quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
SORRIA, POR FAVOR.
CUIDADO COM OS FALSOS MÉDIUNS!
SEJAMOS PRUDENTES, não Acreditemos em TUDO e em TODOS ! Cuidado com FALSOS MÉDIUNS !
Jesus pediu para que fossemos "mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes". E nós somos mansos como as pombas e nos esquecemos de ser prudente como a serpente. E tudo que os outros dizem, muitos de nós, acreditamos.
Na idade média, a religião tradicional dizia para o povo que o mundo ia acabar. E o povo saía entregando as fazendas, as cabras, as casas, para a religião dominante. Mas, se o mundo ia acabar, porque a religião recebia? E ninguém refletia sobre isto? Mostrando como somos tolos.
Temos que pensar no que está sendo apregoado, se faz sentido. E na maioria das vezes, veremos que são coisas ridículas. E os zombeteiros tiram proveito disso, enquanto nós nos conformamos dizemos que isso é das religiões.
As pessoas mais atentas dirão: “Tá vendo, o que a religião faz com a cabeça dos outros?” Mas não é a religião, são alguns religiosos encarnados ou desencarnados, ou pseudo religiosos, seria melhor dizer, que se valem do nome da crença, da atitude das pessoas, da imaturidade emocional dos indivíduos, e saem por ai pregando.
J. Raul Teixeira conta, em uma de suas palestras que certa vez, no seu Estado (R.J.), apareceu um indivíduo com um cobertor nas costas, fazendo profecia e dizendo que aquele cobertor havia sido mandado tecer por Maria de Nazaré para ele. E as pessoas iam lá colocar a mão no tal cobertor e queriam levar um pedacinho.
E conclui dizendo: “em pleno século 21, é um vexame. Muita gente sofre enganos, é enganada, é iludida, furtada, roubada, porque não amadureceu emocionalmente, intelectualmente, não aprendeu a raciocinar. E estes quesitos não podem ser imputados à Deus, à Jesus e nem à religião, mas sim, aos grupos sócio-econômico, político-econômico, que adotam os nomes das religiões. Bom senso e água fluidificada, não fazem mal a ninguém.
É a ingenuidade que faz com que as pessoas busquem este tipo de coisa. Isso vai gerando a ignorância cada vez maior das pessoas. Quando alguém ouve que apareceu Nossa Senhora na janela, o povo todo marcha para lá. Encontraremos universitários ou não, é uma ignorância generalizada.
Usemos o raciocínio e perguntemos: “Será que Nossa Senhora não tem mais o que fazer nos páramos celestiais?” ; “Será que para ajudar a humanidade ela precisa vir aqui em São Paulo, Rio de Janeiro, etc.?”; “Por que Maria não apareceria para os povos africanos, japoneses ou da Etiópia?”
Por detrás desta psicologia da credulidade tem sempre alguém tirando vantagem. Nós estamos desacostumados a pensar. Nós estamos acostumados a acreditar. Somos pouco criteriosos. O Espiritismo está nos ajudando a pensar, questionar e não aceitar tudo que nos dizem.”
-fonte: Grupo de Estudos Allan Kardec-
Na idade média, a religião tradicional dizia para o povo que o mundo ia acabar. E o povo saía entregando as fazendas, as cabras, as casas, para a religião dominante. Mas, se o mundo ia acabar, porque a religião recebia? E ninguém refletia sobre isto? Mostrando como somos tolos.
Temos que pensar no que está sendo apregoado, se faz sentido. E na maioria das vezes, veremos que são coisas ridículas. E os zombeteiros tiram proveito disso, enquanto nós nos conformamos dizemos que isso é das religiões.
As pessoas mais atentas dirão: “Tá vendo, o que a religião faz com a cabeça dos outros?” Mas não é a religião, são alguns religiosos encarnados ou desencarnados, ou pseudo religiosos, seria melhor dizer, que se valem do nome da crença, da atitude das pessoas, da imaturidade emocional dos indivíduos, e saem por ai pregando.
J. Raul Teixeira conta, em uma de suas palestras que certa vez, no seu Estado (R.J.), apareceu um indivíduo com um cobertor nas costas, fazendo profecia e dizendo que aquele cobertor havia sido mandado tecer por Maria de Nazaré para ele. E as pessoas iam lá colocar a mão no tal cobertor e queriam levar um pedacinho.
E conclui dizendo: “em pleno século 21, é um vexame. Muita gente sofre enganos, é enganada, é iludida, furtada, roubada, porque não amadureceu emocionalmente, intelectualmente, não aprendeu a raciocinar. E estes quesitos não podem ser imputados à Deus, à Jesus e nem à religião, mas sim, aos grupos sócio-econômico, político-econômico, que adotam os nomes das religiões. Bom senso e água fluidificada, não fazem mal a ninguém.
É a ingenuidade que faz com que as pessoas busquem este tipo de coisa. Isso vai gerando a ignorância cada vez maior das pessoas. Quando alguém ouve que apareceu Nossa Senhora na janela, o povo todo marcha para lá. Encontraremos universitários ou não, é uma ignorância generalizada.
Usemos o raciocínio e perguntemos: “Será que Nossa Senhora não tem mais o que fazer nos páramos celestiais?” ; “Será que para ajudar a humanidade ela precisa vir aqui em São Paulo, Rio de Janeiro, etc.?”; “Por que Maria não apareceria para os povos africanos, japoneses ou da Etiópia?”
Por detrás desta psicologia da credulidade tem sempre alguém tirando vantagem. Nós estamos desacostumados a pensar. Nós estamos acostumados a acreditar. Somos pouco criteriosos. O Espiritismo está nos ajudando a pensar, questionar e não aceitar tudo que nos dizem.”
-fonte: Grupo de Estudos Allan Kardec-
NÓS MESMOS AFASTAMOS A NOSSA PROTEÇÃO
NÓS MESMOS AFASTAMOS A NOSSA PROTEÇÃO
“Qual é a missão do Espírito protetor?
– A de um pai sobre seus filhos: guiar seu protegido no bom caminho, ajudá-lo com seus conselhos, consolar suas aflições, sustentar sua coragem nas provas da vida.”
É aí que temos de tomar cuidado para não interpretarmos mal. O conceito de um Deus-pai, tão fortemente arraigado na cultura e religiosidade ocidental, também aparece na obra kardequiana, devido à influência que a moral cristã tem sobre a obra.
A ideia de pai, aqui, se refere ao sentimento de carinho e, ao mesmo tempo, à postura de quem tem mais experiência para nos auxiliar. Mas, se relermos a resposta atentamente, veremos que em nenhum momento diz que a missão dos espíritos protetores é a de:
“fazer tudo pelo sucesso financeiro, amoroso, etc. do protegido; protegê-lo de todas as encrencas em que ele mesmo se mete; assumir a culpa pelos desequilíbrios psicoemocionais do protegido; livrá-lo dos vícios que ele mesmo faz questão de manter; dizer o que deve fazer na vida, acabando com o livre-arbítrio do protegido; fazer as escolhas que compete ao encarnado fazer, eximindo-o de toda responsabilidade e, consequentemente, de todo aprendizado; etc.”
Na questão 495, lemos:
“O Espírito protetor abandona alguma vezes seu protegido quando este é rebelde aos seus conselhos?
– Ele se afasta quando vê seus conselhos inúteis, e que a vontade de sofrer a influência dos Espíritos inferiores é mais forte. Todavia, não o abandona completamente, e se faz sempre ouvir, sendo, então, o homem que fecha os ouvidos. Ele retorna, desde que chamado. (...)”
Como podemos ver, as escolhas – boas ou ruins – são sempre nossas. Por mais que um guia espiritual possa te inspirar, por mais que um assediador possa te induzir ou um obsessor te prejudicar, é sempre nós que fazemos as escolhas, porque espírito algum tem poder para lhe tirar o livre-arbítrio.
Tem gente que se pergunta:
“Puxa! Por que ‘meu’ guia espiritual me deixou entrar nessa roubada...”
Pois é! Talvez algum benfeitor espiritual tenha tentado te inspirar; possivelmente, sua própria consciência tenha mostrado como deveria agir... mas, seus vícios, fraquezas, comodismo, vaidade, egoísmo, raiva, mágoa, etc. tenham sido mais fortes do que a voz do seu querido “anjo da guarda”.
Lembre-se: semelhante atrai semelhante. Se você quer tanto desfrutar a presença dos benfeitores espirituais, seja em determinados momentos do dia (ninguém está à nossa disposição o tempo todo) ou durante a emancipação da alma (viagem astral), procure estar em sintonia psicoemocional com eles.
Caso contrário, eles até poderão estar ao seu lado, mas você não perceberá a presença deles. E isso pode ocorrer após a morte do corpo físico também.
O fato de estar desencarnado não significa que você pode interagir com seu guia espiritual, se não estiver na mesma sintonia e receptivo à presença dele.
Paz e luz!
-fonte: Revista Cristã de Espiritismo-
– A de um pai sobre seus filhos: guiar seu protegido no bom caminho, ajudá-lo com seus conselhos, consolar suas aflições, sustentar sua coragem nas provas da vida.”
É aí que temos de tomar cuidado para não interpretarmos mal. O conceito de um Deus-pai, tão fortemente arraigado na cultura e religiosidade ocidental, também aparece na obra kardequiana, devido à influência que a moral cristã tem sobre a obra.
A ideia de pai, aqui, se refere ao sentimento de carinho e, ao mesmo tempo, à postura de quem tem mais experiência para nos auxiliar. Mas, se relermos a resposta atentamente, veremos que em nenhum momento diz que a missão dos espíritos protetores é a de:
“fazer tudo pelo sucesso financeiro, amoroso, etc. do protegido; protegê-lo de todas as encrencas em que ele mesmo se mete; assumir a culpa pelos desequilíbrios psicoemocionais do protegido; livrá-lo dos vícios que ele mesmo faz questão de manter; dizer o que deve fazer na vida, acabando com o livre-arbítrio do protegido; fazer as escolhas que compete ao encarnado fazer, eximindo-o de toda responsabilidade e, consequentemente, de todo aprendizado; etc.”
Na questão 495, lemos:
“O Espírito protetor abandona alguma vezes seu protegido quando este é rebelde aos seus conselhos?
– Ele se afasta quando vê seus conselhos inúteis, e que a vontade de sofrer a influência dos Espíritos inferiores é mais forte. Todavia, não o abandona completamente, e se faz sempre ouvir, sendo, então, o homem que fecha os ouvidos. Ele retorna, desde que chamado. (...)”
Como podemos ver, as escolhas – boas ou ruins – são sempre nossas. Por mais que um guia espiritual possa te inspirar, por mais que um assediador possa te induzir ou um obsessor te prejudicar, é sempre nós que fazemos as escolhas, porque espírito algum tem poder para lhe tirar o livre-arbítrio.
Tem gente que se pergunta:
“Puxa! Por que ‘meu’ guia espiritual me deixou entrar nessa roubada...”
Pois é! Talvez algum benfeitor espiritual tenha tentado te inspirar; possivelmente, sua própria consciência tenha mostrado como deveria agir... mas, seus vícios, fraquezas, comodismo, vaidade, egoísmo, raiva, mágoa, etc. tenham sido mais fortes do que a voz do seu querido “anjo da guarda”.
Lembre-se: semelhante atrai semelhante. Se você quer tanto desfrutar a presença dos benfeitores espirituais, seja em determinados momentos do dia (ninguém está à nossa disposição o tempo todo) ou durante a emancipação da alma (viagem astral), procure estar em sintonia psicoemocional com eles.
Caso contrário, eles até poderão estar ao seu lado, mas você não perceberá a presença deles. E isso pode ocorrer após a morte do corpo físico também.
O fato de estar desencarnado não significa que você pode interagir com seu guia espiritual, se não estiver na mesma sintonia e receptivo à presença dele.
Paz e luz!
-fonte: Revista Cristã de Espiritismo-
terça-feira, 11 de dezembro de 2018
RUI BARBOSA JÁ FICAVA ESTARRECIDO.
A nossa esperança é que a "geração Moro" comece a mudar este quadro de impunidade, desmandos e prevaricação.
A SEPARAÇÃO DO JOIO DO TRIGO...
BRASÍLIA, A CASA DA MÃE JOANA CONTINUA A MESMA.
Oriovisto Guimarães senador eleito, indignado com o que lhe fora oferecido para se mudar para Brasília.
A esperança do povo brasileiro está nos novos eleitos que estão chegando, não se deixem corromper.
sábado, 8 de dezembro de 2018
QUEM DOA É QUE DEVE AGRADECER, POIS TEVE PARA DOAR!
QUEM DOA É QUE DEVE AGRADECER, POIS TEVE PARA DOAR!
O médico e escritor Deepak Chopra explica que a doação é uma lei espiritual de sucesso, e que poderia também ser chamada de a lei do dar e receber, porque o universo opera através de trocas dinâmicas. Afinal nada é estático.
Partindo deste princípio podemos entender que sim, o que nós damos recebemos em troca. Portanto se doar alimentos, sua despensa jamais ficará vazia. Se oferece alegria, receberá mais do mesmo. E se deseja mais amor, dê mais amor. E quando o objetivo é dinheiro, faça doações em dinheiro e assim por diante, pois este conceito vale para todas as áreas de nossas vidas.
Ajudar as pessoas a conseguirem o que desejam é também uma maneira de alcançar seu objetivo. Abençoar as pessoas todos os dias e a todo momento é sinônimo de estar se abençoando. E isso é uma questão de praticar… Quando visitar alguém por exemplo, sempre leve um presente a esta pessoa. Ao entrar em um comercio cumprimente e deseje coisas boas para aquele momento. Ofereça algo a todos que cruzarem seu caminho, pode ser um sorriso, uma flor, uma oração, um carinho… Faça a energia que deseja trazer a sua vida circular entregando ao outros. Assuma este compromisso de dar e desejar coisas boas.
O ato de receber agradecido também atrai dádivas as nossas vidas. Se posicionar como alguém que merece e agradece a tudo que tem traz um pouco mais do que está sendo ofertado. É como deixar aberto este canal de bênçãos na sua vida. Lembrando que a doação é um ato que não precisa de plateia, o mais importante é que seja feito de bom agrado e nunca por obrigação. E tudo que for doado esteja sempre deve estar em bom estado de uso no caso de objetos.
Diz a lenda que estava o monge meditando quando entra um homem e deposita 10 moedas de ouro perto dele. O homem fica inquieto até não aguentar mais e pergunta ao monge: Você não irá me agradecer pelas moedas que doei ao templo? Sabiamente responde o monge:
Quem doa é que deve agradecer, pois teve para doar.
Doe sem moderação!
Partindo deste princípio podemos entender que sim, o que nós damos recebemos em troca. Portanto se doar alimentos, sua despensa jamais ficará vazia. Se oferece alegria, receberá mais do mesmo. E se deseja mais amor, dê mais amor. E quando o objetivo é dinheiro, faça doações em dinheiro e assim por diante, pois este conceito vale para todas as áreas de nossas vidas.
Ajudar as pessoas a conseguirem o que desejam é também uma maneira de alcançar seu objetivo. Abençoar as pessoas todos os dias e a todo momento é sinônimo de estar se abençoando. E isso é uma questão de praticar… Quando visitar alguém por exemplo, sempre leve um presente a esta pessoa. Ao entrar em um comercio cumprimente e deseje coisas boas para aquele momento. Ofereça algo a todos que cruzarem seu caminho, pode ser um sorriso, uma flor, uma oração, um carinho… Faça a energia que deseja trazer a sua vida circular entregando ao outros. Assuma este compromisso de dar e desejar coisas boas.
O ato de receber agradecido também atrai dádivas as nossas vidas. Se posicionar como alguém que merece e agradece a tudo que tem traz um pouco mais do que está sendo ofertado. É como deixar aberto este canal de bênçãos na sua vida. Lembrando que a doação é um ato que não precisa de plateia, o mais importante é que seja feito de bom agrado e nunca por obrigação. E tudo que for doado esteja sempre deve estar em bom estado de uso no caso de objetos.
Diz a lenda que estava o monge meditando quando entra um homem e deposita 10 moedas de ouro perto dele. O homem fica inquieto até não aguentar mais e pergunta ao monge: Você não irá me agradecer pelas moedas que doei ao templo? Sabiamente responde o monge:
Quem doa é que deve agradecer, pois teve para doar.
Doe sem moderação!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
MAPAS DA RUAS DA CAMPANHA-MG
A GERAÇÃO FUTURA DA TERRA.
A geração futura da Terra
Havendo chegado o tempo, grande migração se verifica entre os planetas. Os que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, não mais sendo dignos do planeta transformado, são dele excluídos, porque sua presença constituiria obstáculo ao progresso. Irão tais Espíritos expiar, dessa forma, o endurecimento de seus corações em mundos inferiores, ou em raças existentes na Terra moralmente mais atrasadas. Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade.
⠀
A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual geração desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.
⠀
A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações. Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada de outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares. Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distinguirá por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e à crença espiritualista, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior.
⠀
A destinação imediata da Terra, é tornar-se mundo de regeneração. Continuando, porém, no seu progresso ininterrupto, ela ascenderá a planos cada vez mais altos, até chegar à perfeição a que todos nós estamos destinados.
A GÊNESE- ALLAN KARDEC
⠀
A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual geração desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem.
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A época atual é de transição; confundem-se os elementos das duas gerações. Colocados no ponto intermédio, assistimos à partida de uma e à chegada de outra, já se assinalando cada uma, no mundo, pelos caracteres que lhes são peculiares. Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distinguirá por inteligência e razão geralmente precoces, juntas ao sentimento inato do bem e à crença espiritualista, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior.
⠀
A destinação imediata da Terra, é tornar-se mundo de regeneração. Continuando, porém, no seu progresso ininterrupto, ela ascenderá a planos cada vez mais altos, até chegar à perfeição a que todos nós estamos destinados.
A GÊNESE- ALLAN KARDEC
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
OS HABITANTES DO MUNDO ESPIRITUAL!
Os HABITANTES do MUNDO ESPIRITUAL !

O primeiro cuidado de quem aporta a um país estrangeiro é procurar conhecer os usos e os costumes de seus habitantes. A prudência manda que o viajante assim proceda, para evitar imprevistos desagradáveis e para
saber como se comportar. A mediunidade nos leva ao infinito mundo espiritual, que também tem suas leis, usos e costumes próprios.
Um erro supor-se que a morte concede ao espírito a sabedoria plena ou a inteira posse do sentimento; não lhe dá nem uma nem outra coisa; o espírito desencarnado continuará a ser o mesmo que era quando encarnado. Era o encarnado uma pessoa bondosa? A morte o fará um espírito bom. Era uma pessoa de mau coração? A morte o fará um espírito malévolo. E continuam a viver: o bom, espalhando o bem, engrandecendo-se e tornando-se um
espírito superior; o mau, a pensar no mal, até que o sofrimento e as decepções o obriguem a procurar na prática do bem um alívio para sua consciência perturbada.
No mundo espiritual encontram-se espíritos dotados das maiores virtudes e de deslumbrante inteligência; lá também vivem espíritos portadores de vícios e de muita propensão para o mal. Há os mistificadores, que não se importam em assinar suas comunicações, sem valor algum, com os nomes de espíritos que veneramos; desconfiemos sempre dos nomes; a assinatura não é uma garantia de autenticidade. Há os espíritos brincalhões e
zombeteiros, cujo maior prazer consiste em enganar com suas peças os indivíduos crédulos, que os escutam, e seguem-lhes os conselhos estúpidos e as indicações tolas. Há os orgulhosos que julgam tudo saber e
ainda querem dominar. Há os malévolos que espalham por toda a parte a desarmonia, a malquerença, as rivalidades, principalmente nos Centros Espíritas, entre os médiuns e entre os diretores; aproveitam-se de nosso
amor-próprio para conseguirem seus desígnios; servem-se da máxima astúcia para desviarem os médiuns de seus deveres. Nunca nos esqueçamos de que os médiuns estão sujeitos a terríveis lutas contra os espíritos ignorantes; somente quem já travou tais lutas é que pode avaliar-lhes a
intensidade; para vencê-las é necessário muita prudência, muita fé, e possuir um intenso desejo de beneficiar os que sofrem.
Dentre os espíritos que se dedicam ao bem, citaremos: os curadores, que se esforçam por mitigar os sofrimentos da humanidade. Os consoladores, cuja função é espalhar pensamentos de fé e esperança entre os aflitos. Os espíritos educadores, que se encarregam de promover nosso progresso
moral e intelectual. Há também outras categorias de espíritos que trabalham
ativamente pela melhoria dos indivíduos, das famílias, das cidades e das nações.
Tais são, em curto resumo, os habitantes do mundo espiritual com os quais a mediunidade nos põe em íntima ligação. Conquistar a proteção e a simpatia dos bons e livrar-se o mais possível da influência dos maus é a
grande tarefa à qual os médiuns devem aplicar-se constantemente.
Ao entrarmos em contato com os espíritos, revistamonos da máxima prudência. Sejamos prudentes como as serpentes, conforme nos
recomendou o Mestre. Não acreditemos em tudo o que recebemos dos espíritos; vejamos primeiro se suas mensagens estão de acordo com o Evangelho e com os ensinamentos dos mestres. Todas as comunicações serão analisadas. Analisar uma comunicação é estudá-la palavra por palavra, linha por linha, trecho por trecho; e por fim aceitá-la, rejeitá-la ou pô-la em observação.
Aceitá-la: se pregar o bem; se versar fatos que os mestres já estudaram e cujos exemplos podem ser encontrados em seus livros; se puder ser comprovada facilmente.
Rejeitá-la: se contiver uma única palavra contra a lei da caridade; se trouxer elogios próprios a excitar a vaidade; se tratar de assuntos que o bom senso repele; se o que ensina for contrário àquilo que a longa prática firmou
e comprovou.
Pô-la em observação: se a lição for nova. Quando múltiplas experiências a
confirmarem, então será aceita.
* A Mediunidade Sem Lágrimas - Eliseu Rigonatti *
saber como se comportar. A mediunidade nos leva ao infinito mundo espiritual, que também tem suas leis, usos e costumes próprios.
Um erro supor-se que a morte concede ao espírito a sabedoria plena ou a inteira posse do sentimento; não lhe dá nem uma nem outra coisa; o espírito desencarnado continuará a ser o mesmo que era quando encarnado. Era o encarnado uma pessoa bondosa? A morte o fará um espírito bom. Era uma pessoa de mau coração? A morte o fará um espírito malévolo. E continuam a viver: o bom, espalhando o bem, engrandecendo-se e tornando-se um
espírito superior; o mau, a pensar no mal, até que o sofrimento e as decepções o obriguem a procurar na prática do bem um alívio para sua consciência perturbada.
No mundo espiritual encontram-se espíritos dotados das maiores virtudes e de deslumbrante inteligência; lá também vivem espíritos portadores de vícios e de muita propensão para o mal. Há os mistificadores, que não se importam em assinar suas comunicações, sem valor algum, com os nomes de espíritos que veneramos; desconfiemos sempre dos nomes; a assinatura não é uma garantia de autenticidade. Há os espíritos brincalhões e
zombeteiros, cujo maior prazer consiste em enganar com suas peças os indivíduos crédulos, que os escutam, e seguem-lhes os conselhos estúpidos e as indicações tolas. Há os orgulhosos que julgam tudo saber e
ainda querem dominar. Há os malévolos que espalham por toda a parte a desarmonia, a malquerença, as rivalidades, principalmente nos Centros Espíritas, entre os médiuns e entre os diretores; aproveitam-se de nosso
amor-próprio para conseguirem seus desígnios; servem-se da máxima astúcia para desviarem os médiuns de seus deveres. Nunca nos esqueçamos de que os médiuns estão sujeitos a terríveis lutas contra os espíritos ignorantes; somente quem já travou tais lutas é que pode avaliar-lhes a
intensidade; para vencê-las é necessário muita prudência, muita fé, e possuir um intenso desejo de beneficiar os que sofrem.
Dentre os espíritos que se dedicam ao bem, citaremos: os curadores, que se esforçam por mitigar os sofrimentos da humanidade. Os consoladores, cuja função é espalhar pensamentos de fé e esperança entre os aflitos. Os espíritos educadores, que se encarregam de promover nosso progresso
moral e intelectual. Há também outras categorias de espíritos que trabalham
ativamente pela melhoria dos indivíduos, das famílias, das cidades e das nações.
Tais são, em curto resumo, os habitantes do mundo espiritual com os quais a mediunidade nos põe em íntima ligação. Conquistar a proteção e a simpatia dos bons e livrar-se o mais possível da influência dos maus é a
grande tarefa à qual os médiuns devem aplicar-se constantemente.
Ao entrarmos em contato com os espíritos, revistamonos da máxima prudência. Sejamos prudentes como as serpentes, conforme nos
recomendou o Mestre. Não acreditemos em tudo o que recebemos dos espíritos; vejamos primeiro se suas mensagens estão de acordo com o Evangelho e com os ensinamentos dos mestres. Todas as comunicações serão analisadas. Analisar uma comunicação é estudá-la palavra por palavra, linha por linha, trecho por trecho; e por fim aceitá-la, rejeitá-la ou pô-la em observação.
Aceitá-la: se pregar o bem; se versar fatos que os mestres já estudaram e cujos exemplos podem ser encontrados em seus livros; se puder ser comprovada facilmente.
Rejeitá-la: se contiver uma única palavra contra a lei da caridade; se trouxer elogios próprios a excitar a vaidade; se tratar de assuntos que o bom senso repele; se o que ensina for contrário àquilo que a longa prática firmou
e comprovou.
Pô-la em observação: se a lição for nova. Quando múltiplas experiências a
confirmarem, então será aceita.
* A Mediunidade Sem Lágrimas - Eliseu Rigonatti *
PAULO MELO NO GEFROMP
Na próxima semana teremos no GEFROMP mais uma grande palestra com o Professor Paulo Melo.
Como das vezes anteriores em que esteve aqui, será dia de casa cheia para ganharmos muito conhecimento. Vale a pena conferir.
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VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA
VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD - CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380
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