Aniversariando hoje o escritor LUÍS FERNANDO VERÍSSIMO. Completa 77 anos bem vividos.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
26 DE SETEMBRO.
TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS.
Esta matéria deve ser lida e levada a sério por todas as pessoas, especialmente pelos representantes do povo.
Assunto: Teoria das Janelas Partidas - Reflita!
Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura so fre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Reflita sobre isso!
|
terça-feira, 24 de setembro de 2013
SOLENIDADE DE ENTREGA DOS DOSSIÊS DE TOMBAMENTO.
A INTERNET E NOSSAS MENTES.
O que a Internet está fazendo com nossas mentes ?
(imagem
adicionada por Henrique)
Chamo a sua atenção para meu mais novo artigo,
http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/internet-mentes.html
Transcrevo abaixo o início dele, pulando o índice.Como sempre, críticas e sugestões sao bem vindas.
O QUE A INTERNET ESTÁ FAZENDO COM NOSSAS MENTES?
COM UMA
RESENHA DO LIVRO DE NICHOLAS CARR A GERAÇÃO SUPERFICIAL
Valdemar W. Setzer
www.ime.usp.br/~vwsetzer
Original de 4/3/12 – versão 1.1 de 5/3/12
1. Introduçãowww.ime.usp.br/~vwsetzer
Original de 4/3/12 – versão 1.1 de 5/3/12
Em 2010 saiu o excelente e fascinante livro de Nicholas Carr The Shallows – what the Internet is doing to our brains [2010], que causou um grande impacto no mundo todo, com notícias, entrevistas e resenhas em jornais e revistas [Leite 2010, Castro 2012, Roxo, 2012]. Em 2011 comecei a dar palestras sobre o livro (ver a apresentação em [Setzer 2011a]), tendo a primeira sido gravada pela IPTV da Universidade de São Paulo [Setzer 2011b]. Em dezembro de 2011 foi lançada a tradução do livro que, por sinal, é razoável, com o título A Geração Superficial: o que a internet está fazendo com nossas mentes [Carr 2011].
O impacto do livro deveu-se à qualidade e profundidade do mesmo e às constatações que Carr faz das influências negativas que a Internet exerce sobre seus usuários. No meio do entusiasmo generalizado pela Internet, o livro foi uma verdadeira ducha de água fria, chamando a atenção para vários perigos da mesma e várias de suas influências negativas no indivíduo e na cultura.
O leitor pode ter achado curioso o fato de haver uma única diferença no título deste artigo em relação ao subtítulo do original: a palavra ‘mentes’ em lugar de ‘cérebros’. A razão disso é que considero a mente como sendo muito mais do que o cérebro, englobando este último, como será exposto no item 3. Comentários.
Este artigo segue exatamente a mesma estrutura geral da palestra que tenho dado [Setzer 2011a, 2011b], com uma diferença fundamental: nas palestras é feito um resumo muito mais completo, cobrindo em sequência cada capítulo do livro; no entanto, aqui as citações de trechos do livro são muitíssimo maiores. O detalhamento nas palestras visou chamar a atenção para aspectos históricos e culturais muito importantes presentes no livro, a fim de interessar os ouvintes a o lerem. Neste artigo, no item 2. Resumo do livro será feito um resumo objetivo (isto é, sem comentários sobre o conteúdo), por meio de citações, dos pontos mais importantes do livro, especialmente os que tratam do impacto negativo da Internet. Obviamente, a escolha desses pontos é subjetiva. Como nas palestras, o item 3. Comentários contém observações sobre o livro, usando aqui trechos literais das citações do resumo. O item 4. Complementações contém vários pontos considerados importantes do ponto de vista do impacto da Internet em seus usuários e que não constam do livro. Nele, é dada ênfase especial ao impacto em crianças e jovens, minha grande preocupação com relação ao uso de meios eletrônicos (TV, video games e computadores), como pode ser visto em meu último livro sobre o assunto [Setzer 2005] e nos inúmeros artigos em meu site, especialmente o "Efeitos negativos dos meios eletrônicos em crianças, adolescentes e adultos" [Setzer 2008a], e que traz citações literais de mais de uma centena de livros e trabalhos científicos. Finalmente, o item 5. Recomendações traz algo que também não consta explicitamente do livro: recomendações práticas aos usuários da Internet para contrabalançar, na medida do possível, os efeitos negativos apontados por Carr e por mim, em ações imediatas (isto é, durante o uso da rede) e também a curto e a longo prazo.
FLIARAXÁ FEZ UMA VIAGEM NA LITERATURA.
2º FLIARAXÁ FEZ UMA VIAGEM NA LITERATURA
2º. FESTIVAL LITERÁRIO DE ARAXÁ REUNIU 42 IMPORTANTES
ESCRITORES, CERCA DE 10 MIL PESSOAS EM TORNO DO TEMA “A VIAGEM NA LITERATURA”,
DE 19 A 22 DE SETEMBRO
O Ministério da Cultura e o Circuito CBMM de Cultura apresentaram a segunda
edição do Festival Literário de Araxá – Fliaraxá -, que voltou à cidade com uma
programação enriquecida por importantes nomes da cultura nacional, prestigiados
por um público de cerca de 10 mil pessoas. Foram quatro dias de intensa
atividade, de 19 a 22 de setembro - quinta a domingo -, na Fundação Calmon
Barreto, em um dos únicos festivais literários do país com programação
totalmente gratuita.
Com curadoria de Afonso Borges - idealizador do Sempre Um Papo, projeto de
incentivo ao hábito da leitura criado há 27 anos -, o Festival, uma vez mais,
teve programação farta com 42 convidados, oferecendo debates, palestras,
lançamentos, oficinas, exibições, sarau e venda de livros a preços populares com
opções de obras por até R$ 1,00. Mais de 11 mil exemplares foram comercializados
na livraria do evento, que nesta edição contou com 200m² de área, mais que o
dobro da edição anterior. O Fliaraxá ocorreu dentro de uma estrutura com mais de
5 mil m² de área utilizada, configurando o segundo maior festival do país, neste
quesito.
Neste ano, o Festival superou fronteiras e se firmou também como um evento
virtual, oferecendo transmissão simultânea online no www.fliaraxa.com.br. Mais de 3 mil pessoas
acompanharam em tempo real, do Brasil e de diversos países do mundo, as mesas do
festival.
Novidade nesta edição: um concurso literário premiou cinco redações de
estudantes do ensino fundamental das escolas públicas e privadas de Araxá.
Foram, ao todo, 21 escolas participantes, com grande envolvimento dos alunos. O
prêmio foi entregue por Adélia Prado, que se emocionou com a sensibilidade das
redações selecionadas. Os textos dos primeiros colocados estão disponíveis no
site do Festival.
Com abertura em noite de lua cheia, o Festival levou a Araxá escritores do
porte de Adélia Prado, Amyr Klink e família, Ruy Castro, Heloisa Schurmann,
Heloisa Seixas, Marcelo Yuka, Laura Muller, Marcia Tiburi, Leila Ferreira, Luiz
Ruffato, Humberto Werneck, Mary Del Priore, Paula Pimenta, Roberto Carlos Ramos,
Alberto Villas, Cris Guerra, Chico Amaral, Marcel Souto Maior, J. D. Vital,
Evandro Affonso Ferreira e Dirceu Ferreira . A manhã de domingo, dia 22, foi
reservada para homenagear Vinicius de Moraes, com Caio Junqueira Maciel e
Humberto Werneck conversando sobre a sensualidade na obra do poetinha, cujo
centenário de nascimento transcorre no dia 19 de outubro deste ano. Poemas foram
recitados por Cris Guerra, Leila Ferreira, Afonso Borges e Celso Adolfo e
canções do poetinha foram tocadas pela banda da Escola de Música de Araxá.
O Fliaraxá também inovou, trazendo um bate papo com a empresária Angela
Gutierrez e Mary Del Priore, em um painel sobre memória e patrimônio; o
arquiteto Gustavo Penna, falando sobre Arquitetura e Poesia, o músico Celso
Adolfo, falando sobre composição e Guimarães Rosa e Rubinho do Vale, com sua
oficina sobre cultura popular. Todas as 40 vagas das oficinas se esgotaram. E
as noites se encerraram com a música instrumental Juarez Moreira e Chico Amaral
Quarteto.
Serviço:
2º Festival Literário de Araxá - Fliaraxá
Data: 19 a 22 de setembro, quinta a domingo.
Local: Fundação Cultural Calmon Barreto - Praça Arthur Bernardes, nº 10 -
Centro/Araxá
Informações: 34 3691.7133 – http://www.fliaraxá.com.br/ - info@fliaraxa.com.br
Informações para a imprensa:
Coordenadora de comunicação: Jozane Faleiro – jozane@sempreumpapo.com.br
31 3261-1501 / 31 9204-6367
Jornalismo: Rômulo Medeiros: romulo@sempreumpapo.com.br
31 3261-1501 / 31 9204-1837
GENTILEZA GERA GENTILIZA.
No plano físico, muitos de nós
supúnhamos que a morte seria ponto final aos nossos problemas, enquanto outros
muitos se acreditavam privilegiados da Infinita Bondade, por haverem abraçado
atitudes de superfície, nos templos religiosos.
A viagem do sepulcro, no entanto, ensinou-nos uma lição grande e nova – a de que nos achamos indissoluvelmente ligados às nossas próprias obras.
Nossos atos tecem asas de libertação ou algemas de cativeiro, para a nossa vitória ou nossa perda.
A ninguém devemos o destino senão a nós próprios. Entretanto, se é verdade que nos vemos hoje sob as ruínas de nossas realizações deploráveis, não estamos sem esperança. Se a sabedoria de nosso Pai Celeste não prescinde da justiça para evidenciar-se, essa mesma justiça não se revela sem amor. Se somos vítimas de nós mesmos, somos igualmente beneficiários da Tolerância Divina, que nos descerra os santuários da vida para que saibamos expiar e solver, restaurar e ressarcir."
André Luiz/Chico Xavier - Ação e Reação
CONHEÇA O ARTESANATO CAMPANHENSE.
A Prefeitura da Campanha, através dos departamentos de Cultura, Turismo e Assistência Social, realizará a FAC - Feira de Artesanato Campanhense.
O objetivo da feira é reunir os artesãos campanhenses em um local que eles possam expor seu produto, valorizando assim o trabalho desses artistas. Durante reunião na tarde de ontem (18/09), no salão da Câmara Municipal, contando com a participação de alguns artesãos, ficou decidido que a feira acontecerá todos os domingos, das 10 horas às 15 horas, na Praça Dom Ferrão. A estreia da FAC é no dia 29 de setembro, e os artesãos poderão expor seus trabalhos gratuitamente nas barracas cedidas pela prefeitura. A FAC também contará com apresentações musicais de artistas da cidade.
Venha prestigiar o artesanato do nosso município! Participe da FAC! Prefeitura da Campanha. Administração 2009/2016 - "O Trabalho Continua!"
domingo, 22 de setembro de 2013
SANTA CASA. DESCASO TOTAL.
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA ....DESCASO TOTAL....ABANDONO!
Maria do Carmo Ferreira Lemes
A SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DA CAMPANHA encontra-se num abandono sem precedentes, um total descaso da administração e funcionários para com aqueles que ali estão internados necessitando de cuidados.
Há a necessidade urgente de que seja INVESTIGADA pelas autoridades competentes, inclusive pelo Ministério Público local.
Minha mãe, com 97 anos de idade tem necessitado dos serviços da Santa Casa e não estamos sendo respeitadas em nossos direitos. Para fazer um ultrassom em São Gonçalo do Sapucaí ROBERTO XIMENES pediu-me R$ 50,00 para colocar gasolina na ambulância que seria disponibilizada para levá-la, argumentando que a "Santa Casa está com as pernas quebradas". Depois de muita discussão, e é lógico que não paguei, ele pediu-me que me calasse quanto ao pedido de dinheiro, mas não vou fazê-lo...não posso calar-me...quantas pessoas já pagaram por isso? No dia 13 de setembro de 2013, suspeitando que minha mãe estivesse com pneumonia fui até a Santa Casa solicitar um RX do pulmão. Quiseram me jogar para um médico particular, depois para o PSF até que por fim enviaram uma ambulância até minha casa e feito o RX no SUS, porque o da Santa Casa está quebrado há muito tempo (basta investigar). Foi constatada pneumonia sendo ela internada na Santa Casa, em um quarto simples, sem grandes recursos. Os enfermeiros, na maioria não estão treinados sequer para pegar uma veia e minha mãe ficou até no sábado na cama porque as enfermeiras não tinham força para colocá-la em uma cadeira. E em razão disso, nem banho lhe deram. Os acompanhantes é que tem que realizar tarefas como troca de fraldas porque se dependermos dos funcionários o paciente fica sujo, sem qualquer assistência. A ela foi dada alta sem que tirassem novo RX. A situação merecia uma câmera filmadora: funcionários...uma vergonha. Poucos tem humildade, educação e responsabilidade, ficam amontoados na portaria da Santa Casa ou do Pronto Socorro, ou na cozinha, fumando, conversando, e o posto de enfermagem abandonado. Sem falar que durante a noite os enfermeiros dormem no apartamento 6 e os doentes ficam entregues à própria sorte. Não acordam nem que a casa caia e com isso o paciente fica sem que seja verificada sua pressão, sem que seja verificado se o soro está correndo normalmente, sem assistência alguma. Diante da falta de educação e do mau tratamento por parte de uma enfermeira tive vontade de fazer um B.O. na Delegacia, mas se negaram a dar-me o nome da enfermeira que me destratou. Liguei para ROBERTO XIMENES e ele não tomou qualquer providência.
Em novembro quebrei o pé, fiquei no Pronto socorro das 17:00 às 19:00 horas aguardando uma ambulância que me levasse para Varginha. Não tive qualquer atendimento, sequer me deram um remédio para dor. Fui levada para Varginha no carro do médico que estava de plantão que me disse: se a senhora ficasse lá, certamente na quarta feira seria medicada. Hoje é meu último dia de trabalho lá, porque estou desaprendendo, não tem recurso algum.
Se a Santa Casa está ruim financeiramente, precisamos investigar o que está acontecendo porque ela recebe do SUS, recebe da Prefeitura, sem falar nos carnês de doação. Aliás, na minha casa ninguém mais irá pagar o carnê e convido a todos os campanhenses para que façam o mesmo. Ali falta recursos humanos, médicos, enfermeiros capacitados, aparelhagem médica-hospitalar, medicamentos. Falta tudo! Até travesseiro e cobertor o paciente tem que levar. Doentes do pavilhão andam pelos corredores cheirando urina e defecados, o que é desumano. Maiores recursos temos que procurar em São Gonçalo, Elói Mendes, Baependi, Três Corações e Varginha.
O SUS é outra vergonha. Mesmo tendo encaminhamento de médico, a Policlínica não quis me atender dizendo que só atendem pessoas alcoolizadas e drogadas. Nunca conseguimos montar um processo para obter medicamentos para minha mãe e nem fraldas geriátricas. A farmácia é um desastre. Você nada encontra de medicamentos. Para conseguir marcar alguma coisa com Marília e Ana Paula tem que ser na briga. Além do mais, é um absurdo tantos funcionários nos PSFs que não servem para nada.
Pretendo mandar esta carta para a Secretaria de Estado de Saúde em Belo Horizonte porque a daqui nada faz a nosso favor. Enviarei também para o Promotor Público, para a Procuradoria do Ministério Público, para a Assembléia Legislativa em Belo Horizonte, e também colocarei em todos os sites da Internet.
ROBERTO XIMENES, tudo que você põe a mão vai por água abaixo. Se o nosso saudoso Fernandão fosse vivo você não estaria como Provedor da Santa Casa, acabando com o pouco que temos. Saia e dê lugar a quem tenha amor ao próximo, que tenha conhecimento e garra para levantar o que você fez decair.
Maria do Carmo Ferreira Lemes
Rua Dr. Brandão 846
CAMPANHA - MG
sábado, 21 de setembro de 2013
DIA 23 DE SETEMBRO
Há 108 anos nos deixava, PADRE FRANCISCO DE PAULA VICTOR, o campanhense trespontano que, brevemente estará nos altares das igrejas católica.
Comemora hoje seus 54 anos a fenomenal jogadora de basquete HORTÊNCIA MARCARI.
22 DE SETEMBRO.
Assinar:
Postagens (Atom)
VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA
VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD - CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380
Popular Posts
-
Depois de sermos agraciados com papelstrantes da envergadura de Cristina Cairo e Professor José Pacheco, teremos agora em setembro o Profess...
-
RESULTADO DAS ELEIÇÕES 2016 NA CIDADE DA CAMPANHA Prefeito eleito Luiz Fernando Tavares - NANDO BELMIRO com 6.207 votos Vice-Prefeito And...

.jpg)








