sábado, 3 de setembro de 2016

O FUNDADOR DAS OLIMPÍADAS CAMPANHENSE.

Será que os dirigentes da Associação Olímpica Campanhense conhecem este senhor?
Este é João Batista Araújo, que em 1958 ao lado do Irmão Albano começou a fazer um torneio de vôlei e futebol de salão entre alunos do  Ginásio São João a meninas de Sion, Três Corações, Varginha e Pouso Alegre. Estes jogos se repetiram por três anos e deu origem as nossas olimpíadas. 
Batista foi o treinador da equipe de vôlei do Sion que, sendo hexacampeã dos primeiros jogos.

1ª COMUNHÃO NA CAPELINHA DE SÃO MIGUEL EM 1977.

Quando as irmãs de Sion ainda estavam aqui na Campanha, várias delas faziam vários trabalhos religiosos por toda a cidade, como mostra esta foto de primeira comunhão na Capela de São Miguel, no ano de 1977, onde aparecem:
Marquinhos, Nalva Furtado, Roberto Carlos, Silvana Rogério Paiva, ?, catequista Apolônia, Tárcio, Irmã Iole de Sion, Rosangela, Cida Borges, ?, catequista Ana Maria Furtado, Luiz, Célia, Sandro, Rosa Santos, Macrecréia e Adriana Moura. 


JESUS É O MÉDICO DAS ALMAS.

JESUS É O MÉDICO DAS ALMAS.

Diz Divaldo P. Franco: "Muitas vezes Jesus aplicou a terapia para diminuir as mazelas humanas, contudo, sempre dizendo aos recém-curados: vai e não voltes a pecar . . . isto é, não se comprometa moral e emocionalmente, para que não lhe aconteça algo pior. Só existe doenças porque há doentes.
No instante em que se renove interiormente, o indivíduo não terá mais doenças. Libertamo-nos de uma doença, sendo acometidos por outra, em virtude dos fenômenos cármicos, por nossas dívidas.
O Espiritismo tem sido mais um consultório para atender corpos do que uma Doutrina de psicoterapia para libertar almas: não que isso seja negativo, mas não é fundamental.
O médium curador é um indivíduo que possui uma energia típica podendo trabalhar nas células, fazendo com que a pessoa recupere o equilíbrio momentaneamente perdido. Poderá atuar no campo da degenerescência celular, contribuir na área psicológica, psiquiátrica, tendo como fundamento essencial trabalhar o ser como indivíduo integral, para, em se transformando, não ter necessidade de depurar-se através da dor e, ao contrário de sofrer, amar.
As dívidas que tenha, resgatará pelo bem que realize e, não, pelas lágrimas que verta."

RECOMEÇAR DO ZERO.

Recomeçar do zero © Letícia Thompson



Recomeçar do zero
© Letícia Thompson

Você já quis ter uma borracha especial para apagar algo que fez, que aconteceu, algo que doeu tão fundo ou teve conseqüências tão graves que você daria tudo para voltar atrás e recomeçar?
Há muitos que dariam tudo na vida para recomeçar do zero, ter uma nova oportunidade para agir diferente, tomar outras decisões, fazer diferentes escolhas. E eu sei que muita gente já recomeçou uma nova vida, já deu uma volta importante que fez com que os caminhos mudassem de direção e isso sempre é possível.
Mas não é possível recomeçar do zero. Recomeçar do zero não existe! Não existe fingir que não houve um passado e não estar ligado a ele de alguma forma. Não existe zerar o coração, nem as emoções, mesmo se passássemos nosso tempo voltando os ponteiros do relógio.
A verdade é que se pudéssemos recomeçar do zero, numa amnésia existencial, cometeríamos erros novamente, choraríamos de novo... porque não traríamos conosco essa carga de experiência que carregamos hoje, que às vezes até pesa, mas é nossa e isso não podemos negar, nem renunciar.
E é melhor assim: acreditar que tudo o que fizemos valeu de alguma forma. Erramos? Sim, e daí? Aquilo que reconhecemos como erro não faremos novamente e cada vez que tropeçamos e aprendemos com isso, colocamos algo mais na nossa bagagem da vida.
Lamentar por algo que não se teve? Que perda de tempo! As lamentações pelo que não fizemos não acrescentam nada na nossa vida. Precisamos viver de coisas concretas, do que realizamos, do que tivemos, mesmo se as perdemos.
Quem nos julga deveria julgar-se primeiro.
Ninguém é de todo bom e de todo mau. Não existem pessoas melhores que as outras, apenas as que ainda querem aprender e as que já perderam a esperança. Quem não chora por fora, chora por dentro, a diferença é que nesse caso ninguém percebe.
É possível recomeçar a vida, com novas ambições, fazer do velho, o novo e com uma grande vantagem: dessa vez existirão os parâmetros de comparação, as chances serão maiores de tomar decisões acertadas.
Então, acredite: tudo o que você viveu até agora valeu a pena porque é dessa vivência que você tira seu aprendizado.
Se você tem 30, 50 ou 80 anos, você pode fazer sua vida diferente ainda, você pode olhar o mundo com olhos novos.
Deus não condena ninguém. São as pessoas mesmas que dr condenam quando cruzam os braços, imobilizam as pernas e colocam uma venda nos olhos.
A vida continua, mesmo se muitos desistem. E ela é muito mais rica para aqueles que abrem os braços ao futuro, dão as mãos ao passado e recomeçam. Essas pessoas jamais se sentirão sozinhas.

Letícia Thompson

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

DESFILE DE ABERTURA DAS OLIMPÍADAS CAMPANHENSE.

LÊDA MARIA MARCELINO, foi uma das princesas das Olimpíadas Campanhense. Nesta foto ela aparece no desfile pelas ruas da Campanha na abertura do evento.

O LADO POSITIVO DA CAMPANHA POLÍTICA.

É uma pena que a cidade toda não possa se candidatar. Nossas relações seriam muito melhores.

Já notaram, que:
agora você começou a ser visto,
receber gentilezas que nunca teve,
ganhar caronas,
receber favores,
receber visitas,
passar à frente nas filas, 
e mais um monte de atenção que qualquer um deveria ter no seu dia a dia.
Nós cidadãos, deveríamos imitar os candidatos, que por sua vez, não perderiam os hábitos de candidatos para com qualquer cidadão, o ano inteiro.

7 AUTORES DE FICÇÃOCIENTÍFICA PREVEEM O FUTURO DAS OLIMPÍADAS.

7 autores de ficção científica preveem o futuro das Olimpíadas

Maddie Crum & Maxwell Strachan - Brasil Post - 15/08/2016


Os anos passam, mas trabalhadores mal remunerados seguem construindo as instalações olímpicas; o COI se recusa a pagar atletas muitas vezes em situação financeira difícil; os testes anti-doping continuam sendo driblados; as autoridades locais continuam afirmando falsamente que os Jogos vão ajudar a economia local; e a discrepância entre os gêneros continua parecendo datada.

Para muitos fãs de esporte, a Olimpíada é o símbolo da velha guarda, a ponto de nos perguntamos: além de excitar as paixões nacionais, o que mais as Olimpíadas têm de bom? E qual é seu futuro?

Seria pessimismo considerar as Olimpíadas uma distopia sem solução. Então, pedimos que sete autores de ficção científica imaginassem como podem ser os Jogos do futuro. As respostas – incluindo uma visão de atletas humanos competindo contra robôs e uma alternativa aos eventos baseados em gênero – imaginam soluções possíveis e oferecem alento.

1. A mudança climática vai obrigar os Jogos de Inverno a mudar drasticamente

Madeline Ashby, autora de Company Town

“Primeiro eu questiono se as Olimpíadas têm muito futuro. Entendo que há estruturas de poder existentes trabalhando para manter os Jogos, e por essa razão é provável que eles continuem. Mas, no longo prazo, diante de escândalos, custos cada vez mais altos – e temperaturas cada vez mais altas –, parece improvável que os Jogos possam continuar da mesma maneira.

Afinal de contas, como é possível ter esportes de inverno quando o inverno é só uma lembrança?

Mas as pessoas amam esporte. Amam competição. Amam demonstrações de força – tanto física quanto de vontade, necessária para se tornar um atleta olímpico (honesto).

É por isso que, com o tempo, vamos ver mais movimentos como o Revival dos Jogos Nemeus, que têm menos a ver com marcas e mais a ver com, bem, com jogos. Também acredito que vamos ter uma diversidade de jogos: para humanos “modificados”, para diferentes tipos de corpos, jogos que reconheçam que os gêneros são fluidos.

Se o COI quiser ser fiel a seus ideais, terá de acabar com a corrupção e abrir espaço para mudanças.”

2. Uma alternativa mais ambientalmente sustentável vai surgir

Malka Older, autora de Infomocracy

“Gostaria de imaginar uma Olimpíada separada do nacionalismo (ou, por que não?, um mundo sem nacionalismo!), em que veríamos os melhores atletas competindo uns contra os outros, não só os melhores escolhidos por cada país.

Neste mundo, os países não teriam nenhum orgulho especial em sediar os jogos, e a decisão seria tomada de acordo com análises sóbrias sobre quem seria beneficiado e quem seria prejudicado.

Ou talvez pudéssemos separar os Jogos dos interesses comerciais, de modo que o país que se oferecesse para sediá-los o faria com seus próprios recursos. (Nestes dois casos, a propósito, o COI está devendo muito, provavelmente inclusive à Justiça.)”

Os Jogos não teriam novas construções, estacionamentos lotados e instalações pouco seguras, com um rastro de trabalhadores mortos.

Nenhum desses cenários parece provável. A combinação de nacionalismo subsidiado por empresas e investimentos subsidiados pelo dinheiro do contribuinte é benéfica demais para os dois lados. Em vez disso, imaginemos uma fagulha de esperança menor, um evento alternativo, a Olimpíada Sustentável.

Elas poderiam levar o nome do primeiro lugar que aceitar não construir arenas caríssimas, causar enormes congestionamentos e explorar os trabalhadores: Jacartíada? Talinníada? Reykjavikíada?”

De qualquer modo, esses jogos não teriam novas construções, estacionamentos lotados e instalações pouco seguras, com um rastro de trabalhadores mortos.

Eles seriam transmitidos para quem quisesse assistir, sem histórias melodramáticas sobre os atletas além das que eles escolherem contar. Seria um evento tranquilo, de baixa manutenção, baixas emissões de carbono, mas o que estaria em jogo seria o mesmo de sempre: o título de melhor do mundo.”

3. Histórias piegas de interesse humano serão substituídas por uma experiência de mídia mais imersiva, controlada pelos atletas

S.B. Divya, autora de Runtime

“O futuro da Olimpíada não parece muito promissor, a menos que os Jogos façam mudanças para aumentar o envolvimento do público. Hoje, o Comitê Olímpico Internacional está preso na era da TV de mão única, tentando usar a internet mas estrangulando os atletas e o acesso à comunicação.

Que os competidores sejam os olhos e ouvidos e comentaristas dos Jogos.

Enquanto isso, o mundo caminha em direção a mais interatividade – vídeos 3D, realidade virtual, celebridades em tempo real. Essa sede por experiências compartilhadas só vai aumentar. Os Jogos Olímpicos são uma maneira incrível de mostrar o drama de uma vida inteira que tem o objetivo de atingir o pico da performance.

As pessoas devoram esse tipo de história, mas a audiência de amanhã está cada vez mais sofisticada. As pessoas percebem muito facilmente quando uma história é editada e curada. O que elas querem – desde já – é a perspectiva individual, nua e crua de cada atleta. Acesso instantâneo, sem filtros.

Se a Olimpíada quiser prosperar, o COI precisa abrir as comportas da informação e permitir que os atletas interajam diretamente com o mundo. Que os competidores sejam os olhos e ouvidos e comentaristas dos Jogos. A experiência olímpica do futuro será imersiva. Espero que cheguemos lá.”

4. Os Jogos serão uma ode nostálgica aos tempos em que os humanos eram menos perfeitos cientificamente

Max Gladstone, autor de Four Roads Cross

“Qual é o futuro dos Jogos Olímpicos? Pense no vinil.

Deixe de lado mudança do clima, revoluções e escassez de recursos e presuma que a nossa sociedade dura mais dois séculos. Quanto mais entendemos o corpo humano, mais rápido vamos correr, mais alto vamos saltar. Atletas, reguladores e público terão de negociar o que significam os ideais atléticos quando o corpo humano torna-se um fator limitante.

Um dia os filhos dos nossos filhos vão se reunir para assistir, com olhos de metal, um grupo de crianças ferozes feitas de carne e osso correndo os 400 m com obstáculos.

A discussão já começou. Os atletas podem usar algumas drogas, como a cafeína, mas não outras, como o seu próprio sangue. Não para pernas artificiais que permitem que os velocistas corram mais rápido, sim para os maiôs que deixam os nadadores mais lisos. A cada novo desenvolvimento, decidimos o que é um atleta ‘autêntico’.

Um dia uma mente humana num corpo robótico vai correr os 100 m rasos em um segundo. Mas, durante muito tempo, vamos achar que esse resultado não conta.

O esporte vai enfrentar o dilema do hipster. O vinil é pesado e frágil. Um disco maior um iPads tem apenas quatro músicas de cada lado. Mas as pessoas compram discos, cuidam deles e valorizam o chiado ‘autêntico’.

Se sobrevivermos, um dia os filhos dos nossos filhos, que poderão pular até o topo de um prédio, vão se reunir para assistir, com olhos de metal, um grupo de crianças ferozes feitas de carne e osso correndo os 400 m com obstáculos.”

5. E eles vão fazê-lo pelo mesma motivo que gostam de ir ao cinema ou apreciar arte

Patrick Hemstreet, autor de The God Wave

“[No futuro], seu contador, seu massagista e seu mordomo (sim, todos teremos um C-3PO pessoal) vão cuidar das suas necessidades por meio de uma confluência sinfônica de circuitos e sistemas hidráulicos.

Computação ultra-rápida processadores precisos vão garantir que todas as tarefas pertinentes sejam realizadas de forma eficiente e livre de erros. Da mesma forma, os Jogos Olímpicos vão mostrar o talento dessas amadas estrelas do esporte, como X4-T34G e RP4567-F.

‘Sim – só que eu realmente duvido dessa última parte’.

Não há esteroides suficientes para transformar um atleta olímpico num X4-T34G.

Ainda vou ao teatro para ver seres humanos vivos representando histórias de ficção e fantasia. O maior teatro de Houston fica a cerca de 50 metros de um cinema, mas ainda gosto de assistir a peças. Ainda vou a concertos de música clássica, embora tenha um smartphone (e um bom par de fones de ouvido) para escutar a música que eu quiser com apenas um toque do meu dedo.

E é bem possível que também seja assim com você. Ainda quero ver humanos interagindo com outros humanos para demonstrar habilidades adquiridas com treinamento e talento.

Por quê? Eu – não – nós gostamos de testemunhar os picos e as complexidades da capacidade humana. Ver membros de nossa espécie rompendo barreiras aparentemente intransponíveis é a maior forma de entretenimento. Ouvir uma nova história ou ficar maravilhado com a criatividade de um artista novo é uma experiência que está firmemente consagrada em carne e osso. Este intercâmbio entre almas é, ouso dizer, sagrado e nunca será cedidos a autômatos metálicos não-conscientes.

Dito isso, a presença de cidadãos mecânicos Lucasianos terá algum efeito sobre os Jogos Olímpicos, principalmente no que diz respeito aos produtos farmacêuticos. O uso de drogas que melhoram o desempenho certamente irá permanecer ilegal.

Mas o doping ilícito em uma sociedade pós-revolução robótica será inútil e, francamente, tolo. Afinal, não há esteroides suficientes para transformar um atleta olímpico num X4-T34G.

Quando chegar o dia em que estivermos cercados por IBMs e Apples ambulantes, vamos apreciar o que significa ser humano, com todas as nossas falhas inerentes. A santidade da esportividade (e de todas as empreitadas humanas) será ressuscitada e celebrada como resultado da evolução implacável.”

6. Ou… pode ser diferente, e as empresas vão patrocinar atletas com base em suas sequências de DNA

Stacey Berg, autora de Dissension

“O futuro dos Jogos Olímpicos já chegou. Atletas tiram proveito de toda a tecnologia disponível, de monitores portáteis a câmaras que simulam altitude e, é claro, o doping. O que vai mudar no futuro é que os atletas serão a tecnologia.

A nova discussão é se devemos permitir a participação de atletas cuja sequencia inteira do DNA é sintética, uma tecnologia desenvolvida originalmente para aplicações militares.

Quando a 50ª edição dos Jogos Olímpicos começar, em 2092, os eticistas ainda estarão debatendo se é um direito ou um privilégio que traços causadores de doenças sejam removidos de seus embriões. Mas a Olimpíada já estará muito à frente. A edição do gene humano torna possível criar o esportista perfeito para cada modalidade, com corações maiores, pulmões melhores e músculos mais rápidos e mais fortes.

Empresas soberanas patrocinam atletas dotados de sequências genéticas patenteadas; os torcedores, pelo menos aqueles que podem pagar, compram essas sequências para inseri-las em seus próprios embriões. A nova discussão é se devemos permitir a participação de atletas cuja sequencia inteira do DNA é sintética, uma tecnologia desenvolvida originalmente para aplicações militares.

Enquanto isso, os CyborGames, cujos atletas abraçam abertamente as modificações mecânicas e biológicas, atraem o público mais jovem e descolado. Ninguém sabe ainda que, em 2093, o Reboot Retro-Olímpico vai ser a surpresa do ano, com seus atletas produzidos por cruzamentos aleatórios.”

7. E cada evento olímpico lidará com a questão do gênero de maneira diferente

Ada Palmer, autora de Too Like the Lightning

“Uma grande mudança que eu acho que os Jogos Olímpicos terão de enfrentar no próximo século é como lidar com a segregação de gênero no esporte. Mesmo aqui no começo do século 21, as categorias de gênero binárias já estão se despedaçando. Imagino uma Olimpíada em que cada evento lida com a questão do gênero de forma diferente. Em eventos onde há pouca diferença — como tiro ou xadrez — todos competiriam juntos.

Eventos em que tamanho ou peso oferecem grandes vantagens teriam uma divisão “aberta”, da qual qualquer um poderia participar, mas também eventos segregados por altura ou peso, bem como o boxe, por exemplo. As categorias menores teriam participantes principalmente do sexo feminino, e as maiores, principalmente do sexo masculino, mas o sexo não seria o divisor – isso ficaria por conta das características secundárias, como altura, alcance, tamanho das pernas, largura dos ombros etc.

As categorias menores teriam participantes principalmente do sexo feminino, e as maiores, principalmente do sexo masculino, mas o sexo não seria o divisor – isso ficaria por conta das características secundárias, como altura, alcance, tamanho das pernas, largura dos ombros etc.

Também imagino que no futuro os Jogos Olímpicos continuem sendo uma peça central do processo de paz e de cooperação internacional. De muitas maneiras, a maior barreira entre nós e um futuro Jetsons, em que podemos pular de um país para o outro só para fazer um piquenique, são as lei internacionais, as fronteiras, os conflitos e a segurança nacional num mundo essencialmente sem fronteiras.

Muitos setores que se beneficiariam com mais viagens internacionais — como turismo e esporte – pressionam por fronteiras mais permeáveis, mas poucas organizações contam com tanto respeito internacional, confiança e influência como os Jogos Olímpicos.

Então eu imagino que os Jogos Olímpicos, e os fãs de esportes em geral, poderiam liderar um movimento por regulamentações de viagens mais simples, que permitam que todos os cidadãos do planeta possam entrar num carro voador e assistir a Olimpíada ao vivo.

Olhando para o futuro, acho que os Jogos Olímpicos continuarão sendo um espaço em que nações inimigas se reúnem após o conflito, em que grupos marginalizados e oprimidos pressionam por reconhecimento, em que alianças são celebradas, causas discutidas.

Um espaço em que os países que ainda não existem continuam a manter os mais altos padrões de excelência. Afinal, se a Antártica representa o sexto anel da futura bandeira olímpica, a Lua ou Marte podem ser o sétimo.”

A REENCARNAÇÃO PODE SER PROVADA?

A Reencarnação pode ser Provada? Gabriel Delanne

 GABRIEL DELANNE
O autor começa por dizer que, na Inglaterra, a maioria dos espiritistas recusam acreditar na reencarnação, porque os médiuns, em transe, declaram não que a reencarnação é certamente um mito, mas que não têm nenhuma noção a respeito. Além disso, os homens acham a morada da Terra tão triste, que não têm vontade de voltar para ela. Enfim, a maioria dos espiritistas guardam reservas e acham que ainda não há provas suficientes.
“Eu era do número destes últimos – continua ele – e rejeitava aquele ponto de doutrina com tanto mais energia, quanto, durante muito tempo, os Espíritos que se manifestavam por minha mediunidade lhe eram francamente opostos.
Mas, há uns três anos, um grupo de Espíritos, em nosso Centro, que é particular, proclama que a reencarnação não é uma teoria, mas um fato.
Quando recobrei os sentidos, na primeira vez, e me fizeram saber o que eu tinha dito, protestei, vivamente, contra a escolha de mim, adversário decidido, para defender tal teoria. Eles voltavam, entretanto, com tal insistência, que acabei por lhes perguntar:
– Podeis prová-lo?
Responderam:
– Deixe-nos, primeiro, mostrar quem nós somos e, quando tiverem suficiente confiança em nós, terminaremos nossa obra.
Deram, então, tais provas de identidade e de conhecimento do passado, do presente e, em certos casos, do futuro; prestaram aos membros deste pequeno Centro tais serviços, que uma plena confiança lhes foi outorgada.
Prometeram eles, então, pôr-nos em relação com pessoas que havíamos conhecido em precedente existência e mostrar-nos cenas de nossa vida passada, que reconheceríamos. Uma tarde, descreveram-nos uma senhora, dizendo-me que eu a encontraria dentro em pouco. Dez dias mais tarde, fui a uma praia de banhos, onde nunca tinha ido, e tomei um apartamento por correspondência.
À minha chegada, disse a hoteleira que havia na casa uma senhora que esperava minha chegada; era estranha no lugar e viera dois dias antes ocupar um apartamento. Declarara que tinha muitas vezes sonhos, nos quais via pessoas que devia encontrar em seguida. Assim – acrescentou – espero esta semana M. W., que não conheço. Não sei onde, nem quando, mas sei que isto sucederá.
Uma prova bem mais surpreendente foi dada a outro membro do círculo. Uma senhora foi apresentada a um senhor e logo sua memória lhe retraçou uma outra existência, na qual ela o tinha conhecido. O reconhecimento foi recíproco, porque ele sorriu e disse:
– A senhora se lembra de mim. Se é assim, que cada um de nós escreva, à parte, o nome que tivemos.
Foi o que fizeram; depois trocaram as folhas de papel onde tinham inscrito os nomes. Eram idênticos. Se não há aí uma prova, que me forneçam outra explicação.
Poderia citar, ainda, outros casos, mas prefiro ficar naquele. Por que os Espíritos que demonstraram dizer a verdade em todos os outros pontos, nos haviam de enganar nesse?”
Gabriel Delanne
Do livro “A Reencarnação”, de Gabriel Delanne.
Relatos de casos que fizeram parte dos estudos de Delanne sobre a Reencarnação

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

01 DE SETEMBRO DE 2016.

No DIA DO BAILARINO a nossa homenagem ao conterrâneo RODRIGO BENEDITO uma grata promessa nesta arte, já reconhecidoaté no exterior.

No dia do CAIXEIRO VIAJANTE, lembro aqui o senhor MANUEL DOS SANTOS PEREIRA que em 1865 passando por Campanha, aqui fixou residência por algum tempo, para que sua esposa desse a luz à um dos campanhenses mais ilustres, VITAL BRAZIL MINEIRO DA CAMPANHA.
No dia do PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA a nossa homenagem ao campanhense PROFESSOR DR.GLAUBER CAETANO FERREIRA LOPES da Universidade Federal Rural de Pernambuco.
A desenhista e pintora TARSILA DO AMARAL estaria comemorando hoje 1'30 anos de nascimento. Era natural de Capivari, foi uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista no Brasil. Seu quadro denominado ABAPORU em 1928 inaugura o movimento antropofágico nas artes plésticas.
No dia de hoje o PROFESSOR GERALDO KRAUS SERRANO estaria comemorando os seus 88 anos.


UM LIVRO QUE AJUDA A SALVAR VIDAS.

Em SP para a Bienal, Marian Keyes diz que sua obra ajuda a salvar vidas

Alessandro Giannini - O Globo - 28/08/2016

SÃO PAULO – Com um sorriso amplo que faz brilhar os olhos claros, a escritora irlandesa Marian Keyes não dá muitas pistas da alcoólatra e suicida que se salvou escrevendo seu primeiro e maior sucesso no mundo dos livros, o best-seller “Melancia” — a saga de Claire Walsh e o abandono do marido após o nascimento da filha de ambos. Nem da autora que em 2009 buscou na culinária e nos bolos uma espécie de refúgio para uma dor que não sabia de onde vinha, impedia-a de trabalhar e novamente tirava-lhe a vontade de viver. Para marcar sua segunda passagem pelo Brasil (a primeira foi a passeio, e desta vez como convidada da 24ª Bienal do Livro de São Paulo), a Bertrand Brasil está lançando “Salva pelos bolos”, com as receitas que a tiraram do atoleiro, e uma nova edição de capa dura de seu romance de estreia.

Vista pelos críticos literários como uma mistura de autora de romances para jovens adultos e livros de autoajuda, Marian é também uma grande vendedora. “Melancia” vendeu 500 mil exemplares no Brasil. Na esteira desse fenômeno, a Bertrand publicou outros 12 títulos dela, incluindo o romance mais recente, “A mulher que roubou a minha vida”. No mundo, foi traduzida em 33 línguas e vendeu mais de 30 milhões de livros. Com tudo isso, ela não demonstra ressentimento com o fato de ser alvo do desprezo da intelectualidade. E avalia que é o modo como escreve que atrai os leitores, a maior parte jovens e uma boa quantidade de mulheres:

— Escrevo principalmente sobre jovens mulheres, pós-feministas, que têm a vida completamente bagunçada. E faço isso de uma maneira direta, honesta e sincera, que é como falo normalmente. Acho que as pessoas sentem-se identificadas e confortáveis — disse ela em entrevista concedida sábado ao GLOBO, um dia antes de seu encontro com leitores na Bienal, em que se emocionou mais de uma vez ao responder perguntas da plateia.

Marian se encaixa como uma luva no perfil dos principais convidados estrangeiros do evento, que desde a edição anterior investe principalmente nos ídolos da tendência “jovem adulto” e autores egressos de outras plataformas, como o YouTube. A escritora irlandesa crê que essa é uma tendência a ser explorada, porque os jovens se identificam mais com os mundos criados nessas séries dedicadas a eles:

— Não sei se é culpa das redes sociais, mas os adolescentes falam mais abertamente de seus medos. E os livros para jovens adultos estão cheios de metáforas sobre suas vidas. As ficções distópicas, por exemplo, são representações do ensino médio, com suas tribos e disputas. E esses leitores articulam suas preocupações com esse tipo de história. Para mim, estar vivo pode ser muito difícil e esses livros ajudam-nos a passar pelas dificuldades — comentou ela.

O próximo livro, ainda sem título definido, é uma variação de seus outros romances, com uma protagonista que, depois de 18 anos de casamento e dois filhos, surpreende-se com a decisão do marido de se ausentar por seis meses para tirar uma espécie de “licença”:

— Essa é uma tendência, li muitos relatos sobre casos parecidos. Como as pessoas estão vivendo mais, a tendência é que passem mais tempo juntas. Só que a perspectiva de passar 40 ou 50 anos com o mesmo par é assustadora.

Criadora de personagens que muitas vezes lembram ela mesma e partes de sua história, Marian é uma feminista declarada e admite que o feminismo tenha adquirido um aspecto mais assustador para algumas pessoas, talvez por representar uma ideia errada de oposição aos homens, o que ela chama de “bobagem”. Diferentemente da época em que se popularizou, nos Estados Unidos, nos anos 1960 e 1970:

— Ali era uma defesa feita pela mulher branca de classe média — explicou ela. — Hoje em dia, abrange muito mais gente e, inclusive, atravessa questões de classe social e de gênero. Fico muito triste quando idiotas como Kim Kardashian dizem que não são feministas. Poderia chorar quando ela diz que não é feminista, mas luta pela igualdade entre gêneros. Mas tenho esperança de que estamos melhorando.

COM AÇÚCAR E COM AFETO

Mais do que sugestivo, o título “Salva pelos bolos”, livro de receitas de Marian Keyes que a Bertrand está lançando na Bienal do Livro de SP, é literal. Em 2009, Marian curou uma profunda crise nervosa cozinhando bolos. Depois que surpreendeu uma amiga com um quitute, Marian sentiu que os sintomas da depressão profunda — pânico, vontade de se matar — acabaram desaparecendo. Uma das razões, disse ela, era a concentração e o método. Passou então a escolher receitas multinacionais. Um deles, “Bolo brasileiro com cerveja preta”, é uma homenagem ao país. “Não se preocupe com a cerveja, porque o álcool evapora e, portanto, você pode oferecer o bolo para qualquer um”, escreve ela.

INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS PODEM ATRAPALHAR UM RELACIONAMENTO?

INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS podem ATRAPALHAR um RELACIONAMENTO ?


Os casais não devem perder de vista que o quadro das existências é assinalado pelo entrosamento dos dois mundos – físico e espiritual- um incidindo sobre o outro, e, assim, em virtude de haver sérios comprometimentos entre encarnados e desencarnados, é fácil achar processos de perversas associações mentais, determinando enfermidades morais, viciações, desarmonias, ou processos de vinganças que são levados a cabo através de perseguições, de infiltrações pelos poros abertos das invigilâncias e permissividades do cotidiano, forjando quadros de variadas obsessões.
Assim, muitas separações conjugais são incentivadas por comparsas de pretéritos equívocos, ainda mantidos no Mundo Invisível, ou por inimigos ferrenhos, que não suportam acompanhar a rota de felicidade daqueles aos quais odeiam, ou invejam, simplesmente. Dentre os que se mostram inimigos temos muitos amores traídos de vidas passadas; corações que foram enganados com falsas promessas de bem-querer ou de fidelidade, filhos que foram abortados em passado remoto ou próximo, todos assinalados por mágoas profundas ou por sentimentos odiosos, por desejo de desforço, de vingança, devendo ser tocados em sua alma pelas energias da disposição de mudar dos seus perseguidos, sendo que, somente dessa forma, os antigos dilapidadores da harmonia da vida lograrão chances de ventura, de um caminhar sem tantos atropelos na esfera moral.
Não se pode, então, pensar em casal bem-ajustado à alegria e ao equilíbrio sem os devidos cuidados com sua vida moral-espiritual.

José Raul Teixeira
Do livro: Desafios da Vida Familiar

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