quarta-feira, 4 de março de 2015

O QUE ACONTECE COM OS BRASILEIROS?


O assombroso silêncio no Brasil em torno do escândalo HSBC

Por Paulo Nogueira
Do Diário do Centro do Mundo
Simplesmente inaceitável o silêncio no Brasil em torno do vazamento das contas secretas do HSBC na Suíça.
Passo pelos sites das grandes empresas jornalísticas e a cobertura ou é nula ou é miserável.
Os números justificariam barulho. Muito barulho. No caso brasileiro, são 8 667 contas num total de 7 bilhões de dólares sonegados.
Me chamou a atenção, também, a atitude dos colunistas. Onde a indignação? Onde a estridência habitual? Onde o sentido de notícia?
Passei no twitter de Noblat. Nos últimos dois dias, uma centena de tuítes. Zero sobre os chamados Swissleaks.
Também dei uma olhada em Reinaldo Azevedo, verborrágico, torrencial nos textos. Nada sobre o HSBC.
São dois entre tantos.
A ausência deles do debate mostra uma coisa que sempre tive clara. A valentia deles vai até onde não existe risco de publicar algo que contrarie interesses de seus patrões.
É o colunismo sabujo, o colunismo papista, o colunismo patronal – ou, simplesmente, o colunismo chapa branca.
E se algum patrão dos colunistas estiver na lista? Na Argentina, o Clarín encabeça o pelotão dos sonegadores.
Melhor, então, ignorá-la.
No mundo inteiro, jornais garimparam nomes de integrantes da lista. No Brasil, apareceu – parece piada de humor negro – com algum destaque um morto: o banqueiro Edmond Safra.
Graças a um site angolano, soube-se que o Rei do Ônibus do Rio, Jacob Barata, também está listado.
A última vez que vi Barata no noticiário foi no casamento de uma neta. Gilmar Mendes foi um dos padrinhos.
Imagine, apenas imagine, que haja consequências jurídicas para Barata, e que o caso chegue ao Supremo.
Como agiria Gilmar?
Jornalista, como pregava o maior de nós, Pulitzer, não tem amigo. Porque amizades interferem no noticiário.
Da mesma forma, juízes não deveriam ter amigos. Mas, no Brasil, têm.
Não me surpreende a mídia no escândalo do HSBC. Conheço-a bem para esperar qualquer coisa diferente.
Mas e o governo: não tem nada a dizer?
Estamos tão bens de dinheiro nos cofres públicos para desprezar a busca dos bilhões sonegados?
Não é o que parece.
Considere o que a Espanha está fazendo. O ministro das Finanças, Cristóbal Montoro, anunciou que estuda “medidas legais contra o HSBC por sua participação em fraudes fiscais, lavagem de dinheiro e outros atos criminosos cometidos por cidadãos espanhóis”.
Em 2010, o governo espanhol teve acesso a 650 nomes de pessoas com conta secreta no HSBC na Suíça.
Foi atrás de um por um. A família Botin, que controla o Santander, fez um acordo extrajudicial com o governo. Pagou 200 milhões de euros, cerca de 600 milhões de reais.
A oposição de esquerda na Espanha luta para que a legislação seja alterada para que sejam publicados todos os nomes de todos os envolvidos em evasão fiscal.
No Brasil, o quadro é completamente distinto – e para pior.
Pouco antes de Joaquim Levy ser nomeado ministro da Fazenda, o banco em que ele trabalhava, o Bradesco, foi pilhado numa história de sonegação no paraíso fiscal de Luxemburgo.
A Globo carrega uma espetacular história de sonegação já há dois anos – sem quaisquer consequências legais ou financeiras.
A Globo continua a receber seu mensalão publicitário como se honrasse todos os seus compromissos com o Tesouro.
Ou os espanhóis – e o mundo – estão errados, ou errados estamos nós.
Faça sua escolha.

O BRASIL NÃO TEM MEDO DO PT.

O Brasil não tem medo do PT

A aristocracia petista vive o seu pior momento. E Lula não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não

Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, teria uma nova recessão.

O quadro atual é distinto — e causa muito mais preocupação. O governo tem um sólido partido de sustentação — que está em crise, é verdade, mas que consegue agir coletivamente e tem presença dominante em governos estaduais e dezenas de prefeituras. A base congressual é volátil mas, aparentemente, ainda responde ao Palácio do Planalto. As divergências com o sócio principal do condomínio petista, o PMDB, são crescentes mas estão longe do rompimento. Em 12 anos, o governo construiu — usando e abusando dos recursos públicos — uma estrutura de apoio social. E, diferentemente de Collor, Lula estabeleceu uma sólida relação com frações do grande capital — a “burguesia petista” — que é hoje dependente do governo.

O país está vivendo um impasse. O governo perdeu legitimidade logo ao nascer. Dilma não tem condições de governar, não tem respeitabilidade, não tem a confiança dos investidores, dos empresários e da elite política. E, principalmente, não tem mais apoio dos brasileiros horrorizados com as denúncias de corrupção e a inépcia governamental em enfrentá-las, além do agravamento dos problemas econômicos, em especial da inflação.

Deve ser reconhecido que Fernando Collor aceitou o cerco político que sofreu sem utilizar da máquina de Estado para coagir os adversários. E foi apeado legalmente da Presidência sem nenhum gesto fora dos limites da Constituição. Mas o mesmo não ocorrerá com Dilma. Na verdade, não com Dilma. Ela é um nada, é uma simples criatura, é um acidente da História. O embate vai ser travado com Lula, o seu criador, mentor e quem, neste momento, assumiu as rédeas da coordenação política do governo.

Foi Lula que venceu a eleição presidencial de 2014. E agora espera repetir a dose. Mas a conjuntura é distinta. As denúncias do petrolão e a piora na situação econômica não permitem mais meros jogos de cena. O momento do marketing eleitoral já passou. E Lula vai agir como sempre fez, sem nenhum princípio, sem ética, sem respeito a ordem e a coisa públicas. O discurso que fez no Rio de Janeiro no dia 24 de fevereiro é apenas o início. Ele — um ex-presidente da República — incitou à desordem, ameaçou opositores e conclamou o MST a agir como um exército, ou seja, partir para o enfrentamento armado contra os adversários do projeto criminoso de poder, tão bem definido pelo ministro Celso de Mello, do STF.
Lula está desesperado. Sabe que a aristocracia petista vive o seu pior momento. E não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não. Como um excelente leitor de conjuntura — e ele o é — sabe que os velhos truques utilizados na crise do mensalão já não dão resultado. E pouco resta para fazer — dentro da sua perspectiva. Notou que, apesar de dezenas de partidos e entidades terem convocado o ato público do dia 24, o comparecimento foi pífio, inexpressivo. O clima no auditório da ABI estava mais para velório do que para um comício nos moldes tradicionais do petismo. Nos contatos mantidos em Brasília, sentiu que a recomposição do bloco político-empresarial que montou no início de 2006 — e que foi decisivo para a sua reeleição – é impossível.

A estratégia lulista para se manter a todo custo no poder é de buscar o confronto, de dividir o país, jogar classe contra classe, região contra região, partido contra partido, brasileiro contra brasileiro. Mesmo que isso custe cadáveres. Para Lula, pouco importa que a crise política intensifique ainda mais a crise econômica e seus perversos efeitos sociais. A possibilidade de ele liderar um processo de radicalização política com conflitos de rua, greves, choques, ataques ao patrimônio público e privado, ameaças e agressões a opositores é muito grande. Especialmente porque não encontra no governo e no partido lideranças com capacidade de exercer este papel.

O Brasil caminha para uma grave crise institucional, sem qualquer paralelo na nossa história. Dilma é uma presidente zumbi, Por incrível que pareça, apesar dos 54 milhões de votos recebidos a pouco mais de quatro meses, é uma espectadora de tudo o que está ocorrendo. Na área econômica tenta consertar estragos que produziu no seu primeiro mandato, sem que tenha resultados a apresentar no curto prazo. A corrupção escorre por todas as áreas do governo. Politicamente, é um fantoche. Serve a Lula fielmente, pois sequer tem condições de traí-lo. Nada faria sozinha.

Assistiremos à lenta agonia do petismo. O custo será alto. É agora que efetivamente testaremos se funciona o Estado Democrático de Direito. É agora que veremos se existe uma oposição parlamentar. É agora que devemos ocupar as ruas. É agora que teremos de enfrentar definitivamente o dilema: ou o Brasil acaba politicamente com o petismo, ou o petismo destrói o Brasil.

Marco Antonio Villa é historiador

terça-feira, 3 de março de 2015

ONG SEBO CULTURAL PRESTA CONTA.

Prestação de Contas - Subvenção recebida da Prefeitura Municipal
Convênio 014/2014 - Valor R$ 13.000,00 - ONG Sebo Cultural

Valor recebido em 3 parcelas no valor total de R$ 13.000,00, depositado em conta no Banco do Brasil, agência Campanha/MG.
1ª Parcela – 08/05/2014 – R$ 6.500,00
2ª Parcela – 25/06/2014 – R$ 3.250,00
3ª Parcela – 15/07/2014 – R$ 3.250,00


1.Impressão de 5.000 vale-livros para a 14ª Feira do Livro na empresa JH Gráfica & Editora Ltda, Nota Fiscal 6004. Pagamento efetuado com o cheque número 850001, emitido em 8 de maio de 2014, no valor de R$ 300,00.

2.Confecção de faixas e banners para divulgação da 14ª Feira do Livro pela empresa Lucas Veloso Silva - ME, Nota Fiscal 143. Pagamento efetuado com o cheque número 850002, emitido em 12 de maio de 2014, no valor de R$ 1.200,00.

3.Aquisição de 2.000 livros de Literatura Infantil na empresa Movbrink Comercial Ltda-ME, Nota Fiscal 000.000.012. Pagamento efetuado com o cheque número 850003, emitido em 15 de maio de 2014, no valor de R$ 2.000,00.

4.Prestação de serviços com sonorização e telão para a 14ª Feira do Livro, pela empresa Santos Impacto Sonorização Ltda, Nota Fiscal 000236. Pagamento efetuado com o cheque número 850005, emitido no dia 19 de maio de 2013, no valor de R$ 600,00.

5.Pagamento a estagiário Vitor Luis Arantes Prock, com ações no Clube de Leitura, do bairro Canadá, com prestação de serviços no mês de maio e junho de 2014, Pagamento efetuado em nome da CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais, com o cheque número 850006, emitido no dia 26 de agosto de 2014, no valor de R$ 988,24, sendo R$ 188,24 referente a taxa administrativa do CIEE.

6.Pagamento a estagiário Vitor Luis Arantes Prock, com ações no Clube de Leitura, do bairro Canadá, com prestação de serviços no mês de julho de 2014, Pagamento efetuado em nome da CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais, com o cheque número 850007, emitido no dia 4 de setembro de 2014, no valor de R$ 494,12, sendo R$ 94,12 referente a taxa administrativa do CIEE.

7.Aquisição de 12 cadeiras de rodas da empresa CDS Artefatos de Plásticos e Metálicos Ltda, Nota Fiscal 000.035.325. Pagamento efetuado com o cheque número 850008, emitido no dia 30 de setembro de 2014, no valor de R$ 2.520,00.

8.Pagamento a estagiário Vitor Luis Arantes Prock, com ações no Clube de Leitura, do bairro Canadá, com prestação de serviços no mês de agosto de 2014, Pagamento efetuado em nome da CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais, com o cheque número 850009, emitido no dia 1 de setembro de 2014, no valor de R$ 494,12, sendo R$ 94,12 referente a taxa administrativa do CIEE.

9.Pagamento a estagiário Vitor Luis Arantes Prock, com ações no Clube de Leitura, do bairro Canadá, com prestação de serviços no mês de setembro de 2014, Pagamento efetuado em nome da CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais, com o cheque número 850010, emitido no dia 31 de outubro de 2014, no valor de R$ 494,12, sendo R$ 94,12 referente a taxa administrativa do CIEE.

10.Pagamento a estagiário Vitor Luis Arantes Prock, com ações no Clube de Leitura, do bairro Canadá, com prestação de serviços no mês de outubro de 2014, Pagamento efetuado em nome da CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais, com o cheque número 850011, emitido no dia 11 de novembro de 2014, no valor de R$ 494,12, sendo R$ 94,12 referente a taxa administrativa do CIEE.

11.Aquisição de 17 cadeiras de banho da empresa CDS Artefatos de Plásticos e Metálicos Ltda, Nota Fiscal 000.036.031 Pagamento efetuado com o cheque número 850012, emitido no dia 12 de novembro de 2014, no valor de R$ 2.921,16.

12.Pagamento a estagiário Vitor Luis Arantes Prock, com ações no Clube de Leitura, do bairro Canadá, com prestação de serviços no mês de novembro de 2014, Pagamento efetuado em nome da CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola de Minas Gerais, com o cheque número 850013, emitido no dia 28 de novembro de 2014, no valor de R$ 494,12, sendo R$ 94,12 referente a taxa administrativa do CIEE.


Contrapartida da Sebo Cultural: R$ 648,32
1. taxas bancárias
08/05 – Tarifa fornecimento de cheque – R$ 13,20
08/05 – Manutenção de conta - R$ 21,90
08/05 – Manutenção de conta - R$ 21,90
03/06 – Manutenção de conta - R$ 21,90
25/06 – Tarifa renovação cadastro - R$ 30,00
02/07 – Manutenção de conta - R$ 21,90
02/09 – Manutenção de conta - R$ 21,90
02/10 – Manutenção de conta - R$ 21,90
04/11 – Manutenção de conta - R$ 21,90
03/12 – Manutenção de conta - R$ 21,90
Total: R$ 218,40

2.Transportes 12 cadeiras de rodas pela empresa João Paulo de Miranda EPP (Expresso Serrano), dia 14/10/2014, no valor de R$ 185,97
3.Transportes 17 cadeiras de banho pela empresa João Paulo de Miranda EPP (Expresso Serrano), dia 26/11/2014, no valor de R$ 243,95

Obs: Despesas efetuadas nos transportes da Empresa CDS (São Paulo) até a Transportadora Serrano (São Paulo). Os transportes dos 29 equipamentos foi cortesia do Sr. João Paulo de Miranda (Transportadora Serrano) que nada nos cobrou.

wwww.sebocultural.org.br

QUE ESCOLA VOCÊ QUERIA VER CAMPEÃ?


VOCÊ SUPORTARIA, SE LEMBRAR DO QUE NÃO GOSTA?

Reencarnação e o esquecimento do passado

Reencarnação e o esquecimento do passado
Mesmo entre os que compreendem a reencarnação, há aqueles que não entendem ou não aceitam o esquecimento do passado.
Quem desconhece a realidade da reencarnação alega que, se já houvesse vivido antes, deveria lembrar. Acha que reencarnação não existe, pois não se recorda de nenhuma vida anterior a esta. Quem pensa assim não percebe que o cérebro físico não poderia arquivar lembranças de algo que não viveu, algo de que não participou. O cérebro físico só guarda registros de fatos que chegaram a ele através dos cinco sentidos físicos. Lembra quais são eles? Isso eu decorei aos sete anos: visão, audição, paladar, olfato e tato. São os sentidos que captam informações exteriores e transmitem essas informações ao cérebro.
Entre os que compreendem a reencarnação também há os que acham que deveríamos lembrar de nossas vidas passadas. Cada um pensa como quiser. Mas o esquecimento do passado doespírito imortal é uma das maiores dádivas que a Vida nos oferece. É talvez o mais precioso exemplo da misericórdia divina. Deus sempre nos concede novas oportunidades de aprendizado. O que não aprendemos numa etapa, podemos aprender na etapa seguinte.
Acho que é normal ter curiosidade de saber quem fomos, o que fizemos, onde vivemos, com quem convivemos. Você sabe que muitos espíritos reencarnam juntos várias vezes, ligados por fortes laços de união ou discórdia.
Não estamos preparados para lidar com essas informações. Não estamos prontos para reconhecer em nossos familiares pessoas que nos prejudicaram ou que foram prejudicadas por nós em outras vidas. Como você se sentiria se lembrasse, de repente, que você cometeu verdadeiras atrocidades contra uma pessoa que você ama? Melhor deixar assim por enquanto…
Também há quem gostaria de lembrar de suas vidas passadas para compreender melhor a si mesmo, para descobrir a origem de seus medos, seus males, suas dificuldades. Muitos fazem regressão de vidas passadas nessa tentativa de resgate de si mesmo. Não posso falar com profundidade de um assunto que desconheço. De qualquer modo, não me parece que seja necessário fazer regressão para conhecer seu íntimo.
Por que buscar a causa de nossos males no passado se essas causas estão conosco, onde quer que estejamos? As razões dos seus medos, dos seus males e de suas dificuldades estão em você, não precisa ir longe para encontrá-las.
Aprendemos vagarosamente. Cada falha de caráter, cada defeito, cada traço negativo que você tenha desenvolvido em sua trajetória milenar exige de você uma profunda mudança interna, uma vontade firme e forte de realizar a sua reforma íntimaÉ provável que você esteja tentando se livrar dos mesmos defeitos há várias reencarnações.
espírito é sempre o mesmo. Não importa se você foi membro da nobreza, bruxa, soldado, camponês, cortesã, monge. Você é você. Você é espírito imortal. E por mais que mudem os cenários, por mais que sejam diferentes os costumes, as ocupações ou as pessoas  que você conheça ao longo da sua experiência espiritual, você é sempre você. Em essência, você é sempre o mesmo. Você é um ser individual, único.
Os defeitos que você tem hoje são os mesmos defeitos que você tinha ontem. Eles acompanham você há muitas vidas. Antes que você reencarnasse, antes que você retornasse ao planeta para ser quem você é hoje, você estava plenamente consciente dos seus defeitos.
Quer conhecer esses defeitos? Quer saber o que falta para você superar o estágio em que se encontra hoje? Procure responder a si mesmo quais são os desejos que você não consegue controlar. Desejos, em nosso estado evolutivo, são tentações. São barreiras que devemos superar para vencermos a nós mesmos. Essas tentações podem ser o dinheiro, o poder, o sexo exacerbado. São pontos fracos que devem ser desenvolvidos, equilibrados. Se cada um de nós conseguir superar um só defeito, nesta passagem pela matéria, já teremos conquistado um grande avanço.

03 DE MARÇO 2015.

ARTHUR ANTUNES COIMBRA, o ZICO comemora hoje os seus 62 anos de nascimento.

PARA ONDE VAMOS , DILMA?

Para onde vamos, Dilma: fundo do poço ou poço sem fundo?

Por Ricardo Kotscho*

Um clima de fim de feira varre o país de ponta a ponta apenas dois meses após a posse da presidente Dilma Rousseff para o seu segundo mandato. Feirantes e fregueses estão igualmente insatisfeitos e cabisbaixos, alternando sentimentos de revolta e desesperança.

Esta é a realidade. Não adianta desligar a televisão e deixar de ler jornais nem ficar blasfemando pelas redes sociais. Estamos todos no mesmo barco e temos que continuar remando para pagar nossas contas e botar comida na mesa.

Nunca antes na história da humanidade um governo se desmanchou tão rápido antes mesmo de ter começado. Para onde vamos, Dilma? Cada vez mais gente acha que já chegamos ao fundo do poço, mas tenho minhas dúvidas se este poço tem fundo.

“O que já está ruim sempre pode piorar”, escrevi aqui mesmo no dia 5 de fevereiro, uma quinta-feira, às 10 horas da manhã, na abertura do texto “Governo Dilma-2 caminha para a autodestruição”.

“Pelo ranger da carruagem desgovernada, a oposição nem precisa perder muito tempo com CPIs e pareceres para detonar o impeachment da presidente da República, que continua recolhida e calada em seus palácios, sem mostrar qualquer reação. O governo Dilma-2 está se acabando sozinho num inimaginável processo de autodestruição”.

Pelas bobagens que tem falado nas suas raras aparições públicas, completamente sem noção do que se passa no país, melhor faria a presidente se continuasse em silêncio, já que não tem mais nada para dizer.

Três semanas somente se passaram e os fatos, infelizmente, confirmaram minhas piores previsões. Profetas de boteco ou sabichões acadêmicos, qualquer um poderia prever que a tendência era tudo só piorar ainda mais.

Basta ver algumas manchetes deste último dia de fevereiro para constatar o descalabro econômico em que nos metemos. Cada uma delas já seria preocupante, mas o conjunto da obra chega a ser assustador:

“Dilma sobe tributo em 150% e empresas preveem demissões”.
“País elimina 82 mil empregos em janeiro, pior resultado desde 2009”.

“Conta da Eletropaulo sobe 40% em março”.

“Bloqueio de caminheiros deixa animais sem ração. Na região sul, aves são sacrificadas em granjas, porcos ficam sem alimento e preço do leite deve subir”.

“Indicadores do ano apontam todos para a recessão”.

“Estudo da indústria calcula impacto de racionamento no PIB. Queda de 10% no abastecimento de gás, energia e água levaria a perda de R$ 28,8 bi”.

As imagens mostram estradas que continuam bloqueadas por caminheiros, depois de mais de uma semana de protestos, agentes da Força Nacional armados até os dentes avançando sobre os manifestantes, produtores despejando nas ruas toneladas de latões de leite que ficaram sem transporte. O que ainda falta?

Enquanto isso, parece que as principais lideranças políticas do país ainda não se deram conta da gravidade do momento que vivemos, com a ameaça de uma ruptura institucional.

De um lado, o ex-presidente Lula, convoca o “exército do Stédile” e é atacado pelo Clube Militar por “incitar o confronto”; de outro, os principais caciques tucanos, FHC à frente, fazem gracinhas e se divertem no Facebook. Estão todos brincando com fogo, sentados sobre um barril de pólvora. É difícil saber o que é pior: o governo ou a oposição. Não temos para onde correr.

A esta altura, só os mais celerados oposicionistas defendem o impeachment de Dilma e pregam abertamente o golpe paraguaio, ainda defendido por alguns dos seus aliados na mídia, que teria um final imprevisível.

O governo Dilma-2 está cavando a sua própria cova desde que resolveu esnobar o PMDB, e não adianta Lula ficar pensando em 2018 porque, do jeito que vamos, o país não aguenta até 2018.

Nem Dilma, em seus piores pesadelos, poderia imaginar este cenário de terra arrasada _ ou não teria se candidatado à reeleição, da qual já deve estar profundamente arrependida.

Ricardo Kotscho é jornalista, trabalhou nos principais veículos de imprensa, foi correspondente na Europa e Secretário de Imprensa da Presidência da República no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

** Artigo publicado originalmente no blog Balaio do Kotscho.

domingo, 1 de março de 2015

ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO.

Oração de Agradecimento EMMANUEL / CHICO XAVIER

Senhor Jesus!
Nós te agradecemos:
Pela coragem de facear as dificuldades criadas por nós mesmos;
Pelas provas que nos aperfeiçoam o raciocínio e nos abrandam o coração;
Pela fé na imortalidade;
Pelo privilégio de servir;
Pelo dom de saber que somos responsáveis pelas próprias ações;
Pelos recursos nutrientes e curativos que trazemos em nós próprios;
Pelo conforto de reconhecer que a nossa felicidade tem o tamanho da felicidade que fizermos para os outros;
Pelo discernimento que nos permite diferenciar aquilo que nos é útil daquilo que não nos serve;
Pelo amparo da afeição no qual as nossas vidas se alimentam em permuta constante;
Pela bênção da oração que nos faculta apoio interior para a necessária solução de nossos problemas;
Pela tranquilidade de consciência que ninguém consegue subtrair-nos...
Por tudo isso, e por todos os demais tesouros, de esperança e de amor, de alegria e de paz, de que nos enriqueces a existência, Sê bendito, Senhor!... ao mesmo tempo que te louvamos a Infinita Misericórdia, hoje e para sempre.
Emmanuel/Chico Xavier

RECEITAS NATURAIS PARA ALIVIAR PICADAS DE INSETOS.

  7 receitas naturais para aliviar picadas de insetos

Os insetos costumam atacar mais durante o verão. E seus lugares preferidos são
úmidos e quentes, como o Nordeste. O interessante é que o odor da pele pode atrair
ou repelir esses bichinhos. Eles são atraídos, por exemplo,  pelo gás carbônico,
eliminado na respiração. Assim, preferem pessoas que estão com o metabolismo
acelerado, que acabaram de fazer atividade física.
As picadas coçam, irritam a pele e deixam a região inchada. É um incômodo muito comum.
E por isso resolvemos trazer 7 dicas de tratamentos caseiros que aliviam os sintomas 
das picadas de insetos.

1. Casca de banana: 
Esfregue a parte interna da casca de banana na região picada pelo inseto. 
A banana é ótima cicatrizante e pode até estancar sangramentos. 
Ela vai, em poucos minutos, desinchar a pele. 

2. Manjericão: 
Amasse as folhas de manjericão até tirar o líquido escuro que elas guardam. 
Em seguida, passe esse líquido na pele, pois ele contém cânfora e timol, propriedades 
que aliviam a coceira.

3. Gelo:  
Uma alternativa fácil, pois todo mundo tem em casa. Uma pedra de gelo alivia a coceira 
e a dor causada pela picada de insetos. Isso acontece porque as fibras nervosas da pele 
ficam anestesiadas e a pessoa acaba não sentindo os incômodos. 

4. Mel: 
Passe um pouco de mel natural na picada, pois a irritação e inchaço passarão rápido. 
O mel tem propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias. 

5. Leite e água: 
Se você não tem alergia à lactose, essa é uma dica perfeita. Misturar leite e água 
e colocar na picada do inseto acaba com todos os sintomas: dor, inchaço e coceira. 
Os ingredientes precisam ter a mesma quantidade e estarem gelados. 
Não faça a aplicação direto na pele, use um pano limpo.

6. Bicarbonato de sódio: 
Este produto tem mil e uma utilidades, e uma delas é aliviar picadas de inseto. 
O segredo é o seguinte:  o bicarbonato de sódio é um composto alcalino que ajuda a 
neutralizar o pH da pele. Graças a isso,  ele combate a inflamação causada pela picada, 
e consequentemente, alivia a dor. 
Basta passar um pouco de bicarbonato na pele e, depois, evitar a exposição ao sol.

7. Babosa: 
Outro produto natural polivalente, com muitas propriedades medicinais, incluindo a 
de combater os sintomas de picadas de insetos. Basta passar um pouco do gel da 
planta na região irritada. Em pouco tempo, a coceira e o inchaço desaparecerão.

Fonte: Portal R7 - Saúde - 24/02/15.

A TECNOLOGIA NA SALA DE AULA.

Sete motivos para ligar o celular na sala de aula

UOL Educação - 24/02/2015

"Liguem os telefones celulares." Quando esta for a primeira frase que o professor disser a seus alunos ao entrar na classe, em vez de mandar que os desliguem, a mudança será real. No mundo atual, plenamente digitalizado, a entrada da tecnologia na educação não tem retorno.

Muitos lembraram que o mesmo aconteceu há décadas com as calculadoras. Antes proibidas em classe, passaram a ser usadas para aprender. Depois que a criança já sabe somar, sua utilidade para resolver problemas mais complexos é evidente.

O mesmo acontece com a tecnologia existente hoje. Todos os suportes (celulares, tablets, notebooks...) são úteis para aprender, e não só na classe. O aprendizado tornou-se onipresente, e a classe perdeu seu protagonismo. Esta é uma das teses de especialistas internacionais que estarão sobre a mesa durante a 29ª Semana Monográfica da Educação da Fundação Santillana, que começa nesta terça-feira (24) em Madri, com o título `Melhorar a educação: como a tecnologia pode contribuir?`.

Para esquentar os motores, expomos aqui as principais razões que estão levando todo o mundo a usar todo tipo de suporte em aula:

O celular é o prolongamento do braço

O aluno leva toda a informação consigo, a movimenta, intercambia, compartilha em rede, fora e dentro da classe. Desta forma, aprende de maneira intuitiva, mesmo sem estar consciente disso. O celular é a chave para os estudantes. `Chegará um dia em que o professor dirá aos alunos no início da aula: `Liguem os celulares`, em vez de mandar desligá-los`, explica o diretor de educação da Fundação Santillana, Mariano Jabonero. Há tempo já se dizia que o mouse do computador tinha se transformado no prolongamento do braço das novas gerações de crianças e jovens. Mas hoje seu celular o é ainda mais.

Aplicativos contribuem na educação

A classe não é mais o único lugar onde se aprende. O uso de aplicativos educacionais como complemento das disciplinas começa a ser uma realidade. E as iniciativas de empreendedores para criá-los são cada vez mais numerosas. O setor calcula que atualmente existam mais de 80 mil apps educativos. São gratuitos e ajudam a aumentar a motivação do aluno. Muitos professores e especialistas insistem em sua utilidade durante a aula. Os conteúdos vêm de fora da classe, na qual entram pela tecnologia através dos celulares e outros suportes.

Professores também estão familiarizados

O professor sabe usar a tecnologia como o aluno. `O tópico de que os alunos usam mais a tecnologia e estão mais familiarizados com ela do que os professores se rompeu`, lembra Jabonero. Essa premissa, que era repetida incansavelmente há anos, não é mais verdadeira. Todo mundo usa a tecnologia em sua vida cotidiana e profissional, seja para enviar mensagens, navegar, jogar, ouvir música ou alguns, inclusive, para ensinar. Sem mencionar que muitos professores que hoje atuam na educação não universitária já pertencem a gerações que nasceram na era tecnológica.

Recursos digitais já estão disponíveis

A transformação da educação pela tecnologia tem três pés: os recursos digitais com os quais se dotam a classe e os alunos (desde as lousas digitais aos computadores), o acompanhamento do professorado e um currículo digitalizado. E os recursos já não são a matéria pendente, ressaltam os especialistas. De fato, 85% dos centros secundários nos pa íses da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos) já em 2012 estavam dotados de computadores de mesa; 41% de portáteis e 11% de tablets, segundo dados da organização. Os passos seguintes são ampliar o currículo digital, assim como o acompanhamento e o apoio do professorado no ensino com esses materiais.

Professores aprendem diretamente com especialistas

Os professores não vão mais a cursinhos para aprender a usar a tecnologia. Não é esta a solução, está mais que comprovado. Hoje em dia o acompanhamento do docente é feito por especialistas em tecnologia nas próprias escolas, explica Jabonero. Eles recebem apoio em campo no uso de todas as ferramentas que integram o currículo digitalizado (que tem diversos recursos, como ilustrações animadas, vídeos, visitas virtuais, fóruns...). Muitos especialistas citam o caso do Uruguai como exemplo da importância desse apoio. O país informatizou todas as escolas, mas não dotou os professores de ferramentas para usar esses novos recursos. A conclusão foi que diminuíram os resultados dos alunos, segundo se viu nas notas que obtiveram na avaliação internacional do programa Pisa, da OCDE.

`Coordenador tec` supervisiona os sistemas nas escolas

Nos últimos anos foi criada a figura do `coordenador tec` nos colégios, exatamente pela razão anterior: para facilitar sua boa utilização com o fim de que se traduza em um sistema melhor e mais eficaz de aprendizado para os alunos. Diversos colégios espanhóis já contam com eles. O coordenador tec é o responsável e supervisor do uso da tecnologia nas aulas. Faz o acompanhamento do professorado e de sua adaptação ao currículo do colégio.

Investimento geral em tecnologia é cada vez maior

O gasto público em tecnologia cresce nos países mais avançados, apesar de diminuir o gasto em educação. Países como EUA ou Inglaterra seguiram essa linha em plena crise. Mas nem sempre o investimento em tecnologia para a educação se traduziu em uma melhora dos resultados dos alunos. De fato, alguns países que menos investem nela (como Finlândia, Japão ou Coreia do Sul) saem nos primeiros lugares das provas Pisa, assim como outros que, pelo contrário, investem muito nela (como Cingapura, Países Baixos ou Estônia).

Sete motivos para ligar o celular na sala de aula

Susana Pérez de Pablos - UOL Educação - 24/02/2015 - São Paulo, SP

`Liguem os telefones celulares.` Quando esta for a primeira frase que o professor disser a seus alunos ao entrar na classe, em vez de mandar que os desliguem, a mudança será real. No mundo atual, plenamente digitalizado, a entrada da tecnologia na educação não tem retorno.

Muitos lembraram que o mesmo aconteceu há décadas com as calculadoras. Antes proibidas em classe, passaram a ser usadas para aprender. Depois que a criança já sabe somar, sua utilidade para resolver problemas mais complexos é evidente.

O mesmo acontece com a tecnologia existente hoje. Todos os suportes (celulares, tablets, notebooks...) são úteis para aprender, e não só na classe. O aprendizado tornou-se onipresente, e a classe perdeu seu protagonismo. Esta é uma das teses de especialistas internacionais que estarão sobre a mesa durante a 29ª Semana Monográfica da Educação da Fundação Santillana, que começa nesta terça-feira (24) em Madri, com o título `Melhorar a educação: como a tecnologia pode contribuir?`.

Para esquentar os motores, expomos aqui as principais razões que estão levando todo o mundo a usar todo tipo de suporte em aula:

O celular é o prolongamento do braço

O aluno leva toda a informação consigo, a movimenta, intercambia, compartilha em rede, fora e dentro da classe. Desta forma, aprende de maneira intuitiva, mesmo sem estar consciente disso. O celular é a chave para os estudantes. `Chegará um dia em que o professor dirá aos alunos no início da aula: `Liguem os celulares`, em vez de mandar desligá-los`, explica o diretor de educação da Fundação Santillana, Mariano Jabonero. Há tempo já se dizia que o mouse do computador tinha se transformado no prolongamento do braço das novas gerações de crianças e jovens. Mas hoje seu celular o é ainda mais.

Aplicativos contribuem na educação

A classe não é mais o único lugar onde se aprende. O uso de aplicativos educacionais como complemento das disciplinas começa a ser uma realidade. E as iniciativas de empreendedores para criá-los são cada vez mais numerosas. O setor calcula que atualmente existam mais de 80 mil apps educativos. São gratuitos e ajudam a aumentar a motivação do aluno. Muitos professores e especialistas insistem em sua utilidade durante a aula. Os conteúdos vêm de fora da classe, na qual entram pela tecnologia através dos celulares e outros suportes.

Professores também estão familiarizados

O professor sabe usar a tecnologia como o aluno. `O tópico de que os alunos usam mais a tecnologia e estão mais familiarizados com ela do que os professores se rompeu`, lembra Jabonero. Essa premissa, que era repetida incansavelmente há anos, não é mais verdadeira. Todo mundo usa a tecnologia em sua vida cotidiana e profissional, seja para enviar mensagens, navegar, jogar, ouvir música ou alguns, inclusive, para ensinar. Sem mencionar que muitos professores que hoje atuam na educação não universitária já pertencem a gerações que nasceram na era tecnológica.

Recursos digitais já estão disponíveis

A transformação da educação pela tecnologia tem três pés: os recursos digitais com os quais se dotam a classe e os alunos (desde as lousas digitais aos computadores), o acompanhamento do professorado e um currículo digitalizado. E os recursos já não são a matéria pendente, ressaltam os especialistas. De fato, 85% dos centros secundários nos pa íses da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos) já em 2012 estavam dotados de computadores de mesa; 41% de portáteis e 11% de tablets, segundo dados da organização. Os passos seguintes são ampliar o currículo digital, assim como o acompanhamento e o apoio do professorado no ensino com esses materiais.

Professores aprendem diretamente com especialistas

Os professores não vão mais a cursinhos para aprender a usar a tecnologia. Não é esta a solução, está mais que comprovado. Hoje em dia o acompanhamento do docente é feito por especialistas em tecnologia nas próprias escolas, explica Jabonero. Eles recebem apoio em campo no uso de todas as ferramentas que integram o currículo digitalizado (que tem diversos recursos, como ilustrações animadas, vídeos, visitas virtuais, fóruns...). Muitos especialistas citam o caso do Uruguai como exemplo da importância desse apoio. O país informatizou todas as escolas, mas não dotou os professores de ferramentas para usar esses novos recursos. A conclusão foi que diminuíram os resultados dos alunos, segundo se viu nas notas que obtiveram na avaliação internacional do programa Pisa, da OCDE.

`Coordenador tec` supervisiona os sistemas nas escolas

Nos últimos anos foi criada a figura do `coordenador tec` nos colégios, exatamente pela razão anterior: para facilitar sua boa utilização com o fim de que se traduza em um sistema melhor e mais eficaz de aprendizado para os alunos. Diversos colégios espanhóis já contam com eles. O coordenador tec é o responsável e supervisor do uso da tecnologia nas aulas. Faz o acompanhamento do professorado e de sua adaptação ao currículo do colégio.

Investimento geral em tecnologia é cada vez maior

O gasto público em tecnologia cresce nos países mais avançados, apesar de diminuir o gasto em educação. Países como EUA ou Inglaterra seguiram essa linha em plena crise. Mas nem sempre o investimento em tecnologia para a educação se traduziu em uma melhora dos resultados dos alunos. De fato, alguns países que menos investem nela (como Finlândia, Japão ou Coreia do Sul) saem nos primeiros lugares das provas Pisa, assim como outros que, pelo contrário, investem muito nela (como Cingapura, Países Baixos ou Estônia).

(Fonte: El País)

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

Popular Posts