terça-feira, 12 de setembro de 2017

O QUE É ESCRITA CRIATIVA E COMO ELA PODE SALVAR QUALQUER CARREIRA.

O que é escrita criativa e como ela pode salvar qualquer carreira

Claudia Gasparini - Exame - 25/08/2017

São Paulo — Se você bater os olhos na definição de “escrita criativa”, dificilmente achará que ela tem alguma coisa a ver com o trabalho de um administrador, médico, contador ou empresário — ou qualquer outro profissional que não atue no universo da literatura.

Faça o teste: “campo de estudo acadêmico que nos permite investigar, refletir e teorizar sobre o texto literário, a partir da prática”, define o escritor gaúcho Reginaldo Pujol Filho, coordenador do curso de criação textual “.TXT” na escola Perestroika e autor do livro “Só faltou o título” (Record, 2015).

A atividade se refere a “tudo que é escrito de modo criativo, ou seja, nem técnico, nem copiado”, explica o jornalista Ronaldo Bressane, autor do romance “Escalpo” (Reformatório, 2017) e professor de cursos sobre narrativas breves.

Bulas de remédio, manuais, teses acadêmicas e livros científicos não se encaixam no conceito; já poemas, crônicas, contos, romances e roteiros de cinema, sim.

Até aí, parece razoável que cursos de escrita criativa só interessem a quem ambiciona ser artista. Na prática, porém, Pujol e Bressane dizem que suas aulas também são frequentadas por figuras que não têm nada a ver com o universo das letras.

São chefs de cozinha, engenheiros, advogados, contadores, médicos e psicólogos. Sem aspirações literárias, profissionais de áreas tão heterogêneas como saúde, finanças e gastronomia também pagam para aprender a fazer redações menos previsíveis.

Mas por quê?

A resposta varia. “Tenho alunos advogados que buscam os cursos para fugir do jargão jurídico; engenheiros e contadores que querem ‘pensar fora da caixa’; cozinheiros que pretendem dar mais sabor à descrição de suas receitas; modelos que desejam contar com riqueza suas desventuras pelo mundo da moda; médicos e psicólogos que querem colocar no papel as experiências estranhas a que tiveram acesso”, explica Bressane.

Entre pupilos e colegas, Pujol conta que encontrou uma imensa diversidade de interessados em cursos de escrita criativa, inclusive do ponto de vista etário. “Já me deparei com todas as faixas de idade, dos 17 aos 80 anos”, afirma. “Vejo gente querendo avidamente escrever literatura, gente preocupada em publicar um livro, mas também gente que encara tudo isso como um passatempo, mas sem ambições de fazer uma carreira artística”.

Segundo Pujol, um dos grandes benefícios do curso de escrita criativa é aprender a ler melhor. “A prática de ler e criticar textos de colegas para além do ‘gostei’, ‘chato’, ‘legal’ obriga a pessoa a pensar nos efeitos que a leitura provoca nela, e certamente o seu modo de ler se transforma”.

Bressane também diz que muitos alunos descobrem nas técnicas de redação criativa uma fonte inesgotável para algo que faz falta no cotidiano de qualquer profissão: concentração.

“Somos a geração da distração, porque é difícil segurar a atenção em uma coisa só quando temos gadgets tecnológicos nos dispersando o tempo todo”, diz o professor. “Sem querer, o curso de escrita criativa traz foco, porque garantir algumas horas de concentração total sobre uma história que você mesmo escreveu é algo muito desafiador”.

Vida real ou ficção?

Além de prazer pela leitura, concentração e criatividade, esse tipo de curso também pode enriquecer a vida de um profissional de qualquer área com doses cavalares de empatia, um recurso indispensável para travar boas relações dentro e fora do trabalho.

“Tentar dar voz a personagens diferentes de nós, exercitar olhares sobre o mundo que não sejam o nosso, tentar criar mundos, vidas diferentes das nossas, acredito, é um exercício de tentativa de alteridade”, diz Pujol. “A escrita literária é, em si, um exercício de empatia, mesmo que utópico”.

Um estudo do psicólogo Keith Oatley, professor emérito da Universidade de Toronto, confirma essa tese. Segundo o trabalho, publicado na revista “Trends in Cognitive Sciences”, ler ficção ajuda a compreender melhor os seres humanos e suas intenções — e isso vale tanto para personagens fictícios quanto para pessoas reais que convivem com você.

O treino em redação criativa também apresenta exercícios específicos para se colocar na pele do outro. Frequentemente o aluno deve criticar a produção de seus colegas, e não consegue fazer isso se não se esforçar para imaginar o que o outro se propôs a escrever.

“Se não entendermos a motivação do colega, não estaremos ajudando em nada”, explica. “Precisamos ter uma abertura aos projetos e ideias de uma outra pessoa, o que é um esforço de empatia também”.

Escritores (e leitores) do mundo

Seja para escrever um simples e-mail ou fazer uma apresentação no trabalho, qualquer profissional precisa articular raciocínios e contar histórias de uma maneira interessante.

Ter contato com técnicas de produção literária também pode ser útil, nesse sentido, ao despertar a sua sensibilidade estética para a riqueza das palavras com seus ritmos, sons e sentidos.

Nas palavras de Pujol, exercitar a escrita criativa é útil para qualquer pessoa porque permite que o aluno se torne um leitor melhor dos seus próprios textos e dos alheios, e também um “leitor do mundo”.

A oportunidade também vale para fugir de uma mentalidade excessivamente pragmática, que visa ao resultado imediato e à “busca pela resposta certa, que nos sufoca desde as provas do colégio até o mercado de trabalho”.

Bressane conta que, no começo, achava estranho haver tanta procura por cursos de escrita criativa — supondo, aí, que o interesse se limitasse ao pequeno círculo de aspirantes a escritores no Brasil.

“Depois notei que mesmo os alunos que não têm ambições literárias querem exercitar a sua capacidade de contar histórias de modo criativo e garantir seu domínio sobre a linguagem”, afirma.

Para o professor, a redação é “muito mal cuidada pelo ensino no Brasil” e deveria ser uma questão prioritária, como a matemática. “Quem não sabe narrar sua própria vida de modo intrigante não é dono dela, assim como quem vai mal em matemática na escola gere pessimamente sua vida financeira”, conclui.

USP CONFIRMA EFICÁCIA...

USP CONFIRMA EFICÁCIA DO PASSE MAGNÉTICO / REIKI / JOHEI

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.

O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do REIKI E DO Johrei, utilizada pela Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células onde ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram
a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição”.
Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.

O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre do ano passado. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril deste ano!

Fonte: http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25 .

domingo, 10 de setembro de 2017

DESFILE DE ABERTURA DA OLIMPÍADA CAMPANHENSE.

          Esta é uma foto do desfile de abertura das Olimpíadas da Campanha,descendo a rua Direita, também conhecida por Saturnino de Oliveira, na esquina da Padaria do Sobrado. Para os mais idosos, em frente ao casarão do senhor Luiz Villamarim.
          O legal de ver este tipo de foto, é a saudade que da e também rever velhos amigos. Podemos encontrar aqui o casal apaixonado de longa data, Valdir Carvalho Moreira e Roselena Rezende Gama, Logo à sua frente João Marcos Carneiro, Jorginho Garotti (que esqueceu dos amigos da Campanha) Geraldo Batista, Dr. José Borges Neto, de costas dona Vitorinha Nani e João Nani, e desfilando não sei por qual equipe, o saudoso Gilmar Rodrigues e Rogério Prado, o Bird que também sumiu daqui.

7 LIVROS ESSENCIAIS PARA QUEM É APAIXONADO POR MITOLOGIA.

7 livros essenciais para quem é apaixonado por mitologia

Giuliana Viggiano - Galileu - 13/08/2017
Com o passar dos séculos, cada sociedade criou um jeito próprio de viver — e sobreviver. Uma dessas maneiras é a mitologia, que ajudou os povos a entenderem a vida, os fenômenos e o significado de tudo. Muitos anos depois, a humanidade olha para o passado com interesse e curiosidade.

Se você é uma dessas pessoas que quer entender melhor o que fomos — e o que somos — os livros dessa lista são uma boa pedida. Confira:

A História da Mitologia para Quem Tem Pressa, de Mark Daniels (Editora Valentina, 200 páginas, R$ 22,90)
Curtinho e de fácil leitura, A História da Mitologia para Quem Tem Pressa traz uma visão rápida sobre algumas das mitologias mais importantes, como a egípcia, a nórdica e a grega. Ideal para quem quer saber um pouquinho de tudo.

Mitologia Nórdica, de Neil Gaiman (Intrínseca, 188 páginas, preço sob consulta)
O livro foi lançado recentemente por Gaiman e já é um sucesso. O autor, que tem um dom especial para criar histórias que envolvem mitologia, reuniu 15 contos que explicam o que existe além de Thor e Loki na mitologia nórdica.

Mitologia dos Orixás, de Reginaldo Prandi (Companhia das Letras, 624 páginas, R$70)
Em 301 relatos e histórias mitológicas, Reginaldo Prandi explica o que são e como vivem esses deuses africanos tão importantes para a formação da cultura brasileira.

Tudo o Que Precisamos Saber Mas Nunca Aprendemos sobre Mitologia, de Kenneth C. Davis (Difel, 728 páginas, preço sob consulta)
Essencial para quem deseja descobrir um pouco sobre todos os povos do mundo. Vai muito além dos mitos gregos e romanos, passando pela Índia, pela Mesopotâmia, entre outras culturas.

As Melhores Histórias da Mitologia Japonesa, de Carmen Seganfredo (Artes e Ofícios, 205 páginas, R$40)
Em 23 contos, a autora Carmen Seganfredo conta as bases da mitologia japonesa, desde a origem do mundo até suas faces mais terríveis.

Mitos Clássicos, de Jenny March (Galerinha Record, 560 páginas, preço sob consulta)
As histórias mais famosas — e imperdíveis — das mitologias grega e romana estão reunidas em Mitos Clássicos. O livro ideal para quem quer entender um pouco mais sobre a fascinante cultura desta parte do mundo.

As Mais Originais Histórias da Mitologia Galesa, de Carmen Seganfredo (Artes e Ofício, 264 páginas, R$35)
As lendas presentes nessa coletânea são algumas das mais divertidas e originais histórias de mitologia. O livro teve por base muito do Mabinogion, coletânea de manuscritos do galês medieval, traduzido por Lady Charlotte Guest.

NÃO HÁ EQUILÍBRIO FÍSICO SEM HARMONIA ESPIRITUAL.

NÃO HÁ EQUILÍBRIO FÍSICO SEM HARMONIA ESPIRITUAL.

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01 - Guarde o coração em paz, à frente de todas as situações e de todas as coisas. Todos os patrimônios da vida pertencem a Deus.

02 - Apoie-se no dever rigorosamente cumprido. Não há equilíbrio físico sem harmonia espiritual.

03 - Cultive o hábito da oração. A prece é Luz na defesa do corpo e da alma.

04 - Ocupe o seu tempo disponível com o trabalho proveitoso, sem esquecer o descanso imprescindível ao justo refazimento. A sugestão das trevas chega até nos pela hora vazia.

05 - Estude sempre. A renovação das idéias favorece a sábia renovação das células orgânicas.

06 - Evite a cólera. Enraivecer-se é animalizar-se caindo nas sombras de baixo nível.

07 - Fuja a maledicência. O lodo agitado atinge a quem o revolve.
08-Sempre que possível, respire a longos haustos e não olvide o banho diário, ainda que ligeiro. O ar puro é preciosos alimento e a limpeza é simples obrigação.

09 - Coma pouco. A criatura sensata come para viver, enquanto a criatura imprudente vive para comer.

10 - Use a paciência e o perdão infatigavelmente. Todos nos temos sido caridosamente tolerados pela Bondade Divina milhões de vezes e conservar o coração no vinagre da intolerância é provocar a própria queda na morte inútil.

(Mensagem Extraída do Livro "Aulas da Vida" - André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

sábado, 9 de setembro de 2017

PELADEIROS NO FIM DOS ANOS 60.

No final dos anos 60, nós tínhamos uma grupo de amigos que aos domingos logo após o almoço, nos reuníamos da velha e saudosa quadra do Ginásio São João. Formávamos equipes de duplas ou trio só valendo gol dentro da área. A equipe vencedora ia ficando até onde aguentava, e nós só saíamos da quadra quando já não dava mais para enxergar a bola. Neste dia nós éramos: Zé Nilton Serrano, Flavinho Pereira, Paulinho Afonso, Zé Otávio Horta, Zé Milton, Élcio Sales, Germano Fleming e Rafael Lima.
O tempinho bom! É uma pena que as coisas boas, também seja passageiras.

AUDIOLIVRO:VOCÊ PODE PRECISAR DELE MAIS DO QUE IMAGINA.

Audiolivro: você pode precisar dele mais do que imagina

Keyla Pereira - IBahia - 25/07/2017

Ao longo da vida, o indivíduo desenvolve canais preferenciais de absorção de estímulo. São eles: auditivo, visual e sensorial, este último também é chamado de sinestésico. “Os indivíduos sinestésicos aprendem mais pela experiência. Todos nós temos um canal preferencial. Porém, não é comum nas escolas explorar o que cada um tem uma aptidão maior ou menor, elas usam o máximo de recursos na absorção da aprendizagem”, explica Débora Franco, psicóloga.

Afinal, qual a função do audiolivro?
Débora comenta que se a pessoa desenvolve a preferência visual e ouve o que está lendo, ela está ativando dois canais sensoriais o que faz com que a apreensão do conhecimento seja mais precisa: “Quanto mais canais sensoriais estimular, maior facilidade terá de reter o conhecimento”. Até indivíduos que não são preferencialmente auditivos e são visuais, podem ser beneficiados por livros em áudio. “As pessoas que mais absorvem audivelmente, passam a ter essa preferência ao

longo da vida, ele não é programado geneticamente”, acrescenta.

Qual a diferença de absorção?
Os livros em áudio estimulam mais a apreensão do conhecimento. “Independente da preferência, há estudos que mostram que as pessoas devem estimular para poder tornar o cérebro mais aguçado, os canais que a pessoa tem mais deficiência”, explica a psicóloga.

Débora também informa que toda experiência que o indivíduo vive, constrói um aprendizado unindo imagem – o que foi visto naquele momento -, uma crença pessoal diante da informação, uma emoção e uma sensação corporal. Elementos importantes para despertar a preferência sensorial.

“Quanto mais significativo for o conhecimento, ele vai gerar uma visualização mental da imagem, e usando canais sensoriais diferentes – como o auditivo -, ajuda a despertar emoções e lembranças associadas ao conteúdo que você está lendo”, conclui.

MELANCOLIA O MAIS CURTO CAMINHO PARA DEPRESSÃO E OBSESSÃO!

MELANCOLIA O MAIS CURTO CAMINHO PARA DEPRESSÃO E OBSESSÃO!

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Sabeis por que, às vezes, uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga a vida? É que vosso Espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota, jungido ao corpo que lhe serve de prisão, em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e, como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais infelizes.

Crede-me, resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem a vontade. São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma vida melhor, mas, não as busqueis neste mundo e, agora, quando Deus vos envia os Espíritos que lhe pertencem, para vos instruírem acerca da felicidade que Ele vos reserva, aguardai pacientemente o anjo da libertação, para vos ajudar a romper os liames que vos mantém cativo o Espírito.

Lembrai-vos de que, durante o vosso degredo na Terra, tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos à vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou.

Se, no curso desse degredo-provação, exonerando-vos dos vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar.

Afrontai-os resolutos. Duram pouco e vos conduzirão à companhia dos amigos por quem chorais e que jubilosos por ver-vos de novo entre eles, vos estenderão os braços, a fim de guiar-vos a uma região inacessível às aflições da Terra.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DA LEITURA PARA CRIANÇAS E IDOSOS.



Conheça os benefícios da leitura para crianças e idosos

Evelin Azevedo - Extra - 02/09/2017

A cada dois anos, os corredores do Riocentro, na Barra, recebem centenas de apaixonados pela leitura. Pessoas de todas as idades vão de estande em estande da Bienal do Livro à procura de novas histórias e aventuras. E fazem muito bem para si mesmas: além de ser uma maneira prazerosa de passar o tempo, ler é uma atividade que traz benefícios à saúde, especialmente de idosos e crianças.

Estudos realizados pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e pela Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva do Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica comprovam que quem tem o hábito da leitura possui maior capacidade de entender, generalizar e sintetizar conteúdos.

Para os idosos, principalmente, é um excelente “remédio”, pois estimula o cérebro a se manter ativo.

— Na terceira idade, a leitura é utilizada como exercício para a memória. Nessa fase é natural que ocorram perdas neurológicas e, por isso, ler contribui para que os neurônios mantenham-se ativos. Quando o idoso apresenta quadros demenciais, a leitura é utilizada como ferramenta de estímulo aos neurônios remanescentes — explica a psicóloga Tahiana Baptista.

Para as crianças, além de ajudar na concentração e atenção, os livros ainda incentivam a imaginação e o pensamento crítico.

— Por meio dos livros, as crianças têm contato com culturas diferentes. A leitura possibilita uma ampliação na visão de mundo. Quando a criança começa a comparar a realidade dela com o que leu, ela desenvolve sua capacidade crítica — comenta a escritora especializada em literatura infantil Janine Rodrigues.

Os benefícios impactam também no aprendizado. Ler constantemente enriquece o vocabulário e ajuda na escrita.

— Não à toa, quem lê muito, em geral, escreve de maneira mais correta — pontua Janine

UM BOM CONSELHO.


O BEM QUE FAZ LER UM LIVRO.

O bem que faz ler um livro, em 7 razões comprovadas pela ciência
Revista Prosa Verso e Arte

O primeiro livro impresso data do séc. XV, mas antes de Cristo já o Homem começara a escrever em folhas de papiro, no Egito. Desde então quase todo o conhecimento ficou gravado em páginas de livros e, nas últimas décadas, as obras publicadas cresceram ainda mais em número, assim como foram surgindo investigações sobre os benefícios da leitura.

Os sete benefícios de ler um livro, segundo a ciência:

Alarga o vocabulário
Nenhuma atividade expõe uma pessoa a maior e mais diversificada quantidade de palavras. Mais do que assistir a programas televisivos de conversas, vulgo talk shows, ou infantis, como a “Rua Sésamo”, e mais do que uma conversa de amigos, mesmo que sejam todos licenciados, é a leitura que aporta um vocabulário mais alargado, indica um estudo da Universidade da Califórnia.

Desperta a inteligência
A ciência já mostrou que a genética e a educação são fatores que influenciam a inteligência, sendo que ler é uma das principais fontes de conhecimento. Um estudo de 2014 com crianças, realizado por investigadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e da King’s College of London, em Inglaterra, concluiu que a evolução das capacidades de leitura “pode resultar em melhorias nas habilidades cognitivas verbais e não verbais”, que “são de vital importância ao longo da vida”. E quanto mais cedo se começar, melhor.

Previne doenças
Correr e ir ao ginásio são atividades físicas na moda porque o exercício fortalece o corpo e promove o bem-estar. Mas, por mais variado que seja o treino, nem todos os músculos são trabalhados. Para garantir que nenhum fica para trás, ler um livro é um bom remédio: inúmeros estudos indicam que a leitura estimula os músculos do cérebro e torna-os mais fortes, podendo atuar como fator preventivo em doenças degenerativas como o Alzheimer. Está também provado que pessoas com profissões intelectualmente mais exigentes têm menor propensão para desenvolver patologias ligadas à deterioração do cérebro.

Reduz o stresse
Nem caminhar, nem ouvir música, nem beber um chá. Nada resultou melhor do que ler um livro para acalmar um coração acelerado, segundo uma pesquisa liderada pelo neuropsicólogo britânico David Lewis, da Universidade de Sussex. Bastaram seis minutos de leitura para os níveis de stresse das pessoas que aceitaram participar diminuírem até 68%, contra um máximo de 61% quando tentaram acalmar através da música. Um chá (54%) ou uma caminhada (42%), outras alternativas avaliadas, mostraram-se menos eficazes.

Promove a empatia
Ainda que um livro seja encarado como uma companhia, ler é em si mesmo um ato solitário. Mas entre os seus benefícios encontra-se também a tendência para causar melhor impressão nos outros. Um estudo de dois investigadores holandeses mostrou que a leitura de narrativas ficcionadas influencia características própria da condição humana como a capacidade de criar empatia. E esse é um trunfo importante em qualquer relação, seja pessoal ou profissional.

Combate o envelhecimento do cérebro
Há uma relação direta entre a atividade cognitiva realizada ao longo dos anos e a perda das capacidades cognitivas associadas ao envelhecimento natural, como a memória, o raciocínio ou a perceção. Quanto maior atenção se dedicar à primeira, por exemplo através da leitura de livros, mais lenta se torna a segunda, concluiu um estudo de 2013 publicado no jornal científico Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

Aumenta a esperança média de vida
Mais dois anos. Em rigor, 23 meses. Conforme um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que, em média, é esse o tempo que vivem a mais as pessoas que leem um livro 30 minutos por dia, quando comparadas com as que não o fazem. Os investigadores chegaram a esta conclusão ao fim de 12 anos de estudo, publicado no jornal Social Science and Medicine.

(Fonte: Revista Visão)

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