sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

O FORUM DA CAMPANHA NOS ANOS 50/60.

A equipe do Fórum da Campanha nas décadas de 50/60.
Dr. Edmundo Nogueira, Orlando Magalhães, Marcelo Pompeu, Fernando Lemos, Sara Ribeiro, José A.Lemes, Dr. Tito, Niquinho, Amador Horta, Nilton Val Ribeiro, Marcel Müller, Sebastião Ribeiro, Juiz, Lorieri, Borges Neto, Osvaldo Ramos, Teresa Monticelli, Dadinho Brandão, Djanira Andrade Araújo, Vivaldi José de Melo e Olímpio Ferreira.

EXERCÍCIO PARA O FIM DE ANO

Exercício para o fim de ano.

Uma proposta para ser levada neste final de ano;
1. Vibrar em favor das pessoas do seu círculo de amizades e em favor dos mais necessitados. 
2. Comprometer-se, durante a semana, a fazer ações concretas em prol do Planeta e de todos os seres que nele existam, para entrar no campo de uma nova consciência.
Faça uma lista de 3 a 5 daqueles amigos , que você considera mesmo e faça-lhes uma visita ainda este ano, mostrando à ele o quanto esta amizade é importante. Pode lhe fazer elogios, reconhecer as suas qualidades. É bom que ele saiba que alguém o valoriza.
É possível ajudarmos a melhorar nossa mãe-Terra. Façamos a nossa parte. “Um mais um é sempre mais que dois.”

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

FÉ EM PÚBLICO

FÉ EM PÚBLICO

              Para exteriorizarmos a fé é meramente necessário nos recolhermos em nós mesmos elevando o pensamento ao Criador que a tudo vê, analisará se nosso ato merece credibilidade. Se nos escondemos ou não para orar não é relevante, pois o que vale é a intenção, pois quando oramos, se esta se origina do íntimo nos revestimos de luz numa energia salutar capaz de repelir qualquer desarmonia que possa nos circundar.
              Por outro lado, quando proferimos uma prece em local público, e se está realmente revestida de verdadeiro sentimento, é mais relevante ainda, pois as pessoas que assistem esse ato de fé são compelidas também praticar tal ritual de tanta benesse, principalmente em locais de grandes aglomerações.
              Temos observado nos estádios de esportes que é comum desportistas que se enfrentam, exteriorizarem orações nos momentos que antecedem as partidas. Até juízes de futebol e auxiliares, bem como alguns técnicos, já vimos demonstrarem fé, uns com palavras enfáticas, outros com gestos de braços ao alto, e aqueles que beijam correntinhas, seguram amuletos, beijam o gramado, mas não nos esqueçamos dos que apenas elevam o pensamento reservadamente e os que procuram entrar e sair com o pé direito das quatro linhas.
              É gratificante ver que por toda parte existem pessoas que levam a sério a crença num Poder Maior, pois isso nos dá a certeza de que haverá um mundo melhor como anunciado por vários segmentos religiosos.
              Jesus diz que ninguém vai ao Pai senão através dEle, e foi Ele que nos ensinou a nos dirigir ao Pai em oração, e cada vez que alguém profere em público uma prece, além de aglutinar energias restauradoras, convoca sutilmente aos presentes a que entrem nesse processo de exteriorização mental. O mundo precisa de bons pensamentos para mudar a psicosfera da Terra para melhor.
              Que possamos cada vez mais exercitar a demonstração de agradecimento ao Criador, pois isso só nos enaltecerá e mostrará que estamos extirpando de nós à chaga mais temível que é o orgulho e que entrava, neutraliza e tornam estéreis quase todos os esforços que o homem faz para atingir o bem, conforme disse nosso querido filósofo Léon Denis.
               Muita paz amigos.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

JORGE TEODORO DO NASCIMENTO, JORJÃO O AMIGO DE TODOS.

               Quem na cidade da Campanha nunca ouviu falar do Jorjão? O Jorjão do Flamengo, do lixo, das balas, o solidário, o amigo, o da alegria...

               Algum dia você já viu nosso amigo Jorjão triste? 
               Eu, não. No dia que tirei este foto dele, ainda lhe perguntei. Triste com o Mengo? E ele me disse; "Meu coração não tem espaço para a tristeza. A vida é muito boa e nos da muitas alegrias, que superam as tristezas. É o que eu digo sempre la em casa; temos momentos difíceis que nos entristece, mas temos também os de alegria. A vida é assim cheias de momentos, tristes e alegres também."

               Jorge Teodoro do Nascimento é um amigo que muito prezo desde os nossos tempos de criança. Ele deve ser uns cinco anos mais novo do que eu, mas mesmo assim se atrevia a pegar no gol no meio de adolescentes um pouco maiores. Certa ocasião, jogando contra ele na quadra do Ginásio São João, aconteceu uma falta contra o time dele, e quando viu que quem ia bater era eu, ele logo gritou; deixa livre, não quero barreira, aqui essa bola não entra. Eu fiquei mordido; tomei distância e dei um bico com uma vontade e o Jorjão foi ao chão, mas com a bola nas mãos. Ficou deitado um certo tempo, mas feliz da vida e dizendo; "eu não disse que aqui não passa nada".

               Ainda bem jovem Jorge acaba indo para o Rio de Janeiro, onde trabalhou durante alguns anos.Voltando à Campanha, tornou-se esse figura popular que é, geralmente sem camisa ou com o manto sagrado do Mengão, de quem é torcedor ardoroso. 

               E que memória tem ele, vai passando pelas ruas chamando as pessoas pelos nomes e principalmente as crianças, muitas delas hoje, pais de outras crianças e o tratamento do Jorjão continua o mesmo. Me lembro dele há 30 anos passando pelos meus filhos e chamando-os pelos nomes, "oi Alexandre, oi Glauber, toma aqui uma balinha pra adoçar a boca, e sempre tinha e ainda tem uma palavra amiga para levantar o ânimo das pessoas. Até hoje quando me encontra pergunta pelos meus filhos falando os seus nomes.

               Obrigado amigo Jorge Teodoro do Nascimento por você ser sempre assim e querido por todos, até os das torcidas adversárias.

SP GANHA LIVRARIA ESPECIALIZADA EM AUTORAS NEGRAS.

SP ganha livraria especializada em autoras negras

Publishnews - 08/12/2017

               No sábado (9/12) a bibliotecária Ketty Valêncio inaugurou a loja física da Livraria Africanidades (Rua Aimberê, 1.158, Perdizes – São Paulo / SP), criada para ampliar o acesso à literatura feita por mulheres negras. A sede batizada de Lá do Mato foi criada com o objetivo de ser um espaço colaborativo para mulheres empreendedoras. O novo espaço conta com um acervo de 200 títulos diferentes e a decoração traz trabalhos das grafiteiras Gabi Bruce, Nene Surreal e Linoca, que seguiram a temática da livraria. “Nossa intenção é a celebração, já que criar um espaço de acolhimento e fortalecimento é uma forma de resistir. A maioria dos espaços que sempre estamos é de dominação masculina, de controle e queremos o oposto, ou seja, o espaço trará segurança para que possamos realizar atividades juntas, favorecendo a autonomia e o protagonismo”, explicou Ketty. Durante a inauguração que começa a partir das 14h, haverá um cortejo de abertura com o grupo Semente de Crioula, bate-papo seguido de performance e sarau, além do lançamento do romance Bará – na trilha do vento (Ogum’s), da escritora Miriam Alves, oficina de banho de ervas, e bate-papo com a consultora Fabiana Bertagnolli Piasentin. O espaço contemplará também uma feirinha com expositoras convidadas, como Eparrei, Heróicas, Nene Surreal, Ana Requião, Ami Ateliê, Belo Câmi, flash tatoo e outras.

CIRURGIAS ESPIRITUAIS

Cirurgias Espirituais - por Joanna de Ângelis



A inefável misericórdia de Deus sempre proporcionou ao ser humano os recursos hábeis para que a paz, o bem-estar e a saúde o alcancem, embora os percalços existenciais. Quando escasseiam os meios humanos convencionais, nunca faltam os valiosos contributos da oração, da inspiração, da ajuda espiritual direta ou indireta, proporcionando os tesouros incalculáveis do amor para tornar a vida mais suave e menos dorida. 

Todos os dissabores e enfermidades de qualquer procedência encontram no Espírito as causas que os desencadeiam no corpo, na emoção ou no psiquismo. O ser real é sempre o responsável por quaisquer ocorrências no trânsito carnal. Em conseqüência, todas as providências saneadoras de distúrbios devem ser direcio- nadas às matrizes, ao veículo modelador orgânico.

Atendendo às necessidades evolutivas dos homens e mulheres reencarnados na Terra, o Senhor da Vida permite que os genero- sos Espíritos que desempenham o ministério médico no mundo retornem, a fim de os auxiliar durante o curso de enfermidades dolorosas e pungentes.

Quando escasseiam os recursos técnicos e acadêmicos, não poucas vezes, eles vêm oferecer o contributo do auxílio fraternal, vitalizando a virtude da caridade, que é sempre a bandeira que desfraldam.

Espiritualmente, durante os desdobramentos parciais pelo sono, conduzem os enfermos às regiões de onde procedem, ali realizando transfusões de energias benéficas e curativas, que se incorporarão ao patrimônio celular.

Noutras oportunidades, mediante a bioenergia, revitalizam os chakras, ativando os centros de fixação do Espírito ao corpo e mudando a estrutura molecular enfermiça, que se renova e se reequilibra.

Vezes outras, ainda, mediante o atendimento homeopático, socorrem aqueles que os buscam, estimulando-os à mudança de comportamento moral e estimulando os núcleos energéticos atra- vés das tinturas-mães devidamente dinamizadas, mais especial- mente quando se utilizam de médiuns portadores de faculdades de efeitos físicos ou de ectoplasmia, para procedimentos cirúrgicos com instrumentos próprios ou sem eles.

Neste último caso, têm por meta chamar a atenção para a i- mortalidade da alma e para os mecanismos ainda desconhecidos por muitos acadêmicos que teimam em permanecer na cômoda atitude da negação sistemática, procurando explicações esdrúxu- las ou complicadas para ocultar aquilo que ignoram, mesmo antes de intentarem qualquer investigação séria e descomprometida.

Embora devamos ter grande respeito pelos investigadores ho- nestos e devotados, aqueles que se dedicam a pesquisar o que ignoram antes de assumirem atitude de hostilidade, não cabe a mesma consideração em referência aos que negam tomados de vã presunção, numa postura injustificável na atualidade como magis- ter dixit.

Os fenômenos mediúnicos e espíritas ocorrem amiúde, quer desejem as criaturas ou não, sendo de todos os tempos e sucedendo em toda parte, faltando somente interesse e seriedade para o seu estudo.

Todos os procedimentos espirituais que têm por meta a recuperação orgânica são realizados no perispírito, o campo onde se encontram registradas as necessidades de evolução para o Espírito.

Conforme se haja conduzido no transcurso das reencarnações, fixam-se-lhe nos tecidos sutis e etéreos desse delicado revesti- mento do Espírito, todos os atos que se irão impor como exigên- cias do processo iluminativo, sejam de natureza elevada ou de recuperação.

Desse modo, as cirurgias espirituais ou mediúnicas não têm necessidade de ser realizadas no corpo somático, muitas vezes através de comportamentos agressivos e chocantes, violentando os dispositivos da técnica, da higiene, da precaução às infecções...

Assim sucedem, para chamar a atenção dos cépticos, face à violação dos cânones estabelecidos a vigentes nas Academias de Medicina. Hemostase, insensibilidade, assepsia, refazimento dos tecidos cirurgiados, decorrem, portanto, da ação fluídica dos Espíritos- cirurgiões sobre o perispírito dos pacientes, que absorvem essas saudáveis energias impregnando a estrutura molecular das células e imprimindo-lhes novo comportamento.

Ademais, pretendem esses Amigos generosos do mundo espi- ritual facilitar filmagens e gravações outras como fotografias, o tato dos assistentes, de maneira a demonstrar a intervenção que os chamados mortos conseguem no comportamento dos chamados vivos.

A gravidade desse cometimento torna-se mais grandiosa quando os seus médiuns, compreendendo a alta magnitude do ministério, dedicam-se em regime de gratuidade, jamais esquecendo as dadivosas messes da caridade que dimana do Pai Criador, vitalizada pelo amor universal. Preparados antes da reencarnação para esse mister elevado, os médiuns que se dedicam às atividades curadoras não podem menosprezar a vigilância, a oração, a conduta exemplar, a fim de continuarem sempre encarregados de confirmar a sobrevivência à morte e as conseqüências inevitáveis do comportamento de cada qual durante a vilegiatura física.

Os resultados que se podem obter através dos procedimentos cirúrgicos por meio dos médiuns operadores, também se podem conseguir por meio da oração, da terapia dos passes, da água
fluidificada, dos inesgotáveis recursos de que dispõem os missio- nários do Bem no plano espiritual.

Eis porque, ante a necessidade de qualquer terapia acadêmica, alternativa ou mediúnica, torna-se imprescindível a transformação moral do paciente para melhor, a fim de, mediante as ações de enobrecimento, contabilizar valores que possam anular aqueles negativos que lhe pesam na economia espiritual, emergindo em forma de enfermidades, dissabores, transtornos psicológicos ou psiquiátricos.

O servo do centurião que lhe rogara ajuda para a enfermidade que o afligia, recebeu do amoroso Terapeuta a cura à distância, enviando-lhe os fluídos renovadores necessários para o seu refa- zimento orgânico. Ao homem da mão mirrada, mesmo sendo num dia de Sábado, ante a hipocrisia sacerdotal, Ele pediu ao deficiente que Lhe estendesse o braço e sem o sequer tocar, restitui-lhe a mão igual à outra.

Ao cego de nascença, compadecido do seu sofrimento, Ele cuspiu sobre o pó, fez lama, passou-a nos olhos apagados do desconhecido e mandou-o lavá-los no poço de Siloé, permitindo- lhe em júbilo a bênção da visão.

À mulher hemorroíssa que Lhe tocou a fímbria das vestes ensejou a cura da grave doença que a infelicitava. Para cada caso, o Benfeitor utilizava-se de um processo, agindo certamente nos tecidos sutis e etéreos do perispírito.

É sempre o amor que age em todas as circunstâncias que assinalam a presença do Bem.

Nascente de Bençãos (psicografia Divaldo Pereira Franco - espírito Joanna de Ângelis)

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

AS COMUNICAÇÕES NA CAMPANHA-MG

                    Ótima lembrança postado pelo Cristiano Fernandes Gougeon. Uma verdadeira relíquia. 
Campanha foi a pioneira da imprensa Sul Mineira. Daqui saiu José Pedro Xavier da Veiga para ser o precursor da imprensa mineira na capital. Tivemos várias gráficas, no entanto, nada sobrou para a nossa história.

               Uma das coisas que serão muito valorizadas, que em alguns lugares já são, são os Museus. Não é por falta de história, que Campanha não terá muitos museus. E nesse particular, eu tenho que admitir a minha falha em não preservar tudo que pertenceu ao meu avô Paulino Araújo Ferreira Lopes, proprietário da primeira loja de fotografia da cidade, na primeira década do século XX.  Poderíamos ter hoje o Museu da Fotografia também.

               Se a cidade tivesse um projeto de preservação da sua história, poderíamos ter um Museu das Comunicações, englobando as várias comunicações que aqui tivemos, tais como; as máquinas das gráficas, jornais, livros, equipamentos radiofônicos, telegráficos, equipamentos fotográficos. Por enquanto vamos ficar só sonhando, porque a realidade é cruel.

SENADO REJEITA MAIS VISIBILIDADE PARA AUTORES NACIONAIS.

Projeto que queria dar mais visibilidade a livros de autores nacionais é rejeitado no Senado

Publishnews - 29/11/2017

As principais entidades do livro (Abeu, ABDR, Abrelivros, ANL, CBL, Libre e SNEL) fizeram pressão e deu resultado. O Projeto de Lei 49/2016, que queria obrigar que livrarias separassem 30% de suas vitrines para livros escritos por autores nacionais, foi rejeitado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado Federal. Os senadores seguiram o relator, o senador Roberto Muniz (PP / BA), que considerou a matéria um equívoco com “potencial para gerar consequências negativas para a sociedade”. O projeto agora aguarda leitura no plenário do Senado, posteriormente será aberto prazo de dois dias úteis para apresentação de recurso. Não sendo apresentado recurso a matéria será arquivada. Caso seja apresentado, o Plenário fará o exame final do projeto de lei.

A MENTE E O CORPO

• A MENTE E O CORPO •



A maior parte das pessoas atribui a sorte ou a falta de sorte, ao acaso ou a um poder superior, a causa e o comando de tudo que lhes acontece na vida e ao seu corpo físico. Assumem posturas internas, se tornando vítimas da situação, ao invés de assumir o controle.

É difícil aceitar que grande parte das situações de doenças são causadas por padrões de comportamento e pensamento que trazemos com nós mesmos, mas esta é uma verdade irrefutável. Até mesmo o padrão familiar, as conhecidas doenças genéticas, muitas vezes passando de pai para filho, causa desequilíbrios emocionais e físicos.

Muitas vezes, o filho não desenvolve a doença que existe em família por causa do padrão de pensamento e comportamento diferenciado dos demais. Isso quer dizer que o indivíduo pode ter a tendência, mas não desenvolve pela maneira de ser e pensar.

Abaixo, seguem alguns significados sobre a relação que existe entre suas emoções e seu corpo físico, através da manifestação psicossomática. Um dos principais métodos do seu eu interior de falar com você através do seu corpo, lhe dizendo que algo está errado em suas ações, suas escolhas, suas emoções e seus pensamentos.


AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.

APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.

ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.

ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.

BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões

CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.

DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.

DIABETES: Tristeza profunda.

DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.

DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.

DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros.

ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).

FÍGADO: Reavaliação sobre filosofias e religiões seguidas, raiva, ressentimentos.

FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.

GENGIVITE: Desconfiança. Medo da falta de dinheiro

HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

INSÔNIA: Medo, culpa.

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.

MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.

PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.

PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança.. Derrotismo.

PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

PULMÕES: Medo de absorver a vida.

QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.

REUMATISMO: Sentir-se vitima.. Falta de amor. Amargura

RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.

SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIREÓIDE: Humilhação.

TUMORES: Alimentar mágoas.. .Acumular remorsos.

ÚLCERAS: Medo... Crença de não ser bom o bastante.

VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.


Vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos... Principalmente aqueles, que escondemos de nós mesmos. Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma. Remédios indicados: Auto Estima, Perdão, Amor.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

JANTAR DAS LIDERANÇAS DA CAMPANHA NOS ANOS 50/60.

                 O Juiz de Direito da Comarca da Campanha Dr. Moacir Teixeira recebendo as visitas do Comendador Milton Xavier de Carvalho, Diretor dos Correios, Dom Othon Motta Bispo Diocesano, Dr. Serafim Maria Paiva de Vilhena, Presidente da Mesa da Santa Casa e o Comendador Nilton Val Ribeiro Promotor de Justiça de nossa Comarca.

LANÇADO LIVRO INÉDITO DE ARIANO SUASSUNA.

Livro inédito de Ariano Suassuna é lançado esta semana no Recife

Valentine Herold - JC Online - 05/12/2017

Cascalho, rochedo, pedregulho, granizo. Ariano Suassuna sempre foi fascinado por qualquer tipo de pedra, fato que não passa despercebido pelos seus leitores. O paraibano que fez de Pernambuco sua morada, falecido em julho de 2014, aos 87 anos, colocou muitas vezes as pedras como sendo figuras centrais não só de suas criações artísticas, mas também de suas analogias. Ele costumava dizer que, em sua família, haviam as pessoas que jogavam as pedras e outras que as recolhiam, como bem lembra seu filho Manuel Dantas – também as juntava e colecionava, complementa Zélia, seu grande amor e esposa.

Existem ao longo de sua notável trajetória de vida referências diretas a este encantamento, desde o romance A Pedra do Reino, que consagrou o autor nacionalmente e representa um dos marcos iniciais do Movimento Armorial, às esculturas na casa onde morou e onde Zélia continua vivendo, no bairro de Casa Forte, passando ainda pela tipografia que vinha desenvolvendo desde a década de 1990, através da qual a rigidez do ferro deu espaço à sinuosidade da pedra esculpida. Tudo parecia estar sendo meticulosamente e poeticamente pensado para este momento, este livro inédito e póstumo que acaba de ser lançado pela editora Nova Fronteira: A Ilumiara – Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores (R$ 189,90).

Ao longo de seus últimos 30 anos de vida, Ariano vinha trabalhando nesta que é sua grande obra, seu testamento literário, finalizada um pouco antes dele falecer. O próprio termo ilumiara foi criado por ele para se referir aos anfiteatros formados por pedras insculpidas e pintadas. O box, contendo os dois volumes do romance, chegou às livrarias da capital pernambucana na última semana, mas esgotou em poucos dias. Neste sábado, às 15h haverá na Livraria Cultura do RioMar Shopping o lançamento oficial da obra com um evento fiel à trajetória e ao universo suassuniano.

Dantas vai levar ao Teatro Eva Hertz uma aula espetaculosa aberta ao público, acompanhado com Carlos Newton Júnior (pesquisador da obra de Ariano Suassuna e autor da apresentação do romance), Ricardo Barbarena (autor do posfácio), Esther Simões (neta de Ariano e pesquisadora), Ricardo Gouveia de Melo (designer e idealizador do projeto gráfico da obra) e Adriana Victor (jornalista e ex-assessora do escritor).

O próprio termo “aula espetaculosa” não é apenas uma alusão às aulas- espetáculo, grande projeto de Ariano que o levou às mais diversas cidades de todo o País e através das quais ele unia em um universo circense música, dança e contação de causos. É que Dom Pantero, protagonista deste livro, realiza uma aula espetaculosa através da qual ele satisfaz seu desejo criativo de escritor frustrado com a ajuda de seu três irmãos, um dramaturgo, outro romancista e o terceiro poeta – cada um deles, assim como um tio ensaísta, representando as diversas facetas criativas do próprio Ariano, além das ilustrações que permeiam todas as páginas da obra.

O livro em si é, na verdade, a aula espetaculosa, um grande simpósio que se desenvolve ao longo de uma manhã e de uma tarde, daí a decisão de dividir a obra em dois volumes, O Jumento Sedutor e O Palhaço Tetrafônico. “Se ele tivesse tido mais tempo, vivido mais, teria escrito um terceiro volume, que corresponderia à parte noturna do simpósio”, explica Dantas.

Autobiografia, ficção, ensaio, poesia, teatro ou artes plásticas? Não há porque classificar O Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores em apenas um gênero, já que todos estão presentes nas mais de mil páginas do livros. Essa amálgama literária e visual é justamente o que define o livro como sendo, para Carlos Newton, “o mais pós-moderno da literatura brasileira”. “Através da história de Dom Pantero e de seus alter egos, Ariano está falando de si e do Brasil. É um grande ensaio sobre nosso país”, ressalta Raimundo Carrero, leitor assíduo de Ariano e autor da contracapa do primeiro volume. São inúmeros os personagens que permeiam o livro e muitos deles foram baseados em pessoas que passaram pela vida do autor, às vezes com seus verdadeiros nomes e outras não.

“Ele sempre pensou o livro plasticamente, onde queria reunir todas suas formas de expressão”, pontua Dantas. “Ariano não foi só um grande artista, mas também um grande comunicador”, ressalta Ricardo Gouveia. Além de ter se inspirado em amigos e familiares para criar a narrativa de Dom Pantero – que também é a sua própria –, o autor, como sempre muito perspicaz e bem-humorado, também inseriu críticas que foram publicadas em grandes jornais do Brasil sobre suas obras, mas atribuindo-as a diários de cidades interioranas nordestinas.

Processo Criativo

Escreve, desenha, rasura, reescreve e rasura mais uma vez. Em 33 anos, não foram poucas as mudanças realizadas por Ariano no seu romance. Montado a mão, o autor ia tirando cópia do que escrevia e fazendo as colagens das ilustrações. “Ele compartilhava conosco as mudanças. Enquanto reescrevia, lia algumas partes e mostrava como estava o andamento do livro”, lembra Zélia.

“Sua ideia inicial era de publicá-lo acompanhado de um DVD onde estariam reunidos trechos das aulas espetáculos que dialogavam com a história, mídia que foi substituída por QR codes”, complementa Carlos Newton. Ao leitor e espectador muito atento, passagens das apresentações do paraibano não passarão despercebidas em trechos d’O Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores.

A simbiose entre a ficção e a realidade é muito bem construída e chega a ultrapassar as páginas do livro, indo até a fazenda Carnaúba, em Taperoá, no Cariri paraibano, cenário bastante característico e próprio do imaginário de Ariano. Manuel Dantas está realizando um dos sonhos de seu pai, o de concretizar a Ilumiara Jaúna que ilustra o livro. A pedra de mais de 30 metros de comprimento está sendo esculpida pelo filho com os desenhos criados pelo pai. “Tenho ainda um projeto maior de realizar espetáculos lá afazendo. Estou também planejando uma exposição com as litogravuras do meu pai, os originais do livro e outros material”, finaliza. O legado de Ariano Suassuna continuará, sem dúvidas, vivendo.

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