sexta-feira, 13 de outubro de 2017

MISSA DA PADROEIRA NO SÃO BENTO REÚNE CENTENAS DE ROMEIROS.


               Estas são as irmãs Antônia e Joana Fernandes, que há cerca de 10 anos estão residindo num sítio muito aconchegante no São Bento divisa com Cambuquira.
               Desde que elas vieram, o então Monsenhor Paulo, hoje Dom Paulo Geraldo Perboni, Bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira tem vindo celebrar o dia da Padroeira do Brasil nesta propriedade. Com seu carisma, simpatia e atenção Dom Paulo tem conquistado a admiração e o respeito de todo o povo da região, como Campanha, Cambuquira, Três Corações, Varginha e Monsenhor Paulo
               Desde o primeiro ano, Delei é o encarregado do porco no bafo.. Este ano ele demorou apenas 18 horas para deixar a carne no ponto. E que ponto. Tendo sido saboreada por centenas de romeiros da região.
               Aqui outros voluntários colaboradores da cozinha.
               Aqui mais colaboradores voluntários no preparo do almoço.
               Os romeiros de Cambuquira chegando e sendo recepcionados pela anfitriã dona Antônia e pelo Bispo Dom Paulo.
               Os romeiros de Três Corações que saíram de lá as 02:00 chegaram ao sítio por volta de 10:30 sendo recebidos também por Dom Paulo e dona Antônia.
               Os romeiros a cavalo, que vieram de Monsenhor Paulo também foram recebidos por dona Antônia e Dom Paulo.
As centenas de peregrinos assim que chegavam, iam fazer um lanche servido com fartura.
               Como que todos comeram a vontade e nada faltou, nos leva a refletir no milagre da multiplicação. Quando a gente pensava que ja não tinha mais nada, eis que a mesa estava novamente farta.
               Até que chegou o grande momento da celebração, com a entrada da imagem de Nossa Senhora Aparecida, os anfitriões e Dom Paulo Geraldo Perboni. E cada um foi se ajeitando debaixo de alguma árvore, para fugir do sol.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

NOSSO CINEMA

            Assim era ele por dentro com a plateia,onde ficava a juventude, a frisa, onde ficavam as famílias, o camarote, geralmente frequentado pelos namorados, e a torrinha onde ficavam os de menos posse, pagavam a metade.
            Numa vista parcial da praça temos ao fundo a Igreja Catedral, na curva do S o Bar do Chatinho, o Cine Teatro São Cândido, o beco da cadeia, a Escola Sagrada Família, o terreno e a casa ao lado, depois foram adquiridos pela CEMING e Munir Bacha.
 1917
 1928
 1940
 1940
 1955. Este maravilhoso cinema de tão gratas recordações já estava ficando com seus dias contados. Quanta saudade de seu Ari, dona Conceição, Arizinho, mosquito elétrico com sua lanterninha e outros funcionários. Mas o que me chamava a atenção era a dedicação de dona Conceição e seu Ari, cuidando do cinema como se fosse a sua casa. Feliz de nós que tivemos o privilégio de viver aquela época.
Em 1964 Campanha ganhou um moderníssimo cinema com poltrona estufadas.
2017. Hoje não temos teatro, nem cinema, nem centro de convenção e este espaço vai virar brevemente uma loja. E a nossa cultura...

MUNDO DE REGENERAÇÃO.

MUNDO DE REGENERAÇÃO - 1. HUMANIDADE CÓSMICA

1. HUMANIDADE CÓSMICA - Aquilo que há cem anos parecia uma simples utopia, ou alucinação de um visionário, hoje já se tornou admitido até mesmo pelos mais fortes redutos da tradição terrena. A evolução acelerou-se de tal forma, no transcorrer deste século, a partir da publicação de O Livro dos Espíritos, que o sonho de uma humanidade cósmica parece preste a mostrar-nos a sua face real, através das conquistas da ciência. Nossos primeiros vôos nas vastidões espaciais alargaram as perspectivas da vida humana, ao mesmo tempo que as investigações do cosmo modificaram a posição dos cientistas e dos próprios setores religiosos mais tradicionais. Admite-se a existência de mundos habitados, em nosso sistema e fora dele, e a possibilidade do estabelecimento de um próximo intercâmbio entre as esferas celestes.
O Livro dos Espíritos já afirmava, desde meados do século dezenove, que o cosmos está povoado de humanidades. E Kardec inaugurou as relações interplanetárias conscientes, através das comunicações mediúnicas, obtendo informações da vida em outros globos do nosso próprio sistema solar. Na secção "Palestras Familiares de Além-Túmulo", da "Reveu Spirite", Kardec publicou numerosas conversações com habitantes de outros planetas, alguns deles, como Mozart e Pallissy, emigrados da Terra para mundos melhores. Todo o capítulo terceiro da primeira parte de O Livro dos Espíritos refere-se ao problema da criação e da formação dos mundos, contendo, do item 55 ao 58, os períodos anunciadores da "Pluralidade dos Mundos".
Os Espíritos afirmaram a Kardec que todos os mundos são habitados. A audácia da tese parece temerária, e está ainda muito longe de ser admitida. Mas é evidente que em parte já está sendo aceita por todo o mundo civilizado. Por outro lado, a condição fundamental para a sua aceitação já foi também admitida: a de que as formas de vida variam ao infinito, de mundo para mundo, uma vez que a constituição dos próprios globos é também a mais variada possível. Hoje, nos países cientificamente mais adiantados, como os Estados Unidos e a Rússia, fazem-se experiências de laboratório para o estudo da astrobiologia. As sondas espaciais, por sua vez, demonstraram a existência de vida microscópica nas mais distantes regiões do espaço, e o exame de aerólitos vem demonstrando que as pedras estelares trazem para a terra restos de fósseis desconhecidos.
Concomitantemente com esses progressos, na própria Terra as investigações científicas se ampliaram, revelando através da Física, da Biologia e da Psicologia, novas dimensões da vida. A Física Nuclear, a Biônica, a Cibernética e a Parapsicologia modificam a nossa posição diante dos problemas do mundo e da vida. Os parapsicólogos demostram a existência de um substrato extrafísico na mente humana, e portanto na constituição do homem, ao mesmo tempo que os físicos nucleares revelam a natureza energética da matéria. Nossas concepções vão sendo impulsionadas irresistivelmente além do domínio físico, em todos os sentidos. A humanidade múltipla, de natureza cósmica, habitando dimensões desconhecidas, já não parece mais uma utopia ou uma simples alucinação.
No item 55 de O Livro dos Espíritos encontramos esta afirmação, em resposta à pergunta de Kardec sobre a habitabilidade de todos os mundos; "Sim, e o homem terreno está bem longe de ser, como acredita, o primeiro em inteligência, bondade e perfeição. Há, entretanto, homens que se julgam espíritos fortes e imaginam que este pequeno globo tem o privilégio de ser habitado por seres racionais. Orgulho e vaidade! Crêem que Deus criou o Universo somente para eles". No item 56 vemos esta antecipação: "a constituição dos diferentes mundos não se assemelha." E no item 57, a explicação de que os mundos mais distantes do sol tem outras fontes de luz e calor, que ainda não conhecemos.
A tese da pluralidade dos mundos habitados leva-nos imediatamente ao conceito de solidariedade cósmica. No item 176 encontramos a afirmação de que: "todos os mundos são solidários"Esta solidariedade se traduz pelo intercâmbio reencarnatório. Os espíritos mudam de globos, de acordo com as necessidade ou conveniência de seu processo evolutivo. Essas migrações, entretanto, não são feitas ao acaso, mas segundo as leis universais da evolução. Cada mundo se encontra num determinado grau de aperfeiçoamento. Suas portas serão franqueadas aos espíritos, na proporção em que estes vão, por sua vez, atingindo graus superiores em sua evolução pessoal. Como os homens nas relações internacionais, espíritos superiores podem reencarnar-se em mundos inferiores, cumprindo missões civilizadoras. Da mesma maneira, espíritos, de mundos inferiores podem estagiar em mundos superiores se estiverem em condições para isso, e voltar aos seus globos, para ajudá-los a melhorar.
A humanidade cósmica é solidária, e a civilização cósmica é infinitamente superior ao nosso pobre estágio terreno, de que tanto nos vangloriamos. Há mundos de densidade física fora do alcance dos nossos sentidos, habitados por humanidades que nos pareceriam fluídicas, e que não obstante são, no plano em que se encontram, concretas e definidas. Humanidades felizes, que se utilizam de corpos leves e habitam regiões paradisíacas, numa estrutura social em que prevalecem o bem, o amor, a paz, o perfeito entendimento entre as criaturas. Humanidades livres da escravidão dos instintos animais e dos corrosivos morais do egoísmo e do orgulho, que infelicitam os mundos inferiores.
"A vida dos Espíritos, no seu conjunto, segue as mesmas fases da vida corpórea", ensina Kardec, no comentário que faz no item 191 de O Livro dos Espíritos. Os espíritos passam gradativamente "do estado de embrião ao de infância, para chegarem, por uma sucessão de períodos, ao estado de adulto, que é o da perfeição, com a diferença de que nesta não existe o declínio nem a decrepitude da vida corpórea". Assim, as concepções geocêntricas de céu e inferno, como prêmio ou castigo eternos de uma curta existência num pequeno mundo inferior, são substituídas pela compreensão copérnica da vida universal e do progresso infinito para todas as criaturas. Bastaria esta rápida visão da humanidade cósmica para nos mostrar como ainda estamos, infelizmente, distantes de uma assimilação perfeita da Doutrina Espírita. Quando conseguirmos compreender integralmente esta cosmo-sociologia e suas imensas conseqüências, estaremos à altura do Espiritismo.
A casa do Espiritismo

CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DA LEITURA PARA CRIANÇAS E IDOSOS.

Conheça os benefícios da leitura para crianças e idosos

Evelin Azevedo - Extra - 02/09/2017
A cada dois anos, os corredores do Riocentro, na Barra, recebem centenas de apaixonados pela leitura. Pessoas de todas as idades vão de estande em estande da Bienal do Livro à procura de novas histórias e aventuras. E fazem muito bem para si mesmas: além de ser uma maneira prazerosa de passar o tempo, ler é uma atividade que traz benefícios à saúde, especialmente de idosos e crianças.

Estudos realizados pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e pela Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva do Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica comprovam que quem tem o hábito da leitura possui maior capacidade de entender, generalizar e sintetizar conteúdos.

Para os idosos, principalmente, é um excelente “remédio”, pois estimula o cérebro a se manter ativo.

— Na terceira idade, a leitura é utilizada como exercício para a memória. Nessa fase é natural que ocorram perdas neurológicas e, por isso, ler contribui para que os neurônios mantenham-se ativos. Quando o idoso apresenta quadros demenciais, a leitura é utilizada como ferramenta de estímulo aos neurônios remanescentes — explica a psicóloga Tahiana Baptista.

Para as crianças, além de ajudar na concentração e atenção, os livros ainda incentivam a imaginação e o pensamento crítico.

— Por meio dos livros, as crianças têm contato com culturas diferentes. A leitura possibilita uma ampliação na visão de mundo. Quando a criança começa a comparar a realidade dela com o que leu, ela desenvolve sua capacidade crítica — comenta a escritora especializada em literatura infantil Janine Rodrigues.

Os benefícios impactam também no aprendizado. Ler constantemente enriquece o vocabulário e ajuda na escrita.

— Não à toa, quem lê muito, em geral, escreve de maneira mais correta — pontua Janine.

2º CONALER.

Já reserve sua agenda: vem aí o 2º CONALER, o Congresso
Nacional de Leitura 100% online e 100% gratuito, que acontece
pelo segundo ano consecutivo no Brasil.

E se você já tinha se encantado com a programação do ano
passado, aguarde pelas surpresas de 2017!

VOCÊ NÃO PERDE POR ESPERAR!

QUERO ME INSCREVER JÁ NO 2º CONALER!

Assim como foi em 2016, os maiores especialistas sobre
a questão do livro e da leitura estarão na programação de 2017,
neste mês de outubro.

Anote aí a data do 2º CONALER, que começa, este ano, num
domingo: dia 29/10, no Dia Nacional do Livro.

Uma semana inteira de atrações: conferências, palestras,
depoimentos, debates e uma novidade: uma mostra de cinema
só com curtas e documentários sobre Leitura!

Não deixe para depois!

QUERO ME INSCREVER NO 2º CONALER!

Faça agora sua inscrição! E já confirme sua participação entre
aqueles que estão, de fato,  fazendo uma revolução silenciosa
e persistente pela leitura no Brasil.

Em tempo:
No ano passado, tivemos 5.668 inscritos em poucas semanas
no 1º Conaler. No final, muitos só conseguiram uma vaga graças
a uma nova e inesperada parceria tecnológica, já às vésperas do
congresso, que ampliar nosso auditório virtual – nem na internet
o espaço é ilimitado!

QUERO GARANTIR JÁ MINHA INSCRIÇÃO NO 2º CONALER!

Nos encontramos do outro lado!

Um abraço do
Galeno Amorim
Curador do Conaler 2017
2º Congresso Nacional de Leitura Online

terça-feira, 10 de outubro de 2017

DEPENDÊNCIA QUÍMICA, DESAJUSTE DA ALMA.

Dependência Química, desajustes da alma.

A imagem pode conter: texto
Nos últimos tempos, a sociedade brasileira de um modo geral vem sendo atormentada pelo fantasma da dependência química. Infelizmente, o assunto é destaque nos veículos de comunicação em todo o país.
Em todas as cidades, em maior ou menor grau, é possível encontrar dependentes químicos padecendo pelo vício nas ruas, praças e becos. São pessoas de variadas classes sociais, níveis de formação e faixa etária. A dependência química não é seletiva, ao contrário, é epidêmica.
O número de usuários de substâncias tóxicas é crescente e chega a índices preocupantes. Estima-se que no Brasil cerca de 9 milhões de pessoas fazem uso de substâncias ilícitas e, se mencionarmos os etilistas e tabagistas, devemos acrescentar às estatísticas mais 9 milhões de pessoas. A impressão que temos é que a situação fugiu do controle.
O problema do uso de substâncias tóxicas é semelhante a um câncer de alta malignidade. Espalha-se rapidamente e gera outras temidas consequências, como homicídios, furtos, roubos e outras modalidades do crime, no qual dezenas de pessoas todos os dias perdem a guerra para o tráfico de drogas e são vitimadas covardemente. Enquanto famílias inteiras são destruídas, traficantes se enriquecem à custa do sofrimento alheio.
O que é dependência química?
A dependência química ou síndrome da dependência é definida pela ciência como a perda do controle do organismo sobre o uso de substâncias químicas (drogas ilícitas, etilismo, tabagismo, medicações), ou seja, o corpo passa a depender dessas substâncias para realizar suas funções. Na ausência delas, manifesta sintomas conhecidos como síndrome de abstinência.
É uma doença crônica de ação rápida e difícil controle, que pode levar o indivíduo à morte. Hoje é considerado um problema de saúde pública.
O conceito de “Droga”
As drogas são substâncias tóxicas de origem natural ou sintética, de efeitos nocivos para o organismo. Podem ser ingeridas, inaladas, injetadas ou absorvidas pela pele e têm ação específica no cérebro, estimulando as áreas responsáveis pelo prazer, o que provoca uma ligeira sensação de bem-estar. Para sustentar esse falso prazer, o usuário necessita de doses cada vez maiores, com isso viciando o corpo físico e o Espírito.
Essas substâncias podem causar atrofia no tecido cerebral, resultando em déficit de aprendizagem, distúrbios cognitivos, demência e esquizofrenia.
Causas da dependência química
Diversos fatores são apontados pela ciência como causas da dependência química. Os principais estudos apontam para as questões psicológicas, sociais, congênitas (mães usuárias transmitem o vício para os filhos ainda na gestação) e genéticas. Cientificamente, não há uma resposta definitiva para a causa da dependência química nas pessoas.
A explicação do Espiritismo
Segundo Joanna de Ângelis, o indivíduo deve ser analisado de forma holística. A organização do ser compreende Espírito, corpo e mente, considerando a imortalidade da alma e a pluralidade das existências. Através dessas considerações, pode-se compreender que as origens de várias patologias físicas e psicológicas estão relacionadas à enfermidade do Espírito, adquirida outrora ou fruto da imaturidade e de seu grau de adiantamento ainda limitado.
De maneira geral, deve-se observar a busca incessante pela compreensão do “eu”; as consequências dos próprios atos, as quais resultam em problemas aparentemente infindáveis para o ser humano; as inquietudes do Espírito atormentado pela consciência culpada; a preocupação excessiva com o corpo físico e a negação do Espírito; o imediatismo existencial e a falta de confiança no Criador. Quando não há entendimento para essas questões, o ser humano pode mergulhar em uma crise existencial, caracterizada pelo vazio, a solidão e graves conflitos psicológicos que levam à depressão e a outros transtornos comportamentais, que acabam por induzir esses Espíritos menos preparados a buscar um refúgio nas substâncias entorpecentes.
Diz Joanna de Ângelis, em “Psicologia da Gratidão”: “Nessa busca de realização pessoal, base de sustentação para uma existência feliz, surge o desafio do significado existencial, no momento em que a sociedade experimenta a pandemia psicopatológica das vidas vazias”.
Por outro lado, durante a jornada evolutiva, o Espírito imperfeito é convidado a se despir das tendências viciosas adquiridas ao longo de existências pregressas. Essas intenções negativas podem permanecer gravadas no perispírito por um longo tempo, o que acaba sendo exteriorizado para a matéria, explicando dessa forma a predisposição genética para o desenvolvimento da dependência química em alguns indivíduos. Um Espírito que teve contato com substâncias químicas em existências anteriores pode, por exemplo, apresentar uma probabilidade maior de desenvolver a doença na reencarnação subsequente.

Fonte: André Luiz Alves Jr.

FINLÂNDIA MUDA ARQUITETURA DE SUAS ESCOLAS.

Como a Finlândia, país referência em educação, está mudando a arquitetura de suas escolas

BBC Brasil - 30/09/2017
Faz anos que a Finlândia se tornou referência mundial em educação, mesclando jornadas escolares mais curtas, poucas tarefas e exames e também adiando o início da alfabetização até que as crianças tenham sete anos de idade.

E, mesmo com um dos melhores resultados globais no PISA (avaliação internacional de educação), o país continua buscando inovações – inclusive na estrutura física das escolas.

Uma das apostas é o chamado ensino baseado em projetos, em que a divisão tradicional de matérias é substituída por temas multidisciplinares em que os alunos são protagonistas do processo de aprendizado.

Parte das reformas é imposta pela necessidade de se adaptar à era digital, em que as crianças já não dependem apenas dos livros para aprender. E tampouco os alunos dependem das salas de aula – pelo menos não das salas de aula atuais.

Adeus às paredes

Por isso as escolas finlandesas estão passando por uma grande reforma física, com base nos princípios do “open plan”, ou plano aberto. A busca é, essencialmente, por mais flexibilidade.

As tradicionais salas fechadas estão se transformando em espaços multimodais, que se comunicam entre si por paredes transparentes e divisórias móveis.

O mobiliário inclui sofás, pufes e bolas de pilates, bem diferentes da estrutura de carteiras escolares que conhecemos hoje.

“Não há uma divisão ou distinção clara entre os corredores e as salas de aula”, diz à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) Reino Tapaninen, chefe dos arquitetos da Agência Nacional de Educação da Finlândia.

Desse modo, explica ele, professores e alunos podem escolher o local que considerarem mais adequado para um determinado projeto, dependendo, por exemplo, se ele for individual ou para ser executado em grupos grandes.

Mas não se trata de espaços totalmente abertos, mas sim de áreas de estudo “flexíveis e modificáveis”, agrega Raila Oksanen, consultora da empresa finlandesa FCG, envolvida nas mudanças.

“As crianças têm diferentes formas de aprender”, diz ela, e por conta disso os espaços versáteis “possibilitam a formação de diferentes equipes, com base na forma como eles prefiram trabalhar e passar seu tempo de estudo”.

Diferentes ambientes

O conceito de plano aberto deve ser entendido de forma ampla – não só sob perspectiva arquitetônica, mas também pedagógica.

Segundo a consultora, isso significa que não se trata apenas de um espaço aberto no sentido físico, e sim de um “estado mental”.

Tradicionalmente, as salas de aula “foram projetadas para satisfazer as necessidades dos professores”, afirma Oksanen.

“A abertura (física) almeja que a escola responda às necessidades individuais dos alunos, permitindo a eles que assumam a responsabilidade por seu aprendizado e aumentem sua autorregulamentação”, diz ela. “Os próprios alunos estabelecem metas, resolvem problemas e completam seu aprendizado com base em objetivos.”

Vale destacar que a ideia do plano aberto não é totalmente nova.

Na própria Finlândia, as primeiras escolas com esse modelo foram idealizadas nos anos 1960 e 70, como grandes salões separados por paredes finas e por cortinas, explica Tapaninen, da Agência Nacional de Educação da Finlândia.

Mas na aquela época a cultura de aprendizado e os métodos de trabalho não estavam adaptados a esse tipo de ambiente. Além disso, havia reclamações quanto ao barulho e à acústica. Por tudo isso, nos anos 1980 e 90 o pais retomou o modelo de salas de aula fechadas.

Agora, um dos objetivos da reforma do sistema educacional finlandês é desenvolver novos ambientes de aprendizado e métodos de trabalho.

A ideia é que espaços físicos inspirem o aprendizado, mas não é preciso limitar-se à escola ou mesmo a um lugar físico.

“(As aulas) devem usar outros espaços, como a natureza, museus ou empresas”, explica Tapaninen.

“Videogames e outros ambientes virtuais também são reconhecidos como ambientes de aprendizagem. A tecnologia tem um papel crescente e significativo nas rotinas escolares, permitindo aos alunos envolver-se com mais facilidade no desenvolvimento e na seleção de seus próprios ambientes.”

Sem sapatos

A escolha pelo modelo trouxe desafios: o barulho e a luz intensificados pelo plano aberto, por exemplo, precisam ser levados em conta na criação de um bom ambiente de aprendizado.

“O uso de carpete no chão eliminou o ruído causado pelos móveis e pelo caminhar das pessoas”, explica o arquiteto.

E as escolas se converteram em espaços “sem sapatos”: os alunos ficam descalços ao entrar ou usam calçados leves.

Escolas mais abertas podem ser também mais vulneráveis, o que desperta preocupações com segurança.

“Já tivemos na Finlândia casos de invasores que atacaram escolas, matando estudantes e professores”, explica Tapaninen.

Ele se refere, por exemplo, ao caso de um estudante de 18 anos que dez anos atrás disparou contra seus colegas em uma escola em Tuusula, deixando oito mortos.

Por conta disso, cada escola finlandesa é obrigada a ter um plano de segurança com base na análise de riscos, criar rotas de fuga em cada espaço e fazer simulações de ataques para preparar os alunos.

Mas, segundo Tapaninen, a abertura das escolas “ajuda a orientação a rotas de fuga, mais do que em salas de aula fechadas e em corredores”.

A Finlândia tem 4,8 mil centros de ensino básico e superior. Anualmente, o país está reformando ou construindo entre 40 e 50 espaços, explica o arquiteto. E a maior parte deles segue o conceito de plano aberto.

“As escolas e seus usuários podem escolher livremente seu próprio conceito de ambiente de aprendizado, dependendo da visão local, do plano de estudos, da cultura de trabalho e de seus métodos”, diz ele. “Aparentemente, a tendência de abertura nos ambientes educativos está se tornando a favorita (das escolas).”

A PRIMEIRA ESCOLA NORMAL DA CAMPANHA - MG.

 
           Este é o prédio onde funcionou a primeira Escola Normal da Campanha. 
           Educação e Cultura tornaram Campanha indiscutivelmente a matriz da cultura Sul Mineira, senão vejamos: Já em 1.800 a Câmara instituiu cadeiras de ler e escrever e Gramática Latina; 1830, cadeira de Francês; 1837, cadeira de Filosofia e Retórica; 1859 funda-se o Colégio Campanhense, 1873 instala-se a Escola Normal Oficial, a segunda do estado (a 1ª na capital Ouro Preto) o Colégio dos Jesuítas, o Colégio Sion em 1904; Seminário Diocesano; Ginásio Diocesano São João;
           De acordo com a historiadora Ana Cristina Pereira Lage neste local foi instalada a 2ª Escola Normal de Minas Gerais e a primeira da cidade da Campanha tendo sido inaugurada em 1873 e encerrada suas atividade de 1905. 
           A foto acima foi tirada bem no início do século XIX . Era exatamente neste local onde se encontram as ruas: Perdigão Malheiros com a Dr. José Borges Neto e começa  a Avenida Ministro Alfredo Valladão. 


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

CURIOSIDADE DA CAMPANHA-MG

          No dia 07 de maio de 1945, meu avô Paulino Araújo Ferreira Lopes estava ouvindo a rádio nacional do Rio de Janeiro, por volta de 14:30 quando foi anunciado o final da 2ª guerra mundial.
          Assim que acabou de ouvir a notícia, uma galinha de sua casa começou a cantar. Naquela época era muito comum a criação de galinhas em casa na cidade. Ele desceu até ao galinheiro pensando em pegar uma ovo fresco para fazer uma gemada, que ele adorava.
          Eis ai a grande surpresa. Ao pegar o ovo ele notou que havia algo estranho, em alto relevo na casca do ovo havia um pequeno T e um grande V. Pela coincidência do anuncio do fim da guerra, logo pensaram até a galinha estava comemorando. Como são divulgadas várias datas do final da guerra, devido a dificuldade de comunicação da época, acreditamos que o mundo animal não erra. E assim o OVO DA VITÓRIA começou uma peregrinação por várias cidades, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro. E lhe foi oferecido na época, um bom dinheiro para que o tal ovo ficasse no Museu Nacional na Rio de Janeiro. Como ele nunca foi uma pessoa materialista, presa ao dinheiro e tinha uma palavra só, rejeitou a proposta com muita naturalidade, porque já havia prometido que este ovo ficaria no Museu da Campanha, conhecido hoje como MUSEU REGIONAL DO SUL DE MINAS.

UM BOM EXEMPLO DOS ÍDOLOS.

Para estimular o hábito da leitura, turma estrelada vai ler para a criançada

Se conhecer uma história cheia de aventuras encanta muita gente, imagine quando quem conta é um dos seus artistas preferidos? Assim será o “Lê Pra Mim?”, projeto que estimula o hábito da leitura para crianças de 5 a 10 anos, que entre os dias 19 e 21 de setembro ocupa a Biblioteca Parque Villa-Lobos com a presença dos cantores Daniel e Wanessa Camargo, da atriz e modelo Viviane Araújo, dos escritores Pedro Bandeira e Thais Accioli, do atleta Edinho (da seleção brasileira de canoagem), da cantora Luciana Mello, do cantor e apresentador João Gordo e mais personalidades.

Serão quatro sessões diárias gratuitas, de terça a quinta-feira, às 10h, 11h, 13h e 14h, na Oca do Ibirapuera. Por lá, 100 almofadas em formatos de grandes livros vão receber os pequenos. Cada apresentação terá um intérprete de Língua Brasileira de Sinais, que fará a tradução simultânea em libras para crianças com baixa auditiva. Todos os encontros literários terão a participação de crianças de escolas públicas e instituições filantrópicas.

Potencializar a experiência da literatura entre as crianças é o grande diferencial do projeto idealizado pela atriz Sônia de Paula e pelo produtor Marcelo Aouila há sete anos. “Em cada um desses encontros os artistas leem dois livros. Fazemos uma seleção de títulos que mesclam opiniões positivas da crítica especializada e com obras brasileiras que obtiveram sucesso comercial. Procuramos narrativas que divirtam, mas que também despertem as crianças para valores como ética, amizade e respeito. Além disso, escolhemos livros que discutam temas importantes e que provoquem a reflexão, como o bullying”, explica Aouila.

Obras como “Marcelo, Marmelo Martelo”, de Ruth Rocha, “Menina Nina”, de Ziraldo, “João Boboca ou João Sabido”, de Rosane Pamplona, “Até as Princesas Soltam Pum”, de Ilan Brenman, “A História da Menina” e “O Medo da Menina”, de Luciene Regina Paulino Tognetta, entre outras, são alguns dos livros selecionados que serão lidos pelos artistas. Conheça mais sobre o projeto “Lê Pra Mim?” no site http://lepramim2010.blogspot.com

Projeto Lê Pra Mim?
Quando: de 19 a 21 de setembro | terça a quinta-feira: às 10h, 11h, 13h e 14h
Onde: Biblioteca Parque Villa Lobos | Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001
Entregada: Entrada franca | os ingressos poderão ser retirados na bilheteria com uma hora de antecedência

ESFERAS MENTAIS E ESPIRITUAIS.

ESFERAS Mentais e Espirituais !

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Ninguém precisa ausentar-se da Terra para entrar em relações com esferas diferentes.
A diversidade de nossas moradias começa neste mundo mesmo.
Cada mente vive na onda dos desejos que lhe são próprios.
Cada coração palpita nos sentimentos que esposa.
Residimos no lugar em que situamos a própria alma.
Há quem se detenha fisicamente num palácio, sentindo-se no purgatório do desespero, e existe quem se demore num casebre guardando as alegrias de um paraíso interior.
Há quem penetre no inferno da angústia, usando a chave da fortuna, e há quem alcance o Céu, manobrando uma enxada.
Cada espírito permanece na posição que lhe agrada.
Por isso mesmo Jesus, em nos socorrendo na Terra, buscou ampliar-nos a visão e aperfeiçoar-nos o espírito para que se nos engrandeça a esfera individual e coletiva de ideal e realização, de trabalho e de luta.
Cada dia com o Evangelho no coração e nas palavras, nas atitudes e nas mãos é mais um passo para as eminências da vida.
De modo a elevar-se de condição, ninguém reclame contra o cativeiro das circunstâncias.
Se os sentimentos frágeis e enfermiços são produtos do ambiente em que respiram, os sentimentos nobres e robustos são organizadores do ambiente em que atuam, na sustentação de si mesmos e a benefício dos outros.
Jesus, até hoje, convida-nos, através da Boa Nova, a construir a esfera mais elevada em que nos cabe marchar para Deus.
Se nos propomos a atingir as Moradas do Amor e da Sabedoria, na Luz Imperecível, aprendamos a renunciar a nós mesmos, avançando, corajosamente, sob a cruz dos deveres de cada dia, a fim de encontrarmos o Cristo em nossa desejada renovação.

(Emmanuel - Da obra: “Abrigo” - Francisco Cândido Xavier)

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