quarta-feira, 4 de outubro de 2017

BREVE HISTÓRICO SOBRE CAMPANHA - MG - BRASIL

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Breve histórico
As primeiras cidades permanentes fundadas em Minas Gerais devem sua origem à ambição pelo ouro, que moveu bandeirantes oriundos de São Paulo desbravar o interior do Brasil. Na época, a região era ocupada por tribos indígenas nômades ou seminômades. As explorações dos bandeirantes resultaram na fundação de várias cidades, entre elas Campanha.
Campanha é a cidade mais antiga do Sul das Minas Gerais. Foi reconhecida oficialmente em 2 de outubro de 1737. Foi elevada a freguesia em 6 de fevereiro de 1752, a vila em 20 de outubro de 1798 e a cidade em 9 de março de 1840.
O ouvidor Cipriano José da Rocha, saindo de São João del-Rei a 23 de setembro, chegou ao arraial da Campanha no dia 2 de outubro de 1737 e, entusiasmado com a fertilidade do seu solo e com as riquezas das minas de ouro encontradas, deu ao povoado o nome de São Cipriano.
Campanha, desde o século XVIII, esteve presente em fatos históricos do Brasil e de Minas Gerais, como por exemplo a Conjuração Mineira. Inácio de Alvarenga Peixoto, um dos conspiradores e um dos homens mais ricos de Minas Gerais no seu tempo, viveu em Campanha, onde possuía inúmeras fazendas. O esgotamento das minas, alegado por aqueles que se esquivavam ao pagamento de seu débito para com o fisco, já na segunda metade do século XVIII, acentuava-se cada vez mais, prenunciando o fim de uma era de grandeza.
Passado o ciclo de grandes atividades desenvolvidas em torno das minas, sofreram natural estagnação ou decadência todos os rincões de Minas Gerais onde predominavam os interesses ligados à mineração. Campanha, entretanto, manteve-se por muito tempo como centro de industrialização e centro cultural de toda a região sul mineira.
Foi, ainda, sede administrativa e jurídica do Sul de Minas: a primeira, por quase um século e a segunda, além de um século. Pioneira da instrução, em razão mesmo de sua antiguidade, sempre gozou de merecido renome pela notável contribuição que deu à causa do ensino em nossa pátria, desde os primórdios de sua formação histórica, como bem definiu o jurista e historiador campanhense ministro Alfredo de Vilhena Valladão, quando declarou: "Refulgiu pelo ouro da terra e pela fé, pela cultura e pelo civismo de seus filhos".
Ainda alguns anos depois da nossa independência, a instrução pública em Minas Gerais era extremamente limitada, pois além de algumas escolas de primeiras letras que aqui e ali se encontravam e de dois colégios dirigidos por padres, um conhecido em Congonhas do Campo e o outro no Caraça, não existia em toda província outro qualquer estabelecimento de instrução secundária além do seminário de Mariana, onde se preparavam os padres e uma simples cadeira de latim em algumas das principais vilas da província. Campanha era uma dessas vilas privilegiadas e a única no Sul de Minas para onde afluíram estudantes de outros pontos, quer próximos, quer distantes, pois era a sede da Terceira Circunscrição Literária.
O anseio de seus filhos para instrução manifestou-se desde os primeiros tempos, como se evidencia pelo que ocorreu quando foram inaugurados os cursos jurídicos no Brasil, apenas com duas faculdades – uma em São Paulo e a outra em Recife. Na primeira, matricularam-se quatro mineiros, três dos quais campanhenses.
Como não poderia ser diferente dos urbanismos de sua época, a sua população era gente de todas as partes niveladas pela ambição de ouro. A cidade era organizada por camadas humanas relativas a cor, pois sessenta por cento era negra, que constituía a mão de obra escrava, trinta por cento pardos e dez por cento brancos. Estes dominavam politicamente e não se submetiam aos trabalhos pesados.
No percurso de sua história, Campanha recebeu gente vinda de várias partes do Brasil e de diversas categorias sociais. A sua riqueza mineral e vegetativa propiciou o desenvolvimento da sociedade, o que levou a receber visitantes ilustres como a Princesa Isabel, Carlota Joaquina, Conde d'Eu,Euclides da Cunha, Manuel Bandeira, Sílvio Romero, José do Patrocínio, Pedro Ernesto Baptista, Bárbara Heliodora, entre outros. Suas passagens por Campanha marcaram a história da cidade, mas a recíproca é verdadeira. A cidade também os marcou, o que muitas vezes foi registrado nas suas obras culturais, levando-os a construírem moradias (casarões e templos) e permanecerem aqui por um tempo considerado.
Campanha também gerou personalidades reconhecidas internacionalmente, como Vital Brazil Mineiro da Campanha - cientista descobridor do soro antiofídico Maria Martins - considerada uma das artistas surrealistas mais relevantes do planeta. Sávio Davi dos Reis Paula, artista autodidata, tatuador e musico,com seu desenhos espalhados por todo o planeta.
Agostinho Marques Perdigão Malheiro (1824-1881) jurisconsulto que escreveu um tratado sobre a legislação escravista: A escravidão no Brasil: Ensaio Histórico-jurídico-social em 1866, que é um marco e que influenciou profundamente as ações e políticas para a extinção da escravidão. Como homenagem, os campanhenses deram seu nome a uma de suas ruas.
No passado, a grande extensão do município ocupava a margem esquerda do Rio Grande até o Jaguari, das cumeadas da Mantiqueira até o Rio Pardo, estendendo a sua jurisdição municipal – com legislação num círculo de quase 3 000 léguas. Por essa extensão de terra e pela riqueza natural e cultural, Campanha é considerada a cidade-mãe, fertilizadora das outras cidades – o "berço do Sul de Minas".
Pela sua importância no contexto histórico das Minas Gerais, a cidade sediou, por mais de um século, a Diretoria Regional dos Correios, com jurisdição em todo o sul do estado.
Origem do Nome
O nome da atual cidade se deve à topografia, pois a cidade se encontra localizada numa colina circundada por extensas campinas.
Antigos nomes
§ Santo Antônio do Vale da Piedade do Rio Verde
§ Campanha do Rio Verde
§ Campanha da Princesa da Beira
§ São Cipriano
Filhos ilustres
§  Vital Brasil Mineiro da Campanha, cientista
§  Maria de Lourdes Alves Martins, escultora
§  José Bento Leite Ferreira de Melo, Padre, senador
§   Francisco Xavier Lopes de Araújo, militar, engenheiro e professor brasileiro
§  Álvaro Gomes da Rocha Azevedo, Prefeito de São Paulo, Ministro do Tribunal de Contas da União e    Deputado Federal
§  Américo Lobo Leite Pereira, Jurista, Senador, Ministro do Supremo Tribunal Federal, Governador do Paraná, Tradutor de livros
_ Fernando Lôbo Leite Pereira, Jurista, Senador,  Ministro das Relações Exteriores e do Interior,Ministro da Justiça.
§  Beato Padre Francisco de Paula Victor, Sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana
§  Francisco de Paula Ferreira de Rezende, Ministro do Supremo Tribunal Federal, Vice-Governador de Minas Gerais
§  Alfredo de Vilhena Valladão, Ministro do Tribunal de Contas da União
§  Agostinho Marques Perdigão Malheiro, Jurisconsulto, Escritor e Historiador Brasileiro
§  Bernardo Saturnino da Veiga, Jornalista, Escritor e Empresário
§  Gladstone Chaves de Melo. Professor, Jornalista, Diplomata, Vereador e Deputado (RJ)
§ José do Patrocínio Lefort, Historiador e Educador
- Jarbas Bela Karman, Engenheiro, arquiteto, fundador do Instituto de Pesquisa Hospitalar.
§ Sergio de Almeida Oliveira, Cardiologista, Professor Emérito da Faculdade de Medicina da USP
Moradores Ilustres
§ Euclides da Cunha - Acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Militar e Engenheiro
§  João Luís Alves - Acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Juiz e Prefeito de Campanha
§   Fernando de Azevedo - Acadêmico da Academia Brasileira de Letras, um dos Fundadores da Universidade de São Paulo
§   Manuel Bandeira - Acadêmico da Academia Brasileira de Letras
§   Bárbara Heliodora – Poetisa e esposa do inconfidente Alvarenga Peixoto
§   João Barbosa Rodrigues - Diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
_ Francisca Senhorinha da Motta Diniz. Jornalista criadora do Jornal O Sexo Feminino.
_ Moretzsohn Luiz de Oliveira - Industrial
- Paulo Willy Skau - Artesão

CRIANÇAS APRENDEM MELHOR COM PERSONAGENS HUMANOS, DIZ ESTUDO.

Crianças aprendem melhor com personagens humanos, diz estudo

A lebre e a tartaruga? O patinho feio? Nada disso! Segundo uma nova pesquisa, contos com protagonistas humanos transmitem melhor valores morais aos pequenos.

O trabalho da Universidade de Toronto, no Canadá, comparou como cerca de cem crianças se comportavam após ouvirem a lenda de uma raposa que aprendia a importância de dividir ou a mesma narrativa, só que com humanos no lugar dos animais.

Para ter certeza de que a moral da história faria diferença, um terceiro grupo leu um livro sobre sementes. Ao fim da leitura, os voluntários, com idades entre 4 e 6 anos, receberam 10 adesivos como recompensa e foram comunicados que os outros participantes não ganhariam nenhum adesivo. Depois, se quisessem, poderiam doar o que receberam às outras crianças sem que o pesquisador estivesse olhando.

Como resultado, quem tinha escutado a versão humana foi mais generoso do que quem ouviu a fábula com animais. “No geral, as crianças agiram mais de acordo com a moral da história com pessoas”, comentou Patricia Ganea, professora de desenvolvimento cognitivo da instituição canadense e autora do estudo, em comunicado para a imprensa.

A ideia do grupo de cientistas é chamar a atenção dos autores de livros infantis para o tema, para que desenvolvam contos mais realistas, o que melhoraria a capacidade de absorção das crianças.

O papel da ficção no caráter do filho

Por volta dos 2 anos, a criança começa a construir seu próprio mundo de faz-de-conta, processo importante para o desenvolvimento cognitivo do pequeno. E, mesmo antes desse período, os pais podem já começar a ler para os bebês, pois o fato da imaginação ganhar asas tem grande valor para a criação dos baixinhos.

“Histórias são lúdicas e apresentam conceitos em uma linguagem acessível para eles, que é a do imaginário”, comenta Deborah Moss, neuropsicóloga mestre em desenvolvimento infantil pela Universidade de São Paulo.

Na hora de escolher os títulos que serão apresentados, não precisa fugir dos contos com animais, apesar do achado do novo trabalho. “A criança tem capacidade de projetar situações e entender o simbolismo até mais do que o adulto, o importante é que os pais expliquem o que está acontecendo e transmita a história aos filhos”, completa a neuropsicóloga.

A dica é oferecer um cardápio variado de contos aos pequenos, sem se esquecer de ressaltar as características humanas e os sentimentos dos personagens, sejam eles animais, objetos ou pessoas.

PODEMOS MUDAR DE RAÇA A CADA ENCARNAÇÃO.

PODEMOS MUDAR DE RAÇA A CADA ENCARNAÇÃO.


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Não há porque cultivar discriminações, não só porque temos todos a mesma origem, que se perde na noite dos tempos, mas sobretudo porque a Lei Divina determinará implacavelmente que reencarnemos entre aqueles que discriminamos. Há inúmeros relatos em obras mediúnicas, dando-nos notícias de fazendeiros que judiavam dos negros e retornaram como escravos africanos. Anti-semitas voltam como judeus para sentir na própria pele o que é esse preconceito. Da mesma forma, judeus convictos de que pertencem a uma raça superior, escolhidos por Deus, ressurgem no seio dos povos que julgam inferiores. Enfim, podemos ressurgir na Terra como negra, branca ou amarela, em qualquer continente ou região, de conformidade com nossos compromissos e necessidades.
Aprendemos com Jesus que o amor ao próximo equivale a amar a Deus. Isso significa que é absolutamente impossível reverenciar o Criador discriminando suas criaturas.

Richard Simonetti
Grupo de Estudo Allan kardec 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

OS ESPÍRITOS NOS AJUDAM NAS DIFICULDADES DA VIDA? INCLUSIVE FINANCEIRAS?

Os ESPÍRITOS nos AJUDAM nas DIFICULDADES DA VIDA ? Inclusive FINANCEIRAS ?

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Um dos fatores mais frequentes de decepções, na prática espírita, é o utilitarismo dos praticantes. Há pessoas que só compreendem as coisas do ponto de vista da utilidade imediata. Essas pessoas não se dirigem ao Espiritismo na procura de uma visão mais ampla da vida, de melhor compreensão, de maior equilíbrio psíquico.
Desejam, pelo contrário, obter benefícios imediatos: cura, solução de problemas financeiros ou amorosos, arranjo da vida. Pretendem fazer do Espiritismo um meio de conquista de vantagens pessoais. Os resultados dessa atitude só podem ser negativos.
Confusões entre o meio e o fim acarretam decepções doutrinárias – O que importa no Espiritismo é o Reino de Deus e a sua Justiça.
Não é missão do Espiritismo “arranjar a vida” de quem quer que seja. Os Espíritos superiores não estão a serviço dos pequeninos e passageiros interesses humanos. Dessa maneira, a pessoa que deseja benefícios acaba perdendo a assistência dos Espíritos superiores e sofrendo o assédio dos inferiores. Estes, sim, estão sempre prontos a atender a todos os pedidos, mesmo os mais injustos. E, se às vezes fazem alguns benefícios imediatos, não raro cobram muito caro o que fizeram, causando, mais tarde, amargas decepções.
O que se deve buscar no Espiritismo é a elevada compreensão do processo da vida, que ele oferece a todos os estudiosos. Buscando essa compreensão, colocamo-nos em sintonia espiritual com os Mensageiros do Alto, que por sua própria benevolência nos atendem e nos socorrem em tudo o que é possível. Cumpre-se aquele ensinamento de Jesus, que todos os cristãos estudiosos conhecem: “Busca primeiramente o Reino de Deus e a sua Justiça, e tudo o mais te será dado por acréscimo”.
Os interesses, as paixões e as angústias humanas servem, muitas vezes, como meios de condução da criatura ao Espiritismo. Mas, não podem transformar-se em finalidade da prática espírita. É justo que a mão angustiada procure um Centro, um médium ou um doutrinador espírita, para solucionar o problema do filho enfermo. É justo que o homem de negócios, aturdido pelos insucessos, busque uma orientação no meio espírita, como é justo que a criatura atormentada por questões amorosas procure uma palavra de consolo na comunicação mediúnica. Mas, uma vez socorridas pelos Espíritos do Senhor, essas criaturas devem beneficiar-se com as luzes da doutrina, em vez de permanecerem na estagnação dos sentimentos comuns.
Não é somente no Espiritismo que isso acontece. Nas várias religiões, os sacerdotes enfrentam o mesmo problema, com os crentes interessados em transformar as práticas do culto em instrumentos de benefícios pessoais. Nas correntes ideológicas, nos partidos políticos, nos movimentos sociais, há sempre os que procuram apenas a satisfação de seus próprios interesses. Erram, pois, os que pensam que somente no Espiritismo somos assediados por essas questões, que não são privilégio de nenhum movimento, mas decorrem da própria natureza humana, em seu atual estado evolutivo.
O Espiritismo ensina que a vida tem um objetivo e, esse objetivo é o aperfeiçoamento espiritual. O que importa, pois, do ponto de vista espírita, como ensinava Jesus, é o Reino e sua Justiça, e não o bem-estar imediato, a felicidade passageira e ilusória. Pessoas que se aproximam do Espiritismo, tangidas por necessidades e interesses, mas não lhe absorvem os ensinamentos superiores, são as que acabam por decepcionar-se com a doutrina. Elas mesmas causam as suas decepções. De outro lado, como são felizes as que se servem da oportunidade de uma angústia ou de uma dificuldade, para assimilarem a mensagem renovadora do Espiritismo!
Essas são as que não se aproximam da luz de olhos fechados, e nunca se decepcionarão. Para elas, o Espiritismo se transforma naquilo que os místicos chamam, e com muita razão – a luz no caminho.
Escrito por Herculano Pires no Livro “O Mistério do Bem e do Mal”
Espírito Verdade

ELES ESTÃO REDEFININDO A LITERATURA FANTÁSTICA NACIONAL.

Eles estão redefinindo a literatura fantástica nacional

Era uma vez um grupo de autores que, armados apenas com sua paixão pela literatura e vontade de cativar a imaginação de milhares de leitores, redefiniram o mercado nacional e trouxeram a literatura fantástica para os holofotes. Escritores como André Vianco, Raphael Draccon, Carolina Munhóz, Bárbara Morais e Felipe Castilho, nomes que hoje dividem as prateleiras de todo o país com fenômenos internacionais.

Aqueles mesmos leitores que, sedentos pelas novas aventuras de Harry Potter, Katniss Evenrdeen, Percy Jackson e Tyrion Lannister, lotavam as livrarias e mega stores do país em busca de uma nova dose de aventuras e emoção, hoje voltam suas atenções para livros produzidos em território nacional. Dragões, hobbits, leões falantes e criaturas mitológicas já se sentem em casa dividindo espaço com criaturas do folclore brasileiro. Westeros faz fronteira com São Paulo tanto quanto a entrada secreta para Hogwarts fica logo ali, perdidinha no metrô de Copacabana.

Afinal, há mais para se curtir por aí além dos clássicos de J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis. Como brinca o best seller André Vianco, “nosso folclore é riquíssimo, extrapola o Saci, a Cuca, existem tantas criaturas e tantas histórias. Elfo e fada já deu, né? (risos)”. Uma visão compartilhada por Felipe Castilho, autor de Ouro, Fogo e Megabytes: “Grande parte dos leitores torcem o nariz quando ouvem/leem a palavra ‘folclore’”, lamenta. “Mas acabam desconstruindo a visão antiga com poucas páginas de leitura. Eles sabem identificar o que é bom para eles, e não deixam preconceitos impedirem a leitura de um livro bacana para eles. Mas já ouvi uns absurdos vindo do povo da área, e isso acaba minando a vontade de outros autores se arriscarem nisso. Na real, não tem nada de diferente de escrever sobre cavalos alados e trolls e bruxas e dragões. Histórias podem ser boas ou ruins com a cultura de qualquer lugar. Eu tento fazer a minha parte enriquecendo a daqui.”

CONTANDO HISTÓRIAS

“Um livro salvou a minha vida.” Revela a autora Carolina Munhóz. “Hoje, se uma palavra de meus livros puder tocar a vida de uma pessoa, já sinto que estou cumprindo a minha missão”. A jornada de um escritor não poderia ser mais nobre, e felizmente, nunca houve tantos talentos dispostos a elaborar grandes histórias, assim como nunca se consumiu tanta literatura fantástica, tanto em versão digital no seu tablet, computador ou smartphone, como no bom e velho material impresso, aquele formato charmoso que tanto gostamos de ostentar em nossas estantes.

Os números, no entanto, ainda estão um tanto aquém do ideal. Não só no universo da literatura, mas também em outras esferas culturais, como o teatro, cinema e musicais nacionais. De acordo com a Federação de Comércio do Estado do Rio de Janeiro, sete em cada dez brasileiros não leram um livro sequer no ano passado. Um dado quase tão preocupante quanto ainda termos 13 milhões de analfabetos pelas ruas do Brasil.

Para complicar ainda mais a situação, nem sempre as lojas estão dispostas a dar a devida atenção aos lançamentos de menor repercussão, insistindo em um preconceito que jamais deveria ter existido, mas que hoje soa mais obsoleto do que nunca. “Manter seu livro na vitrine da loja não é fácil.”, explica João Silveira Paschoal, autor de Primeira Alvorada. “Nossa trilogia tem arte muito chamativa na capa, e vende muito bem quando está em exposição. Mas quando não está a situação complica. Isso acontece por que temos muita dificuldade em fazer o publico desviar sua atenção dos best sellers.”

Ainda assim, nossos autores audaciosamente desafiam as estatísticas e desbravam os caminhos para que as próximas gerações de leitores e escritores encontrem um mercado mais convidativo. “Ainda é mais fácil já pegar um título internacional que a editora sabe que tem boa resposta do público leitor”, lamenta Bárbara Morais, autora da saga Anômalos. “Mas, nos últimos cinco anos, novos nomes brasileiros estão despontando e incentivando o mercado a investir e trazer títulos de autores iniciantes nacionais. Teve uma moda de vampiros, uma de anjos, agora estamos na de autores nacionais e não acredito que seja passageira como as anteriores.”

Provavelmente não será mesmo. Os resultados dessa longa jornada rumo ao reconhecimento já podem ser notados pelos mais antenados à cena literária, mesmo que os frutos talvez ainda demorem mais alguns anos para serem colhidos pelo grande público. Aqueles que conhecem os prazeres de um bom livro, no entanto, já colocam nossos autores no mesmo patamar que ícones do rock. O que não falta são histórias sobre fãs de todas as idades enfrentando horas e mais horas de fila para aparecer ao lado dos maiores ícones da literatura nacional, cada vez mais próximos do status de grandes estrelas.

“No início a tendência é a gente se apegar aos comentários, seja de amor ou de ódio.” Revela o escritor Raphael Draccon. “Com o tempo vem a experiência e o desapego. Quanto mais famoso, mais pessoas se atinge e não há como agradar a todo mundo. Então o autor vai encontrar alguém dizer que ele é o pior autor do mundo em uma mensagem e logo em seguida outra lhe dizer que é um gênio. E aí ele faz o quê? Acredita que é o pior do mundo ou que é um gênio? Qualquer uma das duas crenças é nociva para ele. O melhor caminho é seguir no caminho do meio e ser grato por ter mais duas pessoas que, apesar das opiniões distintas, não são indiferentes a ele. Porque a morte do artista não vem nem da adoração, nem da antipatia. Ela vem da indiferença.”

NOS OMBROS DE GIGANTES

O crescimento de interesse em nossos autores fez, naturalmente, com que uma nova geração de escritores também sentisse vontade de seguir os passos dos pioneiros da fantasia. Foi o que fez a publicitária e escritora Roberta Splinder, que teve o prazer de ver a obra de seus sonhos (literalmente!) virar realidade “Pode parecer bobo, mas a ideia central de A Torre Acima do Véu surgiu em um sonho, no qual vi claramente pessoas vivendo no topo de prédios altíssimos e que, para sobreviver, deveriam enfrentar os perigos dos andares inferiores.”

Num claro sinal de amadurecimento do mercado, essa ousada obra distópica não encontrou grande resistência nem por parte das editoras, já dispostas a abraçar um gênero de nicho, e muito menos dos leitores. “Publicar um livro de maneira tradicional exige sempre muito trabalho e dedicação.” explica Roberta. “O principal, no entanto, é encontrar a editora certa, que publique obras no gênero que o autor escreve. No meu caso, fiquei muito satisfeita em trabalhar com a Giz Editorial, que me deu todo o apoio e acreditou no potencial de A Torre Acima do Véu.”

GANHANDO XP

O aumento do interesse do público e editoras em temáticas fantásticas talvez possa ser explicado pelo boom da cultura nerd. Se tornou comum, por todo o planeta, vermos histórias de sucesso sobre super-heróis e todos aqueles mundos medievais incríveis que, até décadas atrás, ficavam restritos apenas às mesas de RPG e cadernos daquele nerd ignorado pelos coleguinhas de escola.

“Desde o início dos anos 2000, ser nerd “está na moda”, e isso tem refletido num aumento da divulgação e da venda de produtos relacionados.”, explica Guilherme Dei Svaldi, editor da Jambô. “Em minha análise, essa popularidade da cultura nerd se deve ao sucesso de alguns produtos, como Harry Potter, O Senhor dos Anéis, filmes de super-heróis, seriados como Lost, entre outros, que levaram ao grande público a paixão pela fantasia que os nerds já tinham há mais tempo.”

Mas não foi só a internet que impactou as vendas do gênero. “Jogadores mais veteranos podem torcer o nariz para jogos estilo Fazendinha Feliz”, prossegue Guilherme, “Mas esses jogos têm um grande mérito: levaram à públicos que normalmente não tinham nada de ‘gamer’, como senhoras de 3ª idade, termos como ‘ganhar XP’ e ‘subir de nível’. Toda essa cultura é muito rica e tem potencial para fazer as pessoas expandirem seus horizontes, aprenderem e, claro se divertirem.”

A paixão pelos RPGs não atrai apenas novos leitores. Também serviu de motivação para autores como João Silveira Paschoal entrarem para o mundo da literatura. “Eu sempre joguei RPG e desenhava muito. Isso me levou a ler muitas coisas.”, revela João. “Só comecei a escrever quando percebi que contar uma história usando a linguagem de quadrinhos demandava muito esforço! Escrevendo em forma de texto flui melhor e mais rápido. Mas nem por isso deixei de desenhar. Hoje eu mesmo faço as capas e as artes dos meu livros.” Para alcançar o sucesso, não é preciso fazer um pouco de tudo, como o João. Mas isso certamente ajuda.

TRABALHO, NÃO MAGIA

Assinar um contrato de vários dígitos com uma editora tradicional é o sonho de centenas de autores por todo o país, só que mesmo alguns de nossos nomes mais tradicionais já buscam métodos alternativos para continuar em evidência. Foi o que fez André Vianco, primeiro criando o seu próprio selo, a Calíope, e então lecionando em aulas de escrita virtuais pela Vivendo de Inventar. “Meus contratos com a editora anterior se encerraram e eu queria cuidar melhor da minha obra, de perto.” explica.

Mas será que uma iniciativa tão ousada e incomum dá retorno financeiro? Não há um caminho fácil para o sucesso, nem uma fórmula mágica para que seu livro chame mais atenção que o último lançamento de George R.R. Martin. O que existe é muito trabalho duro e respeito por sua obra e fãs. Como ensinou Felipe Castilho, “Eu edito, escrevo por encomenda, roteirizo, dou aulas, e acho que tudo isso foi porque sempre me envolvi com o mercado, quando trabalhei com livrarias e editoras. Acho que buscar melhorar a sua técnica de escrita e conhecer os dois lados do ramo de sua paixão (tanto o da arte quanto a parte em que o dinheiro influencia) é essencial para você se situar e definir o que realmente tem a sua cara, o que tem a ver com você, o que te move. Depois disso, é trilhar o caminho. Pode parecer clichê, mas conhecer a si mesmo é essencial para isso. É como escolher tênis confortáveis para a tal caminhada.”

Nossos autores vivem histórias tão distintas quanto as tramas de seus livros, mas todos possuem algo em comum: juntos, estão escrevendo um Brasil fantástico para todos nós.

HINO DA CAMPANHA.

Nosso agradecimento à Lúcio Serrano Ribeiro por haver nos cedido esta produção em homenagem aos 280 anos da Campanha, de autoria do jornalista André Dias Ferreira.
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=120948931946183&id=117054499002293&funlid=li9eYhyVXlkHjQRD
           Esta é a vista do Morro do Cruzeiro, onde temos o memorial dos Santos , numa homenagem à Sanjuanense Nhá Chica que passou praticamente toda sua vida santa, fazendo caridade naquela localidade, e o campanhense Padre Victor que grande parte de sua vida foi dedicada à comunidade de Três Pontas onde teria realizado verdadeiros milagres.

          Aqui é o lugar mais próximo onde você poderá chegar e estacionar o seu carro para se ter uma vista parcial da cidade da Campanha.


           A imagem frontal dos dois santos Sul Mineiros.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A DEMOCRATIZAÇÃO DA LEITURA.

A democratização da leitura


Na escola municipal Maria de Lourdes Rocha Rodrigues, em Canaã dos Carajás, no Pará, a leitura não fica restrita aos 30m² da biblioteca. A escola mantem um leque de ações para desburocratizar o encontro com os livros, como explica a diretora da unidade Elenjusse Martins da Silva Soares.

“Não queremos que os estudantes tenham que preencher formulários para terem acesso a eles”, conta. A ideia é promover e fortalecer uma cultura leitora entre os alunos, motivo pelo qual a leitura se faz presente em diversos ambientes escolares e também os extrapola.

Todos os dias, antes de começarem suas aulas, os professores reservam os momentos iniciais a uma leitura escolhida para as turmas – a escola atende 751 estudantes no Ensino Fundamental I e II. Após este momento, todos são convidados a comentarem o que ouviram.

Semanalmente, os estudantes também levam livros para casa. A proposta é que eles possam fazer uma leitura conjunta com a família e compartilhar esse momento na escola, em uma atividade dirigida que busca descobrir como foi o momento da leitura, com quem da família ele foi partilhado e o que rendeu de conversas e reflexões.

Além disso, o acervo chega a outros espaços em malas que funcionam como uma biblioteca itinerante. Assim, é possível ter contato com os livros nas áreas de convivência e não só na sala de aula.

“Queremos romper com a ideia do ler para fazer prova, ler para estudar. Ler deve ser prazer, coloca Elenjusse, afirmando que as ações acabam também por assegurar a presença dos estudantes na biblioteca física.

Biblioteca Viva

Vinte escolas de Canaã dos Carajás participaram de uma formação promovida pela Fundação Vale, em parceria com a secretaria municipal de educação. A iniciativa levou 36 bibliotecários para a sala de aula, num total de 18 horas aula, com o intuito de fazê-los repensar a biblioteca como um espaço formador e transformador e apoiá-los na integração do espaço ao projeto político pedagógico das unidades.

A ideia, como explicam a especialista em educação, Andreia Prestes Massena e a analista de responsabilidade social Carla Vimercate, é refletir sobre a organização do espaço e o seu papel. “As bibliotecas precisam se configurar como espaços vivos, dinâmicos e capazes de acolher as crianças nos momentos de leitura”, avaliam.

Em Canaã dos Carajás, a Fundação também mantem o espaço Casa do Aprender, composto por uma biblioteca, brinquedoteca e espaço de informática. Há outras três unidades em Minas Gerais. A ideia, nesse caso, é contribuir com a democratização da literatura, sobretudo em localidades que não têm oferta de acervo literário via equipamento público ou rede de livrarias.

O trabalho, no caso, é direcionado ao equipamento desses espaços, cedidos pelos municípios, e à gestão do acervo presente. “No caso, fazemos uma seleção do acervo literário, que leva em consideração a comunidade local e busca garantir uma diversidade de autores, editoras e temas, contribuindo com a formação do que entendemos ser uma rede leitora”, assegura Carla.

O cuidado com o acervo literário é um ponto de atenção para a integrante do conselho do Movimento Brasil Literário e coordenadora da campanha Eu Quero Minha Biblioteca, Christine Castilho Fontelles. “A literatura precisa garantir fruição, indagação, estranheza, por isso não pode ser oferecida como produto de prateleira. É necessário atentar para a procedência do livro, o tipo de história e o repertório que trará para a criança, jovem ou adulto”, relata.

A especialista reforça que essas narrativas compõem, aos poucos, as percepções do sujeito, contribuindo com o seu desenvolvimento integral.

Literatura, um direito inalienável

Christine entende a literatura como um alimento emocional que deve ser ofertado desde a primeira infância e continuamente ao longo da vida. Em sua visão, o repertório literário contribui para a criatividade, fantasia e fruição, aspectos constituintes do ser humano.

No entanto, entende que, no Brasil, esse percurso não é trilhado sem esforço, a começar pela falta de oferta de bibliotecas públicas, comunitárias e escolares capazes de garantir a democratização do acervo.

Dados do Censo Escolar 2016, disponibilizados pela plataforma QEdu, mostram que, do total de 183.376 escolas, 67.088 possuem biblioteca, o que equivale a 37%. Outras 43.218 unidades (24%) alegam possuir sala para leitura.

A especialista chama a atenção para a necessidade de uma rede de apoio que possa conduzir a criança na jornada leitora. Isso implica no envolvimento da família nessa cultura, mas também no apoio por parte dos equipamentos públicos. “Essa ausência revela que não temos uma jornada definida de construção de comportamento leitor. Os próprios professores não contam com isso na universidade e chegam à sala de aula sem intimidade com o tema”, avalia.

Para Christine, é necessário um movimento intersetorial articulado que tenha como objetivo central a responsabilização do poder público pela viabilização de equipamentos, pela formação de professores e ativistas comunitários para constituir ou fortalecer o repertório literário no país. Ela reconhece boas iniciativas da sociedade nesse sentido, com apoio de recursos da iniciativa privada, mas reforça: “essa demanda tem de ser incorporada no orçamento dos municípios, só assim poderemos alcançar a qualidade e a sustentabilidade necessárias”, finaliza.

MOVIMENTO DE REGENERAÇÃO...

MOVIMENTOS de REGENERAÇÃO da TERRA, dirigidos por CRISTO, desde a RENASCENÇA do MUNDO (SEC. XV)Nenhum texto alternativo automático disponível.

Nos albores do século XV, quando a idade medieval estava prestes a extinguir-se, grandes assembléias espirituais se reúnem nas proximidades do planeta, orientando os movimentos renovadores que, em virtude das determinações do Cristo, deveriam encaminhar o mundo para uma nova era. Todo esse esforço de regeneração efetuava-se sob o seu olhar misericordioso e compassivo, derramando sua luz em todos os corações. Mensageiros devotados reencarnam no orbe, para desempenho de missões carinhosas e redentoras. Na Península Ibérica, sob a orientação da personalidade de Henrique de Sagres, incumbido de grandes e proveitosas realizações, fundam-se escolas de navegadores que se fazem ao grande oceano, em busca de terras desconhecidas. Numerosos precursores da Reforma surgem por toda a parte, combatendo os abusos de natureza religiosa. Antigos mestres de Atenas reencarnaram na Itália, espalhando nos departamentos da pintura e da escultura as mais belas jóias do gênio e do sentimento. A Inglaterra e a França preparam-se para a grande missão democrática que o Cristo lhes conferira. O comércio se desloca das águas estreitas do Mediterrâneo para as grandes correntes do Atlântico, procurando as estradas esquecidas para o Oriente. Jesus dirige essa renascença de todas as atividades humanas, definindo a posição dos vários países europeus, e investindo cada qual com determinada responsabilidade na estrutura da evolução coletiva do planeta. Para facilitar a obra extraordinária dessa imensa tarefa de renovação, os auxiliares do Divino Mestre conseguem ambientar na Europa antigas invenções e utilidades do Oriente, como a bússola para as experiências marítimas e o papel para a divulgação do pensamento.

LIVRO " A CAMINHO DE LUZ "
CHICO XAVIER
POR EMMANUEL

UM POUCO DE CAMPANHA PARA VOCÊ. CONTE ALGO QUE CONHECE.

      
          

 

 Há 280 anos Cipriano José da Rocha descobria o arraial da Campanha, dando-lhe o nome de São Cipriano. Sendo a mais antiga cidade do Sul e Sudoeste de Minas Gerais, Campanha e muitos de seus filhos sempre tiveram muito peso a nível de estado e Nação. A prova disto, foram os inúmeros campanhenses que vieram a ocupar cargos de grande importância nos governos do estado e na nação.
Campanha teve inúmeros jornais e era muito visitada por intelectuais de toda parte como: Princesa Isabel, Conde D'Eu, Sílvio Romero, Euclides da Cunha, Manoel Bandeira, Bernardo Jacinto da Veiga, Afonso Pena, Benjamim Constant, Francisca Senhorinha da Motta Diniz e tantos outros. Tivemos muitos educandários de ponta, como: O Colégio dos Jesuítas, a terceira escola Normal Estadual do estado, Colégio Sion, Seminário Nossa Senhora das Dores, Ginásio Diocesano São João e várias outras escolas de menor porte, mas de muita qualidade.
        
          Na primeira metade do século XIX iniciou-se um movimento separatista com a criação do estado de Minas do Sul, tendo como capital a cidade da Campanha, contando como principais lideranças os senhores: Dr. Martiniano Fonseca Reis Brandão, José Luiz Pompeu da Silva, Manoel de Oliveira Andrade, Francisco Bressane de Azevedo, Jonas Olinto e outros. Isto se deu, devido ao despreza com que as diversas administrações de Ouro Preto tratava o Sul de Minas. Após várias tentativas legais, em 20 de fevereiro de 1892  foi criado a revelia, o Estado de Minas do Sul, tendo como sede do governo o prédio da Rua Direita, onde por anos serviu à Escola Normal e a Prefeitura da Campanha. Tão logo o governo do estado tomou conhecimento do movimento, agiu determinado a não deixar vestígios da existência do novo estado, tanto é que não sobrou ata, hino, bandeira, nada que pudesse lembrar o movimento.

          Depois disto, cheguei a conclusão de que, tanto Campanha como os campanhenses, que sempre tiveram grande importância até mesmo a nível nacional, foram deixados de lado.

          Hoje Campanha vive de lembranças. Temos uma economia muito boa, especialmente na parte agrícola, tapeçaria e artesanato, com produtos de ótima qualidade servindo à todo o país. Mas, o que faz com que o campanhense seja tão individualista? Por que em tempo algum, jamais apareceu em Campanha alguém para pensar a cidade, para ver o seu DNA e se fazer um projeto para que possamos ter uma cidade projetada para as novas gerações? Analisando o nosso passado, fica fácil de ver, que Campanha precisa urgentemente trabalhar o que sempre teve de melhor, a nossa educação, nossa cultura, nossos esportes, que andam adormecidos. Por que nossos empresários não pensam em investir uma parte de seus lucros, em apoio à uma educação de base, que futuramente lhes trará grandes benefícios?

          Daqui a 20 anos estaremos completando 300 anos. Por que não começarmos agora mesmo a projetar uma educação de base de excelência, voltada para as artes, especialmente a música e o teatro, para os esportes e a nossa cultura buscando na base, as tradições de diversos cantos, danças e representações como na Semana Santa, Congadas, Folia de Reis, Quadrilhas, Festivais de Bandas e de Corais...?

          Convido a todos para externarem os seus pontos de vista, suas sugestões, suas opiniões sobre a Campanha que pretendemos deixar para as novas gerações. Que tal começarmos neste espaço a nossa sala de visitas, trocando ideias que possam vir a dar frutos. Inclusive vocês mais experientes, não pensem que daqui a 20 anos vocês não estarão mais aqui, mas poderão ter dado início a uma grande ideia que foi levado a diante e que seus filhos ou netos estão tirando proveito.

          Vamos aguardar a sua manifestação, mostrando que você não está omisso e que quer fazer a diferença no futuro de nossa cidade.

 Fotografias:
 Arquivo de Paulino Araújo
José Milton

109 ANOS DA MORTE DE MACHADO DE ASSIS TRAZ ADAPTAÇÕES EM QUADRINHOS.

109 anos da morte de Machado de Assis traz adaptações em quadrinhos

“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

Machado de Assis
Monteiro Lobato
Paulo Coelho
Jorge Amado
Carlos Drummond de Andrade
Augusto Cury
Zibia Gasparetto
Mauricio de Souza
Cecília Meireles
Chico Xavier
Clarice Lispector
José de Alencar
Vinícius de Moraes
John Green
Érico Veríssimo

Base: Amostra (5.012) – Escritores mais conhecidos.

Os dados da pesquisa são endossados pelo crescente número de releituras e republicações das obras de Machado de Assis. Em homenagem ao autor, a Editora do Brasil acaba de lançar uma coletânea de contos adaptados na linguagem das HQs pelas mãos do ilustrador Francisco Vilachã. Neste livro, quatro histórias desse mestre da literatura veem em quadrinhos: “Missa do galo”, “Conto de escola”, “O espelho” e “Umas férias”. Contos que simbolizam muito bem a maravilha da narrativa machadiana. Intercalados por trechos de outros gêneros textuais do autor, o livro é um mergulho pelo universo de Machado e um convite para que o jovem leitor conheça um pouco mais o trabalho desse magnífico escritor.

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

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