segunda-feira, 26 de maio de 2014

FLIQUINHA E SEUS PRIMEIROS FRUTOS.

FLIQUINHA JÁ APRESENTA SEUS PRIMEIROS FRUTOS
Por José Milton Junqueira
Dentro da programação da FLIQUINHA 2014, tive o prazer de participar da Mesa-Redonda: “Livro de Artista, Arte, Leitura Literária e Leitura não Literária: Diálogos entre pesquisadores e educadores” na qual pude acompanhar as discussões sobre metodologias, procedimentos, estratégias e tomar algumas anotações que já compartilhei e também nesse evento, após constatações de dificuldades e lacunas existentes na cidade e para bem empreender programas de leitura, em geral, promoção cultural, após ouvir os participantes a pesquisadora Cristina Krauss sugeriu a criação de organismos que pudessem incrementar e consolidar ainda mais a leitura, a produção de textos e de imagens sobre Campanha, a grande Campanha. Assim, nasceram a “SABCAMP” e o “CAMPFOTOCLUBE” que, com grande empenho do Prof. Luan Marinho, já conta com os seus primeiros abnegados membros e com atividades de abertura programadas para as próximas semanas como relatarei em postagens seguintes.


SABCAMP – Associação de Amigos da Biblioteca Pública da Campanha – Biblioteca Pública Municipal Cônego Victor
As associações de amigos de bibliotecas, em qualquer parte do mundo, têm por meta promover a cultura em geral, enfatizar as ações relacionadas ao fomento da leitura e a difusão da literatura, catalisar os processos de implantação de políticas públicas e privadas voltadas para o universo das bibliotecas, contribuir para o aprimoramento da instituição, colaborar na captação de recursos financeiros e sempre favorecer a participação da comunidade no planejamento das ações da Biblioteca. A “SABCAMP” Associação de Amigos da Biblioteca Pública de Campanha, a exemplo de outras associações desse gênero, já está em franco diálogo com vários grupos ligados ao livro, à leitura, preparando um calendário de atividades, recebendo propostas de atividades permanentes, sugestões de programas continuados que visem à valorização do livro e à promoção da leitura no contexto campanhense.
Campanhense, conheça, participe,divulgue!
Entre em contato com Prof. Luan Marinho!


CAMPFOTOCLUBE – Foto Clube da Campanha

Os fotoclubes são importantes fontes de produção artística fotográfica. É um tipo de associativismo em que os membros se juntam para discutir ou realizar ações com objetivo de promover o desenvolvimento da fotografia num determinado tempo e/ou espaço.  O “CAMPFOTOCLUBE” Foto Clube da Campanha tem como grande propósito apresentar Campanha, nos seus mais variados ângulos, a partir de “campanhas fotográficas” e a exemplo de outros fotoclubes ele deverá se vincular à União Nacional de Fotoclubes.

Campanhense, conheça, participe,divulgue!
Entre em contato com Prof. Luan Marinho

FLIQUINHA BUSCA COLOCAR A MENINADA COM "FACE NO BOOK"

FLIQUINHA BUSCA COLOCAR A MENINADA COM
“FACE NO BOOK”

                                                                                     Por José Milton Junqueira



Dentro da programação da FLIQUINHA 2014, tive o prazer de participar da Mesa-Redonda: “Livro de Artista, Arte, Leitura Literária e Leitura não Literária: Diálogos entre pesquisadores e educadores” na qual pude acompanhar as discussões sobre metodologias, procedimentos, estratégias e tomar algumas anotações que compartilho a seguir.

A FLIQUINHA, idealizada e formatada pela pesquisadora Cristina Krauss.  É um programa de leitura, tanto literária como não literária, apoiado no letramento informacional e que contribui para despertar o interesse e o acesso aos livros, bem como o incentivo à leitura a partir da biobibliografia dos campanhenses homenageados na edição anual da Feira do Livro da Campanha (FLIC), com metodologias, estratégias, procedimentos ligados especialmente à Arte e ao chamado “Livro de Artista”.

A FLIQUINHA é formada por um conjunto de projetos sistematizados para serem desenvolvidos ao longo do ano, entre uma edição e outra do evento e voltados para o público infanto-juvenil em contexto escolar, em escolas públicas – estaduais e municipais –, particulares, confessionais, urbanas e rurais de Campanha, a mais antiga cidade e referência cultural para toda a região sul-mineira.

Com esse programa, busca-se o envolvimento de toda a rede de ensino, em todas as suas etapas da educação básica, desde a educação infantil, a creche e a pré-escola passando pelo ensino fundamental, nos anos iniciais e finais até o médio (com suas áreas de empregabilidade), inclusive as modalidades da educação básica, a educação de jovens/adultos, a educação especial, a educação profissional e tecnológica, a educação do campo, o atendimento às Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que abordam a história e cultura afro-brasileira e indígena.

Tal programa apresenta Campanha como a terra dos livros, dos apaixonados por livros. A título de ilustração, ela é citada como o local onde se organizou a 1ª biblioteca de Minas, a 1ª livraria de Minas, a 1ª fábrica de tipos móveis de Minas, a 1ª Enciclopédia Popular Brasileira, dentre outros protagonismos, como o local onde a leitura, os professores, as letras, os letreiros se mostram sempre presentes como descreveram memorialistas e vêm ratificando pesquisadores da história do livro, da leitura. O livro, que perpassa todas as ações, projetos do programa é também atrelado aos conceitos e às modalidades de patrimônio cultural.

E no desenrolar de tais atividades acontecem diálogos interdisciplinares, conforme a organização curricular (linguagens, com a literatura em seus variados gêneros, textos, língua portuguesa, estrangeira, cênica, plástica, musical, educação física), matemática, ciências da natureza (biologia, física, química), ciências humanas (geografia, história, filosofia, sociologia), ensino religioso das várias etapas da educação básica. Também abrangendo os temas transversais, conforme dispõe a Resolução no 2.197/2012 da Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais (SEE-MG), acontecem abordagens sobre saúde, sexualidade e gênero, vida familiar e social, direitos das crianças e adolescentes, direito dos idosos, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação e consumo, educação fiscal, educação para o trânsito, trabalho, ciência e tecnologia, diversidade cultural, dependência química, higiene bucal, educação alimentar e nutricional.

Tudo acontece sempre tendo como ponto de partida e eixo norteador de todas essas ações o livro e a paixão pela leitura. Os escritores, homenageados na FLIC, são lidos juntamente com escritores sul-mineiros, mineiros, brasileiros, estrangeiros conforme liames estabelecidos entre as obras e as propostas de cada um dos cem projetos que compõem o programa FLIQUINHA. Ao longo desse percurso de abrir, folhear, ler Campanha, nesse tempo e espaço de multiplicidade de leituras sem fronteiras entre o livro e os leitores, os estudantes terminam por eleger uma produção na qual expressarão todo o conteúdo resultante da pluralidade de processos experimentados e que mais tenha lhe agradado. São os esforços de educadores para que, de forma criativa, agradável, a meninada da Campanha se interesse pelo livro, pela leitura e assim aconteça a construção do conhecimento.





O PAÍS QUE ELA "DIRIGE" NÃO É DIFERENTE.

Dilma 'ficou estarrecida' com situação dos clubes, afirma Bom Senso

"Ela não imaginava que isso acontecesse no país do futebol, no Brasil pentacampeão. Para a presidenta, isso é uma grande novidade, não sabia desse problema", afirmou Ruy Cabeção


Dilma 'ficou estarrecida' com situação dos clubes, afirma Bom Senso
O movimento Bom Senso F.C. se reuniu nesta segunda-feira com a presidente Dilma RousseffA presidente da República, Dilma Rousseff, ficou ‘estarrecida' com a falta de compromisso dos clubes no pagamento de salários dos atletas. A revelação foi feita pelo movimento Bom Senso F.C. nesta segunda-feira, ao fim do encontro realizado em Brasília por intermédio do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e que teve como objetivo mostrar a situação atual do futebol brasileiro. Como resultado da conversa, foram firmadas diretrizes de trabalho no Palácio do Governo.
O ministro Rebelo e o secretário acional de futebol e direito do torcedor, Toninho Nascimento, também estiveram presentes no bate-papo.

Os pontos discutidos, em sua maioria, fazem parte da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, proposta pelo deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ) e que aguarda votação no Plenário.
Eles passariam basicamente pela sanção aos clubes que atrasarem os seus vencimentos; a participação de jogadores nas assembleias das federações estaduais e da CBF; e a criação de um Plano Nacional do Desenvolvimento do Futebol (PNDS).
"Ela ficou estarrecida com a situação do nosso futebol. Ela não imaginava que isso acontecesse no país do futebol, no Brasil pentacampeão. Para a presidenta, isso é uma grande novidade, não sabia desse problema", afirmou Ruy Cabeção.
O objetivo do PNDS seria fazer o acompanhamento de todas as promessas estabelecidas entre as partes.
A sete meses do fim de seu mandato, Dilma terá que correr contra o tempo para cumprir o acordo, no entanto.
Ao todo, participaram da reunião os seguintes atletas: Dida (Inter), Alex (Coritiba), Juan (Inter), Marcinho (Ituano), Thiago Gasparino (Maringá), Osmar (Icasa), Gilberto Silva (sem clube), Ruy Cabeção (idem), Ricardo Berna (idem) e Cris (idem).
O grupo, que carrega como principais bandeiras a mudança no calendário brasileiro e a adoção do fair play financeiro, analisa que a conversa com Dilma Rousseff foi melhor do que o imaginado.

27 DE MAIO DE 2014

DIA INTERNACIONAL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO.

DIA NACIONAL DO PROFISSIONAL LIBERAL.

DIA DA MATA ATLÂNTICA.

Comemora hoje 42 anos de nascimento a baiana IVETE SANGALO.

O mineiro de Passos DANTON MELO comemora hoje 39 anos de vida.

RACIONALIDADE CRISTÃ.

FIDELIDADE ESPÍRITA, UMA QUESTÃO DE RACIONALIDADE CRISTÃ

jorge hessen123

É evidente que “Fidelidade Doutrinária” não é o que alguns incautos alcunham como sendo algo subjetivo. Consiste na simplicidade dos conceitos escritos e praticados, desde que, invariavelmente, alicerçados na Codificação, cujas recomendações foram escoradas pelos “Espíritos do Senhor, que são as “Virtudes dos Céus”, no dizer do Espírito de Verdade, na Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo.

A nossa irmã Wanda Simões escreveu que “estamos vivendo dias de dificuldades em todo o planeta, mas, configura-se de muita gravidade a situação encontrada nas casas espíritas. Afinal, não é onde deveria estar centrada a cátedra do Espírito de Verdade? Não é onde deveria se encontrar a luz do conhecimento que liberta? Não é onde se deve aprender a construir um novo homem, liberto das amarras da ignorância? No entanto, não é o que se vê. Senão, vejamos: As casas espíritas, inspiradas pelo espírito de sistema, optaram por navegar nas águas rasas do conhecimento, na superficialidade dos ensinos exarados nas obras psicografadas de qualidade duvidosa.  
É comum, muito comum, os espíritas saberem, de cor, as histórias romanceadas das vidas de personagens habitantes das colônias transitórias, mas não sabem sequer de onde surgiu a doutrina que professam. Espalhou-se, no meio, a idéia de que a leitura das Obras básicas é muito difícil, e que, portanto, é melhor que se comece lendo romances e livrinhos de histórias fantasiosas sobre a vida espiritual, que só convencem mentes imaturas e sem senso de racionalidade. 
O resultado disso é que quando a pessoa se interessa, de fato, pelo estudo da Doutrina, já se embrenhou num mundo irreal, já poluiu sua mente com leituras inadequadas e atrapalhadas, tornando-se muito difícil a incursão no conhecimento real do Espiritismo, atrasando, sobremaneira, o avanço da criatura na estrada da compreensão. Os conceitos, que já se formaram em sua mente, são de complicada reestruturação e haja tempo para se formar outra mentalidade. São pessoas com um nível de fantasia muito grande acerca da vida terrena e espiritual, pois misturam conceitos espíritas com doutrinas esotéricas, com neurolinguística, terapias alternativas, auto-ajuda e tudo o que pode fazer uma grande confusão nas idéias.”1 Certa ocasião, ao término de uma palestra sobre o tema FIDELIDADE DOUTRINÁRIA, aproximou de mim um confrade e nos contou que estava procurando se harmonizar com uma casa espírita, mas, no grupo que freqüentava, os trabalhadores promoviam sessões de “desobsessão” pela apometria e por corrente magnética (?!…). 
Utilizavam cristais e pirâmides nos chamados trabalhos de “cura”. Indicavam sal grosso aos assistidos, ervas, pomadas “cura-tudo” e outros quejandos estranhos.Lembramos que muitos centros acenam com movimentos e idéias hipnotizantes, tentando embutir, na espinha dorsal da Doutrina Espírita, práticas inoportunas, sutis, criando neologismos de impacto para supostos “tratamentos espirituais”. Indagou-nos, se eram corretas essas práticas, pois, segundo acreditava, consoante as lições das Obras Básicas, essas práticas não condizem com o projeto final do Espiritismo. 
Disse-nos, ainda, que foi convidado pela Direção do tal Centro, a trabalhar em serviços de atendimento aos irmãos que estavam necessitados de ajuda material naquela região. Contudo, estava receoso de iniciar um trabalho com esses pontos conflitantes na mente.Esclarecemos que o Centro Espírita tem que funcionar como se fosse um autêntico Pronto-Socorro Espiritual; tal qual refrigério em favor das almas em desalinho. Os grupos espíritas têm que estar preparados para receber um contingente, cada vez maior, de pessoas perdidas no lodaçal de suas próprias imperfeições, e que estão nos vales sombrios da ignorância.Aqueles que leem literaturas ditas avançadas, de autores pseudosábios, duvidosos, sem antes lerem e estudarem, com seriedade, as obras do Pentateuco Kardeciano, correm, invariavelmente, o grande risco de enveredarem por caminhos escorregadios e trilhas sinuosas de difícil acesso esclarecedor. 
Os Centros Espíritas refletem a índole e a consciência doutrinária dos seus dirigentes (mandões). As práticas que nos narrou o irmão chocam, de frente, com as receitas de Allan Kardec. Logo, no centro citado, não se praticam as recomendações doutrinárias, logo não se pratica o Espiritismo-Kardecista.2 Todavia, são estágios de entendimento insipientes, quiçá, necessários para esses irmãos neófitos (nunca se esquecendo de que A CADA UM SEGUNDO SEUS MERECIMENTOS). 
Ressaltamos que, no grupo em referência, certamente, existem confrades que ajudam os necessitados, o que lhes concede apreciáveis méritos, obviamente. Contudo, ainda, não se desligaram de práticas bizarras, perfeitamente dispensáveis para seus compromissos cristãos.Lembramos ao nosso interlocutor, que já possuía um critério doutrinário formado, que ele deveria procurar outro núcleo espírita, onde propusessem práticas, genuinamente, espíritas. Se optasse por continuar, que transmitisse, aos poucos, as noções claras da Doutrina Espírita, promovendo, no Centro, leituras de obras consagradas, e que sugerisse oradores experientes, quando agendassem nomes para palestras públicas, etc.Alertamos sobre as dificuldades que iria encontrar, mas que não esmorecesse diante desse nobre propósito, pois a firme vontade de ajustar aquelas mentes doentias ao projeto dos Espíritos Superiores superaria qualquer adversidade que tivesse que enfrentar. 
O mais importante é servir em nome do Cristo, mesmo que convivendo, estóica e heroicamente, ao lado de práticas vazias de lógica. Se conseguisse conviver com isso, nós o estimulamos. Contudo, lembramos ao confrade que ninguém era obrigado a conviver sob as amarras dos constrangimentos, por isso, que usasse e abusasse do bom senso.A verdadeira prática espírita é a expressão da moral cristã, consubstanciada no Evangelho. 
O grupo espírita que se basear nos ensinos de Jesus terá maior pureza doutrinária em qualquer tipo de continente (desobsessão, desenvolvimento da mediunidade, palestras, livros, mensagens, assistência social, evangelização da infância e juventude, divulgação, etc.).Recordemos que Allan Kardec legou à humanidade a melhor de todas as embalagens (FIDELIDADE DOUTRINÁRIA) ao divino presente que é a DOUTRINA ESPÍRITA, e aqueles que têm como base o alicerce do Evangelho podem, até, conviver com qualquer obra ou filosofia, que estarão IMUNIZADOS contra o vírus das influenciações obsidentes.
Jorge Hessen
E-Mail: jorgehessen@gmail.com 
Site: http://jorgehessen.net/Blog: http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/ 
FONTES:(1) Trecho extraído de Artigo de Wanda Simões em 25-07-09(2) Há muitos confrades que têm identificado o gravíssimo desgaste da palavra “espiritismo” e sugerem a sua modificação para “Doutrina dos Espíritos”, ou “Doutrina Espírita”, ou até mesmo “Kardecismo” (e seus derivados), que são termos que vêm sendo popularizados no Brasil devido, justamente, ao místico sincretismo religioso, que remete as pessoas a confundirem espiritismo com ocultismo, esoterismo, exoterismo, teosofia, orientalismo, umbandismo, xamanismo, exorcismo e outros similares. Por isso, é comum ouvirmos de alguns adeptos: “Sou Kardecista”.
Fonte; A Luz na Mente

ALGUÉM VIU ESTA NOTÍCIA NA GRANDE IMPRENSA?

Como não é traficante bailarino, não foi o Amarildo, ou um "de menor" ninguém publica...

Soldado Paraquedista do EB é alvejado no RJ em missão de auxílio à PMRJ, mas isso a TV não mostra, nenhum jornal publica, não é notícia. 

É para isso que o Forças Armadas servem, para defende-los, até mesmo em época de paz, o que não é nosso caso.

Já vivemos uma guerra civil faz algum tempo, principalmente nos grandes centros urbanos. Mas se morre um vagabundo.... Imprensa caí de pau, Maria do Rosário destilando seu ódio às FFAA e Polícia, OAB dando declarações de repúdio às UPPs... 
Estamos vivendo o caos social que qualquer cartilha de guerra revolucionária explica e, quem viver verá: correrá muito sangue nas ruas brasileiras, e não vai demorar muito. 
 
                                       Cadê a imprensa??? 

domingo, 25 de maio de 2014

26 DE MAIO DE 2014.

Há 84 anos, nascia o grande músico brasileiro SIVUCA.

O líder espírita regional FREDERICO AZZI , o FRED comemora hoje 67 anos de nascimento.

AGRICULTURA E SUSTENTABILIDADE.

Agricultura e sustentabilidade - Texto sobre Antroposofia

(imagem retirada da Revista de Agricultura Biodinâmica por Henrique Ventura Régis)
Olá a todas/os,
Henrique Régis, o coordenador deste blog, pediu-me para escrever sobre agricultura e sustentabilidade. Existe uma agricultura antroposófica, isto é, uma das aplicações da Antroposofia, chamada de Agricultura Biodinâmica (ABD), introduzida por Rudolf Steiner em 1924 [1]. Desde aquela época, inúmeras fazendas que usam o método de cultivo biodinâmico (BD) têm sido formadas no mundo todo, havendo várias no Brasil. Um caso digno de nota é o arroz Volkmann, de Sentinela do Sul, RS (www.volkmann.com.br) que, aliás, traz o selo Demeter que indica, no mundo todo, um produto genuinamente BD. Muito se tem falado da excelência dos vinhos BDs (apesar de a Antroposofia ser contra o uso de bebidas alcoólicas, por prejudicarem hoje em dia o desenvolvimento espiritual pessoal). Provavelmente muitos dos leitores já viram nos invólucros de produtos agrícolas a marca IBD, do Instituto Biodinâmico, que certifica produtos orgânicos e BDs; ele tem as características de integridade de todas as iniciativas antroposóficas.
Em 1971, nos EEUU, assisti uma palestra do presidente da associação americana de agricultores orgânicos, e lhe perguntei o que achava da ABD. Ele disse "É o máximo em agricultura orgânica." Por que será? A distinção está nos fundamentos espiritualistas antroposóficos da ABD, a maneira como a terra, as plantações e os animais são tratados e o fato de que cada fazenda tem, como tudo na Antroposofia, o ser humano como centro. Se for feita uma visita a uma fazenda BD, como por exemplo a Estância Demétria em Botucatu, SP, a pioneira no Brasil, e se falar com os agricultores, logo notar-se-á algo muito especial: o amor e respeito que todos os que trabalham numa fazenda BD têm pela terra, pelas plantas e animais, e o fato de sempre se constituírem em uma comunidade harmônica de trabalho, que oferece dignidade e cultura para todos. Em particular, ... [ver o artigo completo em www.sab.org.br/agric-biod/agric-sustent.htm].

sábado, 24 de maio de 2014

A PERCEPÇÃO DO VAZIO.

Cap. 14 : A Percepção do Vazio - Texto sobre Taoísmo

  
Esta postagem refere-se ao capítulo 14 do livro Tao Té Ching de Lao Tsé. O título não é original do livro, mas foi criado por mim. Achei que o uso de um título seria interessante como uma maneira de sinalizar o assunto a ser tratado no texto. A partir de agora passarei a utilizá-los.

1) Poema

Aquilo que se olha e não se vê, chama-se invisível;
Aquilo que se escuta e não se ouve, chama-se inaudível;
Aquilo que se abraça e não se possui, chama-se impalpável.
Estes três não podem ser revelados,
Por isso se fundem e se tornam um.

Enquanto superior não é luminoso,
Enquanto inferior não é vago.

O Constante que não pode ser nomeado
É o retorno à não-existência,
É a expressão da não-expressão,
É a imagem da não-existência,
A isso se chama indeterminado.

Encarando-o, não se vê sua face,
Seguindo-o, não se veem suas costas.

Quem mantém o Caminho Ancestral
Pode governar a existência presente;
Quem conhece o Princípio Ancestral
Encontra a ordem do Caminho.

Tradução do chinês arcaico para o português por Wu Jyh Cherng:  http://www.livrosgratis.com.br/arquivos_livros/le000004.pdf



2) Comentários:

Existe algo anterior e mais profundo do que a forma, este algo é o Vazio, o Mistério. Neste poema, Lao Tsé o descreve como “invisível, inaudível e impalpável” e o que “não pode ser revelado”. Ele não pode se revelar no mundo das formas, nem ser percebido através dos nossos sentidos usuais.

Percebe-se o Vazio como uma qualidade que está em toda parte, no superior e no inferior, tanto acima quanto abaixo. Ele não é percebido como uma luz ou algo luminoso quando superior  e não é impreciso ou confuso enquanto inferior. Apesar de dizermos que uma pessoa é iluminada, isso não quer dizer que possamos perceber nela uma qualidade relativa à luz, ou algo que possa ser percebido como manifesto, como uma forma. Na verdade é um “espaço”, um silêncio, um vazio onde não há ego, não há resistência. Esta pessoa provavelmente terá uma postura de total aceitação das coisas como são. Suas palavras e atitudes serão precisas e retas, pois virão naturais, sem passar pelo filtro do ego, virão intuitivamente da sintonia com o “Eu Maior”.

Esse Mistério é o predecessor de tudo o que tem existência definida e mutável. A não-existência do Vazio é constante, não teve início, nunca terá fim, é o eterno Presente.  O eterno fluir de um silêncio profundo, que não pode ser limitado no mundo da forma.

Não adiantaria tentar encará-lo ou segui-lo, já que o Mistério está além do mundo da forma e não pode ser compreendido, observado ou buscado com a razão humana.

Quem mantém o Caminho Ancestral, ou a forma de viver natural (de acordo com a naturalidade), que é passada geração após geração, de mestre para discípulo, é capaz de governar a existência presente. Governar as próprias palavras e ações, ter auto-controle e discernimento. Quem conhece o Princípio Ancestral (o princípio de tudo, a essência de todas as coisas), encontra o ordem do Caminho, ou seja, a lei que tudo rege e que mantém a harmonia em todo o mundo manifesto.

Obs.: Esta é apenas a minha interpretação, sem a menor pretensão de ser correta ou definitiva. Gostaria de conhecer outras percepções a respeito do tema.  Ficarei grata aos que compartilharem suas ideias.



3) Citações:

Achei que seria interessante utilizar citações de livros que abordam o tema proposto da sua maneira particular. Desta forma espero abarcar mais pontos de vista e alcançar um entendimento mais profundo.

“A parte não manifestada do Tao é algo anterior ou fora da forma, que chamamos Tao do Céu Anterior. E o mundo manifestado, o Tao em estado manifestado, nós chamamos de Tao do Céu Posterior.

O Tao do Céu Anterior não possui forma nem linguagem e está além das imagens, por isso abrange e inclui todas as formas e todas as imagens. É como o silêncio que abrange todos os sons e todos os tons, é como a ausência de cor que permite o surgimento de todas as cores, de todos os matizes. Esse “vazio” é o Tao do Céu Anterior.

A parte manifestada do Tao é exatamente o Universo onde estamos. Nós somos o Tao em estado manifestado e convivemos com (e possuímos) o Tao em estado latente.

Como a nossa consciência, o nosso corpo e a nossa energia estão acostumados apenas com a vivência da forma, da imagem e da linguagem, normalmente nós não conseguimos sentir e experimentar o estado latente do Tao. Simplesmente como uma pessoa não poderia descrever o gosto daquilo que não tem um sabor ou descrever o formato daquilo que não possui forma. Mas não se poderia dizer que aquilo que não possui forma não existe. Se o que possui forma existe para nós, o que não a possui, apesar de fora da nossa compreensão e da nossa experiência, também não deixaria de existir, pois é exatamente complementar àquilo que podemos sentir. Só que não podemos senti-lo através da condição da forma e da linguagem.

O que distingue a Teologia Taoísta (a exemplo de outras cosmovisões primitivas que tinham um conceito de Deus mais abrangente, mais ‘feminino’) é que, para nós, acima de um Deus onipotente e onipresente, ainda existe um Deus absoluto, a Consciência do Céu Anterior, o Tao em estado la
 tente.”

Wu Jyh Cherng - Iniciação ao Taoísmo, volume 1

...

“A maior parte das pessoas confunde o Agora com o que acontece no Agora. Mas não é isso. O Agora é mais profundo do que o que ocorre nele. É o espaço no qual tudo acontece.
Portanto, não confunda o conteúdo do momento presente com o Agora. O Agora é mais profundo do que qualquer conteúdo que exista nele.”

“Eu não sou os meus pensamentos, não sou minhas emoções, minhas percepções sensoriais e minhas experiências. Não sou o conteúdo da minha vida. Sou o espaço no qual todas as coisas acontecem. Eu sou a consciência. Sou o Agora. Eu Sou.”

“Você não possui uma vida, você é a vida. Você é a vida única, a consciência única, a consciência única que permeia todo o universo e assume temporariamente a forma de pedra, folha, animal, pessoa, estrela ou galáxia.”

“Quando você sabe que é a consciência na qual a vida externa acontece, torna-se independente do que existe externamente e perde a necessidade de buscar sua identidade nos fatos, nos lugares e nas situações. Em outras palavras: as coisas que acontecem ou deixam de acontecer perdem a importância, perdem o peso e a gravidade. Sua vida passa a ter outra graça e leveza. O mundo é então visto como uma dança cósmica, a dança da forma – só isso.”

“A consciência pura é a Vida antes de se manifestar, e essa Vida olha para o mundo da forma através dos seus olhos, porque a consciência é quem você é. Quando você se vê assim, então se reconhece em todas as coisas. É um estado de total clareza de percepção. Você deixa de ser alguém com um passado que pesa e através do qual todas as experiências são interpretadas.”

Eckhart Tolle – O Poder do Silêncio

25 DE MAIO DE 2014.

DIA DO CONTRIBUINTE.


DIA DA COSTUREIRA.

DIA NACIONAL DA INDUSTRIA.

DIA NACIONAL DO TRABALHADOR RURAL.

REENCARNAÇÃO.

Reencarnação - 4 Perguntas !! - Livro dos Espíritos

Livro dos Espíritos (LE) - PARTE SEGUNDA
Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos

Capítulo IV - Da Pluralidade das Existências

Reencarnação
167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade.
Sem isto, onde a justiça?”
168. É limitado o número das existências corporais, ou o Espírito reencarna perpetuamente?
“A cada nova existência, o Espírito dá um passo para diante na senda do progresso.
Desde que se ache limpo de todas as impurezas, não tem mais necessidade das provas da vida corporal.”
169. É invariável o número das encarnações para todos os Espíritos?
“Não; aquele que caminha depressa, a muitas provas se forra.
Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito.”
170. O que fica sendo o Espírito depois da sua última encarnação?
“Espírito bem-aventurado; puro Espírito.”

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