Quem dos acima de 50, não se lembra do Sr. João Maurício e sua Jardineira, fazendo a linha São Gonçalo do Sapucaí a Cambuquira, com parada na ponta de baixa da Praça Dom Ferrão, próximo da Padaria do Sr. Orlando e do Bar San Remo do Luiz Andreatta.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
JOÃO MAURÍCIO E SUA JARDINEIRA.
POR QUE CONHECER O ESPIRITISMO?
POR QUE CONHECER O ESPIRITISMO?
A maioria das pessoas, vivendo a vida atribulada de hoje, não estão interessadas nos problemas fundamentais da existência. Antes se preocupam com seus negócios, com seus prazeres, com seus problemas particulares. Acham que questões, como "a existência de Deus" e "a imortalidade da alma" são da competência de sacerdotes, de ministros religiosos, de filósofos e teólogos.
Quando tudo vai bem em suas vidas, elas nem se lembram de Deus e, quando lembram, é apenas para fazer uma oração, ir à igreja, como se tais atitudes fossem simples obrigações das quais todos têm que se desincumbir de uma maneira ou de outra. A religião para elas é mera formalidade social, alguma coisa que as pessoas devem ter, e nada mais; no máximo, será um desencargo de consciência, para estar bem com Deus.
Tanto assim, que muitos nem sequer alimentam firme convicção naquilo que professam carregando sérias dúvidas a respeito de Deus e da continuidade da vida após a morte. Quando, porém, tais pessoas são surpreendidas por um grande problema, uma queda financeira desastrosa, o desencarne de um ente querido, uma doença incurável - fatos que acontecem na vida de todo mundo - não encontram em si mesmas a fé necessária, nem a compreensão para enfrentar o problema com coragem e resignação, caindo, invariavelmente, no desespero.
O conhecimento espírita abre-nos uma visão ampla e racional da vida, explicando-a de maneira convincente e permitindo-nos iniciar uma transformação íntima, aproximando-nos de Deus.
* * *
Introdução do livro "Doutrina Espírita para Principiantes", obra organizada por Luis Hu Rivas, numa publicação do Conselho Espírita Internacional, e que responde uma série de questões que nos perseguem: Quem sou? De onde venho? Para onde vou? Por que o sofrimento e a dor?
Essas e outras perguntas reveladas pela Doutrina Espírita encontram-se em um formato prático e dinâmico, com mais de 300 ilustrações e textos. Conheça a nova versão desta obra que já é utilizada para estudo em diversas casas espíritas, trazendo uma apresentação objetiva dos ensinamentos do Espiritismo.
Baixe no link abaixo o primeiro capítulo do livro:
CUIDE DO SEU FALAR...
Cuide do seu Falar...

terça-feira, 25 de novembro de 2014
SOLAR DA GOMES DE MELO NA CIDADE DE PASSOS-MG
Este é o Solar da família Gomes de Melo na cidade de Passos. Desta casa saiu a jovem Guiomar de Melo
para se casar com o campanhense Paulino de Araújo Ferreira Lopes em 1912.
SAUDOSOS CAMPANHENSES.
O Deputado campanhense pelo RJ Dr. Gladstone Cheves de Melo e o também campanhense Sr. Wilson Lion Araújo (SP) sendo recebidos na visita a Campanha pelo Sr. José Augusto de Melo Ferreira Lopes.
QUANTA SABEDORIA NUMA SÓ CABEÇA.
O dia
mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O
maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração
mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores:
as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade:
ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a
mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o
mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação
mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior
remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais
potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de
todas as coisas: O AMOR!
Madre Teresa de
Calcutá
domingo, 23 de novembro de 2014
O CONSUMISMO.
O CONSUMISMO

Na proximidade do Natal, volta à pauta a questão do consumismo, que tira o sono de muita gente. Essa forma de descontrole foi, inclusive, tema da recente reportagem “Por que gastamos mais dinheiro do que temos?”, da jornalista Verônica Mambrini, para o portal IG.
“Costumo fazer shoppingterapia em situações de extrema ansiedade ou em liquidações imperdíveis. No momento, estou bem controlada, com alguns escorregões” – revela, na matéria, a consultora em relações internacionais Ana Paula Rassi, que cancelou o cartão de crédito para se proteger.
Segundo Sheila Maia, professora do curso de administração e especialista em finanças pessoais da Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro, não há mal em realizar desejos, mas é preciso aprender a diferenciar o desejo e a necessidade, já que crédito é para emergências.
“Em fevereiro tem carnaval e as operadoras de turismo dividem em dez vezes os pacotes. Logo depois tem a Páscoa, com ovos parcelados. Em maio, Dia das Mães, mais parcelas. Dia dos Namorados em junho, Dia dos Pais em agosto, Dia das Crianças em outubro. No Natal, mais presentes.
Em janeiro, IPTU, IPVA. Não tem jeito, vira uma bola de neve” – diz Sheila.
Como ressalta a matéria, é preciso organização para saber quanto da renda pode ser comprometida e controle para não estender no prazo o pagamento de itens que podem ser quitados à vista. Como parcelas pequenas dão a falsa sensação de “caber no bolso”, a pessoa se ilude sobre o tamanho da dívida total e se endivida.
Embora não trate diretamente do tema consumismo, no capítulo “Excesso e você”, do livro “O Espírito da Verdade” (ed. FEB), psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira, André Luiz, ao recordar que Espiritismo é caridade em movimento, tece alguns comentários igualmente oportunos aos que enfrentam o problema do consumismo. Adverte, por exemplo, que não devemos converter o próprio lar em museu.
“Utensílio inútil em casa será utilidade na casa alheia. O desapego começa das pequeninas coisas, e o objeto conservado, sem aplicação no recesso da moradia, explora os sentimentos do morador. A verdadeira morte começa na estagnação.
Quem faz circular os empréstimos de Deus, renova o próprio caminho” – diz o benfeitor, acrescentando que devemos transfigurar os apetrechos que nos sejam inúteis em forças vivas do bem. “Retire da despensa os gêneros alimentícios que descansam esquecidos, para a distribuição fraterna aos companheiros de estômago atormentado.
Reviste o guarda-roupa, libertando os cabides das vestes que você não usa, conduzindo-as aos viajores desnudos da estrada.
Estenda os pares de sapatos, que lhe sobram, aos pés descalços que transitam em derredor. Elimine do mobiliário as peças excedentes, aumentando a alegria das habitações menos felizes. Revolva os guardados em gavetas ou porões, dando aplicação aos objetos parados de seu uso pessoal. Transforme em patrimônio alheio os livros empoeirados que você não consulta, endereçando-os ao leitor sem recursos.
Examine a bolsa, dando um pouco mais que os simples compromissos da fraternidade, mostrando gratidão pelos acréscimos da Divina Misericórdia que você recebe.”
E prossegue na sua lição de desapego e fraternidade: “Ofereça ao irmão comum alguma relíquia ou lembrança afetiva de parentes e amigos, ora na Pátria Espiritual, enviando aos que partiram maior contentamento com tal gesto. Renovemos a vida constantemente, cada ano, cada mês, cada dia... Previna-se hoje contra o remorso amanhã. O excesso de nossa vida cria a necessidade do semelhante. Ajude a casa de assistência coletiva. Divulgue o livro nobre. Medique os enfermos. Aplaque a fome alheia. Enxugue lágrimas. Socorra feridas. Quando buscamos a intimidade do Senhor, os valores mumificados em nossas mãos ressurgem nas mãos dos outros, em exaltação de amor e luz para todas as criaturas de Deus.”
Boletim SEI 2206
Fonte: O Eremita Espírita
O CÉTICO E O LÚCIDO.
O CÉTICO E O LÚCIDO
Este breve texto com uma comparação entre a vida após a "morte" e a vida após o nascimento é simplesmente muito bonito!O CÉTICO E O LÚCIDO
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
-Creio que certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente que ela afaga nosso mundo. Eu penso que a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
-Creio que certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente que ela afaga nosso mundo. Eu penso que a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…
O BOM USO DO SMATHPHONE.
Pesquisa mostra como estudantes usam smartphone para estudar
Correio Braziliense - 07/10/2014
Pesquisa realizada pela rede colaborativa para estudantes universitários Passei Direto traz levantamento sobre comportamento de estudantes em relação ao uso de smartphones. Segundo o estudo, 94,5% deles têm acesso à internet pelo celular, e somente 5,2% deles não possuem smartphone. A pesquisa apontou também que os jovens têm preferência pelo sistema Android, com 68% de usuários; em seguida vem o Iphone com 17%. A maioria, 64%, prefere acessar aplicativos pelo smartphone, e apenas 24,5% acessam sites também.
A enquete foi realizada entre junho e agosto deste ano com 2.143 universitários do norte ao sul do país. Os dados foram coletados pela SurveyMonkey, principal fornecedor mundial de soluções de questionário pela web e que permite análises estatísticas das respostas coletadas. De acordo com Rodrigo Salvador, gestor e criador da rede Passei Direto, o assunto é atual e relevante. "Decidimos fazer a pesquisa devido à importância que os celulares ganharam na vida das pessoas, por sua versatilidade como veículo de informação e interação coletiva. Além disso, faltam fontes de dados secundários sobre este tema", explica.
A pesquisa confirmou que o uso da internet para estudar e a formação de grupos on-line para ajudar nas tarefas acadêmicas é um hábito consolidado entre os estudantes. 87% dos universitários afirmaram que fazem pesquisa on-line e 61,5% não fazem anotações das matérias em sala de aula. 22% estudam em grupo e 13% trocam informações por WhatsApp. Antes de uma prova, 58% acessam seus aparelhos inteligentes. Veja mais dados da pesquisa no infográfico abaixo.
A Passei Direto é uma rede social de estudos para universitários, que apresenta uma nova maneira de estudar. No ar há 1 ano, tem mais de 2 milhões de usuários de todas as universidades do Brasil. Por meio da rede, os usuários podem trocar dicas, compartilhar materiais de estudo, mensagens e oportunidades de estágios, além de tirar dúvidas e debater assuntos de todas as disciplinas, cursos e universidades
A enquete foi realizada entre junho e agosto deste ano com 2.143 universitários do norte ao sul do país. Os dados foram coletados pela SurveyMonkey, principal fornecedor mundial de soluções de questionário pela web e que permite análises estatísticas das respostas coletadas. De acordo com Rodrigo Salvador, gestor e criador da rede Passei Direto, o assunto é atual e relevante. "Decidimos fazer a pesquisa devido à importância que os celulares ganharam na vida das pessoas, por sua versatilidade como veículo de informação e interação coletiva. Além disso, faltam fontes de dados secundários sobre este tema", explica.
A pesquisa confirmou que o uso da internet para estudar e a formação de grupos on-line para ajudar nas tarefas acadêmicas é um hábito consolidado entre os estudantes. 87% dos universitários afirmaram que fazem pesquisa on-line e 61,5% não fazem anotações das matérias em sala de aula. 22% estudam em grupo e 13% trocam informações por WhatsApp. Antes de uma prova, 58% acessam seus aparelhos inteligentes. Veja mais dados da pesquisa no infográfico abaixo.
A Passei Direto é uma rede social de estudos para universitários, que apresenta uma nova maneira de estudar. No ar há 1 ano, tem mais de 2 milhões de usuários de todas as universidades do Brasil. Por meio da rede, os usuários podem trocar dicas, compartilhar materiais de estudo, mensagens e oportunidades de estágios, além de tirar dúvidas e debater assuntos de todas as disciplinas, cursos e universidades
sábado, 22 de novembro de 2014
AS PROFISSÕES DO FUTURO SÃO VERDES!
Prepare-se: as profissões do futuro
são verdes!
PUBLICADO 14
NOVEMBRO 2014.

Se você
está escolhendo um curso superior ou está concluindo sua graduação e gosta
da
área
ambiental, talvez uma das profissões abaixo possa ser
interessante para você.
A área
ambiental está demando um número cada vez maior de profissionais em médias
e
grandes
empresas. Até mesmo pequenas empresas do setor industrial já se
preocupam
com a
contratação de profissionais ou serviços terceirizados na área.
Um
profissional do setor ambiental em geral precisa obter uma especialização na
área,
como um
MBA em gestão ambiental, ou um mestrado em energias renováveis, por
exemplo.
Um
conhecimento detalhado da legislação ambiental também é
fundamental.
Profissionais
das áreas de engenharia, administração e direito podem encontrar
excelentes
oportunidades
nesse mercado.
Se você
deseja iniciar seus estudos hoje mesmo, recomendamos conhecer um pouco
sobre:
Confira
abaixo as profissões mais quentes na área ambiental.
|
Carreira
|
O
que faz?
|
Formação
básica
|
Mercado
de trabalho
|
Salário
|
|
Advogado
ambiental
|
Analisa
riscos e prepara contratos com cláusulas ambientais
|
Direito
+ especialização na área ambiental
|
Você
poderá atuar como consultor para empresas em temas da área ambiental
|
R$
15.000,00
|
|
Especialista
em energias renováveis
|
Desenvolve
projetos de uso de energia renovável de fontes, como solar e eólica
|
Engenharias
(civil, elétrica ou de energia) + especialização
|
Oportunidade
quente, pois há carência de mão de obra na área
|
R$
8.000,00
|
|
Contabilista
|
Prepara
e analisa balanços e números do patrimônio das empresas
|
Ciências
contábeis
|
Falta
mão de obra qualificada para trabalhar na área, especialmente em empresas que
precisam gerenciar o investimento em projetos ambientais
|
R$
10.000,00
|
|
Coordenador
de tratamento de água
|
Coordena
o tratamento e a eliminação de resíduos na água
|
Engenharia
(civil, química) + especialização
|
Empresas
e indústrias estão em busca desse profissional diante da legislação ambiental
mais exigente
|
R$
10.000,00
|
|
Técnico
em meio ambiente
|
Colabora
para o planejamento e a prática de projetos ambientais, orientados pelo
gestor
|
Há
cursos técnicos que incluem formação na área
|
Esse
profissional é procurado por pequenas e médias empresas que acordaram para a
sustentabilidade
|
R$
3.000,00
|
|
Gestor
de sustentabilidade
|
Estabelece
políticas ambientais nas empresas
|
Administração
ou engenharia + especialização
|
São
importantes para implantar na empresa a estrutura de
sustentabilidade
|
R$
15.000,00
|
|
Engenheiro
ambiental e sanitário
|
Fiscaliza
e orienta terrenos e obras para verificar riscos de poluição
|
Engenharia
+ especialização
|
A
legislação ambiental amplia bastante o campo de atuação desse
profissional
|
R$
8.000,00
|
|
Designer
de produtos sustentáveis
|
Planeja
embalagens de produtos com materiais sustentáveis
|
Engenharia
ou design + especialização
|
Grandes
empresas têm políticas fortes de redução de impactos do descarte de
resíduos
|
R$
5.000,00
|
|
Urbanista
|
Estuda
e desenvolve formas de construção e ocupação do espaço urbano menos agressivas
ao meio ambiente
|
Arquitetura
e urbanismo
|
É
crescente o número de obras e construções que adotam princípios verdes, além de
empresas que buscam certificações ambientais
|
R$
8.000,00
|
|
Diretor
de relações com investidores
|
Traduz
as práticas de sustentabilidade da empresa para o público externo (investidores,
imprensa, fornecedores e clientes).
|
Não
existe uma formação específica, o profissional deve buscar especializações e
empresas com demanda por esse tipo de profissional
|
É
um profissional fundamental em organizações de médio e grande porte
|
R$
10.000,00
|
Fonte:
PLANTOU? TERÁ QUE COLHER.
TIPOS DE LIVRE ARBÍTRIO

Muitas pessoas defendem a ideia de que o livre arbítrio é apenas uma ilusão. Outros declaram que o livre arbítrio é absoluto, que sempre escolhemos tudo em nossa vida. Isso é verdade por um lado, mas está ainda incompleto por outro. Do ponto de vista espiritual, existem dois tipos ou níveis principais em que podemos identificar a existência do livre arbítrio do ser humano. Vamos explicar estes dois tipos.
Livre arbítrio do planejamento de vida
O primeiro deles é o que denominamos de “livre arbítrio do planejamento de vida”. Esse livre arbítrio se realiza quando o espírito está no plano espiritual aguardando a sua encarnação. Nesse momento, a alma faz um planejamento de toda a sua existência vindoura, sempre com base em seu karma passado, desde o local de seu nascimento, o país em que vai nascer, a família em que ela vai nascer, os principais acontecimentos de sua vida desde a infância até a sua velhice, quais almas afins ela vai se relacionar, quais desafetos de vidas passadas ela vai encontrar, sua profissão e seu projeto de vida, ou seja, que missão ela deverá cumprir e também traça um conjunto de metas a serem alcançadas.
O mais importante nesse momento da programação de vida é a escolha de quais serão as principais provas de sua vida. As provas são os desafios que a alma terá que enfrentar e superar. A alma que atravessa uma provação sem se deixar dispersar, desencaminhar ou decair dentro das adversidades consegue seu intento e avança em seu desenvolvimento espiritual.
A alma que sucumbe as provas, se deixa levar pelas tentações do mundo e comete erros no enfrentamento dessas provas deverá refazer novamente as mesmas provações numa encarnação futura. Alguns exemplos de provações são: doenças, perda de entes queridos, dificuldades profissionais, humilhações, calúnias, agressões e ataques, isolamento, abandono, deformidades físicas, dentre outros.
Todos esse acontecimentos podem ter como objetivo despertar no espírito as virtudes que são inerentes a condição dos espíritos mais puros e avançados, como a humildade, o amor, a honestidade, a paciência, a força, a flexibilidade, a equanimidade, etc. Toda prova tem como objetivo libertar o ser humano de algum defeito gerado por sua condição mundana e despertar nele uma virtude que é essencialmente espiritual, ou seja, que está mais ligada a sua natureza infinita e eterna do que a sua natureza humana, material ou temporária. Nesse sentido, existem alguns tipos ou padrões de provas que despertam alguns destes valores ou qualidades, como por exemplo, a prova da humildade.
A prova da humildade tem como objetivo libertar o ser humano do orgulho, da vaidade e do egocentrismo, que são características típicas do mundo material limitado. Um dos maiores exemplos da prova da humildade é nascer e viver em condições de pobreza ou miséria, onde faltam os recursos básicos para a nossa sobrevivência. Nessa prova, o espírito encarnado começa a se liberar de suas necessidades humanas e passa a elevar seu pensamento a sua natureza transcendente, a fé, a intuição, a religião, a Deus, etc. Nesse sentido, ele entende que o mundo não gira ao seu redor, mas que ele é alguém que precisa de um algo mais na vida; ele precisa ver além do imediato e do passageiro, e não apenas ficar dependendo de benesses mundanas.
A prova da humildade se caracteriza por qualquer situação em que nosso orgulho é posto em cheque, e vemos nossas forças humanas se esgotarem, se encerrarem, e a única coisa que nos sobra é a ascensão do pensamento a algo maior a que possamos recorrer. Nesse sentido, uma pessoa que nasce pobre pode ter escolhido ser pobre o resto de sua vida, justamente para libertar-se dos resíduos de orgulho e egoísmo. Os espíritos encarnados que escolheram a pobreza como instrumento da prova da humildade podem trabalhar e tentar ascender socialmente a vida inteira, que não terão sucesso. Observe que aqui não existe qualquer determinismo, fatalidade ou acaso, pois foi o próprio espírito, antes de nascer, que escolheu a vida de pobreza para bem atravessar a prova da humildade e se libertar da vaidade, orgulho e egoísmo.
Livre arbítrio de reação às provas
Ainda no exemplo acima vemos o segundo tipo de livre arbítrio que faz parte do ser humano. Este chamamos de “livre arbítrio de reação às provas”. O primeiro, como dissemos, é a escolha que a alma faz, ainda no plano espiritual, das provas pelas quais precisa viver. Isso significa que, se o espírito escolheu ser pobre a vida inteira para aprender a ser humilde, ele será pobre a vida inteira, não importa o que faça. Mas ele pode, durante toda a sua vida, resignar-se com essa condição ou lutar contra ela, e aqui reside o segundo tipo de livre arbítrio, que é exatamente a forma como uma pessoa reage as coisas que lhe ocorrem.
Ainda no caso da pobreza, uma pessoa pode ser pobre e escolher entrar no mundo do crime, assaltar, roubar, etc, ou ele pode escolher trabalhar honestamente e lidar com a pobreza da forma mais nobre, que é viver uma existência de honestidade, amor, compaixão, etc. Em outro exemplo, uma pessoa pode viver a prova da morte de um ente querido, e reagir tanto positivamente quanto negativamente. Nesse caso o livre arbítrio consiste não em escolher o que vai lhe ocorrer (livre arbítrio do planejamento de vida), mas em escolher como agir ou reagir diante do que lhe acontece.
Nesse sentido, a forma como alguém reage a prova faz parte do seu livre arbítrio. A pessoa tanto pode ficar deprimida e desistir de viver pela perda, por exemplo, de um filho, ou pode usar esse sofrimento para se tornar uma pessoa melhor. Existem pessoas que perdem os filhos em acidentes de carro e se engajam em campanhas contra a violência no trânsito. Esse é um modo de reagir positivamente àquela provação; é uma forma de utilizar nosso livre arbítrio de um modo construtivo.
Algumas pessoas podem perguntar: mas e as outras escolhas que fazemos na vida, como cursar uma faculdade de medicina ao invés de Direito, ou trabalhar como atendente e não como vendedor. A resposta a essa pergunta é bem simples. Todas as escolhas de nossa vida estão em sintonia com aquilo que sentimos que deve ser feito com base no planejamento de vida que fizemos antes de nascer. Dessa forma, se uma pessoa escolhe medicina ao invés de direito, ela sente interiormente que é a medicina o curso a ser escolhido, e não Direito. Esse sentimento vem justamente das escolhas que ela fez antes de nascer, e as escolhas que ela fez antes de nascer estão muito mais em sintonia com nosso ser interior do que as nossas escolhas humanas.
Isso ocorre porque, no plano espiritual, o espírito está dotado de muito mais liberdade de ser o que é, pois se encontra além de qualquer condição limitante. Chamamos de condição limitante o corpo físico e uma mente humana condicionada pela cultura, educação, etc. De qualquer forma, mesmo que o espírito seja mais livre do que na matéria, mesmo assim ele ainda está limitado pelo seu grau de desenvolvimento espiritual, e por esse motivo, muitas vezes, ainda precisa da ajuda de espíritos mais adiantados para programar sua existência de tal forma que ela seja proveitosa para seu crescimento espiritual.
Autor: Hugo Lapa
Livre arbítrio do planejamento de vida
O primeiro deles é o que denominamos de “livre arbítrio do planejamento de vida”. Esse livre arbítrio se realiza quando o espírito está no plano espiritual aguardando a sua encarnação. Nesse momento, a alma faz um planejamento de toda a sua existência vindoura, sempre com base em seu karma passado, desde o local de seu nascimento, o país em que vai nascer, a família em que ela vai nascer, os principais acontecimentos de sua vida desde a infância até a sua velhice, quais almas afins ela vai se relacionar, quais desafetos de vidas passadas ela vai encontrar, sua profissão e seu projeto de vida, ou seja, que missão ela deverá cumprir e também traça um conjunto de metas a serem alcançadas.
O mais importante nesse momento da programação de vida é a escolha de quais serão as principais provas de sua vida. As provas são os desafios que a alma terá que enfrentar e superar. A alma que atravessa uma provação sem se deixar dispersar, desencaminhar ou decair dentro das adversidades consegue seu intento e avança em seu desenvolvimento espiritual.
A alma que sucumbe as provas, se deixa levar pelas tentações do mundo e comete erros no enfrentamento dessas provas deverá refazer novamente as mesmas provações numa encarnação futura. Alguns exemplos de provações são: doenças, perda de entes queridos, dificuldades profissionais, humilhações, calúnias, agressões e ataques, isolamento, abandono, deformidades físicas, dentre outros.
Todos esse acontecimentos podem ter como objetivo despertar no espírito as virtudes que são inerentes a condição dos espíritos mais puros e avançados, como a humildade, o amor, a honestidade, a paciência, a força, a flexibilidade, a equanimidade, etc. Toda prova tem como objetivo libertar o ser humano de algum defeito gerado por sua condição mundana e despertar nele uma virtude que é essencialmente espiritual, ou seja, que está mais ligada a sua natureza infinita e eterna do que a sua natureza humana, material ou temporária. Nesse sentido, existem alguns tipos ou padrões de provas que despertam alguns destes valores ou qualidades, como por exemplo, a prova da humildade.
A prova da humildade tem como objetivo libertar o ser humano do orgulho, da vaidade e do egocentrismo, que são características típicas do mundo material limitado. Um dos maiores exemplos da prova da humildade é nascer e viver em condições de pobreza ou miséria, onde faltam os recursos básicos para a nossa sobrevivência. Nessa prova, o espírito encarnado começa a se liberar de suas necessidades humanas e passa a elevar seu pensamento a sua natureza transcendente, a fé, a intuição, a religião, a Deus, etc. Nesse sentido, ele entende que o mundo não gira ao seu redor, mas que ele é alguém que precisa de um algo mais na vida; ele precisa ver além do imediato e do passageiro, e não apenas ficar dependendo de benesses mundanas.
A prova da humildade se caracteriza por qualquer situação em que nosso orgulho é posto em cheque, e vemos nossas forças humanas se esgotarem, se encerrarem, e a única coisa que nos sobra é a ascensão do pensamento a algo maior a que possamos recorrer. Nesse sentido, uma pessoa que nasce pobre pode ter escolhido ser pobre o resto de sua vida, justamente para libertar-se dos resíduos de orgulho e egoísmo. Os espíritos encarnados que escolheram a pobreza como instrumento da prova da humildade podem trabalhar e tentar ascender socialmente a vida inteira, que não terão sucesso. Observe que aqui não existe qualquer determinismo, fatalidade ou acaso, pois foi o próprio espírito, antes de nascer, que escolheu a vida de pobreza para bem atravessar a prova da humildade e se libertar da vaidade, orgulho e egoísmo.
Livre arbítrio de reação às provas
Ainda no exemplo acima vemos o segundo tipo de livre arbítrio que faz parte do ser humano. Este chamamos de “livre arbítrio de reação às provas”. O primeiro, como dissemos, é a escolha que a alma faz, ainda no plano espiritual, das provas pelas quais precisa viver. Isso significa que, se o espírito escolheu ser pobre a vida inteira para aprender a ser humilde, ele será pobre a vida inteira, não importa o que faça. Mas ele pode, durante toda a sua vida, resignar-se com essa condição ou lutar contra ela, e aqui reside o segundo tipo de livre arbítrio, que é exatamente a forma como uma pessoa reage as coisas que lhe ocorrem.
Ainda no caso da pobreza, uma pessoa pode ser pobre e escolher entrar no mundo do crime, assaltar, roubar, etc, ou ele pode escolher trabalhar honestamente e lidar com a pobreza da forma mais nobre, que é viver uma existência de honestidade, amor, compaixão, etc. Em outro exemplo, uma pessoa pode viver a prova da morte de um ente querido, e reagir tanto positivamente quanto negativamente. Nesse caso o livre arbítrio consiste não em escolher o que vai lhe ocorrer (livre arbítrio do planejamento de vida), mas em escolher como agir ou reagir diante do que lhe acontece.
Nesse sentido, a forma como alguém reage a prova faz parte do seu livre arbítrio. A pessoa tanto pode ficar deprimida e desistir de viver pela perda, por exemplo, de um filho, ou pode usar esse sofrimento para se tornar uma pessoa melhor. Existem pessoas que perdem os filhos em acidentes de carro e se engajam em campanhas contra a violência no trânsito. Esse é um modo de reagir positivamente àquela provação; é uma forma de utilizar nosso livre arbítrio de um modo construtivo.
Algumas pessoas podem perguntar: mas e as outras escolhas que fazemos na vida, como cursar uma faculdade de medicina ao invés de Direito, ou trabalhar como atendente e não como vendedor. A resposta a essa pergunta é bem simples. Todas as escolhas de nossa vida estão em sintonia com aquilo que sentimos que deve ser feito com base no planejamento de vida que fizemos antes de nascer. Dessa forma, se uma pessoa escolhe medicina ao invés de direito, ela sente interiormente que é a medicina o curso a ser escolhido, e não Direito. Esse sentimento vem justamente das escolhas que ela fez antes de nascer, e as escolhas que ela fez antes de nascer estão muito mais em sintonia com nosso ser interior do que as nossas escolhas humanas.
Isso ocorre porque, no plano espiritual, o espírito está dotado de muito mais liberdade de ser o que é, pois se encontra além de qualquer condição limitante. Chamamos de condição limitante o corpo físico e uma mente humana condicionada pela cultura, educação, etc. De qualquer forma, mesmo que o espírito seja mais livre do que na matéria, mesmo assim ele ainda está limitado pelo seu grau de desenvolvimento espiritual, e por esse motivo, muitas vezes, ainda precisa da ajuda de espíritos mais adiantados para programar sua existência de tal forma que ela seja proveitosa para seu crescimento espiritual.
Autor: Hugo Lapa
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