terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

DOM HUGO BRESSANE DE ARAÚJO.


HUGO BRESSANE DE ARAÚJO 

Natural de Machado, nascido a 04/09/1899 filho do Cel. Olympio Teodoro de Araújo e de Maria José Bressane Araújo. 
Cursou os seminários de Pouso Alegre e de Campanha. Ordenado sacerdote em Campanha pelo bispo Dom João de Almeida Ferrão a 11/01/1923. 
A 01/3/1924 é nomeado Cura da Catedral cargo que exerce até fevereiro de 1936.

Torna-se Cônego a 19/03/1924. A Santa Sé no dia 27/10/1932 o nomeava Monsenhor Camareiro Secreto. No dia 19/12/1935 torna-se bispo. 
Morou com suas irmãs Violeta e Magnólia na Praça Dom Ferrão. 
Em 1926 é Secretário do Bispado. Destemidamente e contrariando as medidas de segurança vai até às casas interditadas por causa da epidemia de varíola para dar a sagrada comunhão. 
Na década de 20 organiza uma lista para compra do relógio da fachada da catedral. Cada paroquiano contribuiu com vinte mil réis. 

Foi eleito provedor da Santa Casa de Misericórdia da Campanha entre 1926 a 1930.

Em 1926 é designado Presidente da Comissão que irá construir a nova Igreja de Ponte Alta (atual Monsenhor Paulo). Além dele, integram a comissão: José Américo Teixeira Bellato, Joaquim Santiago Pereira, José Bellato, Antônio Theodoro da Cunha, Ítalo Totti, Adamo Caovilla, Luis Zanin. A obra teve o seu término a 15/12/1929, com a bênção da nova igreja por Dom Ferrão. 
Em 1935 deixa a paróquia campanhense, em razão de ter sido preconizado bispo. Em 16/02/1936 é nomeado bispo de Bonfim (BA). Em 1940 é eleito membro do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia. PSM,C: 

Dom Hugo foi o 1º Bispo da Diocese de Marília (SP) entre 1945 a 1975. Bispo Emérito a partir de 1975. Faleceu em 09 de junho de 1988 aos 88 anos. Dom Hugo nomeou Monsenhor Geraldo Magela do Amaral Teixeira seu Vigário Geral em Marília. O mesmo veio a residir em Campanha até o seu falecimento

Pesquisas: “Pingos e Respingos da História da Campanha”, de Vinícius Vilhena de Morais, 1997; “A Campanha”, jornal 953, de 22/11/1926; “Minas do Sul” jornal de 1936.
Texto: Leonardo Lima
Complemento: Vicente Baldo

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

MONSENHOR PAULO EMÍLIO MOINHOS DE VILHENA


PAULO EMÍLIO MOINHOS DE VILHENA

Monsenhor. Campanhense, nascido em 12/06/1846. 
Ordenado padre em 04/06/1871. 
Quando ainda Cônego presidiu a Comissão de criação do bispado da Campanha. 
Foi professor do Colégio Santa Maria, em São Gonçalo do Sapucaí. 
Em 1882 foi eleito vereador até o ano de 1885.
Foi eleito por unanimidade de votos tesoureiro da Irmandade de Nossa Senhora das Mercês, para o período de 1901 a 1902.
Foi eleito provedor da Santa Casa de Misericórdia da Campanha em 1900 , tendo ficado no cargo até o ano de 1926.
Designado Vigário Geral da Campanha de 15/10/1897 a 09/09/1899 e de l901 - 1902 e 1910. 
Voltou a ser pároco da Campanha no período de 31/12/1918 a 13/06/1920. 
Por ocasião da criação da Conferência Santo Antônio foi escolhido como “diretor espiritual” da novel entidade. 
De família abastada, possuía, na Ponte Alta, terras onde hoje se assenta a  cidade de Monsenhor Paulo. 
Faleceu, no entanto, pobre em 6/1/1926. 
A Câmara Municipal da Campanha e o Bispado decidiram dar o nome de “Cônego Paulo Emílio Moinhos de Vilhena” ao largo da Igreja de Monsenhor Paulo.

Para saber mais, consultar: A Diocese da Campanha – J. P. Lefort – ano 1993; “A Campanha”, jornal de 25/09/1901: 11/05/1902 e 11/05/1902; “Folha Campanhense nº 187 e 188 de 2012: Livro de “Licenças, Dispensas e Provisões” da Paróquia da Campanha (12/07/1910); “Almanach Sul-Mineiro para 1874”, de Bernardo Saturnino da Veiga.
Texto: Leonardo Lima

BARÃO DE PARIMA FARIA HOJE 191 ANOS.


FRANCISCO XAVIER LOPES DE ARAÚJO
O BARÃO DE PARIMA,  nasceu na cidade mineira da Campanha em 10 de fevereiro de 1828, portanto estaria comemorando 191 anos de nascimento, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 09 de março de 1886, aos 58 anos de idade. Foi um militar, engenheiro e professor.
Filho de Francisco Xavier de Araújo e Ana Luiza Xavier de Araújo casou-se com Emília Alcântara de Araújo.
Entrou para o exército, matriculando-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, no curso de engenharia, concluído em 1855, obtendo o grau de bacharel em matemática.
Como tenente participou da comissão brasileira de demarcação de limites com o Uruguai, sob as ordens do Barão de Caçapava. Em 1865 foi convocado para a guerra do Paraguai, onde participou com distinção da Batalha de Tuiutí, da vitória em Curuzu e da Batalha de Curupaiti.
Terminada a guerra, foi promovido a Major do corpo de engenharia. Foi sucessivamente nomeado chefe da comissão de demarcação de limites com o Paraguai, em 1872; com a Bolívia, em 2875; e com a Venezuela em 1884.
Promovido a Coronel do corpo de Engenheiros em 1878. Mais tarde é nomeado diretor do Imperial Observatório do Rio de Janeiro e Professor de Desenho e Astronomia da Escola Central.
Foi Comendador da Imperial Ordem da Rosa e Cavaleiro da Imperial Ordem de São Bento de Avis.

Por merecimento acabou recebendo nome de rua em sua cidade natal.


Fonte: Wikipédia
Adaptação: José Milton


sábado, 9 de fevereiro de 2019

JOSÉ TEÓFILO MOINHOS DE VILHENA.


JOSÉ TEÓFILO MOINHOS DE VILHENA 

 Cônego. Nascido em Campanha, onde foi batizado a 21/01/1836, sendo filho de Matias Antônio Moinhos de Vilhena e de Escolástica Joaquina de Oliveira. Ordenado sacerdote em 1856. 

Foi vigário de Conceição do Rio Verde e da paróquia campanhense de 20/01/1856 a 12/04/1857 e de 16/09/1864 a 11/09/1897.

Foi vigário da Vara em 1872. Por ocasião das Semanas Santas, quando designado para o sermão do Depósito, começava sempre do mesmo modo:
“Meus irmãos, que espetáculo é esse que temos diante dos nossos olhos? Quem é o condenado que ali vem, sob o peso de uma cruz?”.

Foi diretor da Escola Literária (outubro de 1860.

Liderou, em abril de 1897, movimento para a criação da Diocese da Campanha. 

Foi professor da Escola Normal (criada em 1873) à época de sua supressão (1904).

Lecionou também no Colégio Nossa Senhora das Dores criado em 29/01/1876 pelo professor Antônio José Rodrigues de Morais.
Foi um dos redatores do jornal “A Conjuração”, jornal de propriedade de Astolfo Monteiro e João Félix de Oliveira. 

Em 1872, integrou a comissão encarregada da construção a capela do cemitério velho (Capela de São Miguel), bem como da edificação das torres da igreja matriz (hoje catedral).

Foi eleito provedor da Santa Casa de Misericórdia da Campanha - MG para o período de 31.10.1886 a 31.12.1899 

De família abastada, herdeiro de razoável fortuna, era extremamente caridoso. Morreu pobre a 9/9/1899. 
Substituiu-o como vigário, Monsenhor Paulo Moinhos de Vilhena, seu irmão. 

Para saber mais, consultar: A Diocese da Campanha, J. P. Lefort – ano 1993 e “Cidade da Campanha”, monografia; de Mons. Lefort, 1972; “Notícias Históricas da Cidade da Campanha”, de Antônio Casadei, 1987. “Campanhenses Ilustres nº1 – João Pedro da Veiga Miranda”, Biblioteca Cônego Vitor; “Almanach Sul Mineiro para 1874, de Bernardo Saturnino da Veiga.
Texto: Leonardo Lima
Adaptações: José Milton

EXPIAÇÕES E PROVAS. QUAL A DIFERENÇA?

EXPIAÇÕES E PROVAS - Qual a DIFERENÇA ?

Qual a diferença entre expiação e prova?

Expiação é o resgate imposto pela Justiça Divina a espíritos recalcitrantes.

Prova é o resgate escolhido por espíritos conscientes de seus débitos e necessidades.

Como identificar o espírito em expiação?

Geralmente é o indivíduo que não aceita seus sofrimentos, as situações difíceis que enfrenta, rebelando-se. Atravessa a existência a reclamar do peso de sua cruz.

E o espírito em provação?

Podemos identificá-lo como aquele indivíduo que enfrenta as atribulações da existência de forma equilibrada, aceitando-as sem murmúrios e imprecações. Como um aluno que se submete a exame, tenta fazer o melhor, habilitando-se a estágio superior.

É sempre assim?

Nada é definitivo no comportamento humano, já que exercitamos o livre-arbítrio. Um espírito em provação, que fez louváveis planos para a vida presente, pode refugar o que planejou. Da mesma forma, um espírito em expiação pode experimentar um despertamento da consciência, dispondo-se a enfrentar suas dores com dignidade, buscando o melhor.

Miséria é expiação?

Não é a posição social que determina a natureza das experiências vividas pelo espírito. O homem rico pode estar em processo expiatório, caracterizado por graves problemas. Por outro lado, a extrema pobreza pode ser uma opção do espírito em provação, atendendo a imperativos de sua consciência.

O que há em maior quantidade na Terra: espíritos em provação ou em expiação?

A humanidade é composta por uma maioria de espíritos imaturos, sem o necessário discernimento para planejar experiências. Situando-se nos domínios da expiação.

Dois espíritos vivem a mesma situação aflitiva. Nasceram com grave limitação física. Um está em expiação, outro em provação. O sofrimento é igual para ambos?

Provavelmente aquele que está em provação sofrerá bem menos. Tendo planejado a deficiência que enfrenta, tenderá a aceitá-la melhor. Isso tornará bem mais leve a sua cruz. Rebeldia, inconformação, revolta, desespero, são pesos adicionais que tornam a jornada humana bem mais sofrida.

Quando a Terra deixará de ser um planeta de expiação e provas? 

Quando o homem terrestre deixar de ver no Evangelho um mero repositório de virtudes inacessíveis, elegendo-o por roteiro divino para todas as horas, com a invencível disposição de vivenciar seus princípios em plenitude.

Fonte: Livro dos Espíritos 


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

MATHIAS ANTÔNIO MOINHOS DE VILHENA

MATHIAS ANTÔNIO MOINHOS DE VILHENA

Major,campanhense, nascido em 07/06/1801 e neto de João Toledo Pisa e Castellanos (um dos primeiros moradores de Campanha). Era filho de Mathias Gonçalves Moinhos de Vilhena e de Iria Claudiana Umbelina da Silveira (irmã de Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira, heroína da Inconfidência Mineira).
Foi casado com Escolástica Joaquina de Oliveira Carvalho. O casal teve três filhos famosos: Cônego José Teófilo Moinhos de Vilhena, Mons. Paulo Emílio Moinhos de Vilhena e o Desembargador João Bráulio Moinhos de Vilhena. 
Foi Escrivão de órfãos e agricultor, um dos mais importantes de sua época. 

Por volta de 1841 assume a obra da Santa Casa e às suas expensas e secundado por João Rodrigues de Macedo e apoio de beneméritos, consegue em 1851 concluir a construção da obra. Nesse mesmo ano o Major Mathias abre as portas da Santa Casa à população dando por inaugurada o obra. É eleito provedor para a nova mesa diretora. 

A antiga e hoje desaparecida Praça (Largo das Mercês) tinha o seu nome. Entre 1886 e 1888 foi Inspetor Regional da Instrução. 
Participou de todos os melhoramentos que a cidade possuía em seu tempo. Faleceu em 1885. 

FONTE: “Folha Campanhense” nº 171/2011 – artigo de Tarcísio Brandão de Vilhena. “Pingos e Respingos da História da Campanha”, de Vinícius Vilhena de Morais, 1997; “Notícias Históricas da Cidade da Campanha”, de Antônio Casadei, 1987 e “Biografias Inéditas”, de Antônio Casadei (Centro de Estudos Campanhense Mons. Lefort).
Texto: Leonardo Lima

10 CONSELHOS ANTES DE RE-ENCARNAR!

10 CONSELHOS antes de RE-ENCARNAR !


10 Conselhos que recebemos antes de vir a este planeta:

01. Você receberá um corpo. Poderá amá-lo ou odiá-lo, mas ele será seu todo o tempo.
02. Você aprenderá lições. Você está matriculado numa escola informal de tempo integral chamada Vida. A cada dia, terá oportunidade de aprender lições. Você poderá amá-las ou considerá-las idiotas e irrelevantes.
‌03. Não há erros, apenas lições. O crescimento é um processo de ensaio e erro, de experimentação. Os experimentos ‘mal sucedidos’ são parte do processo, assim como experimentos que, em última análise, funcionam.
04. Cada lição é repetida até ser aprendida. Ela será apresentada a você sob várias formas. Quando você a tiver aprendido, passará para a próxima.
05. Aprender lições é uma tarefa sem fim. Não há nenhuma parte da vida que não contenha lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas e ensinadas.
06. ‘Lá’ só será melhor que ‘aqui’ quando o seu ‘lá’ se tornar um ‘aqui’. Você simplesmente terá um outro ‘lá’ que novamente parecerá melhor que ‘aqui’.
07. Os outros são apenas espelhos de você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa em outra pessoa, a menos que ela reflita algo que você ame ou deteste em você mesmo.
08. O que você faz da sua vida é problema seu. Você tem todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que você faz com eles não é da conta de ninguém. A escolha é sua.
09. As respostas para as questões da vida estão dentro de você. Você só precisa olhar, ouvir e confiar.
10. Você se esquecerá de tudo isso.. e ainda assim, você se lembrará.
Fonte: O segredo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

TRISTÃO ANTÔNIO DE ALVARENGA

TRISTÃO ANTÔNIO DE ALVARENGA 

Desembargador, o primeiro campanhense formado pela Faculdade de Direito de São Paulo 1832.
Foi o primeiro Juiz de Direito da comarca, até então chamada de Sapucaí sendo nomeado a 22/08/1833. 
Em 31/10/1836 foi eleito para a primeira mesa diretora da Santa Casa de Misericórdia, para o cargo de Provedor.
Dividida a comarca em 1839 passou o Dr. Tristão a residir em Pouso Alegre, então sede da Comarca do Sapucaí e foi nomeado para a do Rio Verde (Campanha) o Dr. Pantaleão José da Silva Ramos.
Em 1841 Dr. Tristão volta para Campanha na qualidade de juiz de direito, ficando no cargo até 1844. 
Pela terceira vez volta o Dr. Tristão a ocupar o cargo de Juiz de Direito da Comarca do Rio Verde (1845/1858), sendo depois substituído pelo Dr. Luiz José de Sampaio.
Foi parlamentar (deputado provincial por Minas e deputado geral em três legislaturas). Durante todo o período da Revolução de 1842 ele permaneceu como Juiz de Direito. Nomeado desembargador da relação do Maranhão, faleceu antes de entrar em exercício deste cargo. 
É nome de rua em Campanha. 

FONTE: “Notícias Históricas da Cidade da Campanha”, de Antônio Casadei, 1987; “Ata da Câmara da Campanha de 11/10/1858”; “Sul de Minas”, jornal de 1941; “Almanach Sul-Mineiro para 1874”, de Bernardo Saturnino da Veiga.
Texto: Leonardo Lima

EMBATES DE OUTRAS VIDAS

EMBATES DE OUTRAS VIDAS

        Antes de nascermos e ainda quando nos encontramos no Plano Espiritual, praticamente todos os espíritos procedem ao planejamento da vida que vai levar aqui na Terra, ou em outro planeta de categoria similar. Disse praticamente todos, pois existem aqueles que ainda estão numa fase de rebeldia, que os próprios benfeitores é que procedem nas diretrizes a serem seguidas após o nascimento.
        Mas nem tudo está delineado. Apenas os tópicos importantes é que nos aparecem como metas a serem atingidas, pois do contrário seríamos como máquinas, e não é assim que acontece, pois temos o livre arbítrio que vai nos possibilitar a oportunidade de seguirmos ou não determinado rumo. Teremos sempre o poder de decidir qual a atitude tomar diante das provas que nos forem apresentadas.
        Ainda no período de planejamento temos consciência das vidas anteriores vividas e por isso vamos ajustar nossa futura vinda à carne de acordo com aquilo que fomos anteriormente, procurando sempre vivenciar questões que permitam nosso crescimento dentro dos parâmetros da Lei Divina. Se mal fizemos, teremos de reparar. Se fomos vítimas, temos de possibilitar que outrem faça o reparo em relação a nós, se realizando assim a lei de causa e efeito.
        Poderíamos pensar então em não reparar o mal que fizemos, mas isso de nada adiantaria a nossa vinda ao mundo, pois ficaríamos estacionados na evolução. Então escolhemos sempre resgatar dentro de uma intensidade que possamos concretizar. Por isso dizemos que Deus nunca nos da o fardo maior que podemos carregar.
        É lógico que dentro desse resgate estaremos nos reencontrando com outros espíritos que tivemos desavenças em vidas pretéritas e é bastante difícil para nós ter este contato, por isso Deus permite que ao nascermos na nova vida, nos esqueçamos de tudo, pois assim quando nos encontrarmos com desafetos, poderemos sentir algum resíduo de energia negativa, mas certamente como não nos lembramos de nada, haverá grande possibilidade de convívio e de revertermos à aversão sentida, em aproximação amorosa.
        Temos então uma explicação do motivo de existir muitas aversões familiares, rejeições entre pais, filhos, irmãos. É que certamente em algum momento do passado estivemos em posicionamentos contrários e quem sabe até inimigos fomos e agora nos reencontrando sentimos a dificuldade do diálogo, dado ao esquecimento Misericordioso.
        Muitas vezes não basta uma vida física para resolver as contendas, são necessárias várias reencarnações para que as diferenças sejam sanadas, pois no cotidiano vemos confrontos bastante sérios, envolvendo violência e muito desamor, e isso deixa marcas que se alongam por várias e várias vidas, até que um dia como é o desejo do Pai, o amor volta a fazer parte destes seres e acaba eclodindo a evolução efetivamente.
        Portanto ao nos depararmos com situações difíceis de relacionamento, devemos dar tempo ao tempo, evitando confrontos que só agravariam. Recorramos à prece sempre que estivermos em vias de desavenças, pois que certamente ali estão presentes pessoas que tiveram embates em vidas passadas. Muita paz amigos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

MARIA INÊS SALOTTI

MARIA INÊS SALLOTI

Foi uma das grandes beneméritas da Santa Casa de Misericórdia da Campanha. Residia na comunidade rural onde hoje é a cidade de Monsenhor Paulo. 
Naquela época, encontrar manga era muito difícil e em sua propriedade tinha com abundância. Ela viu nesta fruta um meio de arrecadar recursos para doar à Santa Casa. Empenhou tanto na causa do doentes da enfermarias da Santa Casa, onde passou a frequentar com assiduidade, despojando-se de seus bens a até mesmo da família. Além da venda das mangas ela sempre promovia meios para arrecadas fundos, pois o hospital não tinha uma fonte de recursos definida, apenas e tão somente doações de voluntários.


Texto: José Milton

A CADA MINUTO ALGUÉM DEIXA ESSE MUNDO PARA TRÁS.

"A cada minuto alguém deixa esse mundo para trás.

Estamos todos na "fila", sem nem sabermos.
Não sabemos quantas pessoas estão na nossa frente.
Não dá para voltar para o "fim da fila". Não dá para sair da fila, nem evitar essa fila.
Então, enquanto espera na fila faça os momentos valerem a pena.
Tenha prioridades.
Faça tempo para você.
Faça com que seus talentos sejam reconhecidos.
Faça um ninguém se sentir como alguém.
Faça sua voz ser ouvida.
Faça as coisas pequenas serem grandes.
Faça alguém sorrir.
Faça a diferença.
Faça amor.
Faça as pazes.
Faça com que as pessoas se sintam amadas.
Faça com que você não tenha nenhum arrependimento.

Esteja preparado... você não sabe o seu lugar na fila."

(autor desconhecido)

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 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

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