domingo, 31 de dezembro de 2017

DEPRESSÃO PÓS-PARTO.

DEPRESSÃO PÓS-PARTO - Uma Visão ESPIRITUALISTA

A Depressão pós-parto é uma forma de depressão que afeta mulheres após nascimento do bebê. Cerca de 60% das mães passam por uma forte melancolia após o parto. 

No Brasil estima-se que 40% desenvolvem depressão sendo que 10% apresentem a sua forma mais severa. 

Os sintomas do estado depressivo na mulher variam na maneira e na intensidade com que se manifestam, pois, dependem do tipo de personalidade que possua. 

A depressão pós-parto, segundo a medicina, tem como causas fatores biológicos, psicológicos e sociais e que podem se agravar, caso a mãe já apresente algum quadro depressivo antes do parto. 

As grandes alterações hormonais durante a gravidez e a diminuição após o parto são segundo a medicina a um dos principais fatores para o aparecimento da depressão. 
Existe também o risco de psicose pós-parto, estimado entre 2-4 casos a cada 1000 partos. 

Muito mais grave que a depressão, na psicose a mulher perde o contato com a realidade, podendo apresentar alucinação, delírios, fala desorganizada, humor instável, medo patológico e comportamentos violentos contra si, contra o bebê e contra os outros.

É um processo muito grave que requer orientação urgente do médico especializado, sendo que em alguns casos se faz necessária à internação. 

A mulher sente-se apática, abandona os hábitos de higiene e cuidados pessoais. Pode ter insônia, apresenta ideias de perseguição...

Estando neste quadro, mães negligenciam cuidados com seus bebês, os abandonam e em alguns casos, chegam a tirar a vida de seus bebês.

Mas, como explicar que uma gravidez tão desejada, que um bebê que era tão esperado, de repente se torne alguém indesejável para aquela mulher que tanto sonhava em ser mãe?
Isso a medicina não pode explicar... 

A VISÃO DO ESPIRITISMO SOBRE A DEPRESSÃO PÓS-PARTO

Somente o Espiritismo, através dos ensinamentos da reencarnação, tem a resposta satisfatória para esclarecer este problema, que denota um profundo envolvimento no passado entre a mãe e o filho.

Podemos constatar em atendimentos espirituais, que no seu passado próximo ou remoto, estas duas criaturas já vivenciaram emoções desequilibrada.

Normalmente, pais e filhos reencarnam com um grande propósito de ajustes de contas. 

Quis a Sabedoria Divina, que o filho de hoje e que antes pode ter sido grande desafeto, fosse colocado dentro do mesmo lar, como uma forma de se perdoarem e aprenderem a se amar.

Mas, o ser humano que antes de tudo é um ser espiritual, traz gravado no seu inconsciente, todas as lembranças das vidas passadas, e ao entrar em contato com seu antigo inimigo, a mãe tende a afastar-se do bebê, não o aceitando, sentindo por este repulsa e até mesmo tendo vontade de tirar a vida do ser indefeso, pois, muitas vezes sente ódio inexplicável...

A explicação é que num passado remoto esta criatura, hoje seu bebezinho pode ter sido alguém que muito a prejudicou. 

Embora não lembre na maioria das vezes das cenas das vidas passadas, a lembrança vem em formas de sentimentos. 

No caso da psicose, muitas vezes as imagens chocantes da vida em que toda desarmonia ocorreu podem vir à mente. 

A mãe incorporada da personalidade em que foi vítima, agora tende a revidar, tirando algumas vezes a vida do seu bebê...

Mas, como tudo na Justiça e Sabedoria Divina tem um porque, ali estão reunidos os desafetos, onde o grande amor de mãe pode tudo superar... e todo um passado pode agora ser mudado... 

“Às vezes, é uma prova que o Espírito do filho escolheu ou uma expiação, se aconteceu ter sido mau pai ou mãe perversa ou mau filho, noutra existência.” (Livro dos Espíritos, perg. 891). 

Quando a mulher não puder oferecer a seu filho o amor e cuidado que ele precisa , este também entrará em depressão. 

Portanto, até que se restabeleça o equilíbrio da mãe, é importante que alguém assuma a tarefa para que o bebê possa sentir-se amado e acolhido, pois, sem amor não desenvolverá a capacidade de amar.

Através do espiritismo compreenderemos o porquê de vivenciarmos determinadas situações, que parecem não ter explicação.

A mãe que tem depressão pós-parto, deve entender e esforçar-se para cumprir o seu papel, pois, está passando por uma grande prova, a maior delas... ”a maternidade”, onde deixamos de lado nossa vida, para atendermos os nossos filhos e aprender a amá-los incondicionalmente.

Fonte: ( Rejane Szereda )

NÓS PAIS SOMOS EDUCADORES OU AMIGOS DE NOSSOS FILHOS?

Um vídeo que todos os pais devem assistir. São só 5 minutos.

sábado, 30 de dezembro de 2017

RUBENS VILLAMARIM DE SOUZA

               O talentoso artista plástico RUBENS VILLAMARIM DE SOUZA. este é mais um campanhense que durante a sua curta passagem entre nós deixou muitas saudades. Dono de uma criatividade impressionante, Rubens era capaz de criar uma obra de arte com sucatas que as pessoas normais jogariam fora. 
               Foi o grande carnavalesco da Escola de Samba TOLOCO NO SAMBA criando alegorias e fantasias maravilhosas. 
               Comerciante dono da loja Petequinha, onde se podia encontrar presentes de muito bom gosto. Um dos organizadores dos grandes desfiles de modas que tínhamos na Campanha. Não me lembro de outros desfiles depois.


APENAS AGRADECER


APENAS AGRADECER

              É momento de festa, confraternização, demonstração de afeto, mas acima de tudo reflexão.
              O acontecido há mais de dois milênios não é data comum, e como somos Espíritos que já vivemos várias vidas, com certeza daquela época para cá reencarnamos algumas vezes na Terra. Também devemos levar em consideração que ao longo deste período nos deparamos com o Evangelho algumas vezes e talvez por isso hoje já sejamos melhores do que no passado.
              Mas é Natal novamente, e que bom que podemos vivenciar mais uma vez esta data tão querida na semana que chega, acontecendo o aniversário do nosso Amigo Maior, Nosso Irmão de cada dia, aquele que está conosco sempre e que lembramos normalmente nas horas difíceis. É aniversário de Jesus, e como de costume devemos dar o melhor de nós.
              Então iniciemos agradecendo ao Pai por nos ter enviado Ele, e como presente quem sabe, vamos ofertar mais pureza em nossos corações, amor, fraternidade, paz. Vamos demonstrar a Ele que estamos no caminho certo, combatendo o egoísmo, o orgulho e tantos outros defeitos que ainda estão enraizados em nós. Ele é o Governador do nosso Planeta e prega a união de todos. Não profetizou nenhuma religião, apenas limitou-se a dizer “amar ao próximo como a si mesmo”.
              Lembremos também que para nos dar exemplo de humildade nasceu numa estrebaria, e teve a manjedoura como seu primeiro berço. Perseguido mesmo antes de nascer conseguiu cumprir a missão que o Pai lhe confiou. Curou, afastou Espíritos obsessores, mas o que almejou mesmo foi à transformação moral da humanidade, o que até hoje temos dificuldades de absorver os exemplos, e se o fazemos são por breves momentos, pois nos falta determinação. Cometemos erros e depois arrependidos pedimos perdão como fazem nossas criancinhas.
               Jesus na sua infinita maneira de amar releva a todos que está sempre disposto a nos estender a mão para o recomeço, e sabemos que dificuldades surgem, mas elas fazem parte do objetivo de Deus para nosso aprimoramento, nos chamando atenção para o amor universal. Que seria de nós sem Seus ensinamentos?
               Que sejamos despertados por um melhoramento, e que Jesus toque o coração de cada um trazendo muita harmonia a todos os lares.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

EUCLIDES E NADEGE, UM CASAL EXEMPLAR.

          O casal Nadege e Euclides Garcia, esta foto retrata bem o que foi a vida dos dois. Funcionários dos Correios, foliões de primeira linha, apaixonados pela Toloco no Samba, a vida deles foi só alegria.
          Euclides foi um baita goleiro do nosso futebol chegando até a seleção municipal. Atleta de vôlei, na equipe do Ginásio São João. 
          Enquanto ele brilhava nos esportes, sua esposa Nadege dava show nos palcos, grande atriz desde os tempos dos teatros de Padre Arnaldo na década de 50.
          Desde que os conheci, sempre os via juntos, participando de muitas atividades na sociedade.
          Deixou três filhos nossos contemporâneos, Frederico, Alzirinha e Fabrício. 
          Sempre recebiam a visita dos primos Sônia, Raquel e Rogério que se não me engano eram de Capitólio. 
          O que aconteceu com todos, que sumiram daqui deixando muita saudade?

CASAL PROMOVE INCENTIVO A LEITURA COM "CAIXINHA" PENDURADA NA PORTA DE CASA.

Casal promove incentivo a leitura com 'caixinha' pendura na porta de casa

Dayane Laet - TNH1 
Pensando em incentivar a leitura dos pequenos que frequentam a escola de ensino articulado Sesi/Senai (Ebep), que fica no centro do município de Marechal Deodoro, no Litoral Sul de Alagoas, um dos moradores decidiu “plantar” uma caixinha de leitura na porta de casa, com o objetivo de incentivar a leitura dos alunos.

O sucesso da caixinha foi tamanho, que mais da metade do acervo – cerca de 40 exemplares – foi levado pelos estudantes no decorrer desta sexta-feira (17), primeiro dia em que a caixinha foi caprichosamente colocada na porta simples, mas muito bem cuidada, para realmente chamar a atenção dos curiosos.

A ideia foi do morador da casa, o oficial de justiça Ovídio José Souto Galvão, de 54 anos, e sua esposa. “Dinho”, como é conhecido, se inspirou em uma reportagem que contava uma ação parecida, a “Ninho de Livros”, em Fortaleza (CE). “Olhei para minha esposa e disse: podemos fazer isso aqui em casa, já que a escola fica bem aqui em frente”, contou durante entrevista ao TNH1.

Segundo Ovídio, ele quer despertar a curiosidade dos alunos para a leitura. “Antes eles ficavam aqui pela rua, esperando o horário da aula, ociosos”, conta o oficial. “Agora o tempo é preenchido por assuntos de vários temas, conforme cada gosto”, falou, com alegria.

Ainda de acordo com Dinho, não só estudantes mas moradores de todas as idades estão se interessando pelos temas dos exemplares e levando o seu.

Como funciona?

Os alunos podem ler enquanto estão ociosos e devolver à caixinha;

Quem passa pelo local, pode trazer um livro e levar outro;

É possível levar o livro e ler em casa, caso não goste está autorizado repassar;

Quem quiser pode fazer doações de livros colocando direto na caixinha.

“Doações são bem vindas pois restam pouco mais de 20 livros no momento”, concluiu Ovídio.

NO NATAL, SE LEMBROU DO ANIVERSARIANTE?

Cuidado com a TPN (Tensão Pré-Natal).

Sintomas: correria, agitação, ansiedade, irritabilidade, sensação que o mundo vai acabar, muitas reuniões e poucos encontros, muitos presentes e pouca presença.
Tratamento do Médico Jesus: 
Não ande ansioso por nada. Contemple as flores e os pássaros que são alimentados diariamente por Deus e aprenda que Deus cuidará de vocês com amor muito maior. Sejam simples, humildes e serenos. Por que tanta pressa? Onde pretendem chegar assim tão agitados?
Meu Natal é paz. Meu Natal é criança dormindo. Meu Natal é de homens se amando no compasso da eternidade!
(José Carlos De Luca)

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O MATERIALISMO DO PAPAI NOEL E A ESPIRITUALIDADE DO MENINO JESUS.

O materialismo do Papai Noel e a espiritualidade do Menino Jesus - leonardoboff

O materialismo do Papai Noel e a espiritualidade do Menino Jesus
21/12/2013
Um dia, o Filho de Deus quis saber como andavam as crianças que outrora, quando andou entre nós,“as tocaca e as abençoava” e que dissera:”deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o Reino de Deus”(Lucas 18, 15-16).
À semelhança dos mitos antigos, montou num raio celeste e chegou à Terra, umas semanas antes do Natal. Assumiu a forma de um gari que limpava as ruas. Assim podia ver melhor os passantes, as lojas todas iluminadas e cheias de objetos embrulhados para presentes e principalmente seus irmãos e irmãs menores que perambulavam por aí, mal vestidos e muitos com forme, pedindo esmolas. Entristeceu-se sobremaneira, porque verificou que quase ninguém seguira as palavras que deixou ditas:”quem receber qualquer uma destas crianças em meu nome é a mim que recebe”(Marcos 9,37).
E viu também que já ninguém falava do Menino Jesus que vinha, escondido, trazer na noite de Natal, presentes para todas as crianças. O seu lugar foi ocupado por um velhinho bonachão, vestido de vermelho com um saco às costas e com longas barbas que toda hora grita bobamente:”Oh, Oh, Oh…olhem o Papai Noel aqui”. Sim, pelas ruas e dentro das grandes lojas lá estava ele, abraçando crianças e tirando do saco presentes que os pais os haviam comprado e colocado lá dentro. Diz-se que veio de longe, da Finlândia, montado num trenó puxado por renas. As pessoas haviam esquecido de outro velhinho, este verdadeiramente bom: São Nicolau. De família rica, dava pelo Natal presentes às crianças pobres dizendo que era o Menino Jesus que lhes estava enviando. Disso tudo ninguem falava. Só se falava do Papai Noel, inventado há mais de cem anos.
Tão triste como ver crianças abandonadas nas ruas, foi perceber como elas eram enganadas, seduzidas pelas luzes e pelo brilho dos presentes, dos brinquedos e de mil outros objetos que os pais e as mães costumam comprar como presentes para serem distribuidos por ocasião da ceia do Natal.
Propagandas se gritam em voz alta, muitas enganosas, suscitando o desejo nas crianças que depois correm para os pais, suplicando-lhes para que comprem o que viram. O Menino Jesus travestido de gari, deu-se conta de que aquilo que os anjos cantaram de noite pelos campos de Belém”eis que vos anuncio uma alegria para todo o povo porque nasceu-vos hoje um Salvador…glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa-vontade”(Lucas 2, 10-14) não significava mais nada. O amor tinham sido substituído pelos objetos e a jovialidade de Deus que se fez criança, tinha desaparecido em nome do prazer de consumir.
Triste, tomou outro raio celeste e antes de voltar ao céu deixou escrita uma cartinha para as crianças. Foi encontrada debaixo da porta das casas e especialmente dos casebres dos morros da cidade, chamadas de favelas. Ai o Menino Jesus escreveu:
Meus queridos irmãozinhos e irmãzinhas,
Se vocês olhando o presépio e virem lá o Menino Jesus e se encherem de fé de que ele é o Filho de Deus Pai que se fez um menino, menino qual um de nós e que Ele é o Deus-irmão que está sempre conosco,
Se vocês conseguirem ver nos outros meninos e meninas, especialmente nos pobrezinhos, a presenca escondida do Menino Jesus nascendo dentro deles.
Se vocês fizerem renascer a criança escondida no seus pais e nas pessoas adultas para que surja nelas o amor, a ternura, o carinho, o cuidado e a amizade no lugar de muitos presentes.
Se vocês ao olharem para o presépio descobrirem Jesus pobremente vestido, quase nuzinho e lembrarem de tantas crianças igualmente pobres e mal vestidas e sofrerem no fundo do coração por esta situação desumana e se decidirem já agora, quando grandes, mudar estas coisas para que nunca mais haja crianças chorando de fome e de frio,
Se vocês repararem nos três reis magos com os presentes para o Menino Jesus e pensarem que até os reis, os grandes deste mundo e os sábios reconheceram a grandeza escondida desse pequeno Menino que choraminga em cima das palhinhas,
Se vocês, ao verem no presépio todos aqueles animais, como as ovelhas, o boi e a vaquinha pensarem que o universo inteiro é também iluminado pela Menino Jesus e que todos, galáxias, estrelas, sois, a Terra e outros seres da natureza e nós mesmos formamos a grande Casa de Deus,
Se vocês olharem para o alto e virem a astrela com sua cauda e recordarem que sempre há uma Estrela como a de Belém sobre vocês, iluminando-os e mostrando-lhes os melhores caminhos,
Se vocês aguçarem bem os ouvidos e escutarem a partir dos sentidos interiores, uma música celestial como aquela dos anjos nos campos de Belém que anunciavam paz na terra,
Então saibam que sou eu, o Menino Jesus, que está chegando de novo e renovando o Natal. Estarei sempre perto de vocês, caminhando com vocês, chorando com vocês e brincando com vocês até aquele dia em que chegaremos todos, humanidade e universo, à Casa do Pai e Mãe de infinita bondade para sermos juntos eternamente felizes como uma grande família reunida.
Belém, 25 de dezembro do ano 1.
Assinado: Menino Jesus

A FAMÍLIA POMPEU.

O maestro Marcelo Pompeu e dona Neném ao lado de seus filhos, genro, noras e netos. Uma família que deixou muita saudade e arte para a nossa Campanha. Haveremos de preservar este grande legado.

SALAS DE LEITURA ESTIMULAM ESTUDANTES A MERGULHAR NO MUNDO DOS LIVROS.

Salas de leitura estimulam estudantes a mergulharem no mundo dos livros

www.educacao.sp.gov.br 
Ler um livro é como embarcar em uma aventura sem sair do próprio sofá. Além de estimular a criatividade e imaginação, é também uma das melhores ferramentas para aprimorar a comunicação, vocabulário e provocar debates. Nas escolas da rede estadual, professores utilizam a sala de aula, bibliotecas e as mais de 3 mil salas de leitura do estado para desenvolverem projetos sobre o tema. Segundo dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica, do Todos Pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, 13,3% das pré-escolas têm salas de leitura; 46,4% das escolas de Ensino Fundamental têm bibliotecas ou salas de leitura; no Ensino Médio, o índice é de 86,5%.

Em São Paulo, a Sala de Leitura é um ambiente pedagógico e multidisciplinar que costuma receber iniciativas de diversos docentes das unidades e oficinas de contação de histórias, clubes de leitura, teatros e jogos lúdicos. O espaço também é equipado com livros, jornais, revistas e conteúdo audiovisual, como DVDs e CDs.

A professora de Língua Portuguesa Adriana Basseti, da E.E. Prof Lea Silva Moraes, em Araçatuba, aproveitou a versatilidade do ambiente para desenvolver trabalhos antes realizados em sala de aula. Em um dos projetos, os alunos do 6º ano elaboraram um livro. Durante os encontros, os adolescentes se reuniam em equipes para transformar imagens em textos narrativos. Foram mais de 21 textos produzidos. Segundo a professora, após as aulas, a visitação em horários alternativos, como intervalos e o almoço, dobrou e impulsionou a busca dos estudantes por novas obras.

Já na E.E Profª Nancy de Oliveira Fidalgo, na capital, mostras de vídeo, culturais e muita pesquisa fazem parte da rotina da sala de leitura. Comandada pelo Prof. Djalma Ribeiro da Silva, o espaço promove durante todo o ano iniciativas que estimulam os mais de 1200 alunos da unidade a buscarem informações multidisciplinares por meio dos livros. Em 2017, por exemplo, foram produzidos no local conteúdos para a Semana da Consciência Negra, Semana da Pátria, Dia Internacional do Trabalho e programas de conscientização contra o bullying. Para o professor, a variedade de projetos também age como estímulo. “ Além da literatura, aqui encorajamos a pesquisa e a busca incessante de conhecimento”, conta.

A MARAVILHOSA TERAPIA DO AMOR!

A MARAVILHOSA TERAPIA DO AMOR !

As patologias da alma — violência, ódio, ciúme, ressentimento, amargura, suspeita, insatisfação, dentre outras muitas — respondem por incontáveis aflições que aturdem o ser humano. Alma encarnada, nela se encontram as matrizes do bem como do mal em que se compraz, dando campo ao seu desenvolvimento. Como efeito, as alegrias e as dores que se exteriorizam somente podem ser erradicadas quando trabalhadas nas suas raízes causais.

Interpenetrando todas as células e assenhoreando-se dos equipamentos orgânicos, que passa a comandar, a alma ou Espírito encarnado imprime nos elementos físicos os conteúdos vibratórios que lhe são peculiares, característicos do seu estágio de evolução.

Os sofrimentos humanos de qualquer tipo são manifestações dos
distúrbios profundos que remanescem no ser espiritual, desarticulando os sensores emocionais e a harmonia vibratória que vige nas células, o que faculta a instalação das enfermidades.

O ser humano é, em qualquer situação, aquilo a que aspira, a irradiação do que sente, os interesses que cultiva.

Aferrado à conduta primitiva, reagindo mais por instinto do que agindo pela razão, permite que as deficiências internas se expressem em forma de problemas que se exteriorizam perturbadores.

O valioso contributo da Medicina acadêmica, quando não acompanhado por um bom relacionamento médico-paciente, resulta incompleto para atingir as causas excruciantes das doenças e angústias.

Certamente, na maioria das vezes, minora a dor, aparentemente
vencendo-a; mas, porque não alcança a alma enferma, eis que ela reaparece sob outras expressões, produzindo sofrimentos.

O conhecimento do ser imortal, da sua preexistência ao berço e
sobrevivência ao túmulo, torna-se indispensável para qualquer cometimento terapêutico em relação aos problemas e dores humanos.

Por isso mesmo, a terapia do amor é de vital importância, envolvendo o paciente em confiança e ternura, ao mesmo tempo esclarecendo-o quanto à sua realidade e constituição espiritual.

O atendimento fraterno tem como objetivo primacial receber bem e orientar com segurança todos aqueles que o buscam. Não se propõe a resolver os desafios nem as dificuldades, eliminar as doenças nem os sofrimentos, mas propor ao cliente os meios hábeis para a própria recuperação.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

A FAMÍLIA DE JOÃO MARIA REIS.

A tradicional família do senhor João Maria Reis, na porta da Catedral em 1972.

INSTITUTO ESTAÇÃO DAS LETRAS TEM PROGRAMAÇÃO DE FÉRIAS...

Instituto Estação das Letras tem programação de cursos de férias com ícones da literatura nacional

Com a chegada do período de férias, é tempo de descansar e renovar as energias, mas também de estudar, adquirir e renovar conhecimentos em cursos de qualificação e atualização. Marina Colassanti, Arthur Dapieve, Carola Saavedra e suas oficinas de textos, crônica e romance estão na grade de cursos de janeiro da Estação das Letras, pela primeira vez sob o comando do Instituto Estação das Letras (https://goo.gl/ffR8Wx).

Com a curadoria da poeta Suzana Vargas, alguns temas são inéditos, como o de Formação para Divulgador Escolar. Os cursos têm como objetivo fornecer técnicas de trabalho com diversos gêneros de escrita, leitura e formar mão de obra para o mercado editorial em várias frentes. Servem a diversos tipos de público, incluindo profissionais que desejam aperfeiçoamento.

“Num momento em que a mão de obra qualificada e de excelência é uma necessidade em todas as frentes de trabalho, o Instituto oferece uma grade que deseja dar competência técnica e sensível aos diversos ramos da comunicação. Da escrita de textos à leitura e divulgação de livros passando pelo trabalho mais artesanal com o objeto livro, tentamos contemplar as tendências diversas da contemporaneidade. Em momentos de crise, a criação e o estudo vêm em nosso auxílio e a programação de férias do Instituto objetiva ampliar os horizontes de quem deseja crescer em informação e capacitação”


Confira alguns cursos da grade:


Fazer a mão: bordando a poesia

O artesanato da poesia e do bordado estarão juntos nesta oficina do fazer à mão. O risco, a palavra, o ponto, o verso. E o vazio e o avesso: elementos a serem trabalhados, além do ritmo e da imagem.

Profªs. Ninfa Parreiras – Autora de livros de literatura (prosa e poesia) e de ensaios, psicanalista e professora de literatura.
Theka Galvão – Professora e artesã, com experiência em bordados e pinturas.

De 08 a 12/01/2018 (2a a 6ª feira) das 14h às 17h

R$ 350,00


Técnico em divulgação escolar

Fornecer fundamentos para a implantação de atividades de Divulgação Escolar no âmbito editorial. Divulgação Escolar e os programas governamentais. Desenvolvimento de atividade prática relacionada ao trabalho de Divulgação Escolar.

Profª. Anna Rennhack - Mestre em Educação, Pedagoga. Gerente de Relações Institucionais, do Grupo Editorial Record, diretora de Bloch Educação, membro do Conselho Curador da FNLIJ e membro eleito do GT (Cadeia Produtiva) que elabora o Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Estado do Rio de Janeiro.

Dia 13/01/2018 (sábado) das 10h às 17h

R$ 350,00


Oficina de Encadernação Poética

A oficina terá como objetivo específico a confecção de livros de poesia, desde a impressão até a encadernação artesanal criativa.

Profs. Domingo Gonzalez Cruz – Arte-educador, bibliotecário e poeta. Publicou Conversas sobre poesia com Carlos Drummond de Andrade (Ed. Escrita Fina) e Poesia Peregrina (HP ed./Xunta da Galiza). 

Bernardo Arraes – Pedagogo, Arte-educador e contador de histórias.

De 15 a 19/01/2018 (2a a 6ª feira) das 16h às 18h

R$ 350,00


Oficina de Textos com Marina Colasanti

Encontros de reflexão, leitura e criação literária com a autora de Uma ideia toda azul, entre outros títulos. A produção textual dos alunos será analisada e comentada pela escritora. É necessário que cada inscrito traga um texto de uma lauda como pré-requisito.

Prof.ª Marina Colasanti – Jornalista, poeta, contista, ensaísta, autora de literatura infantil e juvenil e ilustradora.

Dias 30/01 e 01/02/2018 (3ª e 5ª feira) das 18h30 às 20h30

R$ 320,00 à vista ou 2x R$ 185,00


Oficina da Crônica

A oficina buscará definir, apreciar e praticar a crônica, gênero jornalístico-literário que alguns estudiosos veem como tão essencialmente brasileiro quanto a jabuticaba. Na primeira aula, um pouquinho de história (e uma encomenda aos alunos). Na segunda, a leitura de algumas crônicas clássicas (e a entrega da encomenda). Na terceira, comentários gerais sobre as crônicas produzidas pelos próprios alunos.

Prof. Arthur Dapieve – Professor universitário, jornalista, escritor e editor. Colunista de O Globo.

Dias 29, 31/01 a 01/02/2018 (2ª, 4ª a 5ª feira) das 18h30 às 20h30

R$ 350,00


Oficina de Romance

O curso pretende abordar aspectos teóricos (construção do personagem, enredo, foco narrativo, diálogos etc.). No que diz respeito à prática, o aluno poderá perceber através de breves exercícios aspectos importantes da construção de um romance que devem ser levados em conta no momento da escrita.

Profª. Carola Saavedra - Autora dos romances Toda terça (Companhia das Letras, 2007), Flores azuis (Companhia das Letras, 2008; eleito melhor romance pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Jabuti), Paisagem com dromedário (Companhia das Letras, 2010, Prêmio Rachel de Queiroz na categoria jovem autor, finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Jabuti) e O inventário das coisas ausentes (2014). Seus livros foram traduzidos para o inglês, francês, espanhol e alemão.

Dias 02 e 03/02/2018 (6a feira das 18h às 21h e sábado das 10h às 13h)

R$ 430,00 à vista ou 2x 240,00


As inscrições estão abertas pelo www.estacaodasletras.com.br e 21 3237-3947. A

Estação fica na Marquês de Abrantes, 177, no Flamengo.


SOBRE O INSTITUTO ESTAÇÃO DAS LETRAS

Após 21 anos como reduto da literatura nacional no Rio de Janeiro, no início de 2017, a Estação das Letras passou a ser Instituto Estação das Letras (IEL): um colegiado de alunos, professores e escritores com a finalidade de ampliar projetos que já existiram, entre eles Estação Pensamento & Arte, Rodas de Leitura e Caravana de Escritores, e investir em muitos outros através de apoio de leis federais, estaduais e municipais de incentivo à cultura.

A grade de aulas disponibiliza cursos regulares, que duram até quatro meses, oferecidos nas modalidades Introdução e Avançado, e cursos mais rápidos de um ou dois meses, workshops, ciclos de palestras, além de aulas rápidas aos sábados.

HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI!

HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI ! Jesus de Nazaré

“Não se turbe o vosso coração; crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim não fosse, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos o lugar. E depois que eu me for e vos aparelhar o lugar, virei outra vez e tomar-vos-ei para mim, para que lá onde estiver, estejais vós também.”

Todo esse capítulo do Evangelho de João é um poema de esperança, de alegria aos que, aceitando os ensinos de Jesus, esforçam-se por compreendê-los e segui-los. É uma exortação à confiança plena dos homens em Deus e em Jesus, a uma entrega ao seu amor, em qualquer situação da vida. Na alegria e na tristeza, na doença e na saúde, na juventude e na velhice, confiemos em Deus e em Jesus, entreguemo-nos à sua proteção e ao seu amor, certos de que teremos sempre o melhor.

“Há muitas moradas na casa de meu Pai”, moradas estas apropriadas ao grau de evolução dos seus filhos. Assim, sempre estaremos no lugar adequado às nossas necessidades e merecimento. A vida é eterna, sempre dinâmica, sempre propiciando atividades para a felicidade de todos.

“ Se assim não fosse eu vo-lo teria dito.” Como duvidar? Como aceitar sofrimentos eternos vindos do Amor Absoluto? Como pensar que a vida termina com a morte do corpo físico?

Viveremos para sempre, trabalharemos sempre , amaremos sempre nas moradas infinitas destinadas por Deus a seus filhos.
Quem interioriza esta certeza da imortalidade e da vivência do amor pleno no espírito imortal, mesmo em um mundo de expiações e de provas, segue sua caminhada evolutiva sem medos, sem insegurança, certos de que Jesus continua sendo, além de nosso modelo, nosso guia e jamais nos deixaria órfãos, sem ajuda, sem proteção.
Nos momentos mais difíceis, quando o desânimo, o cansaço nos bate à porta, leiamos este texto ou o capítulo todo do evangelho de João, reflitamos, oremos e, sob o amparo de Jesus, através de nossos guias protetores, sentiremos a confiança surgir dentro de nós. Enquanto não formos espíritos desenvolvidos, estamos sujeitos a quedas. Daí, a importância da orientação de Jesus: “ Vigiai e orai”, que requer conhecimento das leis divinas.
Nossa meta atual é desenvolver o potencial possível, intrínseco a todo espírito, através das reencarnações.
Se já alcançamos um desenvolvimento intelectual, que nos permite compreender a vida além da matéria, com toda a sua transcendência, não nos acomodemos mais e busquemos de agora em diante, cada vez mais e melhor, apreender as lições de Jesus, esforçando-nos em vivenciá-las no cotidiano de nossos dias, transformando-nos e contribuindo para a transformação do meio em que vivemos, pois só com a contribuição dos homens, a Terra transformar-se-á em um mundo mais justo e mais prazeroso.

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Bibliografia:
Allan Kardec: 
O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Livro Primeiro: Capítulo III : 
CRIAÇÃO , V : Pluralidade dos Mundos . Capítulo IV,
PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS, itens III e IV: 
Encarnação nos Diferentes Mundos e Transmigração Progressiva. Capítulo VI, VIDA ESPÍRITA , I E II : Espíritos Errantes e Mundos transitórios.

sábado, 23 de dezembro de 2017

A ALMA e os diferentes ESTADOS do SONO revelam sobre a PERSONALIDADE !

A ALMA e os diferentes ESTADOS do SONO revelam sobre a PERSONALIDADE !

“O estudo do sono fornece–nos, sobre a natureza da personalidade, indicações de grande importância. Em geral não se aprofunda muito o mistério do sono, o exame atento deste fenômeno, o estado da alma, da sua forma fluídica durante parte da existência que consagramos ao descanso, conduzir–nos–ão a uma compreensão mais alta das condições do ser na vida do além”.
O sono possui não só propriedades restauradoras (...), mas também um poder de coordenação e centralização sobre o organismo material. Pode, além, disso, provocar uma ampliação considerável das percepções psíquicas, maior intensidade do raciocínio e da memória.

Que é o sono?
É simplesmente a alma que se desprende, que sai do corpo. Diz–se: o sono é irmão da morte. Estas palavras exprimem uma verdade profunda. Seqüestrada na carne, no estado de vigília, a alma recupera, durante o sono, a sua relativa, temporária liberdade, ao mesmo tempo em que o uso dos seus poderes ocultos. A morte será a sua libertação completa, definitiva.
Durante o sono, a alma pode, segundo as necessidades do momento, aplicar–se a recuperar as perdas vitais causadas pelo trabalho quotidiano e a regenerar o organismo adormecido, infundindo–lhe as forças tiradas do mundo cósmico, ou, quando está acabado esse movimento reparador, continua o curso da sua vida superior, pairar sobre a natureza, exercer suas faculdades de visão a distancia e penetração das coisas. Nesse estado de atividade independente vive já antecipadamente a vida livre do espírito: porque essa vida, que é a continuação natural da existência planetária, espera–a depois da morte, devendo a alma prepara–la não somente com as obras terrestres, mas também com suas ocupações quando desprendida durante o sono. É graças ao reflexo da luz do alto, que cintila em nossos sonhos e ilumina completamente o lado oculto do destino, que podemos entrever as condições do ser no além.
Se nos fosse possível abranger com o olhar toda a extensão de nossa existência, reconheceríamos que o estado de vigília está longe de constituir–lhe a fase essencial, o elemento mais importante. Vemos aqui a importância do sono para a evolução, as almas que de nós cuidam do nosso sono para exercitar–nos na vida fluídica e no desenvolvimento dos nossos sentidos da intuição. Efetua–se, então, um trabalho completo de iniciação para os homens ávidos de se elevarem.
Os vestígios desse trabalho encontram–se nos sonhos.
Assim, quando voamos, quando deslizamos com rapidez pela superfície do solo, significa isso a sensação do corpo fluídico, ensaiando–se para a vida superior.
Insistimos também na propriedade misteriosa que tem o sono de fazer-nos senhores, em certos casos, de camadas mais extensas da memória.
A memória normal é precária e restrita, não vai além do círculo estreito da vida presente, do conjunto dos fatos, cujo conhecimento é indispensável por causa do papel que se tem de desempenhar na terra e do fim que se deve alcançar. A memória profunda abrange toda a história do ser desde a sua origem, os seus estágios sucessivos, os seus modos de existência, planetárias ou celestes. Um passado inteiro, feito de recordações e sensações esquecido, ignorado no estado de vigília, está guardado em nós. Esse passado só desperta quando o espírito exterioriza durante o sono natural ou provocado. Uma regra conhecida de todos os experimentadores é que, nos diferentes estados do sono, à medida que se vai ficando à maior distância do estado de vigília e da memória normal, há expansão, dilatação da “memória”.
“O sono de ordinário pode ser considerado como ocupando uma posição que está entre a vida acordada e o sono hipnótico profundo,” este conceito deve fazer o caro leitor meditar longamente e se possível pesquisar.” “E parece provável que a memória pertencente ao sono ordinário liga–se por um lado à que pertence à vida de vigília e, pelo outro, à que existe no sono hipnótico. Realmente assim é estando os fragmentos da memória do sono ordinário intercalados nas duas cadeias”.
“À proporção que nos vamos elevando na ordem dos fenômenos psíquicos, vão se apresentando com maior clareza, com maior rigor e trazem–nos prova mais decisivas da independência e da sobrevivência do espírito”.
As percepções da alma no sono são de duas espécies. Verificamos primeiramente a visão à distância a clarividência, a lucidez, vem depois um conjunto de fenômenos designados pelos nomes de telepatia e telestesia (sensações à distância).”Para complementação da compreensão deste parágrafo sugerimos a leitura da obra de Leon Denis, O problema do ser, do destino e da dor”.
SONO E DESPRENDIMENTO
“Releva, contudo, assinalar que, em se iniciando a criatura na produção do pensamento continuo, o sono adquiriu para ela uma importância que a consciência em processo evolutivo, até não conhecera.
Usado instintivamente pelo elemento espiritual, como recurso reparador, no refazimento das células em serviço, semelhante estado fisiológico carreou novas possibilidades de realização para quantos se consagrassem ao trabalho mais amplo de desejar e mentalizar.
Ansiando por livrar–se da fadiga física depois de determinada quota de tempo no esforço da vigília diária e, por isso mesmo, entregue ao relaxamento muscular, o homem operante e indagador adormecia com a idéia fixada a serviço de sua predileção.
Amadurecido para pensar e lançando de si a substância de seus propósitos mais íntimos, ensaiou pouco a pouco, tal como aprendera, vagarosamente, o desprendimento definitivo nas operações da morte, o desprendimento parcial do corpo sutil, durante o sono, desenfaixando–o do veículo de matéria mais densa, embora sustentando, ligado a ele, por laços fluídicos–magnéticos a se dilatarem levemente dos plexos e, com mais segurança, da fossa rombóide.
Encetado o processo de sonolência, com as reações motoras empobrecidas e impondo mecanicamente a si mesma o descanso temporário, no auxílio às células fatigadas de tensão, isto desde as eras remotas em que o pensamento se lhe articulou com fluência e continuidade, permanece a mente, através do corpo espiritual, na maioria das vezes, justaposta ao veículo físico, à guisa de um cavaleiro que repousa ao pé do animal de que necessita para a travessia de grande região, em complicada viagem, dando–lhe ensejo à recuperação e pastagem, enquanto ele se recolhe ao próprio íntimo, ensimesmando–se para refletir ou imaginar, de conformidade com os seus problemas e inquietações, necessidades e desejos.”
ASPECTOS DO DESPRENDIMENTO
“Dessa forma, aliviando o controle sobre as células que a servem no corpo carnal, a mente se volta, no sono, para o refugio de si mesma, plasmando na onda constante de suas próprias idéias as imagens com que se compraz nos sonhos agradáveis em que saca da memória a essência de seus próprios desejos, retemperando–se na antecipada contemplação dos painéis ou situações que almeja concretizar”.
Para isso, mobiliza os recursos do núcleo da visão superior, no diencéfalo, de vez que, ai, as qualidades essencialmente ópticas do centro coronário lhe acalentam no silêncio do desnervamento transitório todos os pensamentos que emergem do seio.
Noutras ocasiões, no mesmo estado de insulamento, recolhe, no curso do sono, os resultados de seus próprios excessos, padecendo a inquietação das vísceras ou dos nervos injuriados pela sua rendição à licenciosidade, quando não seja o asfixiante pesar do remorso por faltas cometidas, cujos reflexos absorvem do arquivo em que se lhe amontoam as próprias lembranças. Numa e noutra condição, todavia é a mente suscetível a influenciação dos desencarnados que, evoluídos ou não, lhe visitam o ser, atraído pelos quadros que se lhe filtram da aura, ofertando–lhe auxílio suficiente quando se mostre inclinada à ascensão de ordem moral, ou sugando–lhe as energias e assoprando–lhe sugestões infelizes quando, pela própria ociosidade ou intenção maligna, adere ao consórcio psíquico de espécie aviltante, que lhe favorece a estagnação na preguiça ou a envolve nas obsessões viciosas pelas quais se entrega a temíveis contratos com as forças sombrias.
Mas dessa função de espectador à função de agente existe apenas um passo.
O pensamento contínuo, em fluxo insopitável, desloca–lhe a organização celular perispiritual, à maneira do córrego que em sua passagem desarticula da gleba em que desliza todo um rosário de seixos. E assim como os seixos soltos seguem a direção da corrente, lapidando–se no curso dos dias, o corpo espiritual acompanha, de início, o impulso da corrente mental que por ele extravasa, conscienciando–se muito vagarosamente no sono, que lhe propicia meia–libertação”.
O estudo do sono relacionado com a mediunidade poderá ser tratado em outros artigos.
VIDE: Evolução em dois mundos,de Francisco Xavier/André Luis, espírito.
Interrompemos nosso modesto estudo sobre o fenômeno do sono; nosso objetivo foi tentar elucidar, de uma forma simples e castiça a questões comumente a nós formuladas por pessoas também simples e interessadas em aprender. Muito teríamos que discorrer a respeito de: sono magnético, sonoterapia, sono e mediunidade, princípio da exteriorização da alma, sonambulismo, dupla–vista , êxtase. Talvez em outra oportunidade. Deixemos agora o espaço a outros cooperadores, sugerindo aos leitores que pesquisem em torno destes assuntos.
Concluímos que tudo está bem organizado pelo Criador, há harmonia e equilíbrio em tudo, a nossa natureza esta muito bem estruturada, obviamente. O descanso é uma recompensa da natureza. O sono é o salário do trabalhador. Vivamos cristamente e estaremos sempre com a consciência tranqüila.
Bons sonhos.

PORQUE A LOJA DE LIVROS USADOS SE CHAMA SEBO?

Por que a loja de livros usados se chama sebo?

Mundo Estranho - 14/12/2017
Existem duas versões para a história. A primeira diz que, antigamente, as pessoas liam à luz de velas, que, quando derretidas, engorduravam os livros. Mas é uma explicação romanceada e anacrônica, já que a palavra “sebo” se popularizou na década de 1960, quando a luz elétrica já era difundida no país.

Segundo Sérgio Rodrigues, escritor e etimologista, e Eurico Brandão Jr., herdeiro do Sebo Brandão, criado no Recife há mais de 60 anos, a teoria mais simples é também a mais provável. O termo teria surgido como uma brincadeira a partir da ideia de que livros muito manuseados ficam cheios de gordura, sujos. Brandão ainda afirma que o primeiro livreiro no Brasil a usar a palavra foi seu pai e que os estrangeiros o chamavam de “Mr. Sebo“, pois achavam que esse era seu nome.

FONTES Jornal Livros, Sobre Palavras, Estante Virtual Blog, Sebo Brandão, Recanto das Letras e Priberam

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

EUTANÁSIA NOS ANIMAIS?

Pode-se ABREVIAR a VIDA de um ANIMAL que SOFRE ? EUTANÁSIA nos animais...

1 – O que fazer diante de um animal de estimação, um cachorro, por exemplo, que em avançada idade enfrenta doença de longo curso, a impor-lhe limitações e dores?
R: O mesmo que faríamos por um familiar muito querido: cuidar dele com carinho e atenção, buscando sempre melhorar sua condição de vida e amenizar seus padecimentos.
2 – Não seria razoável praticar a eutanásia, evitando dores maiores para o animal?
R: Se a razão rejeita a eutanásia, em se tratando de familiares queridos em idêntica situação, por que fazê-lo com os animais? A principal objeção à eutanásia humana é o fato de que ela coloca a morte a serviço do homem, não de Deus. Por que seria diferente com os animais?
3 – Sabemos que doenças e dores que afetam os seres humanos envolvem problemas cármicos, algo que não ocorre com os animais. Por que deixá-los sofrer, se nada devem?
R: Nem sempre a dor é um problema cármico. A mulher que dá à luz não está cumprindo um carma. As dores do parto abrem as portas para a sublime experiência da maternidade. A velhice, com as limitações e dores que impõe, longe de representar um carma, prepara o espírito para o retorno ao Além, ajudando-o a superar vícios e paixões que dificultam a adaptação à vida espiritual.
4 – E quanto ao animal?
R: As dores que venha a enfrentar agitam sua consciência embrionária, agilizando o trânsito da animalidade instintiva para o exercício da razão, favorecendo sua promoção a ser pensante, o Espírito. Todos viemos de lá e certamente fomos trabalhados pelas dores do mundo, ao longo de multifárias reencarnações.
5 – Quando um cão é portador de leishmaniose, as autoridades sanitárias impõem a eutanásia, por medida preventiva, evitando que outros animais ou seres humanos sejam contaminados por esse terrível mal. Não é uma medida razoável e justa?
R: E quando o mal atinge um ser humano? Impõe-se a eutanásia? Obviamente, não. O paciente será isolado e tratado, objetivando-se a sua recuperação. O mesmo poderia ser feito com os animais contaminados. Ocorre que as autoridades agem de forma simplista. É mais fácil e barato eliminá-los do que isolá-los e tratá-los. Afinal – considera-se equivocadamente –, são apenas irracionais.
6 – Praticar a eutanásia animal não seria um ato de misericórdia, como recomendou Jesus, lembrando o profeta Oseias: “Misericórdia quero, não sacrifício”?
R: É preciso cuidado com a interpretação dos textos evangélicos. A aplicação correta desse princípio tem sentido inverso. Praticar a misericórdia com os animais seria amenizar suas dores, não sacrificá-los.
7 – André Luiz diz que alguém que desencarna submetido à eutanásia pode ter problemas de adaptação à vida espiritual. O mesmo acontece com os animais?
R: Seu trânsito pela espiritualidade é breve, logo reencarnando, conforme está na questão 600, de O Livro dos Espíritos. Não obstante perdem a oportunidade de agilizar seu desenvolvimento com a dor-evolução.
8 – Fala-se hoje em ortotanásia. Seria aplicável aos animais?
R: Perfeitamente. Seria o comportamento ideal diante de um animal de estimação, em fase terminal. Cuidar bem dele, evitando que sofra, mediante a aplicação de medicamentos específicos, mas não fazer nada para prolongar-lhe a existência. Oportuno deixar a Natureza seguir seu curso, sob a égide de Deus.

Richard Simonetti

O CANTO DA CURVA DO S NA PRAÇA DOM FERRÃO.

                    Este cantinho da Praça Dom Ferrão me traz gratas lembranças. Me lembro neste local da residencia do senhor José August...

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