terça-feira, 12 de dezembro de 2017

COMEÇA HOJE O MUNDIAL DE VOLEI MASCULINO.

O Super Campeão de Vôlei Masculino SADA/CRUZEIRO começa o mundial hoje.
            É muito estranho o comportamento da imprensa esportiva nacional. Será que os profissionais do esporte são conhecem o futebol? Ou outros esportes só são reconhecidos quando estão em São Paulo ou Rio de Janeiro?

            O maior campeão brasileiro de vôlei masculino de todos os tempos o Sada/Cruzeiro de Minas Gerais começa hoje a disputa do mundial, na Polônia. O Sada/Cruzeiro já disputou seis campeonatos mundiais dos quais, venceu três vezes , em 2013 - 2014 - 2016.

            Você poderá assistir pelo Sport TV a partir da 20:30 de hoje, quando O SADA/CRUEIRO estará enfrentando o tetra campeão italiano, o LUBE CIVITANOVA.

            Amanhã a noite, o SADA/CRUZEIRO enfrentará o campeão do Irã SARMAYEH BANK e na quinta-feira a noite jogará contra o campeão polonês ZAKSA KEDIERZYN-KOLE.

            No sábado a tarde acontecerá a semi-final e a decisão acontecerá no domingo a tarde.

O BLOCO DAS DOMÉSTICAS NO CEC.

               Nos bons tempos do carnaval de salão quase todo mundo tinha o seu bloco ou sua fantasia individual. Aqui num dos últimos carnavais do CEC, o bloco das domésticas;
               Caia, ?, ?, Adrimênia, Cristina, Tonica e Adricéia.
               Adriene, Jesualda, Mara e Márcia.

DEPOIS DA SEPARAÇÃO.

DEPOIS DA SEPARAÇÃO - Carta de Filho desencarnado aos Pais !

Mamãe e Papai:

Trazendo-lhes meu coração, como acontece em todos os dias, estou aqui reafirmando nossas preces habituais a Jesus.
Se é possível misturar felicidade com saudade, sinto-me infinitamente feliz.
Nosso amor venceu a morte.
Nossa fé venceu a dor.
Em verdade, qual acontece ao Papai, tenho lágrimas nos olhos, contudo lágrimas de alegria porque nos reencontramos no mundo vasto.
A Bênção Divina marcou as nossas esperanças e chegamos a essa bendita integração espiritual em que nos continuamos uns nos outros.
Pouco a pouco, recupero as recordações de tudo o que a vida relegou para trás.
Nossos laços carinhosos de hoje são flores de abençoada luz que se farão frutos de progresso na Espiritualidade, em futuro próximo; mas, lá no fundo da linha vertical do destino por onde nos elevamos em busca de Deus, jazem as raízes do pretérito ditando as razões da nossa luta de agora.
Não existe problema sem o começo necessário; não existe sofrimento cujas causas não se entre lacem a distância.
Respeitemos a provação que nos separou e louvemo-la pelo tesouro de claridades sublimes que nos trouxe.
Não fosse a noite e jamais saberíamos identificar a glória do dia.
A morte pode ser a morte para muitos; mas para nós foi ressurreição numa era nova.
Dela extraímos a riqueza de uma vida superior que naturalmente nos guia os impulsos de conhecimento ao encontro da Humanidade Maior.
Graças a Deus tenho aprendido algo.
A criança que conheceram sente-se, hoje, companheiro e amigo, devedor insolúvel nas estradas eternas.
A bondade do Senhor, com o carinho que recebo de ambos, operou em mim o milagre de uma compreensão mais enobrecida.
Somos associados de muitas empresas, batalhadores de muitos combates, irmãos de ideal e de alegria, de aflição e de luta em muitas jornadas na Terra...
Quisera que as energias condensadas da carne, por instantes, fugissem à lei que as governa, a fim de revelar-lhes, assim como na luz de um relâmpago, os quadros imensos da retaguarda...
Entretanto, as circunstâncias são a vontade justa do Senhor e devemos respeitá-las.
Por muito se demorem na carne, separa-nos tão somente um breve hoje.
Das sombras que abraçam o pó do mundo, emergimos cantando a felicidade de nossa inalterável comunhão.
Até lá, porém, é imprescindível trabalhemos.
Nossos dias de angústia e de perplexidade passaram, como passaram as primeiras horas de ansiedade em que as nossas notícias mútuas eram como que o único alimento capaz de saciar-nos a alma atormentada...
Agora, temos um campo enorme à frente do coração.
Campo de serviço que em suas mínimas particularidades nos requisita à plantação de novos destinos.
Começa na família e espraia-se, infinito, no território das vidas diferentes que se ligam às nossas por misteriosos elos do espírito.
Não se sintam sozinhos, não sofram, não lastimem...
Estamos juntos hoje quanto ontem, à procura de nossas sublimes realizações.
Compreendo as dificuldades que ainda interferem com os nossos desejos.
Entretanto, rogo-lhes coragem.
Doando nossas disponibilidades espirituais, ao tempo, através da nossa aplicação incessante com o bem, do tempo recebemos a quitação de nossos débitos, porque a Divina Providência nos entrega, por intermédio dele, os trabalhos que precisamos efetuar, a benefício de nossa própria felicidade.
Confiemos no Cristo para que o Cristo confie em nós.
O sonho de solidariedade humana que nos vibra no peito não é uma luz que esteja nascendo, de improviso, no vaso de nossos sentimentos.
Vem de longe, de muito longe...
E, tão grande é a importância de que se reveste, que a dor veio ao nosso encontro, despertando-nos para a divina edificação.
Saciedade no mundo é prejuízo de nossa alma.
É por isso que Jesus preferiu o madeiro do sacrifício, com a incompreensão dos homens e com a sede de amor.
Rejubilemo-nos no calvário de nossa paixão por maiores luzes.
A subida é áspera para quem deseja o ar puro dos cimos.
Continuemos caminhando sob a inspiração do nosso Divino Mestre.
É tudo o que podemos fazer de melhor.
De nós mesmos, atentos à insegurança de nossas aquisições, nosso passo seria vacilante entre a luz e a sombra, entre o bem e o mal...
Com Cristo, porém, cessam as dúvidas.
O sacrifício de nossos desejos aos desígnios do Céu é a chave de nossa felicidade real.
Mamãe, à vovó envio o meu pensamento muito carinhoso, com lembranças a todos de casa.
Envolvendo-os assim, em meu coração e em meu carinho, beija-lhes as mãos entrelaçadas com as minhas o filho saudoso e reconhecido que, em cada dia, lhes segue afetuosamente os passos.

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Espírito: Carlos Augusto
Médium:Francisco Cândido Xavier
Livro: Relicário de Luz

CRIANÇAS REFUGIADAS PUBLICAM LIVROS COM SUAS HISTÓRIAS E SONHOS.

Crianças refugiadas publicam livros com suas histórias e sonhos

Ludmilla Souza - Jornal GGN 
Os sonhos, pensamentos e desenhos de 22 crianças refugiadas no Brasil agora viraram livro. Entre as autoras está a síria Shahad Al Saiddaoud, de 12 anos. “A paz começa com um sorriso no rosto. Quero meu país, a Síria, feliz, sem guerras”, deseja ela. Suas irmãs Yasmin, 7, e Razan, 5, também participam da coleção, mas com desenhos que ilustram a alegria de estar no Brasil, longe da guerra civil que devasta a Síria há seis anos. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), 5 milhões de sírios deixaram sua terra natal.

Refugiadas junto com seus pais no Brasil, Shahad, Yasmin e Razan e também outras 19 crianças, de 5 a 13 anos, puseram seus sonhos no papel e a partir de agora compartilham suas histórias e emoções na primeira coleção de livros infantis escritos por crianças refugiadas lançada no país.

“No livro falo sobre meu sonho, sobre a Síria, sobre meus parentes, eu queria todo mundo feliz na Síria, não queria guerra. Esse é meu sonho, queria todo mundo em paz”, emociona-se Shahad, que está há pouco mais de um ano no Brasil. Já as irmãs falam pouco o português ainda, mas afirmam que gostaram de participar da coleção. Já Shahad, quer escrever outro livro. “Quero fazer uma ficção agora”, adianta.

O projeto é resultado da parceria da AlphaGraphics, empresa de impressão digital, com o Instituto de Reintegração do Refugiado (Adus) e a Estante Mágica, que atua com projetos editoriais pedagógicos voltados a crianças. “Virou mais do que um projeto, virou um sonho”, conta um dos idealizadores da coleção de livros, Rodrigo Abreu, conselheiro do Adus e CEO da AlphaGraphics Brasil.

Ele conta que a ideia surgiu depois que ele se tornou conselheiro do instituto e quis unir os dois projetos. “Pedimos para que as crianças nos contassem os seus sonhos e o resultado foi incrível, mostrando que o que falta para elas é uma simples oportunidade”, completa Abreu.

A AlphaGraphics foi a responsável pela impressão dos livros e a seleção das crianças ficou por conta do Adus. “Desde 2010, temos como missão no Adus atuar em parceria com refugiados e pessoas em situação análoga ao refúgio para sua reintegração à sociedade. Buscamos a valorização e inserção socioeconômica, cultural para que se reconheçam e exerçam a cidadania novamente”, explica Marcelo Haydu, diretor executivo da instituição.

Dois educadores da Estante Mágica prepararam o ambiente, conversaram com os pequenos autores, ouvindo as histórias e trajetórias de cada um. Imersos num mundo da imaginação e criatividade, cada uma das crianças se permitiu pensar nos seus maiores sonhos e então colocaram no papel todas as suas fantasias e expectativas.

Segundo Abreu, nesta primeira etapa os livros não serão vendidos. “A primeira edição foi para as famílias das crianças, para o Adus, e a imprensa, e agora vamos entregar para escolas e bibliotecas”. Futuramente, as vendas serão revertidas às famílias das crianças e a projetos que apoiam refugiados no Brasil. Para o idealizador, o projeto ainda não terminou. “Vamos dar oportunidade para novas crianças e as que participaram poderão fazer novas edições”.

Os sonhos das jovens autoras vão longe – de princesas a astronautas. No fértil imaginário infantil, bosques, arco-íris, helicópteros, Chapeuzinho Vermelho e a paz são alguns dos personagens e referências que dão vida às histórias e ilustrações de seus primeiros livros, agora eternizados. Acima de tudo, os pequenos sobreviventes compartilham suas histórias de resiliência e esperança.

“Meu nome é Bader Munir Bader. Tenho 5 anos. Gosto do sol. Dos pássaros. E das cores bonitas”, escreve Bader, 5 anos, nascido na Arábia Saudita. Na história, ele conta que adora futebol, pular e sua cor preferida é verde-claro.”As pessoas não têm coração para fazer o bem para outras pessoas”, conta a síria Hebra, fã de história, geografia, artes e educação física.

Crianças refugiadas

Segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), mais de 9 mil refugiados de 82 nacionalidades vivem no Brasil, principalmente vindos da Síria, Angola, Colômbia, República Democrática do Congo e Palestina. Do total acumulado de refugiados entre 2010 e 2015 (4.456), 599 eram crianças entre 0 e 12 anos, compondo 13,2% da população refugiada no país.

Para a legislação brasileira, a criança refugiada é aquela que foi obrigada a deixar seu país devido a um temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social, opiniões políticas de seus familiares, conflitos armados, violência e violação generalizada de direitos humanos.

No mundo todo, 91% das crianças estão matriculadas na escola primária, enquanto que entre as crianças refugiadas esse índice é de apenas 61%, segundo dados do Escritório das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

LAMARTINE BABO VISITA CAMPANHA.

O grande compositor Lamartine Babi, aparece nesta foto, de terno branco ao lado do maestro Walter Sales e vários músicos e foliões, em um dos carnavais da Campanha.

PROJETO EDUCACIONAL INCENTIVA ALUNOS A LEITURA E ARTES CÊNICAS EM JI-PARANÁ RO

Projeto educacional incentiva alunos a leitura e artes cênicas em Ji-Paraná, (RO)

Pâmela Fernandes - G1

Um projeto de incentivo à leitura aproximou alunos da Escola Municipal Jamil Vilas Boas dos livros e também do teatro, em Ji-Paraná (RO), a cerca de 370 quilômetros de Porto Velho. O 'Projeto Um Mundo Encantado de Conhecimento' está na quinta edição e apresentou 14 peças tetrais nos dois turnos, por 425 alunos, no início do fim de semana.
Segundo a professora da educação infantil, Giucéia Jacinto, o projeto acontece há cinco anos e é uma maneira diferenciada de aprendizagem. “As crianças se divertem e aprendem ao mesmo tempo. Elas trabalham em sala de aula as histórias e depois as crianças expõem o que aprenderam de uma maneira lúdica, diferenciada”, explica.
De acordo com Giucéia, dentro do projeto que acontece anualmente, as crianças trabalham várias histórias. Os alunos são incentivados a produzirem seus figurinos e ver na prática tudo que aprenderam durante a leitura.
“Nós queremos mostrar aos alunos que a leitura faz toda diferença na nossa vida. Se eles lerem, conseguem ampliar todo o conhecimento. Todo o tipo de leitura é muito importante. Ensinar através das leituras dos contos de fadas o que é a vida real”, diz a professora.
Estudante do 5° ano, Arthur de Souza, conhece bem o projeto, pois participa desde o início. Neste ano, Arhtur fez parte da teatro “Daniel Na Cova dos Leões”. Para ele o projeto foi muito importante para o desenvolvimento da leitura.
A estudante, Yasmim do Bonfim Santos, conta que estuda na escola há quatro anos e participou das edições anteriores. “O que eu mais gostei, foi o mistério da lagartixa, pois todos queria saber qual era o mistério. Mas, a parte que eu mais gosto no projeto é mesmo da leitura, pois ela me ajuda na aprendizagem”, afirma a estudante.
A estudante Rawany Bueno Oliveira Ribeiro, está no último ano e terá que mudar de escola no ano que vem, porque na instituição é oferecido ensino apenas até o 5º ano. Ela conta que está com o coração apertado por saber que não vai mais participar.
“Eu fico muito triste. Estou aqui desde o primeiro ano e somos uma família. Mas, eu sei que a gente passou por uma etapa de aprendizagem muito feliz”, afirma a aluna.

A MELHORA ANTES DA MORTE!

A MELHORA antes da MORTE ! Por quê muitas pessoas apresentam melhora geral antes de morrer ???


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e área interna
Em caso de doença, o processo de Desligamento do doente ocorre mais lentamente. Por vezes acontece que as equipes socorristas iniciam o processo de Desligamento, mas os parentes estão junto ao doente e vibram tão intensamente para que este fique bom, que dificultam muito o seu processo de Desligamento. Para resolver esta situação, os socorristas fazem com que o doente tenha uma repentina melhora. Desta forma os familiares ficam aliviados e afastam-se, continuando as suas tarefas diárias. Neste momento, os socorristas podem retomar o processo de Desligamento e o doente vem a falecer em pouco tempo.

Num velório costuma haver uma nuvem cinzenta de tanta Tristeza que paira no local. Às vezes o espírito está ausente, já Desligado da matéria. Outras vezes o espírito está confuso no local e por vezes está a dormir junto ao corpo. O que dificulta nestes lugares é a Tristeza e a Choradeira das pessoas.

Seria tão Maravilhoso se Todos Compreendessem a Desencarnação como ela Verdadeiramente É e Aceitassem a Ausência Física, Ajudando o desencarnado com Pensamentos de Estímulos, Amor, Carinho, Rezando por ele com Fé, Ajudando-o no seu Desligamento e na sua ida a sua Nova Jornada no Plano Espiritual!!!

O Melhor desencarne é de uma pessoa que foi Espiritualizada em Vida, pois desencarna de uma maneira Completamente Tranquila, como que dormindo e acordando num Belo local, entre Amigos!!! É um Regressar Tranquilamente à Verdadeira Casa!!

Antonio Carlos Piesigilli

sábado, 9 de dezembro de 2017

BANDA GIULIETTA DIONESI

                   Banda Giulietta Dionesi  em 1899, considerada a primeira banda da Campanha. A direção era do senhor Antônio Faustino Figueiredo Brasil e a regência do maestro Zoroastro de Azevedo Pamplona.

A BORBOLETA É LIÇÃO DE QUE TUDO NA VIDA É PASSAGEIRO:

A BORBOLETA É LIÇÃO DE QUE TUDO NA VIDA É PASSAGEIRO:

Resultado de imagem para fotos de borboletas
No ciclo de vida, 
as borboletas processam uma metamorfose completa 
em quatro fases bem definidas e bastante distintas como
ovos, larvas, crisálidas, e finalmente borboletas.
Cabe a nós, se quisermos seguir o exemplo,
distinguir qual das fases nos cai melhor.
E se decidirmos ser borboletas,
é preciso saber sempre,
como ela, que tudo é passageiro.
Cada parte, triste ou feliz da vida,
aceitemos ou não, faz parte desse ciclo.
Conscientizemo-nos então, de que tudo é passageiro
e que amanhã será um novo dia sempre....

"A VIDA É DURA PARA AS CRIANÇAS TAMBÉM"

'A vida é dura para as crianças também'

Bia Reis e Cristiane Rogerio - O Estado de S.Paulo

Educadora há 35 anos, Márcia Leite foi professora dos ensinos fundamental e médio. Escreve para crianças e jovens desde 1986 e publicou mais de 40 livros. Em 2011, com Leonardo Chianca, ela criou a Editora Pulo do Gato. Em entrevista ao Estado, Márcia fala sobre a necessidade de levar às crianças livros que facilitem o diálogo sobre temas sobre os quais elas têm curiosidade ou necessidade de diálogo - mesmo quando esses temas são tristes ou controversos. Leia abaixo trechos da entrevista.

Quando vemos o catálogo da Editora Pulo do Gato, impressionam a coragem de tocar em temas tristes e também a maneira como eles são tratados. Abordar esses temas com as crianças e, de certa forma, com os adultos, é uma missão?

Acho que a palavra vocação talvez seja mais apropriada que missão. A Pulo tem um DNA muito particular, por ser uma editora independente criada e tocada por dois educadores, autores e editores. Nosso catálogo revela os temas que importam e habitam a pessoa do editor. Pensando assim, o fato de termos livros que falam de direitos humanos, da criança em situações de vulnerabilidade, da guerra e do refúgio vista pelo foco da infância, entre outros, não deve ter sido coincidência e sim consciência da necessidade e importância de obras como essas. Crianças precisam de livros que permitam interlocuções sobre temas que as rondam direta ou indiretamente e sobre os quais têm curiosidade ou necessidade de diálogo. Se alguns temas são tristes, duros, controversos, comoventes, bem, a vida é assim também para as crianças.

Ao tratar desses temas, os livros podem tocar os envolvidos de maneira diferente? Acredita que eles repercutem nas famílias e na sociedade como um todo?

Se eu não acreditasse não seria educadora. Trabalhei 30 anos em escola, então não dá para ser educadora só de vez em quando, nem editor. Um catálogo é fruto de um percurso de escolhas coerentes. De tentativas, erros e acertos, assim como a educação. O projeto editorial da Pulo tenta dialogar com nossa visão de mundo, que é nunca reduzir e nunca dizer nunca para um tema. 

O diálogo entre texto e imagem no livro ilustrado pode ampliar a busca poética como forma de abordar assuntos difíceis como Mariana ou refugiados?

Um livro ilustrado é um jogo sem regras em que a busca dos sentidos pode acontecer pelas mais improváveis e inusitadas combinações entre as linguagens visuais e verbais, incluindo o projeto gráfico. Quanto mais possibilidades de desvios de rotas, de fuga da obviedade, a mais possibilidades interpretativas o leitor será exposto. A ausência da poética faz com que o tema grite em torno de um discurso unívoco. Num bom livro ilustrado, tudo é pensado para a pluralidade. 

E por que vale a pena publicá-los?

Livros podem fazer diferença na vida das crianças. Elas não têm qualquer dificuldade com temas considerados delicados, controversos ou difíceis. Difíceis são os adultos que precisam ser convencidos de que as crianças não vivem uma realidade paralela à deles. E que têm direito de conhecer e compreender o mundo pelas lentes cuidadosas da linguagem simbólica, na literatura e no livro ilustrado.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

MONSENHOR MESQUITA

                    Na década de 50, comecinho da de 60 era o vigário da Campanha, o Monsenhor João Rabelo de Mesquita. Eu ainda era bem criança, mas me lembro bem do Monsenhor enérgico, preocupado com os bons costumes, e talvez seja este um dos motivos pela existência da Cruzada Eucarística. 
                    Naquela época era reitor do Seminário o também saudoso Monsenhor Domingos Prado da Fonseca. 
                    Havia um entrosamento perfeito dos seminaristas com o pessoal da Cruzada Eucarística na realização de várias atividades como, as visitas que fazíamos às comunidades carentes, à Vila Vicentina, os campeonatos de futebol de salão na quadra do Seminário, de futebol de mesa, de Ping pong, teatros e outras.
                    Bons tempos, que deveriam ter tido sequência, pois aprendíamos a nos relacionar com os mais variados tipos de pessoas, de onde tirávamos muitas lições de vida tais como; fraternidade, amizade, solidariedade, amor ao próximo, humildade e caridade.
                    Hoje não temos mais a Cruzada Eucarística e nem o relacionamento da comunidade com os seminaristas. Que saudade daqueles tempos e das amizades dos jovens Tomé, Ditinho, Simão, Paganelli e tantos outros seminaristas que deixaram saudade.


VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

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