quinta-feira, 16 de agosto de 2018

OS MONTICELLI E AMIGOS.

         Esta foto foi tirada na década de 40 possivelmente. Aqui aparecem o senhores Rafael Monticelli de cabeça branca, o pai do Luiz e dona Aparecida, Samuel do violão, Vitinho, Luiz Monticelli pai da Neuzinha do Coti e Aparecida Monticelli viuva do Rui Vilhena,com seu cachorrinho Nini.

SOBRE MEDIUNIDADE

SOBRE MEDIUNIDADE

SOBRE MEDIUNIDADE

Vemos a mediunidade em todos os tempos e em todos os lugares da massa humana.
Missões santificantes e guerras destruidoras, tarefas nobres e obsessões pérfidas, guardam origem nos reflexos da mente individual ou coletiva, combinadoscom as forças sublimadas ou degradantes dos pensamentos de que se nutrem.
Saibamos, assim, cultivar a educação, aprimorando-nos cada dia.
Médiuns somos todos nós, nas linhas de atividade em que nos situamos.
A força psíquica, nesse ou naquele teor de expressão, é peculiar a todos os seres, mas não existe aperfeiçoamento mediúnico sem acrisolamento da individualidade.
É contraproducente intensificar a movimentação da energia sem disciplinar-lhe os impulsos.
É perigoso possuir sem saber usar.
O espelho sepultado na lama não reflete o esplendor do Sol.
O lago agitado não retrata a imagem da estrela que jaz no infinito.
Elevemos nosso padrão de conhecimento pelo estudo bem conduzido e apuremos a qualidade de nossa emoção pelo exercício constante das virtudes superiores, se nos propomos recolher a mensagem das Grandes Almas.
Mediunidade não basta só por si.
É imprescindível saber que tipo de onda mental assimilamos para conhecer da qualidade de nosso trabalho e ajuizar de nossa direção.

Nos Domínios da Mediunidade – André Luiz / Francisco Candido Xavier

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

MAIS CARNAVAL DO CEC NOS ANOS 70.

Betânia Martins, José Milton, Dudu, Germano , Maria Helena Gonçalves Leite e Roberto Ribeiro.

UM ROTEIRO PARA MEDITAÇÃO.


UM ROTEIRO PARA MEDITAÇÃO
Por Teka Barbosa
Eis um roteiro de meditação (em meio a diversos tipos e estilos), a partir de recomendações de Leslie Temple-Thurston:
No início, meditar de 10 a 20 minutos, no mínimo. Pela manhã: após acordar e tomar banho. À noite: após chegar do trabalho e tomar banho.
Reservar um mesmo lugar para meditar.
Auxilios auditivos distraem a mente: músicas, mantras ou tudo que auditivamente ajude a mente a esvaziá-la de todos os pensamentos. Se preferir, pode meditar sem música nenhuma, somente cultivando o silêncio interior.
Sentar com a coluna confortavelmente ereta para que a energia que percorre a coluna vertebral circule com fluidez. Pode ser numa cadeira que possua encosto reto ou no chão, sobre almofada ou banquinho específico para meditação.
Observar se o corpo está confortável e equilibrado. Caso haja rigidez ou nós na musculatura, tentar alongar e/ou massageá-los, a fim de soltá-los e ativar a circulação.
Já bem instalado, respire várias vezes, com consciência, de forma profunda e lenta. Inspire alegria, luz, energia positiva e expire liberando tensão e negatividade.
Se optar por um foco (a chama de uma vela, uma imagem/foto de um ser espiritual etc.) para iniciar a meditação, pouse os olhos, gentilmente, sobre o objeto focalizado. Após certo tempo, feche os olhos, relaxe e mergulhe em sua meditação.
Quando surgirem pensamentos, ignore-os. Se não conseguir, gentilmente, desconecte a consciência deles e continue deixando-os passar o máximo que puder. Não se apegue aos pensamentos que vierem.
É importante que não julguemos nossas meditações. No início, os pensamentos poderão estar muito presentes. Com o tempo e a disciplina, observará seu progresso e a sensação de bem-estar e paz interior, ante qualquer situação.
O estado de meditação é um estado de não-fazer, de simplesmente ser. Nunca force coisa alguma.
No estado meditativo, você se disponibiliza e fica receptivo para se preencher da luz espiritual. Esta é bastante sutil e, no início, não será discernida com facilidade, mas ela está aí. Acredite de coração.
Ao terminar a meditação, fique de 10 a 15 minutos sem fazer esforço físico e/ou mental a fim de deixar que a energia da luz espiritual seja assimilada pelo (seu) Ser.
A meditação nos ensina a estar num processo lento, constante e progressivo de estabilização da consciência.
Meditando pelo menos 2 vezes ao dia, suas meditações terão efeito sobre seu entorno familiar, profissional, nos relacionamentos em geral. Ao meditar, você está gerando um campo de energia benigno e unificado, que se expande pelo mundo.
Um dos efeitos do cultivo da meditação é o abrandamento de atitudes de arrogância, preconceitos, ódio e violência que hoje ainda são mantidas pela maioria das pessoas, que geram e reforçam o inconsciente coletivo que pode ser modificado para mais paz, harmonia e luz. Podemos fazer a diferença no planeta. Medite nisto! Paz e Bem!

Postado em 15/04/2011 por Jânio Alcântara

terça-feira, 14 de agosto de 2018

OS SETE PECADOS CAPITAIS E O AUTOCONHECIMENTO.


Os Sete Pecados Capitais e o Autoconhecimento Por Ricardo Chioro

Os Sete Pecados Capitais e o Autoconhecimento
Por Ricardo Chioro
(Texto intuído e inspirado pelos Mestres Ascensos)
Os Sete Pecados Capitais não estão na Bíblia, mas fazem parte da tradição oral do Cristianismo.
Evitar os pecados para o Cristianismo é uma técnica de se manter em equilíbrio, e o equilíbrio traz o autoconhecimento.
Os pecados são uma forma de negatividade, ao evita-los podemos acabar quase sempre praticando os seus contrários, o que é uma forma de se manter positivo.
Equilíbrio e positividade são coisas boas, levam ao bem.
Por exemplo: se não praticarmos o orgulho seremos humildes, ou não praticando a preguiça seremos ativos.
O termo pecado quer dizer errar o alvo, é errar o alvo da espiritualidade e positividade. É claro que pessoas boas também comentem pecados, mas são as mais dispostas ao fazer o certo.
Porém as religiões cristãns são repressivas sexualmente, condenam a luxuria como um pecado e a abstinência sexual como uma virtude.
Diversas vezes vemos na mídia a opinião de Cristãos dizendo que o sexo deve servir apenas para a reprodução, e esquecem que Deus criou a relação intima tendo desejo e prazer, assim como o homem que não ejacula tem uma chance grande de ter câncer de próstata.
A luxuria é um desejo muito grande.
Porque Deus, o criador da natureza fez algo bom para evitarmos ou algo que nos penalize caso não o fazemos?
Sentir muito desejo não é ruim, ruim é trair, ter compulsão sexual ou abstinência.
Ao invés de ver a luxuria como o que tira o equilíbrio, deveria ver a traição, compulsão ou abstinência como desequilibradores, pois eles realmente fazem isso.
A luxuria não desequilibra.
Também é complicado falar em gula hoje em dia em que vamos para churrascaria e nos matamos de comer, na minha opinião isso não é errado, nem faz mal a alma, agora já comer compulsivamente ou por impulso sim, o que não significa que quem faz isso esteja fazendo o mal, pois não está, mas o autoconhecimento resolve.
Uma pessoa egoísta pratica muito os pecados sem perceber, já um altruísta tende a pecar muito menos.
É claro que é imprescindível o autoconhecimento para perceber os pecados que tanto altruístas e egoístas praticam sem perceber, pois não temos consciência de nossos defeitos, é importante enxerga-los.
Enxergando podemos evita-los mais facilmente.
Claro que alguns pecados percebemos, sem ter que tomar autoconsciência, mas outros precisam.
Pecados e os seus Contrarios, as Virtudes
Orgulho, Arrogância X Igualdade, Humildade;
Inveja x Desapego, Altruísmo, Generosidade;
Ira x Paciência, Serenidade, Compreensão;
Preguiça x Disposição;
Cobiça x Generosidade, Caridade, Desprendimento;
Compulsão Alimentar x Alimentação Equilibrada;
Traição, Compulsão ou Abstinência x Amor, Fidelidade, Equilíbrio
CEUESPIRITUALISMO

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

RETIRO ESPIRITUAL DOS CONGREGADOS MARIANO DA CAMPANHA.

                  Estes eram os integrantes dos Congregados Marianos da Campanha, participando do retiro espiritual no carnaval de 1940. O bispo era Dom Inocêncio Enguelki e o vigário Monsenhor João Rabelo de Mesquita. Talvez seu pai ou avô esteja nesta foto.

SOFRIMENTOS E DOENÇAS SÃO HERANÇAS DE NÓS MESMOS.

Sofrimentos e doenças são heranças de nós mesmos (Jorge Hessen)

Sofrimentos e doenças são heranças de nós mesmos
(Jorge Hessen)
Os sofrimentos e as doenças compõem a lista das provas e das vicissitudes da vida terrena e são inerentes à grosseria da natureza material da Terra e à imperfeição moral do homem. Nos orbes mais avançados, física ou moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material, não está sujeito às mesmas enfermidades da Terra.
Sob o ponto de vista espírita, analisamos as doenças usualmente como espelhos dos distúrbios psicossomáticos. Tanto a medicina quanto a psicologia estão percebendo que não existe separação na inter-relação da mente e do corpo que transitam nos múltiplos contextos da vida social, familiar, profissional e pessoal. Ademais, há, sem dúvida, distintas ocasiões em que as “enfermidades” do corpo são convocadas para “curar” as ulcerações da “alma”.
“Mens sana in corpore sano”, ou seja, “mente sã num corpo são” é uma referência atribuída ao poeta romano Juvenal. A intenção do autor foi lembrar àqueles dentre os cidadãos romanos que faziam orações ingênuas, ao passo que tudo que se deveria pedir numa oração era saúde física e espiritual. Podemos proferir que a frase de Juvenal é uma afirmação de que somente uma mente sadia pode produzir ou sustentar um corpo saudável.
É verdade! As células do nosso organismo se alimentam do mesmo teor das nossas vontades, pensamentos e desejos. Tudo que se passa na mente se passa no corpo. As doenças nascem não só do descuido com o corpo, mas principalmente da negligência sobre a nossa forma de pensar. A invasão microbiana comumente está vinculada a causas espirituais que fragilizam a imunidade biológica; assim sendo, as doenças nascem da mente desorganizada. E dentre os causadores de doenças estão a raiva, a mágoa, as frustrações, o rancor, a inveja, o sentimento de culpa.
Nossas imperfeições morais provocam naturalmente os sofrimentos e as moléstias do corpo físico. As emoções malsãs atingem imediatamente o corpo físico, que serve como um dreno por onde escoam essas potências negativas. Muitas vezes os acúmulos de emoções não escoam, não fluem; ficam presos ao corpo físico e se manifestam em algum órgão em forma de grave doença.
Somos livres para fazermos o que quisermos, mas também somos os responsáveis pelos atos que originam consequências naturais. Recebemos da vida aquilo que à vida oferecemos. Colhemos o que plantamos, pois os nossos males morais são provocados por nós mesmos; daí compete somente a nós modificá-los, a fim de que a doença não se instale em nossa vida como teste compulsório contra os desvios de conduta.
Os mecanismos de causa e efeito não têm caráter punitivo, mas educativo. Enquanto permanecermos na imperfeição moral o sofrimento e as doenças serão reflexos naturais das nossas livres escolhas, convidando-nos para as obrigações de esforços do aperfeiçoamento espiritual a fim de refazermo-nos conosco mesmos.
Em resumo, ainda que sob o tacão das provas e expiações, somos e sempre seremos herdeiros de nós mesmos, pois encontramo-nos em processo de crescimento interior na busca da auto iluminação, que é o destino do qual nenhum de nós consegue escapar.
Jorge Hessen
jorgehessen@gmail.com
A Luz na Mente

domingo, 12 de agosto de 2018

UM TEMPO DE DESPERTAR PREVISÃO DA ENERGIA PARA AGOSTO.

UM TEMPO DE DESPERTAR PREVISÃO DA ENERGIA PARA AGOSTO Por Emmanuel Dagher 1º de Agosto de 2018

UM TEMPO DE DESPERTAR
PREVISÃO DA ENERGIA PARA AGOSTO
Por Emmanuel Dagher
1º de Agosto de 2018
É uma honra me conectar com você mais uma vez e acompanhar todas as mudanças energéticas que estão acontecendo agora.
Com os seis retrógrados neste verão, os dois eclipses que tivemos em julho, o eclipse de 11 de agosto chegando, e outros acontecimentos celestiais acontecendo, você provavelmente já notou que quase tudo está parecendo como se estivesse virando de cabeça para baixo.
Em nosso mundo imediato, isso é especialmente revelador nas áreas dos relacionamentos, carreira, saúde e desenvolvimento pessoal.
No cenário global, estamos vendo uma grande quantidade de novas informações surgindo que estão lançando as bases para as mudanças que se concretizarão em nosso mundo em breve.
Conforme mencionado na previsão do mês passado, tudo e todos que não operam a partir de um espaço genuíno e gentil agora estão sendo abalados até o núcleo.
Esta agitação está oferecendo a todos nós a oportunidade de evoluirmos, curarmos e nos expandirmos além de qualquer coisa que já tenhamos experimentado nesta vida.
Nosso Espírito sabia que poderíamos lidar com isso, e é por isso que escolhemos estar aqui durante o período mais monumental da história da humanidade.
Este é o tempo que estivemos esperando, quando nós, como um coletivo, passamos de um estado primitivo de ser (guerra, separação, medo) para um estado de ser desperto (unidade, compaixão, paz).

sábado, 11 de agosto de 2018

CARNAVAL DE SALÃO DO CEC, BOM DEMAIS.

                                    De pé: Zé Luiz Fonseca, Celsinho Dias e Eduardo (BH). Agachado: Zé Milton. Sentados: Geo, Isa (BH), Márcio Brasil, ?, Jane (BH), Maurício Lemes, Maria Helena G.Leite, ?, Elvirinha de Campinas e Maurílio Lemes.

COMO COMBATER AS PERTURBAÇÕES ESPIRITUAIS.

Como Combater as Perturbações Espirituais.


"Para se compreender as perturbações espirituais é necessário entender primeiro como elas acontecem.

“É pelo pensamento que o homem goza de uma liberdade sem limites, porque o pensamento não conhece entraves. Pode-se impedir a sua manifestação, mas não aniquilá-lo”. (Livro dos Espíritos, questão 833).

E será que os espíritos podem influenciar nossos pensamentos e nossas ações? 

Esclarece a Doutrina Espírita, que muito mais do que supomos.

Esse intercâmbio entre as duas esferas, material e espiritual, acontece frequentemente e chamam atenção para a necessidade de cuidar da qualidade dos pensamentos, quando se deseja criar sintonias positivas.

Segundo explica a física quântica, tudo que a mente pode conceber e acreditar, ela pode realizar, mostrando o grande poder das ondas do pensamento.

A partir desses conceitos compreende-se que quando essas frequências do pensar sofrem interferências negativas, as perturbações espirituais passam a acontecer, permitindo um elo entre emissor e receptor.

Muitas vezes, essas influências ocultas são tão sutis que nem mesmo se percebe, criando-se espaço para um processo obsessivo, cujo ponto de ligação entre obsessores e obsediados são os pensamentos e os sentimentos, que alimentam um ao outro.

Para se libertar dessas influencias espirituais menos felizes que causam o desequilíbrio é preciso buscar melhorar o padrão vibratório e a mudança no comportamento diário, procurando se afastar das influencias negativas pelo pensamento.

A harmonia espiritual nasce do desejo profundo de se libertar da influência de “mentes menos felizes”, perseverando no caminho da luz, capaz de combater a escuridão interior.

Enquanto a ignorância aprisiona, o despertar para a realidade do espírito com todo seu potencial criador sobre pensamentos e desejos, apresenta um caminho de infinitas possibilidades rumo à evolução.

Nos alertou Jesus: “A minha paz vos deixo. A minha paz vos dou, não vo-la dou como o mundo a dá.”

Sejamos o instrumento da paz, que começa em nós!

Eis o grande antídoto para combater as perturbações espirituais."

Portal do Espírito

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

MEDIUNIDADE, CONEXÃO COM O ALÉM-PARA ALÉM RELIGIÃO!

De FRENTE com GABI : !MEDIUNIDADE, CONEXÃO COM O ALÉM - PARA ALÉM DA RELIGIÃO !

Mediunidade: conexão com o Além, para além da religião
Por Cristina Helena Rocha
Muitas pessoas acreditam que a mediunidade é um fenômeno espírita, dos espíritas ou relacionado à correntes espiritualistas. Sabemos que a comunicação com o mundo espiritual sempre esteve presente em culturas diversas. Porém sem essa denominação "mediunidade", batizada por Kardec, e obedecendo a interpretações particulares de acordo com a cosmovisão de cada civilização ou cultura. Atualmente verificamos que pessoas sem preconceitos ou apego a dogmas religiosos, que apresentam as diferentes modalidade de mediunidade descritas por Allan Kardec, revelam experiências de relação com o mundo espiritual muito semelhantes às que encontramos nos livros espíritas, especialmente nos de Chico Xavier.
Chama atenção, como exemplo do que coloco acima, o católico convicto Pedro Siqueira. Com muita honestidade, descreve os fenômenos que vivencia desde criança, humildemente admitindo desconhecer as obras de Chico Xavier, já que sempre esteve engajado e militando na religião católica apostólica romana. Curioso notar que ele tenta adequar o que vivencia aos paradigmas católicos e à noção de "céu, inferno e purgatório". Em pleno desdobramento espiritual visita locais "muito parecidos com a Terra, com plantas, casas, pessoas", aos quais ele denomina "diferente níveis de purgatório". Com facilidade, à noite diz que sai de seu corpo e é levado pelo seu "anjo" a esses locais. Descreve alguns purgatórios como locais maravilhosos, onde as flores brilham, tudo é luz. E "ninguém fica parado, todo mundo trabalha". Já outros, segundo afirma, são bem mais comuns, muito mais parecidos com nossas cidades. Fala também sobre "luta espiritual", com "demônios" que tentam impedi-lo que realizar esse trabalho, inclusive impedindo a sua saída do quarto durante o desdobramento noturno. Afirma conversar com alguns "santos" católicos, inclusive com Nossa Senhora. Pedro realiza uma reunião para rezar o terço, momento no qual recebe revelações e informações importantes para orientar as pessoas presentes.
Certamente ele tem sacudido a poeira dos preconceitos, levando o conhecimento do mundo espiritual para seus companheiros de crença, a fim de abrir-lhes novos horizontes, arejar velhos paradigmas e fortalecer a fé de tantas pessoas com as quais compartilha suas experiências. Sofre preconceitos, atitudes hostis dos mais dogmáticos, mas não desiste. Tem clareza em sua alma da tarefa que lhe cabe. .Pela sua honestidade, lisura e sinceridade, merece ser conhecido. As bênçãos de Deus e dos planos superiores não são privilégio de ninguém,. Derramam-se suavemente penetrando aos poucos a mente e o coração dos homens.
É assim, pela escolha de alguns em ser receptivo a sabedoria divina, que o mundo vai se modificando lentamente, para melhor. Coloco aqui a entrevista com Gabi, onde ele abre o livro de suas experiências transcendentais...

O CARREIRO ZÉ MÁRIO.

Vejam só o Zé Mário querendo tirar uma de carreiro.

POR QUE NOS ESQUECEMOS DOS LIVROS QUE LEMOS?

Por que nos esquecemos dos livros que lemos

Lembramos onde lemos aquela obra ou como era a capa. Mas costumamos ter mais dificuldade em evocar o argumento

Por que nos esquecemos dos livros que lemos
É muito frequente lembrar os lugares onde lemos: na esteira da praia, à sombra das árvores; em um parque de diversões; em um apartamento minúsculo onde dava para ouvir o trem; na mesa da cozinha de casa. Mas é um pouco mais difícil se lembrar de qual livro foi lido em que lugar, quem era o autor, ou o enredo. Mesmo que às vezes se lembre que tinha capa vermelha ou que era uma edição de bolso.
Ou seja, guardamos lembranças da sensação física da leitura, mas menos do que foi lido. “Quase sempre me lembro de onde estava e me lembro do livro. Lembro-me do objeto físico”, disse Pamela Paul, editora do New York Times Book Review, a Julie Beck em uma reportagem na The Atlantic. Ela continua: “Eu me lembro da edição, da capa e, geralmente, de onde comprei ou quem o deu para mim. O que não lembro —e isso é horrível— é todo o resto.” “O que mais me lembro sobre a coleção de contos de Malamud O Barril Mágico é a luz morna do sol na cafeteria às sextas-feiras, onde eu o lia antes de ir para o colégio. Faltam os pontos mais importantes, mas já é alguma coisa. A leitura tem muitas facetas, uma delas pode ser a mistura indescritível, e naturalmente fugaz, de pensamento e emoção, e as manipulações sensoriais que ocorrem no momento e logo desaparecem. Quanto da leitura é, então, uma espécie de narcisismo, um marcador de quem você era e sobre o que estava pensando quando se encontrou com um texto?”, escreve Ian Crouch na The New Yorker sobre ler e esquecer o que se leu.
Há sortudos capazes de lembrar os enredos de filmes, séries e livros, mas para a maioria, como escreve Beck, é “como encher uma banheira, entrar nela e ver a água descer pelo ralo: pode deixar uma fina película na banheira, mas o resto não está mais lá”. Existem algumas razões científicas para explicar isso e têm a ver com a chamada “curva do esquecimento”, que é a velocidade com a qual nos esquecemos de algo, mais intensa durante as primeiras 24 horas depois que aprendemos alguma coisa, a menos que se faça uma revisão. Isso explicaria por que os livros lidos em um fôlego só, ou as séries devoradas em uma sentada, são esquecidos mais facilmente: não se pôs a memória da recuperação para trabalhar.
De fato, sabe-se que quem consome uma série assistindo um capítulo por semana ou um por dia se lembra dela melhor do que quem a vê inteira em um único dia. Ler um livro de uma só vez, às vezes, significa esquecê-lo mais cedo, porque só foi ativada a memória de trabalho, não há revisão. Em parte, sempre foi assim, mas de acordo com Jared Horvath, pesquisador da Universidade de Melbourne, citado por Beck, “a forma como se consome informação e entretenimento hoje mudou o tipo de memória que valorizamos”. A memória de recuperação se tornou menos necessária em parte graças à internet, agora a memória de reconhecimento é mais importante, afirma Horvath. A possibilidade de ter acesso à informação significa que não é necessário memorizá-la. Está disponível na internet, a grande biblioteca global, mas também em alguns de seus predecessores, como livros, cassetes ou VHS. De fato, Sócrates já era contra o “uso das letras” como uma espécie de memória externa que dificultaria a memorização. Hoje conhecemos a relutância do filósofo contra a letra escrita, e todo o seu pensamento, graças aos diálogos de Platão, que foram registrados por escrito.
Em The Solitary Vice: Against Reading[O Vício Solitário: Contra a Leitura], a professora e ensaísta Mikita Brottman recupera este fragmento de O Tempo Redescoberto, de Proust, um grande explorador da confluência entre leitura e memória: “Um livro que lemos não permanece unido para sempre apenas ao que havia em torno de nós; continua fielmente unido também ao que éramos então, e só pode ser sentido de novo, concebido, através da sensibilidade, através do pensamento, pela pessoa que éramos então”. Brottman também cita as memórias de Azar Nafisi, Lendo Lolita em Teerã, onde o autor escreve: “Se um som pudesse ser guardado entre as páginas da mesma forma que uma folha ou uma borboleta, diria que, entre as páginas do meu Orgulho e Preconceito, o romance mais polifônico de todos... está escondido, como uma folha de outono, o som daquela sirene [antiaérea].” Essa relação com os livros lidos e às vezes esquecidos explica a existência das memórias bibliófilas. O livro de Brottman pertence, em parte, a esse gênero, e Lendo Lolita em Teerã, completamente. É um gênero que tem seu próprio acrônimo: Bob, book of books.
Pamela Paul mantém o seu diário de leituras desde os 17 anos e foi com base nele que escreveu My Life with Bob: Flawed Heroine Keeps Book of Books, Plot Ensues [Minha Vida com Bob: a Heroína Defeituosa Mantém o Livro dos Livros, a Trama Continua]. De acordo com um artigo no Financial Times, estamos em um bom momento para bibliomemórias. Lucy Scholes escreveu sobre o gênero: “A bibliomemória é um convite aberto para olhar as prateleiras da biblioteca de outra pessoa; uma oferta que eu, e claramente muitos outros, acho difícil recusar”. O capítulo do expurgo da biblioteca de Dom Quixote sempre foi lido como uma crítica literária mais ou menos camuflada, e como uma declaração das fontes do Quixote, mas também é uma lista de livros lidos, ou seja, uma bibliomemória. O desejo de registrar sua biblioteca essencial foi o primeiro impulso que levou Ismael Grasa a escrever La Hazaña Secreta [A Façanha Secreta], um livro que, entre muitas outras coisas, é um diário de leituras. Alberto Manguel cultivou o gênero com resultados brilhantes. Em Packin’ My Library [Encaixotando Minha Biblioteca], ele escreve que escritores e leitores sempre se perguntaram se a literatura tem algum papel na formação de um cidadão. Lucy Scholes responde que “em sua exploração da relação simbiótica entre vida e literatura, a bibliomemória parece ser um grito de guerra afirmativo”

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

AS MOCINHAS DOS ANOS 60.

Atrás: Jesualda Ferreira, ?, Dalva Ferreira Cunha. 
Na frente:  Lourdes Medeiros, Zara, Ameí e Hercília Cesarino. Foto tirada Ao lado do Obelisco na Praça Dr. Jéferson de Oliveira.   

ADAMANTINA GANHA 13 MINI BIBLIOTECAS.

Adamantina ganha 13 mini bibliotecas

Projeto Ler Livre – Biblioteca Colaborativa, idealizado pela adamantinense Maria Cecilia Rossilho de Figueiredo, estimula a leitura facilitando o acesso da população aos livros

Impacto - 22/06/2018
Maria Cecilia Rossilho de Figueiredo desenvolve projeto Ler Livre, em Adamantina (Foto: João Vinícius | Grupo Impacto)

Engana-se quem pensa que as Unidades Básicas de Saúde e a Santa Casa de Adamantina só têm a oferecer assistência médica aos seus usuários. A partir das próximas semanas, os postos de saúde e o Pronto Socorro vão além, já que nos locais estão sendo instaladas bibliotecas colaborativas, o que facilitará o acesso da população a leitura, permitindo a troca de livros e a construção de conhecimento com a difusão do hábito de ler.

Além das unidades de saúde, a rodoviária, os parques Caldeira e dos Pioneiros e o bairro Lagoa Seca receberão a novidade desenvolvida pelo projeto Ler Livre – Biblioteca Colaborativa, da adamantinense Maria Cecilia Rossilho de Figueiredo.

A iniciativa, que conta com apoio e financiamento do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Grupo Branco Peres, instalará 13 mini bibliotecas em Adamantina e outras cinco no município de Irapuru.

“A ideia é facilitar e estimular a leitura. Não queremos que as pessoas parem de utilizar as redes sociais, que fazem parte do nosso cotidiano, mas agreguem o hábito da leitura. Em um momento de espera, por exemplo, em um posto de saúde, vá ao estande, pegue um livro, leia, viaje junto aos personagens. Como diz o escritor Mario Quintana: ‘livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas’. Então, é neste espírito que desenvolvemos o projeto, com intuito de trazer mais conhecimento e acesso a toda população”, explica a idealizadora do projeto, que é desenvolvido em conjunto com a MKM Produtora.

Em cada local será disponibilizado acervo com 20 publicações, sendo 17 clássicos de ficção, não ficção, romance, infanto-juvenil, entre outros estilos, e pelos três livros mais vendidos no país, nas últimas semanas. “Os livros serão disponibilizados ao público gratuitamente, obedecendo a um conceito de universalidade de atendimento em vista da diversidade de títulos e da acessibilidade; sendo de grande importância, tanto do ponto de vista social, econômico e cultural, permitindo o acesso amplo de toda comunidade ao conhecimento, uma vez que as bibliotecas colaborativas serão instaladas em pontos de grande circulação, facilitando a disseminação da leitura”, ressalta Maria Cecilia.

O projeto, que será desenvolvido até setembro, mas que já conta com garantia de continuidade pela Prefeitura de Adamantina, também estimula a participação da comunidade. “Pegue, leve, leia, traga, troque, doe! A biblioteca é nossa, então é responsabilidade de todos cuidar, garantir a continuidade do projeto. Zele por cada espaço. Se tem algum livro para ser doado, traga e colabore. Se não tem, apenas pegue e leia. Passe para os parentes e amigos. Os livros não são para ficar nas prateleiras, são para ser lidos. Por isso é necessário a colaboração de todos para fazermos girar o projeto, o que trará mais conhecimento a todos”.

Empresa parceira

O projeto de mini bibliotecas é desenvolvido por meio do ProAC (Programa de Ação Cultural) do Governo do Estado que oferece à empresa contribuinte do ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) a oportunidade de patrocinar a produção artística e cultural de São Paulo, apoiando financeiramente projeto credenciado pela Secretaria de Estado da Cultura. O Ler Livre – Biblioteca Colaborativa conta com apoio do Grupo Branco Peres.

“O valor investido no projeto é destinado para pessoas próximas da realidade da empresa, para o bem da coletividade onde elas estão inseridas. Muito diferente da empresa pagar o imposto e ele ir para o caixa do governo, desta maneira os empresários têm a oportunidade de destinar este tributo de forma benéfica para um setor atuante e acompanhar como está sendo efetivamente aplicado. A empresa não pagará nada a mais, o projeto é desenvolvido com valor que seria destinado ao governo, que repassa para o ProAC”, explica Maria Cecilia.

Mais informações sobre o projeto Ler Livre – Biblioteca Colaborativa poder ser acompanhadas no site: lerlivre.com.br ou no Instragram: @lerlivre.

LIGAÇÕES FAMILIARES

LIGAÇÕES FAMILIARES

        Meu amigo(a), tanto quanto possível, esforça-te - mas esforça-te de verdade - para viver em harmonia com os parentes e familiares que te pareçam pouco alinhados com os teus pontos de vista.
        Aqui na Terra, não nos achamos ligados com alguém, nos laços da consanguinidade, sem que haja uma justa razão para isso.
        Aqueles que ainda alimentam  ódio e aversão, quando desejosos de melhoria, são conduzidos por Benfeitores Espirituais, a se reencarnarem juntos, a fim de apagarem as labaredas de discórdia que lhes atormentam a vida íntima, através de provações suportáveis em conjunto.
       Se os desejos desse ou daquele familiar te pareçam contrários aos ideais superiores que abraças, abençoa-o com os teus melhores pensamentos e não lhe entraves os passos no caminho das experiências que lhe são necessárias.
        Não desprezes teus pais ou teus filhos por serem desorientados ou doentes, porque talvez tenhas sido, em existências passadas, a causa direta ou indireta dos desequilíbrios ou enfermidades que agora apresentam.
        Em muitas ocasiões, poderás ter  renascido em consanguinidade com parentes rudes e, às vezes, cruéis, unicamente por amor a eles, de modo a auxiliá-los na transformação necessária, com as tuas demonstrações de tolerância e paciência, devotamento e humildade.
        Se depois de muitos sacrifícios em favor de parentes - e isso acontece frequentemente entre pais e filhos - percebes, no íntimo, que a tua consciência está plenamente quitada com eles, sem que eles mesmos, após longo tempo de convivência, demonstrem o mínimo sinal de renovação para o Bem, deixe que sigam a estrada que melhor se lhes adapte ao modo de ser, porque as Leis da Vida não te obrigam a morrer, pouco a pouco, a pretexto de auxiliar aos que te recusam o amor.
                                         ***************
        Uma criança terna e inesquecível que retorna ao Mundo Espiritual, nos primeiros anos da infância, quase sempre é um coração profundamente dedicado ao teu progresso espiritual que apenas veio ao teu convívio doméstico, a fim de acordar-te, para as realidades da alma, através da saudade e da afeição.
                                         **************
        Se não tens a devida força para suportar os compromissos que assumiste com uma determinada pessoa, com que partilhaste as alegrias do sentimento, nunca abandones a criança ou as crianças nascidas de semelhante união.
        Educa ou reeduca os pequeninos, sob a tua responsabilidade, enquanto na infância, facilmente amoldável aos princípios de natureza superior, mas diante dos familiares chegados a condição de adultos, respeita-lhes a liberdade de caminhar no mundo, conforme suas próprias escolhas, porque nem todos conseguem trilhar o mesmo caminho para a união com Deus. (Emmanuel).
        Muita Paz. 

OS MONTICELLI E AMIGOS.

         Esta foto foi tirada na década de 40 possivelmente. Aqui aparecem o senhores Rafael Monticelli de cabeça branca, o pai do Luiz e...

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