sua geração, nem da Maria Nilde ou de Nize da Silveira. Vejo os Piagets, os Vygotskys. Entretanto, as escolas brasileiras continuam a ser controladas pela burocracia, quando as suas práticas deveriam obedecer a critérios de natureza pedagógica. Sem generalizar, porque o Brasil tem excelentes faculdades.
G1 - O senhor vê deficiência nas faculdades de pedagogia?
José Pacheco - Fico indignado quando vou às faculdades de pedagogia e não vejo nas bibliotecas nenhum livro do Lauro de Oliveira Lima ou de outros de sua geração, nem da Maria Nilde ou de Nize da Silveira. Vejo os Piagets, os Vygotskys. Entretanto, as escolas brasileiras continuam a ser controladas pela burocracia, quando as suas práticas deveriam obedecer a critérios de natureza pedagógica. Sem generalizar, porque o Brasil tem excelentes faculdades.
G1
- Como fica a figura do professor num projeto como esse? Ele teria que perder
aquela imagem autoritária?
José Pacheco - Os professores terão de assumir ser necessária a reelaboração da sua cultura pessoal e profissional, substituir uma cultura solitária por uma cultura solidária. Neste capítulo, muito se decide no campo da formação. As instituições de formação de professores deverão reconhecer que a teoria não antecede a prática e que são as dificuldades de ensinagem que reclamam a teoria e a contextualizam em práxis coerentes; deverão recorrer a modalidades de formação que respeitem o princípio do isomorfismo na formação; e os educadores não deverão ser considerados como objeto de transmissão de informação, mas como sujeitos de formação no contexto de equipes de projeto.
G1 - Como é a aceitação do Projeto Âncora do Brasil? Acredita que ela está aumentando?
José Pacheco - Os professores terão de assumir ser necessária a reelaboração da sua cultura pessoal e profissional, substituir uma cultura solitária por uma cultura solidária. Neste capítulo, muito se decide no campo da formação. As instituições de formação de professores deverão reconhecer que a teoria não antecede a prática e que são as dificuldades de ensinagem que reclamam a teoria e a contextualizam em práxis coerentes; deverão recorrer a modalidades de formação que respeitem o princípio do isomorfismo na formação; e os educadores não deverão ser considerados como objeto de transmissão de informação, mas como sujeitos de formação no contexto de equipes de projeto.
G1 - Como é a aceitação do Projeto Âncora do Brasil? Acredita que ela está aumentando?
José
Pacheco - Apesar de ter apenas um ano e meio de vida, o Projeto Âncora
acolhe, semanalmente, dezenas de educadores do Brasil e do estrangeiro. É lócus
de pesquisa, para dissertações e teses de doutoramento. É motivo de notícia na
mídia. Mas também é alvo de campanhas de desacreditação, boatos,
animosidades.
G1 - O senhor costuma dizer que, no Brasil, não faltam recursos para a educação. Esse modelo de comunidade de aprendizagens seria mais barato?
G1 - O senhor costuma dizer que, no Brasil, não faltam recursos para a educação. Esse modelo de comunidade de aprendizagens seria mais barato?
José
Pacheco - O Brasil não tem falta de recursos. O Brasil desperdiça recursos.
O último relatório da Fiesp [Relatório Educação: gastos públicos e propostas de
melhorias, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, de outubro de
2010], sobre dez anos de desempenho do Ministério da Educação, mostra que o
sistema educativo brasileiro desperdiça por ano R$ 56 bilhões. O custo aluno/ano
do Brasil é elevado e os Idebs são miseráveis. Que maiores evidências serão
precisas para modificar o modo como se faz política pública neste país?
O
modelo das comunidades de aprendizagem será mais barato – o que permitirá, por
exemplo, que os professores venham a ter um salário digno –, mas, mais do que
isso, será uma das possibilidades de criação de uma nova construção social de
escola, na qual, todos possam ter condições de serem sábios e felizes.
G1–
A sociedade brasileira se acostumou com escolas com classes, professores e
disciplina, buscando conteúdo para realizar o vestibular. Como mudar esse
pensamento? O atual modelo do Enem já é uma evolução?
José Pacheco - Poder-se-á modificar a representação que as famílias e a sociedade têm de escola, por exemplo, demonstrando que esse modelo de escola produz ignorância, exclusão e pouca aprendizagem.
José Pacheco - Poder-se-á modificar a representação que as famílias e a sociedade têm de escola, por exemplo, demonstrando que esse modelo de escola produz ignorância, exclusão e pouca aprendizagem.
O
Enem é um dispositivo algo melhor do que o tradicional vestibular, mas continua
a ser uma prova, um dispositivo de avaliação muito falível. O vestibular e o
Enem não se justificariam, se houvesse verdadeira avaliação nas escolas. Hoje,
apenas se justifica, porque a educação básica está sucateada e porque existe a
indústria do cursinho.
G1 – O senhor acha que o modelo da Escola da Ponte e do Projeto Âncora ainda precisa ser aperfeiçoado?
G1 – O senhor acha que o modelo da Escola da Ponte e do Projeto Âncora ainda precisa ser aperfeiçoado?
José
Pacheco - Certamente! Um projeto está em permanente fase instituinte. A
Ponte é considerada a melhor escola do meu país, conseguiu alcançar excelência
acadêmica com garantia de inclusão social e desenvolvimento humano sustentável.
Mas está longe de mim a ideia de o projeto da Escola da Ponte estar perto da
perfeição. Ele apenas tem cerca de quarenta anos de existência.
CAMPANHA COMPLETARÁ 276 ANOS.
Em outubro Campanha comemora mais um aniversário e
completa 276 anos!
Para celebrar essa data tão especial para a cidade
que é o berço do Sul de Minas, o mês de outubro chega repleto de acontecimentos! Através do apoio da
Prefeitura Municipal, acontecerão em nossa cidade o 2º Encontro da Ferrugem, a
1ª Corrida de Rua e a 1ª Maratona Ciclística da Campanha.
Além disso, a prefeitura realizará a FAC - Feira de
Artesanato Campanhense, além de diversas atividades no dia 02 de outubro para
celebrar o nosso aniversário!
Confira a programação completa:
Dia 29/09 - Estreia da FAC - Feira de Artesanato
Campanhense. Realizada pela Prefeitura da Campanha, através dos departamentos
de Cultura, Turismo e Assistência Social, A FAC é um espaço que reúne os
artesãos da Campanha para que eles possam expor gratuitamente suas obras, a fim
de valorizar o trabalho desses artistas. A FAC acontecerá todos os domingos,
das 10h às 15h, na Praça Dom Ferrão, e contará com apresentações musicais de diversos
artista da cidade.
Dia 02/10 - Aniversário da Campanha - Atividades
cívicas com a apresentação das bandas do município e participação das escolas
da Campanha, durante o período da manhã, das 08h às 12h, na Praça Dom Ferrão.
Dia 06/10 - 1ª Corrida de Rua da Campanha - Realizada
pela AACAMP (Associação de Atletismo e Ciclismo da Campanha) com o apoio da
Prefeitura Municipal, a 1ª Corrida de Rua da Campanha será dividida em 2
categorias: Kids e Adulto. A corrida para os adultos começa as 09h e a das
crianças começa as 10h30, ambas com 10 km de percurso.
Dias 12 e 13/10 - 2º Encontro Amigos da
Ferrugem. Realizado com o apoio da Prefeitura da Campanha, a segunda edição do
encontro de colecionadores de veículos antigos acontece na Praça Dom Ferrão e vai
arrecadar alimentos para as instituições da cidade. Carros, motos e bicicletas
com mais de 30 anos de fabricação estarão expostas, além do mercado de pulgas e
bandas tocando os sucessos dos anos 60, 70 e 80.
Dia 20/06 - 1ª Maratona Ciclística da Campanha -
Realizada pela AACAMP (Associação de Atletismo e Ciclismo da Campanha) com o
apoio da Prefeitura Municipal, a 1ª Maratona Ciclística da Campanha acontecerá
às 09h, com saída da Praça Dom Ferrão e um percurso de 60 km .
Prefeitura da Campanha - Administração 2009/2016 -
"O Trabalho Continua!"
Assinar:
Postagens (Atom)
VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA
VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD - CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380
Popular Posts
-
Depois de sermos agraciados com papelstrantes da envergadura de Cristina Cairo e Professor José Pacheco, teremos agora em setembro o Profess...
-
RESULTADO DAS ELEIÇÕES 2016 NA CIDADE DA CAMPANHA Prefeito eleito Luiz Fernando Tavares - NANDO BELMIRO com 6.207 votos Vice-Prefeito And...





