quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA

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Especialistas da ONU e OMS criticam internação compulsória de viciados em crack
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil
Atualizado em 6 de fevereiro, 2013 - 05:56 (Brasília) 07:56 GMT
Analistas defendem acompanhamento médico, proteção social, comida e trabalho para viciados
A internação compulsória de dependentes de crack não é a maneira mais eficiente de se lidar com o problema do vício, segundo especialistas da ONU e da OMS (Organização Mundial da Saúde) ouvidos pela BBC Brasil.
O tema voltou a debate no Brasil em janeiro, quando o governo de São Paulo fez uma parceria com a Justiça para agilizar a internação forçada de casos extremos de dependentes da droga.
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Para o médico italiano Gilberto Gerra, chefe do departamento de prevenção às drogas e saúde do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC, na sigla em inglês), é necessário oferecer aos viciados "serviços atrativos e uma assistência social sólida".
"Uma boa cura de desintoxicação envolve tratamento de saúde, inclusive psiquiátrico para diagnosticar as causas do vício, pessoas especializadas e sorridentes para lidar com os dependentes e incentivos como alimentação, moradia e ajuda para arrumar um emprego", diz Gerra.
"O Brasil precisa investir recursos para oferecer serviços que funcionem e ofereçam acompanhamento médico completo, proteção social, comida e trabalho para os dependentes", afirma.
De acordo com ele, o Brasil tem bons profissionais no campo do tratamento das drogas, mas faltam especialistas, e a rede médica nessa área é insuficiente.
Segundo Gerra, a internação compulsória deve ocorrer pelo prazo máximo de algumas semanas e só se justifica quando o dependente apresenta comportamento perigoso para a sociedade ou para si próprio.
Acompanhamento
O médico defende o acompanhamento contínuo mesmo após a fase de desintoxicação, como exames de urina para detectar drogas nas pessoas que receberam auxílio para arrumar um emprego ou a presença de assistentes na hora das compras no supermercado para fiscalizar se o cupom de alimentação recebido é realmente utilizado com essa finalidade.
Autor do documento "Da coerção à coesão: tratando a dependência às drogas por meio de cuidados à saúde e não da punição", do UNODC, Gerra diz que o tratamento do vício do crack não é feito com remédios e sim com acompanhamento psicológico e psiquiátrico.
Ele afirma ainda que os países democráticos devem "estar atentos" ao sistema de internação compulsória para não transformar isso em uma "rede" de tratamento para lidar com o problema.
Para o médico australiano Nicolas Campion Clark, da direção do abuso de substâncias da Organização Mundial da Saúde (OMS), a internação compulsória traz o risco de "criar uma barreira com o dependente" e afetar sua confiança, dificultando, portanto, o tratamento.
Clark afirma que muitos países possuem legislações que autorizam a internação compulsória de dependentes, mas "isso é usado raramente e não funciona realmente na prática".
"É melhor encorajar o sistema voluntário de tratamento. É difícil forçar alguém a se tratar. Se você oferecer uma chance para as pessoas se recuperarem e terem comida, alguns vão agradecer, outros vão querer voltar para onde estavam", afirma.
Problemas múltiplos
O especialista da OMS também afirma que o vício do crack envolve problemas múltiplos (psicológicos e sociais) que devem ser tratados com ações em várias áreas além da médica, como moradia, alimentação, assistência geral e programas de emprego.
Ele afirma que há exemplos de programas de tratamento voluntário de dependentes em países como os Estados Unidos e a Austrália que "ajudam as pessoas a reconstruir suas vidas e não são apenas soluções temporárias".
O médico cita também o programa brasileiro que permite às grávidas viciadas em crack obter tijolos e materiais para construir casas em troca de tratamento.
"Isso dá instrumentos para que elas façam algo diferente em suas vidas", afirma.
A OMS já criticou o sistema de internação compulsória de dependentes realizado em países asiáticos. "Eles detém pessoas viciadas e estão tratando casos de saúde com a prisão", diz Clark.
A organização publicou um documento no ano passado solicitando aos países para fechar os centros de tratamento compulsório de drogas.
Segundo Clark, pelo menos 90% dos dependentes químicos no mundo não recebem tratamento.
São Paulo
Segundo Rosângela Elias, coordenadora de saúde mental, álcool e drogas da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, as propostas do governo paulista para o tratamento dos usuários de crack estão de acordo com as premissas da ONU e da OMS.
O governo paulista iniciou em parceria com a Justiça no último dia 21 um plantão jurídico em uma clínica especializada no tratamento de dependentes químicos no centro da capital. A medida gerou polêmica e atraiu críticas de ativistas de direitos humanos, contrários à internação forçada e que temiam o uso da polícia para levar viciados para tratamento.
Autoridades do governo passaram a dizer então que a polícia não participaria da ação e que apenas em casos extremos a internação compulsória seria empregada. Até agora, nenhum paciente foi internado por ordem judicial e menos de 10 foram internados involuntariamente (a pedido da família, mas sem ordem da Justiça), segundo Elias.
Mas, a exposição na mídia aumentou número de atendimentos voluntários nessa clínica. "Passamos a atender até 120 pessoas em um dia. Esse era o número de pessoas que recebíamos em uma semana", disse Elias.
Segundo ela, o Estado mantém ainda cerca de 300 vagas em moradias assistidas. Nelas, o viciado em crack em processo de desintoxicação recebe por até seis meses um local para morar, alimentos e incentivos para voltar ao mercado de trabalho.
Nesse período, também é incentivado a frequentar clínicas públicas especializadas onde recebe atendimento clínico e psicológico. De acordo com Elias, há uma mobilização de secretarias estaduais e municipais para ajudar o dependente químico em recuperação a se reinserir na sociedade.

MUÇULMANO X JUDEUS

REPASSANDO
Pouco tempo atrás, o Irã e o líder supremo, aiatolá Ruhollah Khomeini, pediu ao mundo muçulmano para boicotar tudo e qualquer coisa que tem  origem judeu; em resposta, Meyer M. Treinkman, um farmacêutico, fora da bondade de seu coração, se ofereceu para ajudá-los em seu boicote da seguinte forma:
 
- "Qualquer muçulmano que tem sífilis não deve ser curado pelo teste de Wasserman que foi descoberto por um judeu Dr. Ehrlich. Muçulmanos que tem gonorréia, não deveriam procurar o diagnóstico, porque ele vai estar usando o método de um judeu chamado Neissner.
 
"Um muçulmano que tem uma doença cardíaca não deve usar Digitalis, descoberta por um, judeu Ludwig Traube.
 
Se ele sofrer com uma dor de dente, não deve usar novocaína, uma descoberta dos judeus, Widal e Weil.
 
Se um muçulmano tem diabetes, não deve usar insulina, o resultado da pesquisa por Minkowsky, um judeu.
 
Se alguém tem uma dor de cabeça, ele deve evitar Pyramidon e Antypyrin, devido aos judeus, Spiro e Ellege.
 
Muçulmanos com convulsões devem ficar assim, porque era um judeu Oscar Leibreich, que propôs o uso de hidrato de cloral.
 
Árabes devem fazer o mesmo com seus males psíquicos, porque Freud, pai da  psicanálise, era um judeu.
 
Se uma criança muçulmana pegar Difteria, ela deve abster-se de o "Schick" reação, que foi inventado pelo judeu, Bella Schick.
 
"Os muçulmanos devem estar prontos para morrer em grande número e não deve permitir o tratamento da orelha e danos cerebrais, o trabalho de judeus ganhadores do Prêmio Nobel, Robert Baram.
 
Eles devem continuar a morrer ou ficar aleijados por Paralisia Infantil, porque o descobridor da vacina anti-pólio é judeu, Jonas Salk.
 
"Os muçulmanos devem se recusar a usar estreptomicina e continuar a morrer de tuberculose, porque um judeu, Zalman Waxman, inventou a droga milagrosa contra esta doença mortal.
 
Médicos muçulmanos devem descartar todas as descobertas e melhorias por dermatologista Judas Sehn Bento, ou o especialista em pulmão, Frawnkel, e de muitas outras de renome mundial cientistas judeus e especialistas médicos.
 
"Muçulmanos apropriadamente devem permanecer aflitos com sífilis, gonorréia, doença de coração, dores de cabeça, tifo, diabetes, transtornos mentais, convulsões poliomielite e tuberculose e ter orgulho de obedecer ao boicote islâmico".
 
Ah, e por falar nisso, não chame um médico em seu telefone celular porque o telefone celular foi inventado em Israel por um engenheiro judeu.
 
Enquanto isso eu pergunto, que contribuições médicas para o mundo os muçulmanos fizeram?
 
A população é de aproximadamente Islamica é de 1200000000 ( hum bilhão e duzentos milhões ou 20% da população do mundo).

Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:

Literatura:

1988 - Najib Mahfooz


 
Paz:

 
1978 - Mohamed Anwar El-Sadat


1990 - Elias James Corey
1994 - Yasser Arafat:
1999 - Ahmed Zewai

 

Economia: (Zero)


 

 
Física: (Zero)


 
Medicina:

 
1960 - Peter Brian Medawar


1998 - Mourad Ferid
 
TOTAL: 7 SETE

 
A população global judia é de aproximadamente 14 milhões, cerca de 0,02% da população do mundo.


 
 

Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:


 
Literatura:

 
1910 - Paul Heyse


1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer Mundial
 
Paz:

 
1911 - Alfred Fried


1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - René Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin
 

 


 

Física:
1905 - Adolf Von Baeyer


1906 - Henri Moissan
1907 - Albert Abraham Michelson
1908 - Gabriel Lippmann
1910 - Otto Wallach
1915 - Richard Willstaetter
1918 - Fritz Haber
1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr
1925 - James Franck
1925 - Gustav Hertz
1943 - Gustav Stern
1943 - George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Isaac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm

 


 

1959 - Emilio Segre


1960 - Donald A. Glaser
1961 - Robert Hofstadter
1961 - Melvin Calvin
1962 - Lev Davidovich Landau
1962 - Max Ferdinand Perutz
1965 - Richard Phillips Feynman
1965 - Julian Schwinger
1969 - Murray Gell-Mann
1971 - Dennis Gabor
1972 - William Howard Stein
1973 - Brian David Josephson
1975 - Benjamin Mottleson
1976 - Burton Richter
1977 - Ilya Prigogine
1978 - Arno Penzias Allan
1978 - Peter L Kapitza
1979 - Stephen Weinberg
1979 - Sheldon Glashow
1979 - Herbert Charles Brown
1980 - Paul Berg
1980 - Walter Gilbert
1981 - Roald Hoffmann
1982 - Aaron Klug
1985 - Albert A. Hauptman
1985 - Jerome Karle
1986 - Dudley R. Herschbach
1988 - Robert Huber
1988 - Leon Lederman
1988 - Melvin Schwartz
1988 - Jack Steinberger
1989 - Sidney Altman
1990 - Jerome Friedman
1992 - Rudolph Marcus
1995 - Martin Perl
2000 - Alan J. Heeger
 

 


 

Economia:
1970 - Paul Anthony Samuelson


1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel
 

 


 

Medicina:
1908 - Elie Metchnikoff


1908 - Paul Erlich
1914 - Robert Barany
1922 - Otto Meyerhof
1930 - Karl Landsteiner
1931 - Otto Warburg
1936 - Otto Loewi
1944 - Joseph Erlanger
1944 - Herbert Spencer Gasser
1945 - Ernst Boris Cadeia
1946 - Hermann Joseph Muller
1950 - Tadeus Reichstein
1952 - Selman Abraham Waksman
1953 - Hans Krebs
1953 - Fritz Albert Lipmann
1958 - Joshua Lederberg
1959 - Arthur Kornberg
1964 - Konrad Bloch
1965 - François Jacob
1965 - Andre Lwoff
1967 - George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir Bernard Katz
1972 - Gerald Maurice Edelman
1975 - Howard Martin Temin

 


 

1976 - Baruch Blumberg S.


1977 - Roselyn Sussman Yalow
1978 - Daniel Nathans
1980 - Baruj Benacerraf
1984 - Cesar Milstein
1985 - Michael Stuart Brown
1985 - Joseph L. Goldstein
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 - Gertrude Elion
1989 - Harold Varmus
1991 - Erwin Neher
1991 - Bert Sakmann
1993 - Richard J. Roberts
1993 - Phillip Sharp
1994 - Alfred Gilman
1995 - Edward B. Lewis
1996 - Lu RoseIacovino
 
 TOTAL: 129

 
Os judeus não estão a promover lavagem cerebral em crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar mortes de judeus e outros não-muçulmanos.
 
Os judeus não seqüestram aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, ou fazerem-se explodir em restaurantes alemães.
 
Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja.
 
Não há um único judeu que proteste matando pessoas. Os judeus não fazem tráfico de escravos, nem tem líderes que pedem Jihad e morte a todos os infiéis.
 
Talvez os muçulmanos do mundo devem considerar investir mais em educação e menos em padrão culpando os judeus por todos os seus problemas.
 
Os muçulmanos devem perguntar 'o que eles podem fazer para a humanidade ", antes de exigir que a humanidade respeite-os.
 
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os palestinos e seus vizinhos árabes, mesmo se você acredita que há mais culpa por parte de Israel, as duas frases seguintes realmente dizem tudo:
 
"Se os árabes depuserem as armas hoje, não haveria violência nunca mais. Se os judeus depuserem as armas hoje, não haveria mais Israel. "
 
Benjamin Netanyahu: General Eisenhower nos advertiu. É uma questão de história que, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou as vítimas dos campos de extermínio ele ordenou todas as fotografias possíveis a serem tomadas, e para os alemães das cidades vizinhas fossem guiados através dos campos e ainda fez a enterrar os mortos.
 
Ele fez isso porque ele disse em palavras para este efeito: "Tenha tudo sobre documentação - obter os filmes - obter as testemunhas - porque em algum lugar no caminho da história algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu '
 
Recentemente, no Reino Unido debatem se para remover o Holocausto dos seus currículos escolares porque “ofende” a população muçulmana, que afirma que nunca ocorreu. Ele não foi removido ainda. No entanto, este é um presságio assustador sobre o medo que está atingindo o mundo, e o quão facilmente cada país está dando para ele. É agora mais de 65 anos após a Segunda Guerra Mundial na Europa terminou. Agora, mais do que nunca, com o Irãn, entre outros, sustentando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar que o mundo nunca esqueça.
 
Este e-mail destina-se chegar a 400 milhões de pessoas. Seja um elo na cadeia de memorial e ajudar a distribuir isso para todo o mundo.
 
Quantos anos vão passar para que se pense que o ataque ao World Trade Center “nunca aconteceu” porque ofende alguns muçulmanos nos Estados Unidos?
 
"Em Deus nós confiamos e somos uma nação sob Deus"
Por favor, passe isto aos Amigos, Inimigos e Indiferentes .

 

ADEUS AOS RATOS!


ADEUS AOS RATOS!

VENENO NATURAL.            

Veneno ecológico para matar ratos - UTILIDADE PÚBLICA.  
Nossos cientistas são feras mesmo!
Método usado por criadores de pássaros!

COMBATENDO OS RATOS.
                 

"Mudei-me há poucos meses para o primeiro andar de um prédio e, como todo paulistano, estou sendo vítima desses indesejáveis hóspedes...
Pergunta daqui, pergunta dali...

Uma amiga me disse que feijão triturado matava ratos, mas não detalhou.
Fui pesquisar e descobri esse estudo da Universidade Federal de Pelotas".

                 

Como fazer:


a) Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);


b) Coloque no multiprocessador ou liquidificador (SEM ÁGUA);
c) Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.


Onde colocar:

                   

Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão;


a) Perto das portas;


b) Janelas (SIM... eles escalam as janelas...)
c) Atrás da geladeira;
d) Atrás do fogão;

e) À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.
 OBS.: O custo é muito barato e a eficácia é muito elevada!



O rato come essa farofinha, mas não tem como digerir o feijão (cru), por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digerem feijão cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermentação. Todos os que ingerem morrem!


A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado.

DETALHE IMPORTANTE:

a) Ao contrário dos tradicionais venenos (Racumim, por exemplo), o rato morre e não contamina animais de estimação. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e o matou é insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de MATAR pra comer... Mas animal morto, eles não comem. E não há evidências de que o farelo do feijão cru faça mal a gatos e cachorros, pois, eles têm enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento.

 
b) Se tiver crianças pequenas (bebês), ainda em período de engatinhamento, que colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano, mesmo cru, é digerido. Mesmo assim, é preciso colocar o "veneno" em lugares seguros, longe do alcance das crianças, isto é, onde crianças não costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feijão triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contaminação microscópica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se não tratadas a tempo! Só isso, como cuidado!
 
DIVULGUEM, POR FAVOR!
 
NÃO TEM CONTRA INDICAÇÃO.
REPASSEM, POR FAVOR!

O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE DE TODOS AGRADECEM!
VAMOS PARAR DE UTILIZAR PRODUTOS QUÍMICOS A TODO MOMENTO!
 
 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

VOCÊ SOFRE DISSO?

Sete Passos para Ultrapassar o Jugo do Ego Wayne W. Dyer

Aqui estão sete sugestões para o ajudar a transcender ideias
arraigadas acerca da auto-importância. Todas elas são concebidas
para o ajudar a impedir que se identifique falsamente com o
auto-importante ego.
1. Pare de se sentir ofendido 


O comportamento dos outros não é uma razão para ser imobilizado. O
que o ofende só o torna mais fraco. Se está a procura de ocasiões
em que foi ofendido, irá descobri-las em todo o lado. Trata-se do seu
ego a funcionar convencendo-o de que o mundo não deveria ser como é.
Mas você pode tornar-se um apreciador da vida e igualar-se ao
Espírito da Criação universal. Não pode tocar o poder da
intenção ao ser ofendido. Por todos os meios, aja no sentido de
erradicar os horrores do mundo que emanam da identificação massiva
com o ego, mas fique em paz. A Paz é de Deus, você que é parte de
Deus não está em casa a não ser na sua paz. Sentir-se ofendido cria
a mesma energia destrutiva que o ofendeu em primeiro lugar e leva-o ao
ataque, ao contra-ataque e à guerra. 

2. Deixe ir a sua necessidade de vencer 

O ego adora dividir-nos em vencedores e perdedores. O objetivo de
ganhar é um meio infalível para evitar que a consciência contacte
com a intenção. Porquê? Porque, em última instância, é
impossível ganhar sempre. Alguém por aí vai ser mais rápido, ter

mais sorte, ser mais jovem, mais forte e mais esperto e você vai
voltar a sentir-se inútil e insignificante.

Você não é os seus ganhos ou as suas vitórias. Pode gostar de
competir e de se divertir num mundo em que vencer é tudo, mas não
tem que estar lá nos seus pensamentos. Não há perdedores num mundo
onde todos partilhamos a mesma fonte de energia. Tudo o que você pode
dizer é que, num dado dia, realizou um certo nível em comparação
com os níveis dos outros nesse dia. Mas hoje é outro dia, com outros
competidores e novas circunstâncias para considerar. Você é ainda
uma presença infinita em um corpo que é um dia (ou década) mais
velho . Deixe ir a necessidade de ganhar ao não concordar que o oposto
de ganhar seja perder. Esse é o medo do ego. Se o seu corpo não
está a fazer de forma a ganhar neste dia, isso simplesmente não
importa quando você não se identifica exclusivamente com o seu ego.
Seja o observador, reparando e desfrutando de tudo sem a necessidade
de ganhar um troféu. Esteja em paz e harmonize-se com a energia da
intenção. E, ironicamente, embora você mal dê por isso, surgirão
mais vitórias na sua vida à medida que menos as procurar. 

3. Deixe ir a sua necessidade de ter razão 

O ego é a fonte de imensos conflitos e dissensões porque o empurra
na direção de fazer dos outros errados. Quando você é hostil,
desconectou-se do poder da intenção. O Espírito criativo é
amável, amoroso e rece ptivo; e livre de raiva, ressentimento ou
amargura. Deixar ir à sua necessidade de estar certo nas suas
discussões e relações é como dizer ao ego: â
€œ Eu não sou um
escravo teu. Eu quero abraçar a amabilidade, e rejeito a tua
necessidade de estar certo. De fato, vou oferecer a esta pessoa a
oportunidade de se sentir melhor dizendo-lhe que está certa e
agradecer-lhe por me apontar na direção da verdadeâ
€. 


Quando você deixa ir a necessidade de ter razão, é capaz de
fortalecer a sua conexão com o poder da intenção. Mas tenha em
atenção que o ego é um combatente determinado. Já vi pessoas
terminarem relações, de outro modo bonitas, por aderirem à sua
necessidade de estarem certas. Eu incito-o a deixar ir esta
necessidade condutora do ego de ter razão parando você mesmo no meio
de uma discussão e perguntando-se: â
€œQuero ter razão ou quero ser
feliz?â
€
. Quando escolhe o humor feliz, amoroso e espiritual a sua
conexão com a intenção é reforçada. Estes momentos expandem, em
última análise, a sua nova conexão ao poder da intenção. A Fonte
universal irá começar a colaborar consigo criando a vida que você
está destinado a viver. 

4. Deixe ir a sua necessidade de ser superior 

A verdadeira nobreza não tem a ver com ser melhor do que ninguém.
Tem a ver com ser melhor do que você costumava ser (isto é
iluminar-se). Fique centrado no seu crescimento, com uma consciência
constante de que nin guém que está no planeta é melhor do que
ninguém. Todos nós emanamos da mesma força vital criativa. Todos
temos uma missão para realizar a nossa essência destinada; tudo o
que precisamos para cumprir o nosso destino está disponível para
nós. Nada disto é possível quando se vê a si mesmo como superior
aos outros. É um velho ditado, mas nem por isso menos verdadeiro:
todos somos iguais aos olhos de Deus. Deixe ir a sua necessidade de se
sentir superior vendo a manifestação de Deus em todos. Não avalie
os outros com base na sua aparência, realizações, posses e outros
indícios do ego. Quando você projeta sentimentos de superioridade é
o que recebe de volta, levando a ressentimentos e, afinal de contas a
sentimentos hostis. Estes sentimentos tornam-se no veículo que o leva
para mais longe da intenção. A especialidade faz sempre
comparações. É estabelecida por uma falta vista no outro e mantida
por procurar e manter claro à vista todas as faltas que possa
perceber. 

5. Deixe ir a sua necessidade de ter mais 

O mantra do ego é mais. Nunca está satisfeito. Não importa o
quanto você realize ou adquira, o seu ego vai insistir que não é
suficiente. Vai encontrar-se num estado perpétuo de esforço e
eliminar qualquer possibilidade de alguma vez chegar. No entanto, na
realidade você já chegou e como escolhe usar este momento presente
da sua vida é sua escolha. Ironicamente, quando você pára de
precisar de mais, mais do que deseja parece chegar à sua vida. Desde
que esteja desapegado da necessidade, vai achar mais fácil
transmiti-lo aos outros porque percebe como precisa de pouco para
estar satisfeito e em paz.

A Fonte universal está contente consigo mesma, constantemente em
expansão e a criar vida nova, nunca tentando manter as suas
criações para os seus próprios propósitos egoístas. Ela cria e
deixa ir. À medida que deixar ir a necessidade do ego de ter mais,
você identifica-se com essa Fonte. Você cria , atrai para si e deixa
ir, nunca exigindo que venha mais. Como um apreciador de tudo o que se
manifesta, você aprende a poderosa lição que São Francisco de
Assis ensinou: â
€œâ€¦ é dando que nós recebemos.” Ao permitirmos
que a abundância flua em e através de si, você combina com a sua
Fonte e garante que esta energia continuará a fluir. 

6. Deixe de se identificar com base nas suas realizações 

Este pode ser um conceito difícil se você pensar que é as suas
realizações. Deus escreve toda a música, Deus canta todas as
canções, Deus constrói todos os edifícios. Deus é a fonte de
todas as realizações. Posso ouvir o seu ego a protestar em voz alta.
Não obstante, permaneça sintonizado com esta idéia. Tudo emana da
Fonte! Você e essa Fonte são um! Você não é este corpo e as suas
realizações. Você é o observador. Note tudo isso e esteja grato
pelas capacidades que tem acumulado. Mas conceda todos os créditos ao
poder da intenção que o trouxe para a existência e da qual você é
uma parte materializada. Quanto menos precisar de ter os créditos
pelas suas realizações e mais conectado permanecer com as sete faces
da intenção, mais você é livre para realizar e mais lhe será
mostrado para si. É quando se apega a essas conquistas e acredita que
faz todas essas coisas sozinho que abandona a paz e a gratidão da sua
Fonte. 

7. Deixe ir a sua reputação 

A sua reputação não está localizada em si. Ela reside na mente
dos outros. Portanto, você não tem controle sobre ela de todo. Se
você falar com 30 pessoas, terá 30 reputações. Conectar-se com a
intenção significa escutar o seu coração e conduzir-se com base no
que sua voz interior lhe diz que é o seu propósito. Se estiver
excessivamente preocupado com a forma como vai ser apreendido por
todos, então desconectou-se da intenção e deixou que as opiniões
dos outros o orientassem. Trata-se do seu ego a funcionar. Trata-se de
uma ilusão que permanece entre si e o poder da intenção. Não há
nada que possa fazer, a menos que se desligue da FONTE DO PODER e se
convença de que o seu propósito é provar aos outros como é
poderoso e superior, e desperdice a sua energia a tentar ganhar uma
reputação gigante entre os outros egos. Faça o que faz porque a sua
voz interior está sempre conectada e agradecida à sua Fonte pelo
modo como o dirige. Permaneça na intenção, desapegue-se dos
resultados e assuma a responsabilidade pelo que reside em si: o seu
carácter. Deixe a sua reputação para os outros discutirem; isso
não tem nada a ver consigo. Ou como diz o título de um livro: O Que
Você Pensa de Mim Não é Assunto Meu! 


Wayne W. Dyer, Ph.D. é um autor e orador reconhecido
internacionalmente no campo do auto-desenvolvimento. É autor de 30
livros, criou muitos programas de áudio e vídeo e participou em
milhares de espectáculos de TV e de Rádio. Os seus livros Manifeste
o Seu Destino, Sabedoria das Idades, Existe uma Solução Espiritual
para Cada Problema e os mais vendidos do New Yorque Times 10 Segredos
para o Sucesso e a Paz Interior, O Poder da Intenção, Inspiração e
Mude os Seus Pensamentos â
€“ Mude a Sua Vida foram todos destacados
como especiais pela National Public Television. Visite
www.drwaynedyer.com para mais informações.
Fonte:
www.spiritlibrary.com 

DR. EDUARDO MASCARENHAS

OS GRUPOS ANONIMOS DE MÚTUA AJUDA E O SÉCULO XXI

Pelo Dr. Eduardo Mascarenhas - Psicanalista
 Vejo com a maior simpatia instituições como os Alcoólicos Anônimos e outras que derivaram dele. Não só já prestaram, prestam e prestarão inestimáveis serviços, como ainda representam um modelo de instituição moderna e democrática.

Creio que, no século XXI, a humanidade recorrerá cada vez mais a instituições desse tipo. Será a sociedade tratando a própria sociedade. Sem nada de autoridades ou superiores, nada de médicos, psiquiatras, psicanalistas ou psicólogos. Apenas pessoas que viveram na carne certos problemas, aprenderam a controlá-los e estão aptas a auxiliar pessoas com problemas semelhantes.
Não se fala tanto de democracia, de organização da sociedade, de fortalecimento de suas instituições privadas? Que é preciso que a sociedade esteja livre da inevitável burocracia do Estado?

Pois bem, instituições como esses grupos anônimos de auxílio mútuo fortalecem a sociedade civil, tornando-a mais autônoma do jogo de influências políticas. É a própria sociedade se auto administrando, buscando nela própria a solução de seus problemas.
Aliás, essa é uma boa maneira de evitar o empreguismo, a politicagem, os tráficos de influência, as mordomias, a corrupção, a arrogância dos burocratas. Chega de tecnocratas, de especialistas sabichões! Vamos devolver ao cidadão comum a plenitude de sua cidadania. Vamos extinguir os paternalismos e deixar as pessoas, elas próprias, inventarem os meios de enfrentar suas dificuldades. Acima de tudo, esse tipo de instituição não depende de nenhum Inamps da vida, está é alheia ao jugo estatal ou aos interesses de grandes empresas. Além disso, a mistura de classes sociais nesses grupos representa não só inestimável lição de vida como também de democracia. O convívio de pessoas diferentes resulta sempre numa experiência enriquecedora.

Os pobres, convivendo de perto com os ricos, poderão descobrir que estes não são feitos de outra argila e, a não ser pelos recursos exteriores, não são tão poderosos assim.
Já os ricos, convivendo tão de perto com os pobres, serão obrigados a enxergar mais além das aparências imediatas e descobrir que falta de escolaridade não é sinônimo de burrice, e que muitos analfabetos são capazes de rara sensibilidade e sabedoria. Não frequentaram os bancos acadêmicos, é verdade, mas cursaram a escola da vida.
Apesar de não possuírem qualquer coloração política, esses grupos anônimos de auxílio mútuo são, nesse sentido, profundamente políticos.

Não estou, com essas considerações, querendo diminuir a importância da medicina ou da psicanálise. Não se trata de opô-las aos grupos anônimos. Cada qual tem seu valor específico, sua eficácia específica e muitas vezes se complementam. Não há, por exemplo, nenhuma incompatibilidade entre frequentar um grupo anônimo e fazer psicanálise. Pelo contrário, pode haver até um ganho exponenciado, complementar. Por essas e outras, os grupos anônimos travam o melhor relacionamento possível com os profissionais da área de sa-úde. E - justiça seja feita - cada vez mais médicos e psicanalistas vêm mantendo excelentes relações com os grupos anônimos.
Claro que há exceções: alguns, por desconhecimento ou preconceito, já não agem assim; outros, por excessiva vaidade profissional, pela presunção de que tudo sabem e tudo podem.também não; isto sem contar, é óbvio, aqueles que hostilizam os grupos anônimos movidos por interesses inconfessáveis - temem perder clientes ou o monopólio de salvadores da humanidade adoecida ou aflita.

A meus pacientes de consultório que são alcoólatras ou padecem de alguma outra dependência química, não hesito um só momento em recomendar os grupos anônimos. Faço isso com a mesma naturalidade com que indico um gastroenterologista a um amigo que esteja com uma úlcera no estômago.

 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

FRASES SÉRIAS.

Três são as frases em destaque hoje:  
 
   
"Antigamente as mulheres cozinhavam igual à mãe...
Hoje, estão bebendo igual ao pai!"

Antigamente as bundas vinham dentro das calcinhas...
Hoje em dia, a calcinha vem dentro das bundas...

FRASE DA DÉCADA
(IRRETOCÁVEL) 
"Antigamente os cartazes nas ruas, com rosto de criminosos, ofereciam recompensas; hoje em dia, pedem votos".

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

VOCÊ SABIA?

 
 O Carnaval tinha outro nome.
 Você sabia?
 Entrudo
 
O Carnaval já teve outro nome no Brasil.
Chamava-se 'ENTRUDO', termo originado do latim introitu (introdução), pois a brincadeira ocorria nos três dias anteriores à
Quarta-Feira de Cinzas.
 
Era uma introdução ao período da Quaresma (do latim quadragesima), que é o tempo dos quarenta dias que antecedem a Páscoa.
Em Portugal, era chamado de 'DIAS DOS GORDOS', pois havia abundância de vinho, carne e sexo, o oposto do que aconteceria no período imediatamente posterior: a 'QUARESMA'.
 
O costume de se brincar no período do  Carnaval  foi introduzido no  Brasil pelos portugueses, provavelmente no  XV I com o nome de Entrudo.
Já na  Idade Média costumava-se comemorar o período carnavalesco em  Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas notava-se a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos".
No Brasil, essa forma de brincar — que consistia num folguedo alegre mas violento — já pode ser notada em meados do século XVI, persistindo, com esse nome, até as primeiras décadas do século XX.
A denominação genérica de Entrudo, entretanto, engloba toda uma variedade de brincadeiras dispersas no tempo e no espaço. Aquilo que a maioria das obras descreve como Entrudo, é apenas a forma que essas brincadeiras adquiriram a partir de finais do século XVIII na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo aí, a brincadeira não se resumia a uma única forma. Havia, na verdade vários tipos de diversões que se modificavam de acordo com o local e com os grupos sociais envolvidos.
Atualmente, como explica o pesquisador Felipe Ferreira, em O Livro de Ouro do Carnaval Brasileiro entende-se que existiam, no Rio de Janeiro do início do século XIX, duas grandes categorias de Entrudo:
O Entrudo Familiar e o Entrudo Popular.

Os diferentes "Entrudos"

O Entrudo Familiar

  • Acontecia dentro das casas senhoriais dos principais centros urbanos.
  • Era caracterizado pelo caráter delicado e convivial e pela presença dos   'limões de cheiro' que os jovens lançavam entre si com o intuito de estabelecer laços sociais mais intensos entre as famílias.

O Entrudo Popular

  • Era a brincadeira violenta e grosseira que ocorria nas ruas das cidades. Seus principais atores eram os escravos e a população das ruas, e sua principal característica era o lançamento mútuo de todo tipo de líquidos (até sêmem ou urina)ou pós que estivessem disponíveis.
Entre esses dois extremos havia toda uma variedade de "Entrudos" que envolviam em maior ou menor grau grande parte da população dos principais centros urbanos do país.

A batalha contra o Entrudo

A partir dos anos 1830, uma série de proibições se sucedem na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira.
Combatido como jogo selvagem, o entrudo continuou a existir com esse nome até as primeiras décadas do século XX e existe até hoje no espírito das brincadeiras carnavalescas mais agressivas, como a "pipoca" do carnaval baiano ou o "mela-mela" da folia de Olinda.
 
Crédits
Script and images: Public Domain (?)
source:
http://pt.wikipedia.org/wiki/
Research, text editing, formatting and art: NIAG ®
 
Please!
If you pass, pass with credit.
This work is protected by copyright laws; 9610.
And violating them is a crime under Article 184 of the Brazilian Penal Code.
"Never fail to disclose the author."
thank you

BBB

Assunto: A visão de Veríssimo sobre o BBB - Muito bom!!!
 
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB  é a pura e suprema banalização do sexo. 

Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB  é a realidade em busca do IBOPE.

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.


Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade. 
 
 Esta crônica está sendo divulgada pela internet a milhões de e-mails.
 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

DIREITO DO IDOSO.


Idosos - refeição de acompanhantes nos hospitais...

 

 
Art. 16, Capítulo IV, da Lei nº 10.741, de 1º de
outubro de 2003 (Estatuto do Idoso)
 
REFEIÇÃO DE ACOMPANHANTES
DIREITOS DOS IDOSOS - REFEIÇÃO DE ACOMPANHANTES

Aos que já passaram dos 60 anos, vale ficar informado, se ainda não sabem.

IMPORTANTE - LEIA E REPASSE

SÓ NÃO PODEMOS "ESQUECER" DISSO NA HORA DA INTERNAÇÃO DO
IDOSO.NORMALMENTE FICAMOS MAIS PREOCUPADOS COM O DOENTE E ACABAMOS
COMENDO MESMO NA CANTINA DOS HOSPITAIS.

DIREITO DO IDOSO!

Tome conhecimento, de um direito do idoso que todos devemos conhecer e
divulgar pois, nem os hospitais, nem os planos de saúde divulgam.

De acordo com o Art. 16, Capítulo IV, da Lei nº 10.741, de 1º de
outubro de 2003 (Estatuto do Idoso): "Ao idoso internado ou em
observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de
saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em
tempo integral, segundo critério médico."
Nestas "condições adequadas" está incluído: o pernoite e as
três refeições. Independe do plano de saúde contratado pois está na
lei. Recebi orientação de uma advogada que entende do assunto. Dois
idosos conhecidos conseguiram o benefício apenas falando com o
hospital e o plano de saúde. Eles cederam logo porque sabem que é um
direito, apenas não avisam...
Todos nós temos ou teremos alguém nesta situação, portanto, vamos divulgar!

OBS. A PARTIR DE 60 ANOS

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

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