segunda-feira, 23 de maio de 2016

ELA NÃO ERA DEPRESSIVA...

Ela NÃO era DEPRESSIVA, era apenas um caso de INFLUÊNCIA ESPIRITUAL !


Veja um caso curioso de alguém que passou por essa situação. 

A Manuela apareceu um dia na associação espírita a pedir auxílio. Sentia-se esquisita, muito deprimida e com vontade de chorar. O pior é que por vezes sentia impulsos de muita solidão e mesmo até de se suicidar. 
Mãe de 3 filhos, sentia a preocupação que tal situação acarretava. Já recorrera à ajuda de várias pessoas, uns bem intencionados outros menos bem intencionados. Ouvira falar da associação espírita e decidiu lá ir. Já tinha consultado vários psiquiatras, já se tinha encharcado em comprimidos, sem que conseguisse sair daquele estado de alma angustiante. Já estivera inclusive internada num hospital psiquiátrico, sem que, contudo, a situação tivesse melhoras substanciais. 
Num determinado dia, a crise agravou-se. E de tal modo, que já tinha tudo preparado para ser internada de novo no hospital psiquiatra. Manuela já tinha combinado com o marido e todos objetivavam as suas melhoras, já que, viver assim, era tarefa impossível. 
Quando a Manuela foi à associação, pedir ajuda, revelou muitos sintomas de mediunidade. A mediunidade é uma característica que permite ao ser humano captar a existência do mundo espiritual. Assim, há médiuns que vêem os espíritos, outros que os ouvem, outros ainda através dos quais os espíritos falam e outros ainda através dos quais os espíritos escrevem. Existem outros tipos de mediunidade. Os cientistas chama à mediunidade “percepção extrasensorial”. 
A Doutrina Espírita é um precioso auxiliar da medicina tradicional, sendo necessário que esta se dispa dos preconceitos para melhor poder servir a humanidade.
Tendo os elementos espíritas dessa associação se apercebido que a Manuela tinha essa faculdade, foi-lhe explicado que essas sensações muito parecidas com as sensações de depressão, derivavam de uma faculdade que ela não compreendia nem dominava. Assim seria necessário começar a estudar o Espiritismo e educar essa faculdade para que deixasse de ser motivo de preocupação para passar a ser motivo de bem-estar e alegria. 
A Manuela telefonou-nos a dizer que não poderia continuar o seu estudo do Espiritismo onde se tinha integrado pois no dia seguinte iria ser internada. Foi-lhe dito que não o fizesse pois estaria a perder tempo. A família foi contactada e esclarecida da sua real situação, tendo-se realizado uma reunião espírita em favor da Manuela. 
Nessa reunião, manifestaram-se várias pessoas já falecidas que transportavam na alma essas sensações de depressão e tristeza e que a Manuela captava telepaticamente tendo em conta o tipo de mediunidade que possui. Resolvido o problema, a Manuela acordou no dia seguinte completamente diferente, já sem essas sensações e já não foi internada. 
A “depressão” desaparecera como que por encanto. Continuou a levar uma vida normal e a sua situação evoluiu muito favoravelmente. Se a Manuela não tivesse contactado com uma associação espírita, hoje seria mais uma entre muitos a penar por hospitais psiquiátricos à procura de soluções para um problema que não é orgânico mas sim de origem espiritual. É claro que ela não padecia de depressão (doença bem estudada pela medicina) mas sim de uma influência espiritual cujos sintomas eram muito similares. 
Seria interessante que os médicos se começassem a interessar pelo estudo do Espiritismo, para assim melhor poderem servir a comunidade onde estão inseridos. É que a medicina, tal como está estruturada, encarrega-se de analisar o homem apenas na sua componente material, carnal, descurando o ser espiritual onde subsistem todas essas energias desequilibradas que são vertidas no corpo somático sob a forma de doenças. Felizmente já temos em Portugal muitos médicos espíritas e alguns psiquiatras e psicólogos que conhecem o Espiritismo. Esses médicos terão pois mais condições de auxiliarem as pessoas que aparecem com sintomas de “percepção extrasensorial”. 
Um assunto interessante a deixar à consideração dos médicos que lêem este artigo. Já agora permitam-me uma sugestão. Leiam um livro notável de filosofia espírita: "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec e meditem sobre o assunto.
Nota – Caso passado na Associação Cultural Espírita, em Caldas da Rainha, tendo os nomes sido trocados para garantir a privacidade das pessoas em causa.
Autor: José Lucas

domingo, 22 de maio de 2016

PROFESSOR NÃO APRENDE A ENSINAR.

"Professor pode saber conteúdo, mas não aprende a ensinar, diz educadora."
Assunto mto sério que merece, realmente, um debate e um novo posicionamento das faculdades de pedagogia.
...Ver mais
Se a sociedade brasileira deseja mais qualidade em educação, a formação dos nossos professores precisa ser debatida. Essa é a opinião da educadora Guiomar ...
EDUCACAO.UOL.COM.BR

CAMPANHA E SUAS CIDADES FILHAS.

Com o desdobramento de Vila Rica há quase 300 anos, a cidade da Campanha  1737(Campanha da Princesa da Beira Alta) ocupava uma enorme área no Sul e Sudoeste de Minas e uma faixa do estado de São Paulo. Numa área tão vasta, era natural que vários núcleos populacionais fossem criadas e com o tempo emancipadas.
As filhas da Campanha são: São Gonçalo do Sapucai (1743), Jacuí (1750) , Itajubá (1819), Pouso Alegre (1848), Baependi (1856), Três Corações (1884), Lambari (1901) e Monsenhor Paulo (1948). E de sete filhas dezenas e dezenas de netas e bi-netas foram surgindo. 
É uma das mais prósperas regiões do Brasil. Numa pesquisa extra oficial realizada em 2007 o Sul de Minas representava a sexta maior economia do país.


MEDIUNIDADE DE CURA.

MEDIUNIDADE DE CURA - Revista Espírita, setembro de 1865. Da Mediunidade Curadora. Allan Kardec


O que nos pede o honrado correspondente é nada menos que um tratado sobre a matéria. A questão foi esboçada no Livro dos Médiuns e em muitos artigos da Revista, a propósito dos casos de cura e de obsessões; ela está resumida no Evangelho segundo o Espiritismo, a propósito das preces pelos doentes e dos médiuns curadores. Se um tratado regular e completo ainda não foi feito, isto se deve a duas causas: a primeira é que, a despeito de toda a atividade que desenvolvemos em nossos trabalhos, é-nos impossível fazer tudo ao mesmo tempo; a segunda, que é mais grave, está na insuficiência de noções que possuímos a respeito do assunto. O conhecimento da mediunidade curadora é uma das conquistas que devemos ao Espiritismo; mas o Espiritismo, que começa, ainda não pode ter dito tudo; ele não pode, de um só golpe, mostrar-nos todos os fatos que abarca; diariamente ele mostra fatos novos, dos quais decorrem novos princípios, que vêm corroborar ou completar os já conhecidos, mas é necessário tempo material para tudo. A mediunidade curadora deveria ter a sua vez. Embora parte integrante do Espiritismo, ela é por si só toda uma ciência, porque se liga ao Magnetismo, e abarca não só as doenças propriamente ditas, mas todas as variedades de obsessões, tão numerosas e complexas que, também elas, influem no organismo. Não é, pois, nalgumas palavras que se pode desenvolver um assunto tão vasto. Nele trabalhamos, como em todas as outras partes do Espiritismo, mas como aí nada queremos introduzir de pessoal e de hipotético, procedemos somente pelas vias da experiência e da observação. Não nos permitindo os limites deste artigo lhe dar o desenvolvimento que comporta, resumimos alguns dos princípios funda¬mentais, que a experiência consagrou.

1. ─ Os médiuns que recebem indicações de remédios, da parte dos Espíritos, não são o que se chama médiuns curadores, pois eles próprios não curam; são simples médiuns escreventes, que têm uma aptidão mais especial que os outros para esse gênero de comunicações e que, por isto mesmo, podem ser chamados médiuns consultores,como outros são médiuns poetas ou desenhistas. A mediunidade curadora é exercida pela ação direta do médium sobre o doente, com o auxílio de uma espécie de magnetização de fato, ou pelo pensamento.
2. ─ Quem diz médium diz intermediário. A diferença entre o magnetizador propriamente dito e o médium curador é que o primeiro magnetiza com o seu fluido pessoal e o segundo com o fluido dos Espíritos, aos quais serve de condutor. O magnetismo produzido pelo fluido do homem é o magnetismo humano; o que provém do fluido dos Espíritos é o magnetismo espiritual.
3. ─ O fluido magnético tem, pois, duas fontes bem distintas: os Espíritos encarnados e os Espíritos desencarnados. Essa diferença de origem produz uma grande diferença na qualidade do fluido e nos seus efeitos.
O fluido humano está sempre mais ou menos impregnado de impurezas físicas e morais do encarnado; o dos bons Espíritos é necessariamente mais puro e, por isto mesmo, tem propriedades mais ativas, que acarretam uma cura mais rápida. Mas, passando através do encarnado, pode alterar-se como um pouco de água límpida passando por um vaso impuro, como todo remédio se altera se permanece muito tempo num recipiente impróprio e perde, em parte, suas propriedades benéficas. Daí, para todo verdadeiro médium curador, a necessidade absoluta de trabalhar a sua depuração, isto é, o seu melhoramento moral, segundo este princípio vulgar: Limpai o vaso antes de dele vos servirdes, se quiserdes ter algo de bom. Só isto basta para mostrar que o primeiro que aparecer não poderá ser um médium curador, na verdadeira acepção da palavra.
4. ─ O fluido espiritual será tanto mais depurado e benfazejo quanto mais o Espírito que o fornece for puro e desprendido da matéria. Compreende-se que o dos Espíritos inferiores deve aproximar-se do homem e pode ter propriedades maléficas, se o Espírito for impuro e animado de más intenções.
Pela mesma razão, as qualidades do fluido humano apresentam nuanças infinitas, conforme as qualidades físicas e morais do indivíduo. É evidente que o fluido que emana de um corpo malsão pode inocular princípios mórbidos no magnetizado. As qualidades morais do magnetizador, isto é, a pureza de intenção e de sentimento, o desejo ardente e desinteressado de aliviar o seu semelhante, aliados à saúde do corpo, dão ao fluido um poder reparador que pode, em certos indivíduos, aproximar-se das qualidades do fluido espiritual.
Assim, seria um erro considerar o magnetizador como simples máquina de transmissão de fluidos. Nisto, como em todas as coisas, o produto está na razão do instrumento e do agente produtor. Por estes motivos, seria imprudência submeter-se à ação magnética do primeiro desconhecido que se apresente. Abstração feita dos conhecimentos práticos indispensáveis, o fluido do magnetizador é como o leite de uma nutriz: salutar ou insalubre.
5. ─ Sendo o fluido humano menos ativo, exige uma magnetização continuada e um verdadeiro tratamento, por vezes muito longo. Gastando o seu próprio fluido, o magnetizador se esgota e se afadiga, pois dá de seu próprio elemento vital, por isso ele deve, de vez em quando, recuperar suas forças. O fluido espiritual, mais poderoso em razão de sua pureza, produz efeitos mais rápidos e por vezes quase instantâneos. Não sendo esse fluido do magnetizador, disso resulta que a fadiga é quase nula.
6. ─ O Espírito pode agir diretamente, sem intermediário, sobre um indivíduo, como foi constatado em muitas ocasiões, quer para aliviá-lo, para curá-lo, se possível, quer para produzir o sono sonambúlico. Quando ele age por um intermediário, trata-se de mediunidade curadora.
7. ─ O médium curador recebe o influxo fluídico do Espírito, ao passo que o magnetizador tudo tira de si mesmo. Mas os médiuns curadores, na estrita acepção da palavra, isto é, aqueles cuja personalidade se apaga completamente ante a ação espiritual, são extremamente raros, porque essa faculdade, elevada ao mais alto grau, requer um conjunto de qualidades morais raramente encontradas na Terra; só esses podem obter, pela imposição das mãos, essas curas instantâneas que nos parecem prodigiosas. Muito poucas pessoas podem pretender esse favor. Sendo o orgulho e o egoísmo as principais fontes das imperfeições humanas, daí resulta que os que se gabam de possuir esse dom, que vão a toda parte contando as curas maravilhosas que fizeram ou que dizem ter feito; que buscam a glória, a reputação ou o proveito, estão nas piores condições para obtê-lo, porque essa faculdade é privilégio exclusivo da modéstia, da humildade, do devotamento e do desinteresse. Jesus dizia àqueles que ele havia curado: ‘Ide dar graças a Deus e não o digais a ninguém’.
8. ─ Sendo, pois, a mediunidade curadora uma exceção aqui na Terra, disso resulta que há quase sempre ação simultânea do fluido espiritual e do fluido humano; quer dizer que os médiuns curadores são todos mais ou menos magnetizadores, razão pela qual agem conforme os processos magnéticos. A diferença está na predominância de um ou do outro fluido e na cura mais ou menos rápida. Todo magnetizador pode tornar-se médium curador, se souber fazer-se assistir por bons Espíritos. Neste caso os Espíritos vêm em seu auxílio, derramando sobre ele seu próprio fluido, que pode decuplicar ou centuplicar a ação do fluido puramente humano.
9. ─ Os Espíritos vêm aos que eles querem; nenhuma vontade pode constrangê-los; eles se rendem à prece, se for fervorosa, sincera, mas nunca à injunção. Disto resulta que a vontade não pode dar a mediunidade curadora e que ninguém pode ser médium curador com desígnio premeditado. Reconhece-se o médium curador pelos resultados que obtém e não por sua pretensão de o ser.
10. ─ Mas se a vontade for ineficaz quanto ao concurso dos Espíritos, é onipotente para imprimir ao fluido, espiritual ou humano, uma boa direção e uma energia maior. No homem apático e distraído, a corrente é débil e a emissão é fraca; o fluido espiritual pára nele, mas sem proveito para ele; no homem de vontade enérgica, a corrente produz o efeito de uma ducha. Não se deve confundir vontade enérgica com teimosia, porque a teimosia é sempre resultado do orgulho ou do egoísmo, ao passo que o mais humilde pode ter a vontade do devotamento.
A vontade é ainda onipotente para dar aos fluidos as qualidades especiais apropriadas à qualidade do mal. Este ponto, que é capital, se liga a um princípio ainda pouco conhecido, mas que está em estudo, o das criações fluídicas e das modificações que o pensamento pode produzir na matéria. O pensamento, que provoca uma emissão fluídica, pode operar certas transformações moleculares e atômicas, como vemos se produzirem sob a influência da eletricidade, da luz ou do calor.
11. ─ A prece, que é um pensamento, quando fervorosa, ardente, feita com fé, produz o efeito de uma magnetização, não só chamando o concurso dos bons Espíritos, mas dirigindo ao doente uma salutar corrente fluídica. A respeito disto chamamos a atenção para as preces contidas no Evangelho segundo o Espiritismo, pelos doentes ou pelos obsedados.
12. ─ Se a mediunidade curadora pura é privilégio das almas de escol, a possibilidade de suavizar certos sofrimentos, mesmo de curar, ainda que não instantaneamente, certas moléstias, a todos é dada, sem que haja necessidade de ser magnetizador. O conhecimento dos processos magnéticos é útil em casos complicados, mas não indispensável. Como a todos é dado apelar aos bons Espíritos, orar e querer o bem, muitas vezes basta impor as mãos sobre uma dor para acalmá-la; é o que pode fazer qualquer indivíduo, se ele estiver dotado de fé, fervor, vontade e confiança em Deus. É de notar que a maior parte dos médiuns curadores inconscientes, aqueles que não se dão conta de sua faculdade, e que por vezes são encontrados nas mais humildes posições e em gente privada de qualquer instrução, recomendam a prece e orando se ajudam mutuamente. Apenas sua ignorância lhes faz crer na influência desta ou daquela fórmula. Às vezes, mesmo, a isto misturam práticas evidentemente supersticiosas, às quais devemos atribuir o valor que elas merecem.
13. ─ Mas, pelo simples fato de se ter obtido resultados satisfatórios uma ou mais vezes, seria temerário considerar-se médium curador e daí concluir que se pode vencer toda espécie de mal. A experiência prova que, na acepção restrita da palavra, entre os melhor dotados não há médiuns curadores universais. Este terá restituído a saúde a um doente e nada fará sobre outro; aquele terá curado um mal numa pessoa mas não curará o mesmo mal outra vez, no mesmo doente ou em outro; aquele outro, enfim, terá a faculdade hoje e não terá amanhã, e poderá recuperá-la mais tarde, conforme as afinidades ou as condições fluídicas em que se encontre.
14. ─ A mediunidade curadora é uma aptidão inerente ao indivíduo, como todos os gêneros de mediunidade, entretanto, o resultado efetivo dessa aptidão independe de sua vontade. Incontestavelmente, ela se desenvolve pelo exercício, sobretudo pela prática do bem e da caridade; mas, como não poderia ter a constância nem a regularidade de um talento adquirido pelo estudo, e do qual se é sempre senhor, ela não poderia tornar-se uma profissão. Seria, pois, abusivo alguém apresentar-se ao público como médium curador. Estas reflexões não se aplicam aos magnetizadores, porque a força está neles e eles têm a liberdade de dela dispor.
15. ─ É um erro crer que aqueles que não partilham de nossas ideias não terão a menor repugnância em experimentar essa faculdade. A mediunidade curadora racional está intimamente ligada ao Espiritismo, porque repousa essencialmente no concurso dos Espíritos. Ora, aqueles que não creem nos Espíritos nem em sua própria alma, e ainda menos na eficácia da prece, não saberiam colocar-se nas condições requeridas, pois isto não é coisa que se possa experimentar maquinalmente. Entre os que acreditam na alma e na sua imortalidade, quantos ainda hoje não recuariam de medo ante um apelo aos bons Espíritos, por receio de atrair o demônio, e que ainda julgam de boa-fé que todas as curas são obra do diabo? *O fanatismo é cego; não raciocina*. Certamente não será sempre assim, mas ainda passará muito tempo antes que a luz penetre em certos cérebros. Enquanto se espera, façamos o maior bem possível, com o auxílio do Espiritismo; façamo-lo mesmo aos nossos inimigos, ainda que tivéssemos de ser pagos com a ingratidão. É o melhor meio de vencer certas resistências e de provar que o Espiritismo não é tão negro como alguns pretendem.
Revista Espírita, setembro de 1865. Da Mediunidade Curadora. Allan Kardec.

sábado, 21 de maio de 2016

ASSISTA E TIRE AS SUAS CONCLUSÕES.

Em quem acreditar?

https://www.youtube.com/watch?v=9vQI2m3b2Zc

Previdência social – o rombo está em outro lugar



https://www.youtube.com/watch?v=p0loYWYdDn4

Reforma Previdenciária – interesse dos bancos, dos governos, de alguns empresários



https://www.youtube.com/watch?v=2fZzHUrYgCg


O falso déficit da Previdência Social


Tire suas própias coclusões.

FEIRA DA INDUSTRIA DA CAMPANHA.

FEIRA DA INDUSTRIA DA CAMPANHA, REALIZADA EM 1960.
Na foto: Benedito Oliveira, Irmão Luiz, Olímpio Bueno, Odilon Oliveira, Irmão?, Moretinho, Morethzson Luiz de Oliveira José Maria Prock e Domingos Prock.

AFINIDADE.

AFINIDADE entre SAÚDE e DOENÇA, MATÉRIA e ESPÍRITO - Divaldo Franco

Numa análise profunda em torno da problemática saúde/doença, pode-se afirmar que sempre o enfermo é o Espírito, em face dos seus compromissos em relação à vida.

Os sofrimentos que se derivam das enfermidades fazem parte da programática evolutiva do ser, que deles necessita, a fim de melhor ponderar em relação aos compromissos existenciais, nem sempre respeitados, invariavelmente relegados a plano secundário.

Nessa ocorrência, a da enfermidade, também incluem-se os fenômenos obsessivos, que podem responsabilizar-se por algumas delas, dando-lhes origem ou piorando-lhes o quadro em decorrência das afinidades existentes entre o paciente e o espírito agressor.

Vinculados pela carga emocional débito/demérito, a influência do Espírito desencarnado em relação ao encarnado, consequência de gravames praticados anteriormente, podendo também ser efeito da existência atual, tornando-se insistente presença no perispírito do seu antagonista, as contínuas cargas de energia morbosa que exterioriza terminam por desorganizar-lhe os equipamentos fisiológicos, facultando o surgimento das doenças de vária ordem.

Por outro lado, debilitando-se o indivíduo por efeito de alguma desordem orgânica, torna-se presa fácil dos inimigos que o sitiam, sofrendo-lhes as energias fluídicas perniciosas que lhe pioram o quadro na área da saúde, tornando-a mais difícil de ser recuperada.

Invariavelmente, portanto, em todos os processos enfermiços que alcançam a criatura humana encontram-se presentes influências espirituais perniciosas, tendo-se em vista a necessidade do paciente resgatar equívocos defluentes da conduta infeliz nas experiências passadas.

A Lei das afinidades espirituais, resultantes do estágio de evolução moral dos espíritos em relação a si mesmos e ao próximo, trabalha em favor do equilíbrio cósmico no indivíduo, estabelecendo que, onde se encontra o endividado aí se faz presente o cobrador, porque ninguém pode desconsiderar os estatutos morais
que vigem no universo sem sofrer-lhes os efeitos, de acordo com o tipo de agressão praticada.

É desse modo que a consciência culpada, esteja consciente ou não do crime praticado, elabora mecanismos punitivos autorreparadores, criando situações emocionais próprias aos conflitos e, noutras vezes, descarregando a culpa nas telas delicadas da organização cerebral, que as transfere para o sistema nervoso central, é direcionada para o sistema endócrino e, por fim, para o imunológico, desestabilizando-o...

Se compreendessem que vivem num mundo de intercâmbio de mentes e de ondas, de vibrações e de energias de toda procedência, melhor precatar-se-iam as criaturas humanas das intoxicações espirituais Na sublime lição de Jesus, quando sugeriu: "Buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça, e tudo mais vos será acrescentado", encontra-se a saudável advertência para o cultivo dos pensamentos superiores, venenosas, pelo cultivar dos pensamentos saudáveis, geradores de campos psíquicos harmônicos, que se tornariam defesas naturais em relação às influências tormentosas.

evitando a construção ideológica de enfermidades, de desconcertos, de distúrbios da emoção.

A constância mental em torno dos valores elevados é de relevante significado, porquanto, além de beneficiar aquele que a mantém, espraia-se em volta, beneficiando todos aqueles que se lhe acercam em qualquer um dos planos da vida.

Quando alguém se aproxima de um pântano ou de um jardim, desejando-o ou não, aspira o odor característico e, ali, demorando-se, impregna-se da sua exteriorização.

No que diz respeito às ondas mentais, ao clima psíquico, a ocorrência é idêntica, propiciando cuidados em relação ao que se pensa, ao que se aspira, à forma como cada qual se comporta.

Manoel Philomeno de Miranda/ Divaldo Franco

sexta-feira, 20 de maio de 2016

JESUALDA CUNHA TAVARES.

Esta é Jesualda Cunha Tavares desfilando no salão do Campanha Esporte Clube. Imaginem uma mulher elegante. Aqui está, o charme dela é um negócio muito sério. Inteligentíssima e culta,  ainda não entendi até hoje por que não seguiu a carreira artística. Era uma atriz muito promissora em seu tempo de estudante. 
Hoje, aposentada, curte muito bem a vida fazendo viagens por todo o mundo.


NUNCA DESISTIR

NUNCA DESISTIR - JOANNA DE ÂNGELIS /

DIVALDO P. FRANCO

Parece haver uma conspiração generalizada contra os princípios ético-morais, as realizações nobilitantes, os trabalhos de engrandecimento humano, as obras de benemerência...

*
Fala-se a respeito da violência e da agressividade, dos horrores que se abatem sobre as comunidades, no entanto, sistematicamente, aqueles que repudiam esses comportamentos alienados acomodam-se nos seus interesses e apenas censuram...

Sonha-se com um mundo feliz e propugna-se, verbalmente, pela transformação sócio-moral da Terra, sem embargo, não se vai além do verbalismo ou dos artigos bem urdidos na imprensa, e pouco vivenciados.
Estimula-se o homem ao sacrifício, sem que o sacrifício pessoal assinale a conduta de quem encoraja o outro.
Emocionam-se muitos indivíduos diante daqueles que se exaurem no afã de modificar o estatuto das injustiças sociais vigentes, aberrantes e dominadoras. Oferecem-se, então, ao labor de auxílio sob condições que não abdicam, desejando submeter aqueles a quem admiram ao talante das suas opiniões e experiências, desertando, no entanto, com facilidade, passada a emoção, sem o mínimo respeito pela obra em desenvolvimento.

*

Todos sabem que o preço de um ideal custa o sacrifício do idealista, assim como a qualidade de um empreendimento faz-se avaliada pela profundidade do seu conteúdo, no bem que esparge e nas resistências com que suporta todas as forças que se lhe opõem...
É, portanto, compreensível que haja dificuldades no desempenho das tarefas de elevação da criatura em particular e da sociedade em geral.
O ardor da luta forja o herói e a força da coragem se revela no fragor da batalha.
Quem desiste não passa de candidato sem as credenciais de legítimo combatente.

*

Ana Sullivan poderia ter desistido de educar Helena Keller, ante a obstinação negativa dos pais da educanda e dos imensos limites nos quais a menina se encarcerava.
Pausteur desistiria, se não tivesse o ideal vinculado à coragem de prosseguir, quando a zombaria tentou expulsá-lo dos laboratórios de pesquisa.
Semmelweis poderia ter desistido de buscar a solução para a febre puerperal, em razão de ser expulso da Clínica de Obstetrícia, em Viena, decorrente da intolerância dos seus colegas e do seu diretor.
Francisco de Assis tinha tudo para desanimar e desistir no começo, durante e no término de sua obra espiritual.
Allan Kardec superou imensas barreiras na Sociedade que fundou em Paris para estudar e divulgar o Espiritismo.
Van Gogh, sob tormentos inomináveis, poderia ter desisitido da pintura, todavia, prosseguiu.
Aleijadinho, sob o estupor do mal de Hansen, possuía todas as condições para refugiar-se na desistência da escultura, apesar disso, permaneceu.

*

A relação dos heróis e santos de ontem como de hoje, anônimos como conhecidos, é infindável.
Foi sobre a perseverança deles que o progresso estabeleceu as suas bases vigorosas para abençoar o presente e felicitar o futuro.

*

Não esperes de um mundo conturbado e de homens imperfeitos melhor tratamento, além das refregas que se impõem à tua evolução.
Insta no bem, porquanto não és diferente deles, de modo a exigires o que lhes negas, quando eles esperam receber de ti apoio e compreensão.

*

É fácil desistir, enquanto perseverar é desafio que merece aceitação.
Quem abandona, foge e transfere a oportunidade de realizar, assumindo as conseqüências naturais que advirão.
Dirás que realizarás o mesmo além, depois. Talvez o faças, possivelmente, não.

*

Quem se acostuma a desertar, mais dificilmente permanece, quando chega o momento do testemunho, que jamais deixa de ocorrer.
Faze um compromisso contigo e entrega-te a Deus, perseverando na realização que enfrenta os fatores infelizes deste instante e dedica-te a modificar as paisagens inditosas que predominam nesta hora histórica de dor.
Desistir, nunca!


Fonte: do livro RECEITAS DE PAZ, pelo Espírito Joanna de Angelis,
pelo médium Divaldo P. Franco, Livraria Espírita Alvorada Editora.

APOSENTADOS, POR MIRIAM LEITÃO

APOSENTADOS  
Por Miriam Leitão
 

Vejam o que a Jornalista Miriam Leitão escreveu em 29/02/16 no jornal O Globo.
 
 
 
Miriam Leitão Jornalista do Jornal O Globo.
"Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, grávida com 18 anos, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.
Participei das perigosas assembleias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.
 
Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan "Abaixo a Ditadura". Distribui panfletos. Morri de medo.
Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.

Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$ 10, pessoas andando feito zumbi nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...  Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz... Deveria ter ficado em casa."
REAJUSTE DE APOSENTADORIA
Eu só gostaria de saber qual a justificativa para o fato de o bolsa família, onde ninguém trabalha, ter o dobro do aumento dos aposentados que trabalharam a vida toda.
SOMOS mais de trinta milhões de aposentados! Não podemos admitir que distribuam o nosso dinheiro a quem nunca trabalhou;( esta é a lei? !.)
 

 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

18 DE MAIO DE 2016. João Paulo ll e Museus.


João Paulo II ou São João Paulo II; em latim: Ioannes Paulus PP. II, nasceu em Wadowice na Polônia,  em 18 de maio de 1920 como  Karol Józef Wojtyła e faleceu no Vaticano no dia 02 de abril de 2015.  Estaria fazendo hoje 96 anos de nascimento.

 
Hoje é considerado o DIA MUNDIAL DOS MUSEUS. Campanha tem o privilégio de possuir o Museu Sacro, o Museu Regional do Sul de Minas e o Museu Casa de Vital Brazil, onde nasceu o grande cientista Vital Brazil Mineiro da Campanha.
Muitos outros poderia ter,  tais como: o Museu da Imprensa, Museu do Vinho, Museu da Educação, Museu da Música, Museu do Artesanato, Museu das Comunicações, Museu da Agricultura e se pensar um pouco, outros mais aumentariam a fileira de possibilidades.

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

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