quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O MADRUGADA DE 1978.

Este foi o time do Madrugada de 1978. Esta foto foi tirada no Clube Umuarama em São Gonçalo do Sapucaí. Deveríamos fazer dois jogos. Quando vimos o time anfitrião entrando em campo, quase todos em grande forma, de bola, comentamos: Vai ser moleza. E foi mesmo, para eles. Acabou que cada time fez um tempo e saímos todos no bagaço só. Resultado 12x1 para eles.
Na foto José Arnaldo Gama, Andrielle Andreata, Darci Amorim, Carlinhos Maia, Sílvio Fonseca, Felício Guida e Otaviano Mendes.
Flavinho Serrano, José Milton, Fábio Alcântara, Herculano Gama e Roberto Salomé.

SENAC OFERECE 1.490 VAGAS PARA ATIVIDADES DE ESTÍMULO À LEITURA.

Senac oferece 1.490 vagas para atividades de estímulo à leitura

Publishnews - 25/10/2016

A GENTILEZA DOS ESTRANHOS.

A gentileza dos estranhos


Quando muitos desacreditam da generosidade humana e, pessimistas, alardeiam que neste mundo é cada um por si, que ninguém se importa com outrem, é bom ouvir relatos que atestam exatamente o contrário.

Uma senhora que emigrou da Rússia, ainda criança, com sua família, após a Segunda Guerra Mundial, tem recordações bastante agradáveis de uma pessoa que lhe era desconhecida.

Durante o terrível confronto mundial, ela e sua família foram sequestrados e levados a um campo de concentração na Alemanha, onde permaneceram por cinco anos.

Tendo sobrevivido aos rudes tratos, vieram para o Brasil, desembarcando no porto do Rio de Janeiro, no ano de 1948.

Na qualidade de imigrantes, receberam o prazo limite de quatro meses para conseguirem emprego e moradia, caso contrário, seriam deportados ao seu país.

Dois meses transcorridos, a família resolveu mudar-se para São Paulo, a ver se melhores seriam as possibilidades.

Encontraram uma senhora alemã que tinha uma casa para alugar. Contudo, a família não tinha recursos, não poderia indicar avalistas, por desconhecida na cidade.

A mãe de família explicou à senhora a situação. O prazo para conseguirem moradia e emprego expiraria em dois meses. O insucesso significaria desistir da esperança de melhores dias.

A senhora era uma dessas almas, não somente revestida de bondade, quanto de sabedoria.

Abriu a casa que lhe deveria render algum dinheiro e permitiu que a família ali se alojasse. Pagariam, quando tivessem condições.

Na sequência, apresentou a jovem mãe de família ao açougueiro e ao dono do mercadinho. Assim, como um aval de que pudesse realizar suas compras, a fim de não perecer à fome.

Os pais conseguiram um trabalho quinze dias depois e puderam recomeçar as suas vidas.

É uma das filhas que, entre a gratidão e a emotividade, narra o episódio. Sua vida e de toda sua família foi salva, graças a um coração que acreditou em sua honestidade.

E, diga-se, que a família soube aproveitar com muita vontade, a chance que lhe foi ofertada.

* * *

Um dia, num país distante, um casal procurou abrigo. Não possuía credenciais, nem cartas de apresentação.

Ele era um carpinteiro, das bandas de Nazaré. Ela, uma jovem grávida, de aspecto cansado, pela longa viagem.

Seus bens não passavam de um jumento, um boi, roupas para viagem, algumas provisões, umas peças de enxoval para o bebê que deveria nascer em breve.

Uma alma generosa, não tendo outro lugar, cedeu-lhes o local onde costumava recolher seus preciosos animais.

E foi ali, na gruta de Belém, que uma estrela de primeira grandeza deixou as alturas e se engastou no corpo de um menino.

O nome do homem era José. A mulher se chamava Maria. E o menino recebeu o doce nome de Jesus.

Redação do Momento Espírita

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

LIONS FAZ ENTREGA EM BENEFÍCIO À CASA DA CRIANÇA.

Em 1971 o Lions Clube da Campanha promoveu a rifa de um televisor em benefício da Casa da Criança. Na foto aparecem os companheiros João Nani e Laércio Nogueira acompanhando os também leões Andrielle Andreatta fazendo a entrega o cheque do valor arrecadado ao professor Vinícius que naquela época era o diretor da Casa da Criança.

OS TESOUROS ESCONDIDOS NAS GRANDES BIBLIOTECAS PARTICULARES DE CURITIBA.

Os tesouros escondidos nas grandes bibliotecas particulares de Curitiba

Susy Murakami - Gazeta do Povo - 11/10/2016
O ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Kfouri Neto já chegou a trazer da França 33 quilos de livros – pagos em várias prestações – para completar sua coleção particular.

Paulo Venturelli, professor aposentado da Universidade Federal do Paraná, comprou um apartamento que é habitado por 15 mil seres fantásticos: seus livros. Ele faz questão de os separar por país de origem.

O Caderno G visitou estes templos construídos por meio de décadas de investimento e dedicação. Veja a seguir o que guardam em suas estantes e o que motiva os donos de grandes bibliotecas particulares de Curitiba a manter milhares de obras em suas casas.

Paulo Venturelli – Um apartamento só para os livros

“Quando eu era adolescente, eu tinha um professor que dizia: para ser inteligente, é preciso ler um livro por semana”. O conselho dado ao professor aposentado da Universidade Federal do Paraná Paulo Venturelli foi mais do que seguido à risca. Foi necessário para lá de um livro por semana para encher as estantes do apartamento comprado exclusivamente para abrigar sua biblioteca. Hoje já são 15 mil livros de um acervo que continua crescendo.

O primeiro exemplar ele guarda até hoje: Boitempo, de Carlos Drumond de Andrade, adquirido em 1968 com o dinheiro do almoço do dia. “Almoçar eu almoçaria no dia seguinte. Já o livro poderia não estar mais lá”, recorda.

Assim como essa obra de grande valor pessoal, qualquer outra, entre as milhares, pode ser encontrada “no escuro” pelo professor. Ele sabe onde está cada um dos livros, que ficam separados por país: Brasil, Inglaterra, França, Índia, Japão, Turquia e tantos outros. Os títulos, além de literatura, abordam história, política, futebol e tantos outros também. Tem livros que já leu dez, quinze vezes. “Cada livro que leio é uma vida nova, um universo novo. Tenho uma vida que se renova a cada dia sem o peso da mesmice”.

Entre temas atuais e de seu interesse, alguns são apenas resgate das lembranças da adolescência. Da trilogia da autora francesa Raoul de Navery, que havia lido quando estava no colégio interno, faltava o primeiro volume “Sepultada Viva” que finalmente conseguiu em um sebo. Veio com uma dedicatória datada de 1952 de uma madre para uma aluna. Esse é um dos que ainda hesita em reler. Receia que o encanto produzido pela leitura na adolescência não se repita.

Venturelli também é doutor em literatura, membro da Academia Paranaense de Letras e tem cerca de 20 obras publicadas.

Miguel Kfouri Neto – 33 quilos de livros

Grandes referências do direito nacional e internacional podem ser encontradas na biblioteca do desembargador e ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná Miguel Kfouri Neto. O acervo foi sendo montado ao longo de mais de 30 anos com clássicos, lançamentos, obras esgotadas, periódicos e tudo o que poderia ser relevante para o estudo do direito. A biblioteca chegou a ter 9 mil exemplares, contando as revistas de jurisprudência, mas hoje tem “apenas” cerca de 3 mil, incluindo outros temas.

Leitor voraz, Kfouri Neto tem formação em letras e foi professor de português. Mas o vício em comprar livros começou depois de ser aprovado no concurso para magistratura, em 1984. Entre as principais aquisições estavam obras usadas como referência em acórdãos dos tribunais ou citações em petições. “Não sossegava enquanto não adquiria tal livro, se já não o tivesse, para conferir a transcrição”, revela.

Também ia colecionando exemplares para utilizar nas aulas de direito processual civil que lecionava, para o mestrado, doutorado e para os três livros que publicou relacionados ao direito médico e da saúde. Esse tema ocupa em torno de 20% do espaço da biblioteca.

A certa altura, quando ainda morava no interior, sua esposa proibiu a entrada de vendedores de livros em sua casa. “Eu tinha que ver os livros na esquina, longe dos olhos dela”, lembra.

Quando veio a Curitiba teve que ir se desfazendo de uns tantos “com dor no coração”, pois a situação ficara insustentável. Hoje eles ainda ocupam mais de um cômodo da casa, além da biblioteca, contrariando a advertência contida no primeiro livro que leu na magistratura: “De regra, nossas casas e apartamentos já não tem lugar para bibliotecas, além disso, a grande biblioteca é um luxo caro e desnecessário” – A Voz da Toga, Eliézer Rosa.

Biblioteca Roberto Campos – Homenagens de Bill Clinton e da Rainha da Inglaterra

Entrar na sala Roberto Campos, da biblioteca da Universidade Positivo, é como invadir uma parte do universo particular de um dos maiores economistas que o Brasil já teve. Roberto Campos morreu em 2001 e deixou um acervo de mais de 8 mil obras com anotações e dedicatórias que podem ser consultadas pelo público.

Sua vasta coleção de livros foi disputada por várias instituições, sendo, ao final, adquirida pelo Grupo Positivo que não revela o valor pago. O acervo está aberto para consulta pela comunidade em geral, mas não pode ser emprestado.

Admirado pela inteligência e pelo conhecimento na área econômica, Campos foi ministro, embaixador e escritor. Em sua gestão nasceram o Banco Central, o FGTS, a caderneta de poupança. Implementou reformas, elaborou programas de governo, foi também senador, deputado e deixou uma série de outros legados.

A biblioteca expõe cerca de 30 objetos que pertenceram a Campos.

Observando as prateleiras, descobrirá seu interesse pelos mais variados assuntos e grande inclinação pelas biografias. A quantidade de dicionários também impressiona. Um deles, o “Novo dicionário da língua portuguesa”, de Jânio Quadros, conserva a dedicatória do autor: “Ao embaixador Roberto Campos, mesmo sabendo que a obra lhe é supérflua”.

As obras de autoria de Campos também estão disponíveis no acervo. O economista Gustavo Franco foi um dos frequentadores assíduos do local, que serviu de fonte de pesquisa para o seu livro “A leis secretas da economia: revisitando Roberto Campos e as leis do Kafka”.

René Dotti – Bibliotecária para cuidar do acervo

Grande admirador das bibliotecas bem formadas, Renê Dotti, um dos mais respeitados juristas do Brasil mantém em casa seu próprio acervo de obras seletas. Livros não se compra por metro, sugere ele.

Não à toa, tem uma coleção de obras raras: do Código do Processo Criminal de Primeira Instância do Império do Brasil, de 1882, a uma edição italiana da ópera O Guarany, de Carlos Gomes, dedicada A sua Maestá Dom Pedro IIº, Imperatore del Brasile. Da obra poética Paraíso Perdido, de John Milton, possui quatro versões, a mais antiga é de 1789.

A bibliotecária, Mônica Catani, contratada para cuidar do acervo, registrou até o momento 5600 obras, mas estima ter mais de 15 mil. O acervo valioso ganhou seus primeiros itens nos anos 50. Em princípio, eram relacionados ao tema de interesse do então estudante de direito. “Mas sempre achei que atividade de advogado era complementada de literatura, de arte…”, ressalta Dotti, que também é membro da Academia Paraense de Letras.

Muitos dos exemplares foram adquiridos em feiras de antiguidade ou em sebos de vários cantos. Mas não é apenas às coleções antigas que Dotti dispensa atenção. Está sempre alerta aos lançamentos ou ao que “está na ordem do dia”. Uma das aquisições mais recentes é reedição de “Ópio dos Intelectuais”, de Raymond Aron, que ganhou nova tradução em 2016.

O espaço faz jus ao valor das obras, sendo elegantemente decorado com peças de artes e objetos antigos. Ao fundo, um minipalco revela que o encanto pelo teatro segue intacto. Antes do direito, Dotti fez parte de um grupo que tinha Ary Fontoura entre seus integrantes.

Todo esse arsenal de conhecimento não fica restrito às quatro paredes da biblioteca. As penitenciárias que visita é um dos destinos das doações que costuma fazer.

Marcelo Almeida – Indicações de Michel Temer

Formado em engenharia civil, Marcelo Almeida, ex-vereador e ex-deputado federal, indica que se tivesse que exercer a profissão seria a de engenheiro dos livros. “O curso de engenharia foi um erro”, aponta. “Eu deveria ter feito jornalismo, letras…”. O entusiasmo pela leitura logo entrega sua afinidade com a área de Humanas.

A relação de amor com os livros tornou-se forte na faculdade e teve como grande cupido o respeitado escritor curitibano Jamil Snege (1939-2003) de quem foi amigo pessoal. “Ele colocou uma frase que mudou minha vida: ‘você vai ser o que você ler”. Desde então, mergulhou na leitura, tendo preferência pelos romances.

Mas em sua biblioteca particular, que deve passar dos 1500 livros, tem também muito de política, urbanismo, história, autoajuda. “Se eu leio autoajuda? Eu leio qualquer coisa. Tirei uma coisa muito boa daqui”, diz, antes de recitar um trecho de “Como Chegar ao Sim”, de William Ury.

Fora os livros pessoais, compra centenas de um mesmo exemplar para distribuir aos integrantes do “Conversa Entre Amigos”, clube que criou há mais de dez anos para reunir leitores e autores e promover discussão sobre as obras. A reunião é feita em torno de cinco vezes ao ano e já teve nomes internacionais e locais, como Mia Couto, J.M. Coetzee, Laurentino Gomes e Domingos Pellegrini.

De épocas de efervescência na política prefere tirar proveito apenas dos assuntos e temas discutidos, ir fundo nas leituras e aprender sobre fundamentos da democracia e governos.

Paulo José da Costa – Discoteca judaica

O gosto pela leitura e o dom para o comércio manifestaram-se desde cedo na vida de Paulo José da Costa. Na década de 50, com 6, 7 anos, já lia as célebres quadrinizações e gibis da época e participava dos eventos onde se faziam trocas de exemplares. “Eu ia com 50 gibis e voltava com 54 e a minha pilha ia sempre aumentando”, relembra.

A pilha cresceu e variou tanto que acabou virando o tradicional sebo Fígaro de Curitiba com 20 mil livros em estoque. O acervo particular tem “mais ou menos 3 ou 4 mil obras”, calcula Costa.

Assim como no estabelecimento, a coleção de casa está mais para “culturoteca”, pois além dos livros, é composta por discos, DVDs e fotografias. Começou com livros sobre música e hoje tem, basicamente, obras de história, música e arte e nada de literatura. “Perdi o gosto pela ficção. Gosto de coisas que aconteceram”, explica. Também por causa do volume prefere limitar-se ao que realmente tem interesse.

Por isso, tem sempre o trabalho de fazer um bom garimpo em bibliotecas privadas inteiras que lhe são oferecidas para compra. De cada cem livros que vão para o sebo, dois ou três ele leva para casa. Nessa de examinar acervos, se depara com fotografias antigas que para ele são valiosas narrativas revelando todo o contexto de uma época ou lugar. Os retratos acabam sendo incorporados ao material adquirido e já superaram em muito o número de livros: cerca de 30 mil.

Muitas obras são raras e algumas de valor inestimável, como um disco de Heitor Villa Lobos com assinatura e um “aprovo” escritos pelo ele. É um disco enviado pela gravadora para avaliação e aprovação do maestro e compositor na década de 1940.

FINADOS NA VISÃO ESPÍRITA!

FINADOS na Visão Espírita !

 
O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo. Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo. Desejam estar perto do familiar. Católicos, budistas, protestantes, muçulmanos, espíritas - somos todos espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito. Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu. Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais. Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus. Em datas significativas, envolvendo aniversário de casamento, de morte, finados, Natal, Ano Novo, dia dos Pais, dia das Mães, sempre pensamos neles.
 
COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS? Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.

PODEMOS CHORAR? Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus. .

ENTÃO OS ESPÍRITAS NÃO VISITAM O CEMITÉRIO? Nós espíritas não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os “vivos desencarnados” todos os dias. Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "MORTOS" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, DESDE QUE SINCERAS E NÃO APENAS CONVENCIONAIS.
 
Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos. E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos. Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem; há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar. Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais; Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que ELES VIVEM. E se eles vivem, nós também viveremos. E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana. Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.
 
                       Texto extraído da pág. "Grupo de Estudo Allan Kardec".
 
 
“Ante os que partiram, precedendo-te na Grande Mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração. Eles não morreram. Estão vivos. (...) Pensa neles com a saudade convertida em oração. As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamento despertando-os para visões mais altas na vida.” ( Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

terça-feira, 1 de novembro de 2016

O SOLAR DOS FERREIRA. 20 ANOS.

Fui muito feliz , na capitura da trista imagem do incêndio que destruiu parte importante da nossa história, o Solar dos Ferreira. Prédio que foi sede do governo no movimento separatista criando o estado de Minas do Sul, foi a Escola Normal, a Escola da Dona Rita, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, Sede do Lions Clube, Sede do Leo Clube, Emater e várias outras atividades importantes da Campanha.
Em 30 de maio deste ano, fez 20 anos deste triste acontecimento. E nada acontece.
Até quando?

QUEM É ESTE MENINO?

Este menino, foi seminarista aqui na cidade da Campanha e atuou como padre na Paróquia de Santo Antônio. Quem é ele?
(1) - Padre Marcos. 
(2) - Padre Rogério
(3) - Padre José Maria

ALUNOS DE CAPÃO BONITO LEVAM OURO NA OLIMPÍADA DE ASTRONOMIA.

Alunos de Capão Bonito (SP) levam ouro na Olimpíada de Astronomia

Paola Patriarca - G1 - 23/10/2016

Dois estudantes, de 13 e 15 anos, da Escola Municipal Oscar Kurtz Camargo, de Capão Bonito (SP), conquistaram medalhas de ouro da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada em junho deste ano. Os estudantes Samuel Antônio Correa dos Santos, do 8º ano, e Igor Augusto Ferraz de Carvalho, do 9º ano, foram premiados na última quarta-feira (19). Em entrevista ao G1, os dois afirmaram que estudaram com provas anteriores, mas que não imaginavam que iam conquistar o ouro. Além deles, outros sete alunos ganharam medalhas de prata e bronze.

“Eu não esperava. Estudei antes com provas anteriores, mas não esperava conseguir o ouro. Estou muito feliz e nem acredito que consegui. Foi a primeira vez que fiz a prova. Gosto de astronomia, mas penso em ser engenheiro na área de robótica. Meus pais amaram que eu ganhei e ficaram muito orgulhosos. Estou bem feliz” diz Samuel, que gabaritou o exame.

Igor Ferraz também afirma que a medalha de ouro o deixou feliz e que é um sinal que está no caminho certo. O estudante, que sonha em ser engenheiro mecatrônico e já ganhou medalha de bronze na Olimpíada Brasileira de Matemática em 2014, diz que estudou cerca de 2 horas todos os dias para a prova. “Eu estudei com simulados e provas anteriores. Separava entre uma e duas horas do dia para estudar. Alias, não só pra Olimpíada de Astronomia, mas separo essas horas para os estudos. Quero ser um dia engenheiro”, contou.

Para a mãe de Igor, ele é ‘menino de ouro’. “Ele sempre foi estudioso desde pequeno e é nosso orgulho. Sempre foi inteligente e sempre estaremos o apoiando em tudo”, ressalta Joelma Carvalho.

‘Orgulho da escola ‘
A Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) é a responsável por gerenciar a Olimpíada, a qual envia provas para serem aplicadas aos alunos da instituição em um determinado dia pré-estabelecido em cronograma. Os professores corrigiram as provas e enviaram as notas para serem computadas com todas as notas das escolas brasileiras participantes. Ao final, foi atribuída uma média nacional para os alunos e os que ultrapassaram a média nacional foram premiados com medalhas enviadas pela Organização da Olimpíada.

Segundo a coordenadora Simone Petreca, todos estão orgulhosos com o resultado, já que é a primeira vez que a unidade consegue medalhas da Olimpíada de Astronomia.

“Fizemos um trabalho com os estudantes durante o primeiro semestre e os professores prepararam os alunos para a prova. Ficamos contentes com o resultado, pois ano passado não conseguimos medalhas. Este ano foram nove. Um orgulho imenso para todos”, afirma.

FATORES DE DESEQUILÍBRIO - O AMOR E O RANCOR.


Fatores de Desequilíbrio - O Amor e o Rancor (Joanna de Ângelis)

Fatores de Desequilíbrio - 
O Amor e o Rancor
(Joanna de Ângelis)
A saúde da criatura humana resulta de fatores essenciais que lhe compõem o quadro de bem-estar: equilíbrio mental, harmonia orgânica e ajustamento sócio-econômico. Quando um desses elementos dei­xa de existir, pode-se considerar que a saúde cede lugar à perturbação, que afeta qualquer área do con­junto psicofísico.

Sendo, a criatura humana, constituída pela ener­gia que o Espírito envia a todos os departamentos materiais e equipamentos nervosos, qualquer distonia que a perturbe abre campo para a irrupção de do­enças, a manifestação de distúrbios, que levam aos vários desconsertos patológicos, conhecidos como enfermidades.

Por isso, é possível que uma criatura, em proces­so degenerativo, possa aparentar saúde, face à ausên­cia momentânea dos sintomas que lhe permitem o re­gistro, a percepção do insucesso.

Da mesma forma, podemos considerar que, escra­va da mente, a criatura transita do cárcere dos sofri­mentos aos portões da liberdade — das doenças à saú­de ou vice-versa — através da energia direcionada ao bem, à harmonia, ou sob distonias, conflitos e traumas.

De relevantes significados são os conteúdos ne­gativos do comportamento emocional, geradores das disritmias energéticas, que passam a desvitalizar os campos nos quais se movimentam, enfraquecendo-os e abrindo-os à sintonia com os microorganismos de­generativos.

Entre os muitos fatores de destruição do equilí­brio, anotemos o amor, a angústia, o rancor, o ódio, que se convertem em gigantes da vida psicológica, com poderes destrutivos, insuspeitáveis.
A mente desordenada, que cultiva paixões dissol­ventes, perde o rumo, passando a fixações neuróti­cas e somatizadoras, infelizes, que respondem pelos estados inarmônicos da psique, da emoção e do corpo.

Os conteúdos do equilíbrio expressam-se no com­portamento, propiciando modelos de criaturas desidentificadas com as manifestações deletérias do meio social, das constrições de vária ordem, das do­minações bacterianas.

A auto-análise, trabalhada pela insistência de preservação dos ideais superiores da vida, é o recur­so preventivo para a manutenção do bem-estar e da saúde nas suas várias expressões.
O amor

Confundidas as sensações imediatas do prazer com as emoções emuladoras do progresso moral, o amor constitui o grande demolidor das estruturas ce­lulares, pela força dos desejos de que se faz portador.

Certamente, referimo-nos ao amor bruto, asselva­jado, possessivo, que situa no desejo a sua maior car­ga de aspiração.

Ocultando frustrações pertinazes e gerando me­canismos de transferência neurótica, as personalida­des atormentadas aferram-se ao amor-desejo, ao amor-sexo, ao amor-posse, ao amor-ambição, deixando-se consumir pelos vapores da perturbação, que a insis­tência mental e insensata do gozo desenvolve em for­ma de incêndio voraz.

O atormentado fixa a sua identidade na necessida­de do que denomina amor e projeta-se, inconsciente­mente, sobre quem ele diz amar, impondo-se com sofreguidão irrefreável, ou acalentando intimamente a re­alização do que anela, em terrível desarmonia interior. A quanto mais aspira e frui, mais exige e sofre; se não logra a realização, mais se decompõe, perdendo ou matando, com os raios venenosos da mente em desali­nho, as defesas imunológicas e a vibração de harmonia mental, logo tombando nos estados enfermiços.

O rancor

Fenômeno natural decorrente da insegurança emo­cional, o rancor produz ácidos destruidores de alta potencialidade, que consomem a energia vital e abrem espaços intercelulares para a distonia e a ins­talação das doenças.

Entulho psíquico, o rancor acarreta danos emoci­onais variados, que levam a psicoses profundas e a episódios esquizofrênicos de difícil reparação.

A criatura humana tem a destinação da plenitu­de. O seu passo existencial deve ser caracterizado pela confiança, e os acontecimentos desagradáveis fazem-­se acidentes de percurso, que não interrompem o pla­no geral da viagem, nunca impeditivos da chegada à meta.

Por isso, os acontecimentos impõem, quando ne­gativos, a necessidade de uma catarse libertadora, a fim de não se transformarem em resíduos de má­goas e rancores que, de contínuo, assumem mais danoso contingente de ocorrência destrutiva.

A psicoterapia do perdão, com os mecanismos da renúncia dinâmica, consegue eliminar as seqüelas do insucesso, retirando o rancor das paisagens mentais e emocionais da criatura, sem o que se desarticulam os processos de harmonia e equilíbrio psíquico, emo­cional e físico.

Texto extraido do Livro O Ser Consciente, escrito por Divaldo P. Franco e ditado pelo espírito Joanna de Ângellis.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

MUNICÍPIOS CRIADOS NO TERRITÓRIO DA ANTIGA CAMPANHA DA PRINCESA.

 Este trabalho foi feito pelas alunas de Sion, na época dos 200 anos da Campanha-MG. Aqui aparecem como filhas da Campanha, as cidades de Baependi, Jacuí, Pouso Alegre, Itajubá, São Gonçalo do Sapucaí,  Três Corações, Lambari e Lavras. Em 1948 nasceu a caçulinha Monsenhor Paulo.

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

Popular Posts