segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

AS ALMAS QUE SE AMAM SE ENCONTRAM EM OUTRAS VIDAS?

As ALMAS que se AMAM se ENCONTRAM em OUTRAS VIDAS ?

Na espiritualidade o sentimento é claro, de uma força e suavidade que mostram o que existe entre os espíritos que o sentem. Tanto mais fácil perceber este elo afetivo, quanto mais desenvolvido moral e espiritualmente é o espírito. Já durante a encarnação, há uma limitação imposta pelo esquecimento do passado, uma vantagem que Deus nos proporcionou para que o livre-arbítrio fosse pleno em nós. Quando encarnamos esquecemos do passado, e deixamos adormecidas lembranças e sentimentos. Se duas almas que se amam se encontram, talvez não venham a perceber imediatamente a importância real de uma na vida da outra, mas sentirão empatia, simpatia ímpar e profunda, o que as faz pender para a pessoa que acabaram de conhecer na nova encarnação. O reconhecimento de um amor de milênios pode ser forte e imediato, mas em geral, para nos facilitar a vida, surge doce e suave, lenta e profundamente.

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O fato de duas almas terem aprendido a amar-se e que se procuram para continuar juntas sua jornada – enco
ntrarem-se na encarnação, não significa necessariamente que devam ficar juntas, enquanto a experiência terrena estiver em andamento. Há reencontros que acontecem para que formem família, exemplifiquem o sentimento, evoluindo e dando, uma à outra, força nas provas, expiações e missões que vieram cumprir. É bem comum também que afetos verdadeiros não se encontrem, que estejam, cada um, vivendo experiências com outras almas, de modo a ampliar os laços do amor fraternal. Neste caso, costumam aliviar a saudade através de visitas em espírito (sonhos).
Há ainda outra possibilidade, em geral prova bem difícil por exigir o mais amplo sentimento de resignação, coragem e amor ao próximo: duas almas encontrarem-se, reconhecerem-se, amarem-se e não poderem ficar juntas porque já estão comprometidas com outras pessoas e famílias.
E porque Deus faria isso?
 Deus não fez. As próprias almas pediram esta prova como exercício expiatório e prova de resistência de suas más tendências, em geral, o egoísmo.
Imaginemos…
love 
Duas almas aprendem a se amar; almas gêmeas que se tornam, escolhem experiências que irão fazê-las evoluir. Espíritos ainda em progresso, possuem defeitos morais que estão trabalhando nas existências. Nascem juntas, separadas, na mesma família, em outras, entre amigos ou inimigos. Entre tantas vidas, numa optam por temporariamente (o que são os anos de uma encarnação perante a imortalidade?) por encarnarem separadas. Casam-se com outras pessoas, formam famílias. Mas um dia encontram-se. Reconhecem-se. O amor ressurge. Seus compromissos espirituais são logo esquecidos, desejam-se. Eles deveriam resistir à tentação de trair, de abandonar os companheiros, os filhos, os compromissos, construindo falsa felicidade sobre lágrimas alheias. No entanto cedem. Traem, abandonam, fogem… não importa. Querem ser felizes e isso lhes basta. É o egoísmo e a falta de fé no futuro, que lhes dirige a ação.
Mas não há real felicidade senão a conquistada no direito e na justiça. Se vencerem a tentação de fazer o que citamos, terão no futuro o mérito de estar uma com a outra. Se se deixam arrastar pelas paixões, estarão fadadas a novos afastamentos, lições dolorosas.
Escolhem esta experiência porque a visão que têm na espiritualidade é diferente da limitada visão da encarnação. Melhor abrir temporariamente mão da presença amada, já que o afeto não se esvai na ausência, do que abrir mão de estarem juntos em várias vidas e seus intervalos. Sendo o egoísmo o único motivador (e não o amor) da escolha de ficarem juntos a qualquer preço, constrói-se sólido castelo sobre a areia das ilusões. Fatalmente ele desmoronará, e será preciso reconstruí-lo.
fonte espiritismoerazao

CIDADES QUE INSPIRAM GRANDES ESCRITORES SÃO ROTA DE CRUZEIROS.

Cidades que inspiraram grandes escritores são rota de cruzeiros

Viajar é bom para relaxar, conhecer novos lugares e também absorver novas culturas. Para quem busca inspiração e criatividade, cruzeiros podem ser uma fonte de conhecimento. Alguns escritores, por exemplo, levaram isso tão à sério que em muitos casos fixaram residência em cidades só para concluir algum livro ou estudo. A Regent Seven Seas Cruises fez uma curadoria e listou alguns casos que vão levar fãs de literatura para os ambientes de criação de suas obras favoritas. Confira:

Ezra Pound e Hans Christian Andersen – Portofino / Aldeia Sestri Levante (Itália)

Portofino é uma das paradas do cruzeiro que faz o trajeto de Barcelona a Roma. Nessa parada, o hóspede pode conhecer belos cenários da cidade e, em uma pequena viagem de barco, chegar a aldeia de Sestri Levante, local que inspirou escritores como Ezra Pound e Hans Christian Andersen. Andersen foi o autor dinamarquês quem nomeou a baía da aldeia como Baía das Fábulas, e é lá que acontece o Andersen Festival – o mais importante festival italiano dedicado aos contos de fadas e teatro em espaços não convencionais. Esse pacote inclui oito noites a bordo e com paradas em portos da Europa, com saída no dia 23 de abril de 2018. As tarifas começam a partir de R$16.769.

Pablo Neruda – Valparaíso, Chile

A cidade que inspirou Pablo Neruda está no roteiro do cruzeiro que sai do Rio de Janeiro e vai para Santiago. Valparaíso é conhecida por sua arquitetura e já foi citada em obras mundialmente famosas, como “Moby Dick”, de Herman Melville. Além dessa, a cidade também foi inspiração para Pablo Neruda, que teve uma relação muito próxima com o local.

O cruzeiro que passa por lá tem uma visita a “La Sebastiana”, imóvel onde morou o escritor chileno nos anos 60 e funciona como museu e centro cultural, recebendo exposições, palestras, oficinas e saraus, e abriga um grande acervo de objetos que pertenceram ao poeta. Essa viagem tem duração de 28 noites a bordo e fazendo paradas e os valores começam a partir de R$49.749.

George Bernard Shaw, William Butler Yeats e James Joyce – Dublin, Irlanda

A Irlanda também está entre os locais que inspiraram escritores. Um dos cruzeiros passa por Dublin, capital e maior cidade do país. Lá nasceram figuras literárias proeminentes, como George Bernard Shaw, William Butler Yeats e James Joyce. Em Ulissses (1922), Dublin foi palco para um dia na vida de Leopold Bloom, personagem criado por Joyce.

Nesse roteiro, é possível passar por locais como a Martello Tower (onde se localiza o Museu James Joyce), o Pub Davy Byrnes, o Cemitério Glasnevin, o Correio Westland Row, a farmácia Sweny e muitos outros citados no livro. O cruzeiro tem partida e chegada na cidade de Londres e dura doze noites. Os preços saem a partir de R$31.869 e a data de partida está prevista para 31 de maio de 2018.

Friedrich Nietzsche – Sorrento/Capri, Itália

Construída em uma encosta com vistas e paisagens deslumbrantes, Sorrento é uma das cidades que inspira escritores consagrados e grandes nomes da literatura. Charles Dickens, o poeta britânico George Byron , o russo Leon Tolstoi e em especial para o filósofo e escritor alemão Friedrich Nietzsche foram alguns nome que tiveram a cidade como inspiração para suas obras.

Foi ali que Nietzsche escreveu e viveu experiências que se encontram em pelo menos três de suas mais importantes obras: Humano, Demasiado Humano; Assim Falou Zaratustra; e Além do Bem e do Mal. O cruzeiro que passa pelo destino vai de Roma a Veneza. Ele dura dez noites e tem preços a partir de R$21.489.

A costa de Sorrento é um dos locais que os passageiros do cruzeiro podem conhecer.

domingo, 3 de dezembro de 2017

OS ESPÍRITOS QUE NÃO ACEITAM A PRÓPRIA MORTE MUITAS VEZES SÃO AMPARADOS EM CENTROS ESPÍRITAS !

OS ESPÍRITOS QUE NÃO ACEITAM A PRÓPRIA MORTE MUITAS VEZES SÃO AMPARADOS EM CENTROS ESPÍRITAS !

Meu Irmão você desencarnou...
– O que é isso? 
Você morreu .
– Você ta louco? 
Não amigo, chegou a sua hora. 
– Não, não posso, tenho projetos, ta doido? De onde você tirou essa idéia? Andou bebendo? 
Não amigo o médico que falou. 
– Pois eu vou processar o médico, era só o que faltava, eu morto? É cada uma. 
Olhe para esse corpo aí é seu? 
–Não é não, esse não sou eu, que brincadeira é essa? Eu estou aonde? Não estava no hospital? Eu lembro que ia fazer uma cirurgia, alguém pode me explicar o que está acontecendo? Onde estou? 
Você está nesse momento eu um Centro Espírita.
– Centro Espírita? Isso não é coisa do Demônio? 
Não amigo você está sendo atendido, foi resgatado do corpo físico, estava no sono reparador, e foi trazido aqui justamente porque o seu estado de consciência adormecido, não estava permitindo que você despertasse para a nova realidade, você desencarnou, morreu, como dizem entre a maioria dos encarnados, mas ninguém morre, a vida é eterna, você passou para o mundo espiritual, você agora é um espírito, seu corpo não é mais de carne, é de um material diferente, uma mistura de eletricidade, magnetismos e matéria quintessenciada (Vaporosa), seu corpo agora é chamado de Perispírito, que é o corpo do espírito, também chamado por outras denominações, como: Corpo Etéreo; Duplo Etéreo; Corpo Astral, enfim os Povos deram vários nomes, nós Espíritas, chamamos de Perispírito, o corpo do Espírito. 
Os Católicos o chamam de Alma, mas Allan Kardec perguntou aos Espíritos qual a diferença entre alma e espírito, e eles responderam que alma é o espírito encarnado, ou seja, ligado a um corpo de carne, também chamada de Espírito encarnado, e, espírito é quando a alma deixa o corpo de carne, pela morte física ou desencarne, quando o laço que une os dois, o cordão luminoso que se localiza na base do umbigo, se rompe e há o desligamento, então o espírito agora assim chamado, passa a fazer parte do mundo Invisível aos olhos grosseiros da maioria dos vivos, ou o Mundo espiritual.
– É mesmo, eu estou diferente, mas estou sentindo dores no peito
Você teve um enfarto, e traumatizou seu perispírito, você ainda tem energias da matéria que precisa perder, quer ir para o hospital para ser medicado? 
– Eu não tenho dinheiro, hospital custa caro. 
Não meu Irmão estou falando de um hospital no Mundo Espiritual que está na nossa Jurisdição, dentre os inúmeros que existem espalhados pelo planeta para atendimento aos resgatados ou não. O Crédito aqui é medido no trabalho no bem em existências passadas e nessa, seu crédito pessoal está em déficit, mas amigos emprestaram créditos e a Casa de Oração também goza de créditos no Mundo Espiritual, com isso as leis de Deus estão permitindo que você seja tratado no nosso hospital, ficará com o débito dos empréstimos, agradeça aos poucos amigos que conseguiu fazer com o bem, mesmo que involuntário feito por você em diversas circunstâncias. Pagará os débitos com trabalho edificante, e com a caridade. 
- Há sendo assim eu quero ir para o hospital, para me livrar dessa dor intensa no meu peito. 
– Quer ir agora? Veja aí dois enfermeiros com uma maca para lhe levar, ta vendo? 
– Tô, eu vou com eles estão me chamando. 
– Vá meu Irmão, que Jesus te acompanhe.
*** Essas são as surpresas, mais comuns, dos recém-desencarnados, que tenho presenciado ao longo dos anos. Muitas surpresas nos são reveladas que envolvem a vida presente e vidas passadas dos recém-desencarnados que ainda não tiveram consciência na maioria das vezes, nem que desencarnaram e muito menos que já tiveram outras vidas.
Essas são coisas que somente aqueles cuja missão Divina, lhes dá condições de conhecer o Mundo Espiritual e acompanhar a situação dos desencarnados, amigos parentes, conhecidos ou não, poder analisar e fazer reflexões sobre a vida encarnada e desencarnada, porque a vida é uma só: "A Vida eterna, a vida do Espírito".
Autor desconhecido

TRABALHO VOLTADO PARA A POPULAÇÃO.

Trabalho voltado para a população


“Organizar a casa para receber bem o público”. Esse é o atual lema da bibliotecária Luciana Mendes Ferreira (CRB-6/3101), que há seis meses foi contratada para gerir a Biblioteca Pública Municipal Engenheiro Osmário Soares Nogueira, em Itaúna, cidade localizada no oeste de Minas Gerais.

A vaga foi aberta após a fiscalização do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) após constatar a ausência de um profissional habilitado para administrar o espaço. Aprovada na seleção, Luciana agora se dedica a deixar tudo em ordem.

O primeiro passo foi analisar o acervo remanescente, de 9.600 obras. “Com a seleção, parte permanecerá e parte será doada”, conta. Esse trabalho será importante para a informatização. O projeto, inclusive, já está em andamento e a previsão é de seja implantado o programa de gerenciamento Koha. “Por não estar informatizada, é difícil obter dados precisos sobre a biblioteca. Foi um trabalho enorme conhecer todo o acervo”, acrescenta a bibliotecária.

Outro foco desses primeiros meses foi conhecer o público da biblioteca. Os registros de usuários foram organizados. Agora, está sendo realizado um estudo do público. Uma primeira tentativa foi feita por meio de um formulário online, mas ele não gerou resultados. A alternativa foi recorrer ao formato impresso, que está sendo preenchido por quem frequenta o espaço.

Após esse trabalho de organização, Luciana espera realizar atividades voltadas para a população. “A ideia é que a biblioteca contribua com o letramento das pessoas. Quando o usuário vem aqui, ele precisa entender porque existimos. É preciso mostrar isso de alguma forma”, diz. Para isso, um projeto piloto será iniciado com uma turma da rede pública de ensino.

Na segunda quinzena de novembro, a primeira turma vai visitar o espaço. A ideia é trabalhar com quatro estações de conhecimento, que oferecerão atividades diferentes em cada uma delas. Além disso, serão promovidas visitas guiadas e ações programadas, voltadas para os estudantes.

Outro projeto para 2018 é criar um espaço dedicado às obras em braile que a biblioteca possui. Todas as novas propostas de sinalização e layout já visam facilitar o acesso e a busca, especialmente de deficientes.

Leia mais histórias
O CRB-6 vem publicando uma série de matérias com a história de profissionais contratados após as fiscalizações do Conselho. Leia os relatos já publicados (e clique aqui para ter acesso aos links):

– Águida Heloiza Almeida de Paula (CRB-6/2191)

– Ana Paula Meira (CRB-6/2768)

– Ângela Aparecida Ribeiro (CRB-6/3395)

– Camila Canto Garcia Netto (CRB-6/3365)

– Célia Barbosa (CRB-6/3123)

sábado, 2 de dezembro de 2017

CORPORAÇÃO MUSICAL MAESTRO WALTER SALES.

Esta é a Corporação Musical Maestro Walter Sales, há décadas participando dos eventos históricos, sociais e religiosos da nossa Campanha

UM POUCO SOBRE MARIA (Visão Espírita)

UM POUCO SOBRE MARIA (Visão Espírita)

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“Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José Simão e Judas?” (Mateus 13, 55)

É certo que Maria faz parte de um grupo de espíritos evoluídos que vieram para preparar a chegada de Jesus. É um espírito tão puro, que recebeu a missão nobre de conduzir o governador da Terra, modelo e guia da humanidade. Maria é sinônimo de amor, prova disto foi a sua resignação ao presenciar o sofrimento de seu filho, em nome da salvação da humanidade. E é por isso que este espírito desperta tanta simpatia e admiração entre as pessoas. Há quem acredite que, pedir a intercessão de Maria é o método mais eficaz de se chegar a Jesus, pois um filho não negaria o pedido de uma mãe.

Na literatura espírita, encontramos vários registros sobre Maria na espiritualidade. O livro “Memórias de um Suicida”, descreve as atividades da legião dos servos de Maria, um grupo de espíritos especializados no resgate de suicidas nas zonas inferiores, após o socorro dos réprobos e os mesmos são encaminhados ao Hospital Maria de Nazaré. Esta instituição é dirigida pela mãe de Jesus. Camilo Cândido Botelho, autor espiritual desta obra, relata que a tarefa de cuidar de espíritos suicidas não poderia ser desempenhada por outro espírito a não ser Maria, por ela ser a referência de amor e dedicação fraternal.

PROFESSOR FAZ DA LEITURA NOVO MEIO DE ESTUDANTES VEREM O MUNDO.

Professor faz da leitura novo meio de estudantes verem o mundo

Livros nas mãos e olhares atentos. É assim que os alunos da Escola Municipal Raimundo Moreira Sena, no Bom Jardim, começam o dia de aula às quintas-feiras. Durante 30 minutos, as crianças leem livros, cordéis, revistas e jornais impressos. É o projeto Confraria da Leitura.

A leitura que a gente desenvolve é lúdica. O aluno pode escolher um livro ou não. Ele não é obrigado, a gente quer que ele sinta o prazer”, define o idealizador da ação, o professor de história e cordelista João Teles Aguiar, 52.

O objetivo é ampliar as perspectivas dos jovens. Por isso, depois da leitura, o educador direciona um debate abordando o tema da leitura e a rotina dos jovens na comunidade. “É o que a gente chama de leitura de mundo. Isso possibilita à criança ler o entorno que ela vive de outra forma, que não seja ligada à violência”, relata.

A ação de incentivo à leitura deu fôlego ao aprendizado de 150 estudantes, de 6 a 14 anos. O projeto alcança crianças e adolescentes da região há 21 anos. Consegue estreitar a relação entre as comunidades e a literatura por meio de rodas de conversa, programas para a rádio-escola e esquetes teatrais e musicais. “Para uma criança que vive numa região onde não tem biblioteca, não tem grandes centros culturais, a leitura acaba sendo um viés para ter novas perspectivas”, expõe João.

Aluno do 5º ano, Paulo Roberto Sousa, de 12 anos, comemora a iniciativa implantada há cerca de um mês nesta escola. “O professor já chegou dizendo que ler é tudo. Ele incentiva muito a gente. E eu adoro ler, acho muito importante”, reconhece.

O professor João leva a confraria para as instituições em que trabalha. A escola Moreira Sena está entre as sete escolas de cinco bairros alcançadas pela iniciativa. A mais recente foi a Escola Municipal Demócrito Dummar, no Canindezinho. Lá, o projeto resultou na implantação de uma gibiteca.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

OS IRMÃOS CANADENSES NA CAMPANHA.

             Em outubro passado, completou 72 anos da chegada dos Irmãos do Sagrado Coração, vindos do Canadá direto para Campanha. Vieram a convite do Bispo Dom Inocêncio Enguelke para ajudar a formação dos nossos jovens rapazes. Depois de quase 20 anos apenas educando, eles voltaram às suas origens que é a de fazer um trabalho social e educacional, foi quando criaram o PRONOAMA, uma das principais obras sociais da nossa cidade, que vale a pena ser visitada. 

             Para quem não se lembra, vale aqui uma lembrança de como eram as nossas crianças e adolescentes antes da criação do PRONOAMA.

             Tínhamos sérios problemas de crianças pelas ruas, dos quais muitos, mendigando. Hoje, as crianças assistidas nesta instituição, fazem o contrata turno, recebendo orientação escolar, educação física, artística, informática, psicológica, dentária e outras, dando aos pais a tranquilidade de saírem para trabalhar.

             Parabéns Campanha pela importantíssima obra social e educacional de possui.

A RIQUEZA DA NOSSA LÍNGUA.

Na língua portuguesa tem um risquinho que faz toda a diferença, chamado vírgula.
Usando as mesmas palavras e alterando apenas a virgula, você pode mudar a frase completamente.

COLOQUE UMA VÍRGULA NA SEGUINTE FRASE:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.


* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, provavelmente colocou a vírgula depois de TEM...

Parabéns à virgula.

A RÉ FOI ENGATADA DE TEMPO EM TEMPO.

 Vejam como os apaixonados manifestavam os seus sentimentos. De tempo em tempo o romantismo está perdendo espaço para uma imbecilidade, uma falta de cultura de , falta de respeito,  até mesmo falta de sentimento, que não tem mais limites.  Sim, porque quem diz à outra pessoa estas coisas, não tem sentimento algum, ela esta se dirigindo à uma coisa.

TRISTE REALIDADE.!!!
Década de 30: Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada. És formada com o ardor da alma da mais linda flor,
de mais ativo amor, na vida é a preferida pelo beija-flor...." ---------------------------------------------------------
Década de 40: "A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar.. Nos seus olhos eu suponho,
que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar" -----------------------------------------------------------------------
Década de 50: " Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar.
Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema. É a coisa mais linda que eu já vi passar." 

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Década de 60: Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem
mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você...." ---------------------------------------------------------
Década de 70: "Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar.... Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar...." ---------------------------------------------------------
Década de 80: "Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias, luz das acácias, você é mãe do sol. Linda...." --------------------------------------------------------
Década de 90: "Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar. E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?" ---------------------------------------------------------
Em 2001: Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão! Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão! Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim"!

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Em 2002: "Só as cachorras! Hu Hu Hu Hu Hu!
As preparadas! Hu Hu Hu Hu! As poposudas! Hu Hu Hu Hu Hu!" ---------------------------------------------------------
Em 2003: "Pocotó pocotó pocotó...minha éguinha pocotó! ---------------------------------------------------------
Em 2004: "Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas! Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!" --------------------------------------------------------
Em 2005: "Hoje é festa lá no meu ap, pode aparecer, vai rolar bunda lele!" ---------------------------------------------------------
Em 2006: "Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!! Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim!" ----------------------------------------------------------
Em 2010: " Chapeuzinho pra onde você vai, diz aí menina que eu vou atrás.
Pra que você quer saber?
Eu sou o lobo mau, au, au
Eu sou o lobo mau, au, au
E o que você vai fazer?
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer"


ONDE FOI QUE NÓS ERRAMOS? SERÁ QUE AINDA É POSSÍVEL PIORAR?

A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO DE RUBEM ALVES.

A primeira ressureição de Rubem Alves

Galeno Amorim
As três boas horas que passei, hoje, entre cinquenta presos-leitores da Penitenciária Masculina de Ribeirão Preto, me deram alegria e alento redobrados. Em primeiro lugar, porque compartilhar histórias e uma prosa alongada sobre o papel dos livros na vida das pessoas com gente interessada no assunto não tem preço. Não é pouca coisa.

Depois, porque poder testemunhar a ressureição de uma biblioteca, literalmente das cinzas, e que já alcança, em tão pouco tempo, resultados pra bibliotecário nenhum botar defeito, também não é pra qualquer um.

O caso é que pude ver, com os próprios olhos (que ainda hão de ler muitos livros nesta vida), nesta quinta-feira de sol a pino, uma e outra coisa. E, no final, ainda filar uma bóia por lá, junto a pessoas queridas.

Desta vez resolvi deixar um pouco de lado minha velha e surrada ladainha sobre como livros mudam e transformam, para melhor, a vida de pessoas. Mesmo porque muitos deles, antes mesmo que eu repetisse minha cantilena, já me ensinavam, de modo prático e reto, como é que isso se dá, pra valer, na prática.

Muitos ali haviam acabado de ler "Carrasco de Goleiros", uma biografia que cobre os primeiros anos da vida do Ronaldo Fenômeno (na época, ainda Ronaldinho, um menino rumo ao prometido estrelato mundial). A obra foi escrita a seis mãos (belas mãos, diga-se de passagem, essas do escritor Luiz Puntel e dos jornalistas, também autores, Luiz Carlos Ramos e Brás Henrique), e publicada por mim, antes da virada do último milênio.

O livro fez muito sucesso entre os jovens na última década do século passado. E faz até hoje, entre os participantes dos vinte clubes de leitura que o Instituto Palavra Mágica, que eu criei e mantenho, leva, junto com a Funap, aos presídios paulistas. Uma hora dessas eu conto algumas dessas histórias.

Mas o fato é que a alegria maior ainda estava por vir.

Nesse presídio, eu inaugurei, nos primeiros anos da década de 2.000, quando era secretário de Cultura de Ribeirão Preto, uma das 80 bibliotecas (sim, isto mesmo: 80 bibliotecas) que abri, em pouco mais de três anos, na cidade. Era uma biblioteca modelar e eu sempre a citava como exemplo por duas razões: primeiro porque, em apenas quatro meses, a quantidade inaugural de livros mais que dobrou, graças às doações dos visitantes que se encantavam, nas visitas, de ouvir dos entes queridos e amigos presos que só faziam ler e falar de livros e personagens.

As doações não tardaram, rápidas e certeiras, e o acervo foi lá pras alturas.

Contudo, o que dava mesmo água na boca e fazia encher de outras águas, estas salgadas, os olhos de quem quer que tomasse conhecimento do que se passava por ali, era seus indicadores de leitura (na ocasião, graças a essa e a outras políticas, o índice de leitura na cidade multiplicou-se por 6, e muito se devia ao número de livros emprestados, especificamente, naquela biblioteca, não por acaso batizada de Rubem Alves).

Pois bem: numa rebelião, em 2006, esses livros viraram pó.

Mas a história que traziam esses livros e a história da própria biblioteca, não. Algo permaneceu em seu DNA.

Custou, mas, enfim, a boa e aguerrida bibliotequinha da cadeia se reergueu. Agora, está de pé. Já contabiliza 2.500 livros, que crescem feito foguete. Estão, hermeticamente, enfileirados e organizados, de tal forma que encheriam de orgulho qualquer bibliotecário. Quem faz isso, com zelo de quem carrega o andor, é um dos presos, também incubido de fazer os livros voarem pelos quatro pavilhões. E como o faz!

Assim do nada (eita expressão que, definitivamente, não cabe aqui, nestas linhas...), os presos voltaram a ler. E os livros já não param nas estantes. Nos oito meses do ano, um entre cada 4 reclusos leu ao menos um livro. Mais: cada leitor do lugar (há 2.000 homens cumprindo pena por lá) lê, em média, 3 livros por mês (ou 36 por ano, várias vezes mais do que a média nacional, de míseros 4,97 livros lidos pelos brasileiros acima de 5 anos a cada 12 meses, incluídos aí os escolares).

Rubem Alves, lá de onde está, sorri. É um sorriso de criança.

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

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