terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

COMO OS CÃES CONSEGUEM SENTIR A PRESENÇA DE ESPÍRITOS?

Como os CÃES conseguem sentir a PRESENÇA de ESPÍRITOS ? Veja aqui a PROVA !

O Sr. G. G..., de Marselha, nos transmite este fato:

“Um rapaz faleceu há oito meses e sua família, na qual há três irmãs médiuns, o evoca quase que diariamente, servindo-se de uma cesta. Cada vez que o Espírito é chamado, um cãozinho, do qual ele gostava muito, salta sobre a mesa e vem cheirar a cesta, soltando ganidos. A primeira vez que isto aconteceu, a cesta escreveu: “Meu valente cachorrinho, que me reconhece.”

“Eu não vi o fato, mas as pessoas de quem o ouvi várias vezes o testemunharam, e são bons espíritas e muito sérias, de modo que não posso pôr em dúvida a sua veracidade. Eu me perguntei se o perispírito conservava suficientes partículas materiais para afetar o olfato do cão, ou se esse seria dotado da faculdade de ver os Espíritos. É um problema que me pareceria útil aprofundar, caso ainda não esteja resolvido.”

1.º Evocação do Sr..., falecido há oito meses, do qual acabamos de falar.
─ Eis-me aqui.

2.º ─ Confirmais o fato relativo ao vosso cão, que vem cheirar a cesta que serve às vossas evocações e que parece reconhecer-vos?
─ Sim.

3.º ─ Poderíeis dizer a causa que atrai o cão para a cesta?
─ A extrema finura dos sentidos pode levar a adivinhar a presença do Espírito e até a vê-lo.

4º ─ O cão vos vê ou vos sente?
─ O olfato, sobretudo, e o fluido magnético.

CHARLET

OBSERVAÇÃO: Charlet, o pintor, deu à Sociedade uma série de comunicações muito notáveis sobre os animais, e que publicaremos proximamente.
Foi certamente por esse motivo que interferiu espontaneamente na presente evocação.

5.º ─ Considerando-se que Charlet quer mesmo intervir na questão que nos ocupa, nós lhe pedimos que dê algumas explicações a respeito.
─ De boa vontade. O fato é perfeitamente verossímil e, consequentemente, natural. Falo em geral, pois não conheço o caso de que tratais. O cão é dotado de uma organização muito particular. Ele compreende o homem: basta isso. Sente-o, segue-o em todas as suas ações com a curiosidade de uma criança; ama-o, e chega mesmo ao ponto de ─ e disto tem-se exemplos para confirmar o que adianto ─ ao ponto, dizia eu, de a ele se dedicar. O cão deve ser ─ não tenho certeza, entendei bem ─ mas o cão deve ser um desses animais vindos de um mundo já adiantado para sustentar o homem em seu sofrimento, servi-lo, guardá-lo. Acabo de falar das qualidades morais que, positivamente, possui o cão. Quanto às suas faculdades sensitivas, são extremamente delicadas. Todos os caçadores conhecem a sutileza do faro do cão. Além dessa qualidade, o cão compreende quase todas as ações do homem; compreende a importância de sua morte. Por que não adivinharia a sua alma e por que, mesmo, não a veria?

CHARLET

No dia seguinte a Sra. Lec..., médium, membro da Sociedade, recebeu em particular a seguinte explicação sobre o mesmo assunto:

“O fato citado na Sociedade é verídico, embora o perispírito destacado do corpo não tenha nenhuma de suas emanações. O cão farejava a presença de seu dono.

Quando digo farejava, entendo que seus órgãos percebiam sem que os olhos vissem, sem que o nariz sentisse; mas todo o seu ser estava advertido da presença do dono, e essa advertência lhe era dada principalmente pela vontade que se desprendia do Espírito dos que evocaram o morto. A vontade humana atinge e adverte o instinto dos animais, sobretudo o dos cães, antes que algum sinal exterior o tenha revelado.

Por suas fibras nervosas, o cão é posto em relação direta conosco, Espíritos, quase tanto quanto com os homens. Ele percebe as aparições; dá-se conta da diferença existente entre elas e as coisas reais ou terrenas, e lhes tem muito medo. O cão uiva à Lua, conforme a expressão vulgar; uiva também quando sente vir a morte. Nestes dois casos, e em muitos outros mais, o cão é intuitivo. Acrescentarei que seu órgão visual é menos desenvolvido que as suas sensações. Ele vê menos do que sente. O fluido elétrico o penetra quase que habitualmente. O fato que me serviu de ponto departida nada tem de admirável, porque, no momento do desprendimento da vontade que chamava o seu dono, o cão sentia sua presença quase tão depressa quanto o próprio Espírito escutava e respondia ao chamado que lhe era feito.”

Georges (Espírito familiar)

REVISTA ESPÍRITA - JORNAL DE ESTUDOS PSICOLÓGICOS - 1860 - ALLAN KARDEC

JOÃO RODRIGUES DE MACEDO

JOÃO RODRIGUES DE MACEDO
Sargento-mor, nascido em Barcelinhos, província de Braga, Portugal em 1776 ou 1785. Era filho de Antonio Rodrigues Chaves e Joana Rodrigues Chaves. 
Vindo para o Brasil foi morar em São João Del Rey, onde se casou com Rita Francisca de Alcamim, no dia 13/08/1809. 
            Depois se mudou para Pouso Alto e, em seguida, para Campanha. 
            Era comerciante, religioso e extremamente caridoso. Foi um dos líderes da construção da Santa Casa de Misericórdia tendo sido tesoureiro da comissão organizadora em 1834 e confirmado em 1836 para o mesmo cargo na primeira diretoria. 
            Em 07/04/1834 participou da comissão destinada a ultimar as providências para o início da obra. E no ano seguinte, essa mesma comissão, informa à Câmara a conclusão da base de pedra do novo prédio. Em 31/10/1836 foi eleito tesoureiro para a primeira mesa diretora da Santa Casa. Em 1851 é reeleito para o mesmo cargo. 
Na construção da Catedral foi um dos principais colaboradores do Vigário Souza Lima e do Cônego Antonio Felipe de Araújo, exercendo o cargo de tesoureiro.
De uma dedicação total aos trabalhos da Santa Casa e da igreja matriz (hoje catedral), era visto a qualquer hora do dia ou da noite, cuidando desses empreendimentos, a ponto de se esquecer da reforma de sua própria casa e mesmo de sua casa comercial. Faleceu a 19/12/1854. Campanha muito deve ao espírito filantrópico, empreendedor desse notável homem. 

Para saber mais, consultar: Descendentes Campanhenses de João Rodrigues de Macedo – Roberto Jefferson de Oliveira – ano 2000; “Almanach Sul Mineiro para 1874” de Bernardo Saturnino da Veiga.

Colaboração: Leonardo Lima

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

COMENDADOR MIDÕES.


COMENDADOR MIDÕES

INÁCIO GOMES MIDÕES – Comendador – Cidadão português, filho de Manuel Antônio Gomes Midões e Teresa Inácia Antunes. Casado em Campanha com  Beralda Joaquina Eleodora da Silva. Formado pela Universidade de Coimbra, foi físico-mor em Lisboa e aprovado em medicina e veio, primeiramente para São Paulo a convite de José Bonifácio de Andrada, onde clinicou durante algum tempo, vindo depois para a Vila da Campanha na primeira década do século XIX. Figura de projeção nos meios políticos e sociais da Campanha foi um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia. 

Em 25/04/1834 participou de reunião para ultimar providências para o início da obra da Santa Casa, sendo eleito presidente da referida comissão entre 1834 e 1836 quando  informou à Câmara Municipal a conclusão da base de pedra da obra. Muito trabalhou na sua construção e depois como médico e provedor. Comendador Midões era cirurgião formado em Coimbra, Coronel da Guarda Nacional, Vereador junto à Câmara Municipal da Vila de Campanha da Princesa (1858/1861) e seu presidente.
Integrou em 1858 comissão encarregada da Ponte de Pedras no bairro das Almas.
Pelos relevantes serviços prestados à população da Campanha e pela atuação benfeitora, a cidade deu o seu nome a uma rua (Rua Comendador Midões).

FONTE: “Biografias”-Centro de Estudos Campanhense Mons. Lefort. Biografia organizada por Antonio Casadei e Thalita de Oliveira Casadei – “O Sul de Minas”, jornal 54 de 1860 e de 1861; “Livro de Atas da Câmara de 1858 a 1868”; “Notícias Históricaa da Cidade da Campanha”, de Antônio Casadei, 1987.

Texto: Leonardo Lima

UM ÓTIMO CONSELHO DE VITAL BRAZIL MINEIRO DA CAMPANHA.

Talvez este tenha sido o grande método usado pelo cientista Dr. Vital Brazil Mineiro da Campanha, para alcançar todo o sucesso que sempre teve, que o levou a dar uma grande contribuição para a humanidade, OBEDIÊNCIA. Ainda bem que ele nos deixou de próprio punho.

               Origem da obediência, Autoridade, Disciplina e Ordem.
               Do berço ao túmulo é preciso obedecer.
               Obediência aos pais, Obediência aos mestres, obediência as leis, obediência a consciência, obediência a moral.
               Obediência é lei fundamental de vida.
               Obediência é a subordinação da própria vontade.
               Da obediência resulta a disciplina, da disciplina nasce a ordem, da ordem origina-se a disciplina, o bom estado.
               A desobediência é a origem de todos os males.
               Desobediências as leis da higiene traz como consequência natural os distúrbios do organismo, as doenças.
               Desobediência aos pais, a infelicidade e o remorso.
               Desobediência as leis humanas, provisões e outros castigos.
               Desobediência as leis divinas e a perturbação da consciência.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

AS IRMÃS DA SANTA CASA.E DO ASILO.

A convite do Cônego Hugo Bressane de Araújo, as Freiras da Congregação das Filhas de Caridade de São Vicente de Paulo serviram a Santa Casa de Misericórdia da Campanha desde o ano de 1904 até o ano de 2000. E que trabalho! Ela eram incansáveis, na Santa Casa e no Instituto São José. 
Na Santa Casa toda a refeição dos pacientes, acompanhantes, enfermeiros, funcionários eram de responsabilidade das freiras e suas auxiliares. E que comida gostosa especialmente na época da Irmã Luiza responsável pela cozinha. Na maternidade a segurança que a Irmã Ana Maria passava às gestantes e acompanhantes, a firmeza da Irmã Fontoura na administração da casa. Creio que nas pessoas destas três irmãs citadas, que eu conheci, deixo aqui a nossa gratidão à todas as outras de todas as épocas. Eram dedicadíssimas nos atendimentos sociais,  espirituais e enfermagem.

E o que dizer do atendimento que deram no Instituto São José. Mesmo não sendo mães biológicas, foram verdadeiras mães espirituais e sociais de dezenas e dezenas de meninas órfãs ou da zona rural. Eram rígidas, exigentes e ao mesmo tempo meigas, atenciosas, delicadas, de muita paciência para lidar com aquelas jovens. Todas elas saíram de lá alfabetizadas, sabendo lavar passar, cozinhar, fazer bordados crochês, costuras... Se não todas, mas a maioria saiu dali e se deram ótimas donas de casa e excelentes mães. Pelo menos as que conheço podem confirmar o que eu disse.
 Aulas de costura.
                                                           Casando e bem casadas.
                                                                            Cozinhando.
Este prédio deve trazer ótimas recordações para muitas pessoas.


Texto: José Milton

TERAPIA DE REGRESSÃO.

Terapia de regressão - vidas passadas

Terapia de regressão - vidas passadas
Permite o rompimento com traumas do passados, desta vida e de outras existências.
Rompe com a teia que prende ao tempo pregresso e liberta para se viver plenamente o presente e as realizações futuras, sem amarras.
Esta terapia ajuda no tratamento de inúmeras questões, entre as quais: traumas, fobias, relacionamentos (ligações cármicas) - desperta para as missões programadas para esta vida, etc., e tudo isso gera qualidade de vida.
Para agendar sua sessão, pelo WhatsApp: 27-999814964
Terapeuta Moacir Sader - Mestre de Reiki Usui, Karuna e Chama Violeta com mais de 5 mil iniciações realizadas.

MARCAS DE NASCENÇA

MARCAS DE NASCENÇA estariam comprovando, DEFINITIVAMENTE, a LEI da Reencarnação ?

Torna-se cada dia mais evidente tudo quanto a doutrina espírita tem afirmado.
Não foram os espiritualistas reencarnacionistas que vieram a público fazer tal afirmação, mas sim aqueles que não acreditavam em vida após a vida (na carne). Hoje são dezenas de médicos, psiquiatras, psicoterapeutas que vêm afirmar que seus pacientes revelaram, e de forma inconteste, que foram protagonistas de episódios existenciais ocorridos em outras vidas que não a atual. É do domínio dos interessados que a TVP (Terapia de Vivências Passadas) corre o mundo todo, curando fobias, traumas psicológicos e muitos males de ordem psíquica, tanto em adultos quanto em crianças.
Queremos, nesta oportunidade, referirmo-nos às recordações de vidas passadas vividas por crianças. Um livro nos chamou a atenção porque a sua autora era uma céptica em matéria de reencarnação e nunca havia imaginado entrar em processo hipnótico e ser conduzida à recordação de outras vidas. Queremos nos referir à norte-americana Carol Bowman e a seu livro "Crianças e suas vidas passadas", com prefácio de Brian Weiss, médico psiquiatra de fama mundial, bastante conhecido no Brasil. Aqui já esteve muitas vezes, e sua fama começou após lançar o livro best-seller "Muitas vidas, muitos mestres", oportunidade para relatar o caso de Catherine, uma de suas pacientes. Carol Bowman também viveu, após entrar em estado hipnótico, episódios de vidas passadas, e com facilidade. Ela escreveu que se uma criança descreve, com tanta convicção, apesar de toda a sua inocência, haver vivido antes, serenamente descreve a sua morte e a sua viagem de volta à vida carnal, dá testemunho inequívoco de uma verdade insofismável: somos almas imortais, já vivemos e continuaremos sempre a viver. Afirma peremptoriamente que essas lembranças das crianças se constitui na maior evidência da reencarnação. Em outras palavras, ela quer dizer: os espíritas estão certos!Aliás, sempre estiveram.
Para esta escritora, quando uma criança fala espontaneamente de suas vidas passadas, sem serem colocadas em estado hipnótico, estão, na verdade, dando aos pais conselhos práticos para que eles reconheçam a existência da reencarnação, e que as ajudem a se curarem de seus medos através das revivescências de certos fatos ocorridos no passado, os quais estão repercutindo negativamente em suas vidas, hoje. Pedem ajuda de seus responsáveis diretos, e de uma forma pouco comum, ainda. Todo o processo de crença absoluta na reencarnação começou, para Carol, quando seu filho caçula Chase, principalmente, demonstrava um intenso terror, um medo fóbico de barulho de tiros, de fogos estourando, estrondos fortes, etc. Resolveu, após conselhos de uma amiga, procurar um hipnoterapeuta para livrar o filho do medo. Causando espanto a todos, o filho recorda ter sido um soldado na Guerra Civil americana, descrevendo fatos com detalhes impressionantes, os quais foram depois devidamente comprovados por um historiador, o que lhe havia acontecido durante a guerra. O mais notável viria após: ele curou-se de sua fobia em seguida à vivência de sua morte na guerra, ocorrida em meio de barulhento e terrível tiroteio. A partir daí, Carol começou todo um trabalho de investigação das lembranças de vidas passadas em outras crianças, constatando que viveram também as mesmas experiências verificadas com seu filho. Ela entrevistou pais que também estiveram perplexos diante dos filhos e de seus relatos de vidas passadas. Visitou bibliotecas em busca de autores que tivessem abordado o assunto que a estava fascinando.
O resultado foi esse livro com um apreciável manancial de fatos incontestáveis mostrando as crianças descrevendo suas antigas vidas, espontaneamente, e também após serem levadas a uma visualização, fazendo-as entrar em estado de alteração da consciência. Para não tornar longo este capítulo, deter-nos-emos em um único caso dos muitos registrados por Carol Bowman. Ele se encontra no final de seu livro, assim mesmo o faremos o mais resumido possível. Contudo, ele será mais do que suficiente para qualquer pessoa se convencer da realidade reencarnatória, das muitas vidas do espírito, desde que não seja tão céptica e não alimente tantas dúvidas sobre a nossa imortalidade. Por mais terrível seja para os pais a morte de sua criança, com a crença na reencarnação essa dor será absorvida rapidamente, não precisando os pais perderem a fé em DEUS, em Sua Justiça e Compaixão pelas Suas criaturas. A reencarnação oferece uma esperança plausível, a de que a própria criança que "morreu" retorne da "morte" para a vida, na mesma família. A família Pollack, da Inglaterra, sofreu o que se costuma dizer na Terra uma tragédia inimaginável. Joanna e Jacqueline, de onze e seis anos, respectivamente, foram atropeladas e "mortas" quando estavam andando por uma calçada. Bem antes do acidente, o pai, John Pollack, um católico convicto, acreditava firmemente na reencarnação.
Na sua fé pedia a DEUS que lhe desse uma prova insofismável da reencarnação. Mal sabia ele o que lhe estava reservado, como veremos. Após o acontecimento trágico, pedia agora a DEUS que lhe devolvesse as filhas. Em menos de um ano a sua esposa, Florence, fica grávida e John assegurou a todos que as suas filhas iam voltar para a família, e como gêmeas. John contradizia até o ginecologista que afirmava ser a gravidez de apenas um bebê. No dia 4 de outubro de 1958, Florence deu à luz dois bebês, duas gêmeas idênticas, que receberam os nomes de Jennifer e Gillian. Perceberam, de imediato, que Jennifer, mas não Gillian, tinha duas marcas de nascença - uma linha branca na testa e uma marca marrom na cintura - que correspondiam em tamanho, forma e localização a uma cicatriz e a uma marca congênita que Jacqueline tinha na testa e na cintura. Tal fato era notável, porque, segundo pesquisa do Dr. Ian Stevenson, gêmeas idênticas teriam que ter marcas de nascença idênticas, o que agora não se dava. Crescidas as meninas, o suficiente para falarem, lembraram detalhes de suas "irmãs mortas", elas que não tinham meios de saber, absolutamente nenhum.
Feito um teste pelos pais e parentes, elas identificaram com detalhes brinquedos que haviam pertencido a Joanna e a Jacqueline. Ao visitarem pela primeira vez a cidade onde haviam vivido (os Pollack se mudaram quando as meninas ainda eram bem pequenas), apontaram corretamente para a antiga casa da família, foram até o parque e o playground, tendo descrito a escola e os balanços antes de vê-los.
É um caso com todos os sinais característicos de lembranças de vidas passadas, especialmente as marcas de nascença. John Pollack acreditava mais e mais em DEUS, ELE lha havia restituído as filhas como resposta à sua fé e à sua crença na reencarnação. A prova que pedira a DEUS lhe fora concedida de forma incontestável. Vale, pois, a pena crer em DEUS, ou não? *
Adésio Alves Machado
Escritor, orador e radialista, autor dos livros: Ser, Crer e Crescer - Elucidações Para uma Vida Melhor

FRANCISCO DE PAULA FERREIRA LOPES

Hoje começo uma série de resumo biográfico, de pessoas que fizeram algo pela nossa cidade. Se alguém souber de mais algum detalhes a respeito do homenageado, por favor comente no espaço logo abaixo.

FRANCISCO DE PAULA FERREIRA LOPES 

Comendador – Campanhense nascido provavelmente em 1792. Casado em primeiras núpcias com Ana Rita Cássia de Paiva e em segundas núpcias com Mariana Generosa Moinhos de Vilhena. Em 1817 foi nomeado vereador (Procurador) pela Carta Patente do Príncipe Regente. Em 08/02/1820 fez parte da primeira diretoria da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo, sendo escolhido como Secretário. Em 1822 foi novamente aprovado como Vereador pelo Príncipe Regente. No ano de 1831 liderou como vereador a reunião da Câmara que iniciou os preparativos para a construção do Hospital de Caridade (Santa Casa de Misericórdia), levando adiante a ideia do amigo Senador José Bento. Foi Presidente da Câmara, Deputado à Assembleia Provincial, (1835 a 1837), Comandante Superior da Guarda Nacional. Em 1846 é citado no Relatório do Presidente da Província de Minas Gerais como grande cultivador de café. Foi também Secretário da Santa Casa de Misericórdia (31/10/1836) e reeleito em 1851. 

Em 1854 participa da primeira reunião convocada pelo Dr. Antônio Dias Ferraz da Luz destinada à construção de um teatro na Campanha (depois denominado Teatro São Cândido), sendo eleito Secretário. 

Vereador de 1858 a 1861, quando integrou a comissão encarregada da construção da ponte de pedra do bairro das Almas. Em setembro de 1859 assumiu a Delegacia de Polícia do município. Em 24/03/1860 foi eleito Presidente da Sociedade Carnavalesca. Nesse mesmo ano fez parte da comissão encarregada dos festejos do dia Sete de Setembro. 

Em novembro de 1860 contribuiu com 10$000 para a compra de cálice, paramentos e alfaias para a capela (igreja) de Nossa Senhora das Dores. Foi juiz municipal e de Órfãos (29/11/1863). Em 1861 organiza com mais quatro companheiros uma subscrição para socorrer a viúva e 13 filhos do Conselheiro e ex-senador Luiz Antônio Barbosa. Integrou, em 1858, a Comissão encarregada de examinar a “água do Engenho Velho para ser encaminhada para a  cidade para abastecer a seus habitantes, em especial aos chafarizes públicos e as propriedades dos anéis providos de aqueduto que saem do rego do Campo Grande...”. 

Construiu um majestoso sobrado, onde foram empregados cerca de vinte mil carros de pedra (prédio situado na hoje Praça Dr. Jefferson de Oliveira, onde por muitos anos funcionou a Escola Normal e a Prefeitura, hoje em ruínas). Seus filhos, também ilustres, foram: Gaspar José Ferreira Lopes, Francisco de Paula Ferreira Lopes Júnior, Francisca de Paula Ferreira de Rezende, Bárbara Alexandrina Ferreira Brandão e Ana Rita de Cássia Ferreira (1º casamento); do segundo casamento: Maria do Carmo, Iria, Mariana e Maria José. Francisco de Paula Ferreira Lopes, pelos altos serviços prestado à sua terra natal e ao país foi agraciado com as comendas de Cristo e da Rosa, recebidas, respectivamente, no primeiro e segundo reinados. Foi muito amigo do Padre Feijó e do Senador José Bento, figuras proeminentes do meado de 1800. Faleceu aos 94 anos de idade (dezembro de 1886). É nome de rua em Campanha (Rua Comendador Paula Ferreira). 

Para saber mais, consultar: “O Sul de Minas”, jornal editado em 1859 e 1860. “Pingos e Respingos da História da Campanha” – Vinícius V. de Morais. - “Biografias”: Centro de Estudos Campanhense Mons. Lefort; “Cidade da Campanha”, monografia histórica de Mons. Lefort, 1972 “Livro de Atas da Câmara da Campanha 1858/1868”; “Almanach Sul-Mineiro para 1874”, de Bernardo Saturnino da Veiga.

Texto: Leonardo Lima

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

IMPERDÍVEL NESTE SÁBADO NO GEFROMP.


A MEDIUNIDADE.

A Mediunidade

A Mediunidade
Para compreendermos onde reside a mediunidade, lembremo-nos de que somos compostos de três elementos:
O espírito, o perispírito e o corpo.
O espírito somos nós mesmos. É a nossa individualidade. É a parte de nós que pensa e sente. É o nosso EU imortal.
O perispírito é um véu fluídico que envolve o espírito e o liga ao corpo durante o tempo da encarnação. É inseparável do espírito e é tanto mais luminoso quanto maior for o adiantamento moral do espírito a que reveste. É invisível para nós no estado normal; porém, pode tornar-se visível, como no caso das materializações e das aparições.
O corpo é o instrumento com o qual o espírito atua no mundo terreno.
Por conseguinte, agora que estamos encarnados possuímos o espírito, o perispírito e o corpo; quando estivermos desencarnados possuiremos o espírito, e o perispírito.
O perispírito é o receptor das sensações e o transmissor delas ao espírito. As sensações físicas são recebidas pelo perispírito através do sistema nervoso de que é dotado nosso corpo. As sensações espirituais recebem-se diretamente pelo perispírito que se irradia através de nosso corpo e o contorna como uma névoa.
Há dois gêneros de mediunidade: a mediunidade de efeitos físicos e a mediunidade de efeitos intelectuais.
A mediunidade de efeitos físicos é a que produz manifestações materiais, tais como: barulhos, deslocamentos de objetos, materializações, transportes, trabalhos manuais, voz direta, etc. Conquanto a voz direta seja uma manifestação intelectual, incluímo-la na classificação de efeitos físicos, porque só por um médium deste gênero ela pode produzir-se.
A mediunidade de efeitos intelectuais produz manifestações inteligentes, a saber: a palavra, a escrita, a inspiração, a intuição, etc.
O mecanismo da mediunidade de efeitos físicos é o seguinte: o perispírito do médium projeta para o exterior uma emissão fluídica-nervosa; os espíritos se apropriam dessa emissão e a combinam com os seus fluidos magnéticos; adquirem desse modo a força com a qual produzem os fenômenos.
O mecanismo da mediunidade de efeitos intelectuais é o seguinte: o espírito que se quer comunicar liga seu perispírito ao perispírito do médium e assim influencia o médium que lhe reproduz os pensamentos pela palavra ou pela escrita.
Na mediunidade de efeitos físicos há uma emissão luídica-nervosa da qual os espíritos se utilizam. Na mediunidade de efeitos intelectuais o organismo do médium diretamente influenciado pelo perispírito do espírito manifestante. À força nervosa projetada pelo médium é utilizada pelos espíritos, nas manifestações e efeitos físicos, deu-se o nome de ectoplasma.
A causa que produz a mediunidade é orgânica-espiritual.
É orgânica porque o sistema nervoso do médium vibra muito facilmente irradiando pelo perispírito intensa emissão fluídico-nervosa que, combinada com os fluidos magnéticos do espírito manifestante, serve para a produção dos fenômenos de efeitos físicos. Graças também à rapidez dessas vibrações, o perispírito do médium ganha certa liberdade que lhe permite ligar-se ao perispírito do espírito manifestante e, assim, produzir os fenômenos de efeitos intelectuais.
É espiritual porque sem o concurso dos espíritos a mediunidade seria inútil, como seriam inúteis os olhos se não houvesse a luz.
Fonte: Livro: A Mediunidade sem Lágrimas- Eliseu Rigonatti

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DA CAMPANHA


SANTA CASA DE MISERICÓRDIA

Trata-se de um casarão do século XIX, com inúmeras janelas e localizado a rua Dr. Cesarino e Av. Ministro Alfredo Valladão. Construído em dois pavimentos, caracteriza sua fachada o estilo colonial mineiro.
            As primeiras providências para construção da Santa Casa foram tomadas em 13 de janeiro de 1831 por uma comissão presidida pelo Comendador Francisco de Paula Ferreira Lopes.
            Em 1934, uma comissão presidida pelo Com. Inácio Gomes Midões deu início as obras através da aquisição das casas do Dr. Francisco de Paula Ferreira da Costa e terrenos adjacentes. No ano seguinte, estavam já prontas as bases do edifício.
            Só em 22/02/1836, a Lei Provincial no 30, legitimou a criação da Santa Casa na Campanha. Sua construção lutou com a falta de verbas, mas apesar da grandeza da obra, não sofreu interrupção graças a ajuda da população. Em 8 de junho de 1851 foi inaugurada.
            Terminada, a administração da Santa Casa ficou a cargo das irmãs de Nossa Senhora do Patrocínio. Em 1904, as Vicentinas, dedicadas filhas de São Vicente de Paulo, vieram cuidar da Santa Casa, a pedido do Monsenhor Paulo Emílio Moinhos de Vilhena. Permaneceram na administração da Casa até o ano de 2.000, quando deixaram Campanha.
Possui em seu andar superior uma bela Capela dedicada a Nossa Senhora das Graças.
            Funciona também no local o pavilhão Dr. Serafim de Vilhena e, anexos ao prédio, a maternidade Dr. Zoroastro de Oliveira Filho e a Pediatria.

Em 11 de dezembro de 1999, foi inaugurado, depois de 10 anos e 7 meses de construção, mais um anexo denominado Dr. Manoel Alves Valladão, idealizado pelo Dr. Lázaro Henrique de Oliveira e construído com recursos da comunidade, municipais, estaduais e federais. A nova estrutura está, atualmente, sob a administração da própria Santa Casa.



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