segunda-feira, 28 de abril de 2014

PRECE DA CARIDADE.

PRECE DA CARIDADE - Chico Xavier



Amigo.
Auxilia-me para que eu te consiga auxiliar.
Não me relegues ao amanhã e nem me ignores a presença.
O Senhor enviou-me ao teu encontro, para que eu te sirva de apoio na senda da evolução.
Em teu caminho, no entanto, estou entregue à tua vontade.


Hoje sou convite, ideia, sugestão...
Amanhã, porém, se quiseres, receber-me-ás na contabilidade da vida, por passaporte em demanda aos reinos da luz.
Emprega-me com bondade para que os outros nos acolham com entendimento e simpatia.


Protege-me contra a omissão.
Conduze-me no rumo daqueles que contam conosco, sem exigir que nos procurem.
Ajuda-me a ouvir qualquer irmão em dificuldade com paciência e compreensão para que não falte a esperança em todos aqueles que nos requisitem a companhia.


Deixa que o perdão e a tolerância nos sigam de perto, a fim de que as nossas palavras não se percam no vazio.
Agradece a moeda ou a migalha de recursos que o Céu te envie às mãos para a nossa lavoura no bem, mas não olvides que a nossa tarefa será sempre constituída de parcelas do nosso amor.


De ti depende a felicidade de prosseguirmos adiante, com a Bênção de Deus.

EMMANUEL
(MENSAGEM RECEBIDA PELO MÉDIUM FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER, NO LAR DA CARIDADE (EX-HOSPITAL DO PÊNFIGO), EM UBERABA, NA REUNIÃO PÚBLICA DA NOITE DE 14-04-1981).

O CAPITAL PRESIDE A POLÍTICA

[*] Alysson Leandro Mascaro
Jurista e filósofo do direito brasileiro, nasceu na cidade de Catanduva (SP), em 1976. É doutor e livre-docente em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP, professor da tradicional Faculdade de Direito da USP e da Pós-Graduação em Direito do Mackenzie, além de fundador e professor emérito de muitas instituições de ensino superior. Publicou, dentre outros livros,Filosofia do direito e Introdução ao estudo do direito, pela editora Atlas, e Utopia e direito: Ernst Bloch e a ontologia jurídica da utopia, pela editora Quartier Latin e o mais recente Estado e forma política, pela Boitempo. É o prefaciador da edição brasileira de Em defesa das causas perdidas, de Slavoj Žižek, e da nova edição de Crítica da filosofia do direito de Hegel, de Karl Marx, ambos lançados pela Boitempo.


I. O capital preside a política
É preciso entender que, no Brasil e no mundo, a política é ainda e cada vez mais do capital, não do Estado. Isto porque as decisões políticas das sociedades contemporâneas têm mais ligação com o interesse do poder econômico do que com aquele dos próprios governantes. Os Estados, que têm um papel fundamental na reprodução capitalista, ainda que decidam e atuem, têm se revelado, nas últimas décadas, caudatários das decisões imediatas realizadas por grandes grupos econômicos. Assim sendo, as questões mais importantes da política acabam por ser, diretamente, aquelas que interessam ao capital. Quando as decisões são tomadas a favor do povo ou de modo contrário às burguesias, por exemplo, os grandes grupos econômicos e seus interesses têm alta força de contenção e mesmo de sabotagem em relação a tais políticas que lhe sejam opostas.
Neste ano de 2013, o maior exemplo do grande jogo entre a política e a economia, no Brasil, não se deu com as manifestações populares, mas, sim, com a relação entre o Estado brasileiro e o capital, em especial no refluxo das políticas intervencionistas dos últimos anos em favor daquelas marcadamente neoliberais. O caso notório é o da taxa oficial de juros. Após uma queda heroica nos primeiros anos do governo Dilma, a resistência e a pressão contrária do grande capital revelaram-se tamanhas, inclusive em termos de represália política e apatia econômica, que o governo retrocedeu em largos passos, majorando novamente os juros. Junto com a queda de braços em torno da taxa de juros, a depreciação insuficiente do câmbio, mantendo-o ainda elevado, e a insistência em políticas de contenção de gastos públicos para pagamento de juros da dívida são outros momentos cruciais da grande política. Nesse jogo, no qual poucas e enviesadas luzes foram lançadas pelos grandes meios de comunicação de massa e cuja complexidade escapa aos olhos da atenção quotidiana do povo, deu-se mais uma vez a derrota de políticas desenvolvimentistas em favor da retomada dos padrões neoliberais.
Como romper então, definitivamente, com tais padrões neoliberais do atraso? Em todas as sociedades capitalistas, as políticas mais progressistas só conseguem se sustentar com grande mobilização popular. Para isso, é preciso que haja cultura política ativa nas bases sociais e, ainda, mecanismos de informação e de comunicação de massa plurais e arejados. Uma das grandes impossibilidades quanto ao enfrentamento dos interesses dos grandes capitais, no Brasil, se dá justamente porque há uma dinâmica de acoplamento imediato entre as burguesias nacionais e internacionais e os meios de comunicação. Assim sendo, o povo é sempre informado de modo que a boa notícia a ele propagada é, na verdade, contra seus interesses. Enquanto não houver o enfrentamento desse padrão, não há política econômica progressista possível ou sustentável, na medida em que o povo está orientado ideologicamente contra qualquer avanço que seja progressista. Como todo enfrentamento nesse nível demanda ampla mobilização popular, aí está o impasse, justamente por não haver apoio nem alavanca para mudanças. A política progressista, aliás, não deve só contar com o povo, mas, em especial, deve partir dele.
Não há possibilidade de mudanças econômicas e sociais substanciais se não houver mobilização popular, politização das massas e exposição dos conflitos a serem superados. Ao contrário de outras experiências de esquerda da América Latina, os governos Lula e Dilma operam sem a mobilização e a politização do povo. Nesse quadro, até mesmo suas ações positivas não podem avançar. Ainda que louvada como prudência, trata-se de uma política que resulta apenas em ganhos residuais ou apoiada em margens de habilidade pessoal e sorte, pois administra conflitos como concórdia.
As massas, hoje, continuam instrumentalizadas de modo conservador pelos grandes aparelhos ideológicos da sociedade. Como isso não tem sido enfrentado, a política, mesmo quando com laivos ou desejos progressistas, acaba sendo limitada ao talhe que a economia, a cultura e a sociedade promovem como sua média: conservador e/ou reacionário.

SE OS SENHORES DA 'JUSTIÇA' SÃO ASSIM, QUE MORAL ELES TEM PARA...




SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


SE ESSES DADOS FOREM A EXPRESSÃO DA VERDADE, ENTÃO NOSSAS ESPERANÇAS FALECERAM, FAZ TEMPO!

TRISTE, PATÉTICO, INSIPIENTE E INÓSPITO JUDICIÁRIO
MARCO ANTONIO VILLA -  historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP).


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é formado por 33 ministros. Foi criado pela Constituição de 1988. Poucos conhecem ou acompanham sua atuação, pois as atenções nacionais estão concentradas no Supremo Tribunal Federal. No site oficial está escrito que é o tribunal da cidadania. Será?
Um simples passeio pelo site permite obter algumas informações preocupantes.
O tribunal tem 160 veículos, dos quais 112 são automóveis e os restantes 48 são vans, furgões e ônibus. É difícil entender as razões de tantos veículos para um simples tribunal. Mais estranho é o número de funcionários. São 2.741 efetivos.
Muitos, é inegável. Mas o número total é maior ainda. Os terceirizados representam 1.018. Desta forma, um simples tribunal tem 3.759 funcionários, com a média aproximada de mais de uma centena de trabalhadores por ministro!! Mesmo assim, em um só contrato, sem licitação, foram destinados quase R$ 2 milhões para serviço de secretariado.
Não é por falta de recursos que os processos demoram tantos anos para serem julgados. Dinheiro sobra. Em 2010, a dotação orçamentária foi de R$ 940 milhões. O dinheiro foi mal gasto. Só para comunicação e divulgação institucional foram reservados R$ 11milhões, para assistência médica a dotação foi de R$ 47 milhões e mais 45 milhões de auxílio-alimentação. Os funcionários devem viver com muita sede, pois foram destinados para compra de água mineral R$ 170 mil. E para reformar uma cozinha foram gastos R$ 114 mil. Em um acesso digno de Oswaldo Cruz, o STJ consumiu R$ 225 mil em vacinas. À conservação dos jardins — que, presumo, devem estar muito bem conservados — o tribunal reservou para um simples sistema de irrigação a módica quantia de R$ 286 mil.
Se o passeio pelos gastos do tribunal é aterrador, muito pior é o cenário quando analisamos a folha de pagamento. O STJ fala em transparência, porém não discrimina o nome dos ministros e funcionários e seus salários. Só é possível saber que um ministro ou um funcionário (sem o respectivo nome) recebeu em certo mês um determinado salário bruto. E só. Mesmo assim, vale muito a pena pesquisar as folhas de pagamento, mesmo que nem todas, deste ano, estejam disponibilizadas. A média salarial é muito alta. Entre centenas de funcionários efetivos é muito difícil encontrar algum que ganhe menos de 5 mil reais.
Mas o que chama principalmente a atenção, além dos salários, são os ganhos eventuais, denominação que o tribunal dá para o abono, indenização e antecipação das férias, a antecipação e a gratificação natalinas, pagamentos retroativos e serviço extraordinário e substituição. Ganhos rendosos. Em março deste ano um ministro recebeu, neste item, 169 mil reais. Infelizmente há outros dois que receberam quase que o triplo: um recebeu R$ 404 mil; e outro, R$ 435 mil. Este último, somando o salário e as vantagens pessoais, auferiu quase meio milhão de reais em apenas um mês! Os outros dois foram “menos aquinhoados”, um ficou com R$ 197 mil e o segundo, com 432 mil. A situação foi muito mais grave em setembro.
Neste mês, seis ministros receberam salários astronômicos: variando de R$ 190 mil a R$ 228 mil.
Os funcionários (assim como os ministros) acrescem ao salário (designado, estranhamente, como “remuneração paradigma”) também as “vantagens eventuais”, além das vantagens pessoais e outros auxílios (sem esquecer as diárias). Assim, não é incomum um funcionário receber R$ 21 mil, como foi o caso do assessor-chefe CJ-3, do ministro 19, os R$ 25,8 mil do assessor-chefe CJ-3 do ministro 22, ou, ainda, em setembro, o assessor chefe CJ-3 do do desembargador 1 recebeu R$ 39 mil (seria cômico se não fosse trágico: até parece identificação do seriado “Agente 86”).
Em meio a estes privilégios, o STJ deu outros péssimos exemplos. Em 2010, um ministro, Paulo Medina, foi acusado de vender sentenças judiciais. Foi condenado pelo CNJ. Imaginou-se que seria preso por ter violado a lei sob a proteção do Estado, o que é ignóbil. Não, nada disso. A pena foi a aposentadoria compulsória. Passou a receber R$ 25 mil. E que pode ser extensiva à viúva como pensão. Em outubro do mesmo ano, o presidente do STJ, Ari Pargendler, foi denunciado pelo estudante Marco Paulo dos Santos. O estudante, estagiário no STJ, estava num a fila de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil existente naquele tribunal. Na frente dele estava o presidente do STJ. Pargendler, aos gritos, exigiu que o rapaz ficasse distante dele, quando já estava aguardando, como todos os outros clientes, na fila regulamentar. O presidente daquela Corte avançou em direção ao estudante, arrancou o seu crachá e gritou: “Sou presidente do STJ e você está demitido. Isso aqui acabou para você.” E cumpriu a ameaça. O estudante, que dependia do estágio — recebia R$ 750 —, foi sumariamente demitido.
Certamente o STJ vai argumentar que todos os gastos e privilégios são legais. E devem ser. Mas são imorais, dignos de uma república bufa. Os ministros deveriam ter vergonha de receber 30, 50 ou até 480 mil reais por mês. Na verdade devem achar que é uma intromissão indevida examinar seus gastos. Muitos, inclusive, podem até usar o seu poder legal para coagir os críticos. Triste Judiciário. Depois de tanta luta para o estabelecimento do estado de direito, acabou confundindo independência com a gastança irresponsável de recursos públicos, e autonomia com prepotência. Deixou de lado a razão da sua existência: fazer justiça.

MARCO ANTONIO VILLA é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP).

UM ARTIGO DESTE QUILATE ACABA COM QUALQUER ESPERANÇA DE VIVERMOS NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.
QUANDO A JUSTIÇA É DESACREDITADA ESTAMOS NUM FIM DE UMA ERA. ALGUMA COISA VAI ACONTECER.

POBRE PAÍS. POBRE POVO ENGANADO PELA DEMAGOGIA E POR LADRÕES DA COISA PÚBLICA.

PARABÉNS PELA CORAGEM MORAL PROFESSOR ANTÔNIO VILLA.
ETA BRASIIIIIIILLLLLLLLLL...

O QUE É BOM DEVE SER COPIADO E AMPLIADO.

Projeto em Barbacena (MG) ajuda crianças a ler mais e conhecer a cidade

G1 - 20/04/14
projeto leitura barbacena

A Escola Municipal Crispim Bias Fortes, de Barbacena, no Campo das Vertentes, foi selecionada em primeiro lugar na categoria Ensino Fundamental do Prêmio Construindo a Nação com o projeto “Livro para ler, cidade para conhecer”. O prêmio do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Cidadania destaca as iniciativas públicas e privadas desenvolvidas em escolas que fortalecem e desenvolvem a cidadania, com envolvimento de alunos, professores e comunidade.

São premiadas instituições nas modalidades Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio, Educação de Jovens e adultos (EJA) e Ensino Técnico.
A entrega do prêmio à escola foi realizada no último mês, na Sala São Paulo da Estação da capital paulista. O projeto “Livro para ler, cidade para conhecer” trabalha a união do prazer da leitura com o conhecimento sobre a cidade onde os alunos vivem. Além de conhecerem a história de Barbacena, as atrações turísticas e o valor do município, os alunos aproveitam o momento para relacionar o lugar ao hábito da leitura.

A professora Eliane de Paula Rocha, idealizadora do projeto, disse que pretendia desenvolver uma prática pedagógica que motivasse os alunos a ler e descobrir a importância da leitura como fonte de ampliação de conhecimentos e desenvolvimento de habilidades. “Eu queria fazer um trabalho de cidadania com os alunos, no qual eles conheceriam a cidade, ao mesmo tempo aproveitando para incentivar a leitura,” contou.

Segundo Eliane, foram realizadas 14 viagens a pontos de Barbacena em 2013 com a participação de 52 alunos da educação infantil ao 5º no do ensino fundamental. “Nós visitamos o Museu Municipal, o Museu da Loucura, a Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Epcar), a Festa de Rosas, um evento regional realizado em outubro, o batalhão da Polícia Militar, entro outros locais, sempre com guias turísticos”, destacou.

As visitas e palestras sobre a importância do local levavam cerca de duas horas e meia. “Após amplo estudo do lugar, nós fazíamos um ponto de leitura. Levávamos várias caixas de livros e os alunos faziam a leitura por aproximadamente 40 minutos. Os passeios aconteciam sempre às sextas-feiras. As crianças adoravam. Era muito gratificante”, comentou Eliane.

Para participar do Prêmio Construindo a Nação, Eliane contou que foi preciso apresentar os resultados do projeto. “Comprovamos com depoimentos da comunidade, fotos dos passeios e pontos de leitura, além dos registros de trabalhos feitos na própria escola, onde os alunos faziam um diário de bordo sobre cada visita e momento literário”, explicou.

Eliane disse que o projeto mostrou a importância de a escola trabalhar além do conteúdo. “Precisamos mostrar o valor da cidade e trabalhar a cidadania nos alunos. Eu me sinto muito honrada porque o projeto foi reconhecido. Espero que ele sirva de exemplo para todo o Brasil. Foi sensacional ver os meninos conhecerem o lugar em que vivem. Isso faz muita diferença”, afirmou.

A professora ainda destacou que o prêmio é para todos os participantes diretos e indiretos. “A Escola Municipal Crispim Bias Fortes é motivo de orgulho também para as professoras e coautoras Cláudia Araújo, Daniela Corrêa, Aline Oliveira, Marlene Carvalho e Kátia Estevam. O prêmio valorizou não só a escola, mas a cidade inteira”, opinou.

Segundo a diretora da Escola Municipal Crispim Bias Fortes, Cláudia Araújo, o projeto “Livro para ler, cidade para conhecer” acrescentou aos alunos em vários sentidos. “Ajudou muito na leitura porque é difícil levar as crianças a criarem o hábito de ler sem ser uma obrigação. O projeto também foi muito importante para que as crianças conhecessem a cidade. A escola fica na zona rural, no distrito São Sebastião dos Torres, muito longe do centro, e os alunos tinham pouco conhecimento da cidade. Então, além da literatura e do português, o projeto acrescentou em relação à geografia e à história. E ainda conseguimos o apoio maciço da comunidade, que confiaram seus filhos a nós”, enfatizou.

Outros prêmios

A escola também ganhou o primeiro lugar com o projeto "O olhar de quem ama", também da professora Eliane, que ficou entre os dez vencedores na terceira edição do Prêmio de Educação para a Sustentabilidade, do Instituto Ecofuturo. Os alunos de 6 e 7 anos tiravam fotos do lugar onde viviam no distrito e explicavam porque o local era importante para eles.

Além da Escola Municipal Crispim Bias Fortes, a professora Eliane ganhou outro Prêmio Construindo a Nação em primeiro lugar com a Escola Municipal Doutor Martim Paulucci de Barbacena com o projeto “Minha escola, minha vida”, no binário de 2010-2011.

ONDE FICA A CONSCIÊNCIA DESTA GENTE?

INACREDITÁVEL. QUANTA COM PT ÊNCIA!
Nilce Lobão ganha 88 mil reais por dia para não trabalhar...

Esta é uma informação que todos brasileiros precisam saber, estar informado é estar acordado.........
nem os próprios admiradores do PT sabem disso !

A VERGONHA PARA O PAÍS...!

Ela é nada mais que a mulher do senador e ministro das Minas e Energia Edson Lobão e mãe do Senador Lobão Filho.
Ela faz parte da turma de políticos maranhenses que têm força no Planalto Central, enquanto o povo do seu estado encontra-se, na sua maioria, em extrema pobreza, já que o Maranhão é o Estado mais pobre da Federação, segundo os índices da ONU.
Ela Tirou nada menos do que 82 licenças médicas, só no ano de 2011, e dos 101 dias trabalhados na Câmara ela apareceu somente em 19. Mesmo licenciada e afastada, continua recebendo seus vencimentos em média de R$ 100.000,00 ao mês e mais R$ 470.000,00 em verbas diversas.
Uma bolada anual de R$ 1.670.000,00 para quem trabalhou, efetivamente, 19 dias em 2011 ou o equivalente a R$ 88.000,00 por dia trabalhado.
Se ela é tão enferma assim, que renuncie ao seu mandato e vá cuidar de sua saúde.
A família Lobão está fazendo seu pé de meia, pé de calças, pé de camisas, pé de vestidos finos, pé de joias, etc, às custas do pobre contribuinte e dos eleitores ingênuos, miseráveis e/ou interesseiros, que eles compram, lá no Maranhão.
É a imoralidade, a farra com o dinheiro público e a bandalheira que continuam correndo soltas no país do futebol.
Da maneira que vai, o Brasil não aguenta o repuxo sem quebrar a banca com o que é desviado pelas mais diferentes formas de corrupção: propina, superfaturamento, caixa dois, para os partidos politicos, etc. e mais o que se paga em salários exorbitantes para alguns políticos que fazem de contas que trabalham. Isto é uma imoralidade!
Uma indecência! e que com a situação econômica mundial em bancarrota, esta podridão política não segura o rojão, o país poderá passar por sérias dificuldades.
Quebrar para nós, nos nossos bolsos, pobres mortais que somos aqueles que, com nossos suados impostos, sustentamos pessoas como essa que não dão retorno à sociedade, mas a sugam, e muito bem, é um seríssimo problema para mais breve do que pensamos.....
E OS APOSENTADOS COM A MERRECA DE SEU SALÁRIO MÍNIMO MENSAL E QUE VÃO MORRER "INTERNADOS" NO CHÃO DOS CORREDORES DOS IMUNDOS HOSPITAIS PÚBLICOS.
VAMOS FICAR COM A MÃO NO QUEIXO OU FAZER ALGUMA COISA?
Claro que vamos fazer, sim! Vamos informar à Nação com nossa forte ferramenta...a Internet.

BOM EXEMPLO PARA SER COPIADO AQUI.

Holanda vai cobrar diárias de presos ...Muito bom! Repasso,
O Governo holandês, sabiamente decidiu adotar a mesma política da Dinamarca e Alemanha e impor a seus presidiários o pagamento de 16 euros (50 reais) por dia por ficarem atrás das grades. O projeto de lei deriva dos acordos pactuados pela atual coalizão no poder, formada por liberais de direita e social-democratas, e busca duas coisas: obrigar o criminoso a assumir o custo de seus atos e poupar, concretamente, 65 milhões de euros (205 milhões de reais) em despesas judiciais e policiais. Na Holanda existem 29 presídios, sendo que deste total 8 foram fechados por falta de presos. O Governo holandês diz que o detento é parte integrante da sociedade e se comete um delito tem obrigação de contribuir com os gastos inerentes.
No Brasil é totalmente o contrário. Presídios são construídos todos os anos, são destruidos de vez em quando pelos próprios presos, o detento raramente trabalha e sua família ainda recebe do Governo Federal uma ajuda de custo superior ao salário mínimo.
Aqui quem paga é quem não cometeu o crime: aquele que trabalha e paga seus impostos! Cada medida dessas funciona como um incentivo de comportamento. Veja como é o incentivo lá e como é cá.

EXCELENTES DICAS DE LEITURAS PARA EDUCADORES.

Claro que sei que você já conhece Daniel Goleman, que já leu sua fantástica obra  Inteligência Emocional ( marco na história do ser humano)  e que  também já aplica com sucesso em todas as áreas de sua vida, bem como  já ensina a seus alunos os conceitos do que chamo de Alfabetização Emocional. 
Novamente, Daniel está com outra obra, também voltada  para o educador:  FOCO ,  cujos conceitos são para serem aplicados e ensinados, pois trata cientificamente do valor da atenção em qualquer forma de aprendizagem. Num mundo de distrações!!!!



Veja mais...

Combinando pesquisa de ponta e descobertas práticas, Daniel Goleman mostra por que a base do sucesso em todas as áreas da vida é sua capacidade de ter FOCO. 
Segundo o autor do best-seller Inteligência emocional, a atenção funciona de forma muito parecida com um músculo: se não o utilizamos, fica atrofiado; se o exercitamos, se desenvolve e se fortalece. Numa era de distrações intermináveis, Goleman argumenta que precisamos aprender a aprimorar nosso foco se quisermos prosperar no mundo complexo em que vivemos. 
Aqueles que alcançam rendimento máximo (seja nos estudos, nos negócios, nos esportes ou nas artes) são precisamente os que prestam atenção no que é mais importante para seu desempenho. Foco é uma ferramenta essencial, é o que diferencia um especialista de um amador, um profissional de sucesso do funcionário mediano. 
Foco traz um olhar inovador sobre o segredo para o alto desempenho e a realização e mostra como a atenção tem um papel fundamental para o sucesso.
Suely Costa

sábado, 26 de abril de 2014

28 DE ABRIL DE 2014.

 Há 149 anos, nascia na cidade da Campanha VITAL BRAZIL MINEIRO DA CAMPANHA.
Comemorando seus 82 anos de vida, o ator STÊNIO GARCIA.
Há 73 anos, chegava ao mundo ELIAKIM ARAÚJO.

26.04.2014

Há 204 anos. era batizada Francisca de Paula de Jesus que, se tornaria mais tarde NHÁ CHICA.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

IGUALDADE RACIAL E DE GÊNERO FORA DO PNE.

 Data:23/abr/2014, 9h49min

Lobby conservador retira igualdade racial e de gênero do Plano Nacional de Educação

 
Falta decidir se Fies, Prouni e Pronatec serão financiados com os 10% do PIB | Foto: Lucio Bernardo Jr/ Câmara dos Deputados
Falta decidir se Fies, Prouni e Pronatec serão financiados com os 10% do PIB | Foto: Lucio Bernardo Jr/ Câmara dos Deputados
Sarah Fernandes,
da RBA
A comissão especial que analisa o Plano Nacional de Educação na Câmara aprovou nesta terça-feira (22) o texto principal do documento, deixando para quarta-feira (23) a votação dos destaques. A maioria dos parlamentares presentes cedeu ao lobby dos pastores-deputados Marco Feliciano (PSC-SP), Marcos Rogério (PDT-RO) e Pastor Eurico (PSB-PE) e aceitou retirar a diretriz que propõe a superação das desigualdades educacionais, “com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”, um dos pontos mais polêmicos do projeto.
Assim, fica mantida a redação do Senado, que determina a “promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação”. Parlamentares mais conservadores entendiam que a ênfase na igualdade de gênero e orientação sexual permitiria a adoção de materiais didáticos e atividades escolares que incentivassem a homossexualidade. Os mais progressistas defendiam que o trecho busca promover o combate à homofobia e ao preconceito contra as mulheres.
A assessoria de imprensa de Feliciano havia informado, na última quinta-feira (17), que o deputado não abriria mão de retirar do texto as questões de gênero, raça e identidade sexual. O tema já fizera com que a votação fosse adiada por duas vezes apenas neste mês. No último dia 8, Feliciano e Marcos Rogério apresentaram requerimentos pedindo o adiamento da votação para “estudar melhor” a proposta referente à promoção da igualdade.
“Nós reproduzimos aquilo que está na Constituição Brasileira, mas com uma linguagem mais recente. O constituinte de 1988 não abordava o tema da identidade sexual como ela é abordada hoje. A Constituição diz que deve-se promover o bem de todos sem discriminação de sexo, de raça, de nenhuma natureza. E a educação brasileira tem de atacar, de forma sistêmica, toda desigualdade”, resumiu o relator do PNE na comissão especial, o deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR), em entrevista à RBA.
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Bolsonaro comemora após aprovação | Foto: José Cruz/Agência Brasil
A diretriz sobre financiamento, outra polêmica do plano, será votada amanhã. No texto principal, os deputados aprovaram 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública, contrariando a redação do Senado, que não especificava se o montante seria para a educação pública, o que daria espaço para incluir aí as instituições privadas, filantrópicas e comunitárias. Falta decidir se o Programa de Financiamento Estudantil (Fies), Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) serão contabilizados no montante.
“O plano não foi concebido, e conceitualmente não está estruturado, para relegar as escolas filantrópicas, comunitárias e particulares a um papel menor. Pelo contrário, garante a elas o papel complementar ao sistema de ensino público. Mas a prioridade é a escola pública”, afirmou Vanhoni.
O Plano Nacional de Educação é um documento que estabelece metas para a área nos próximos 10 anos. Foi elaborado a partir da Conferência Nacional de Educação, realizada em abril de 2010, na qual diversas organizações da sociedade civil levantaram propostas para melhorar a qualidade da educação brasileira.
O texto principal aprovado mantém metas já acordadas entre parlamentares, como a erradicação do analfabetismo, oferta de educação integral em metade das escolas públicas, a formação de 60 mil mestres e 25 mil doutores por ano e a equiparação do salários dos profissionais da educação básica com demais profissionais de escolaridade equivalente.


PAULO MELO NO GEFROMP.

GEFROMP CONVIDA.

Palestra com o Professor PAULO MELO.

Tema: "O reino de Deus caminha com nossos pés"

Dia: 29 de abril - Terça-feira

Horário 20:00

Local: GEFROMP: Rua Celso Vilhena Mendes.- 42 - Xororó

Compareça e traga seus amigos e parentes. 
Teremos o maior prazer em recebe-los.

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

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