terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
AILTON CUNHA PASSOU NA PRIMEIRA PENEIRA.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
LEMBRANÇAS DOS CAMPEONATOS DO CEC.
Campeonato de futebol de salão na quadra do CEC. Vou ficar devendo o nome da equipe, mas os atletas são:
Zé Francisco Fonseca, Cida Ribeiro, Matusalém Nascimento, e Paulo Guilherme Cornélio.
Dequinha Souza, Miltinho Melo, Zezé Marimbondo e Serafim Vilhena.
Zé Francisco Fonseca, Cida Ribeiro, Matusalém Nascimento, e Paulo Guilherme Cornélio.
Dequinha Souza, Miltinho Melo, Zezé Marimbondo e Serafim Vilhena.
10 DICAS PARA LER E ESCREVER MELHOR.
10 dicas para ler e escrever melhor
Universia - 08/02/2018
Para ler e escrever melhor, é preciso compreender que a leitura e a escrita caminham juntas. Por isso, é essencial aprender quais são os aspectos fundamentais que envolvem essas tarefas. Quanto mais você se dedicar à leitura, melhor será a sua escrita. Da mesma forma, quanto mais você escrever, melhor compreenderá os textos e o processo concernentes ao ato de escrever.
Tanto a leitura quanto a escrita sempre vão acompanhá-lo nos momentos de lazer, nos estudos e nas tarefas profissionais. Por isso, listamos abaixo 10 dicas que vão ajudá-lo a ler e, consequentemente, escrever melhor. Confira:
1. Leia com cuidado
Ler rápido demais não significa que você realmente foi eficiente e aproveitou o conteúdo. Para conseguir absorver o máximo do conteúdo, é necessária uma leitura atenta. Caso precisar, destaque, anote e marque as páginas, porque seus apontamentos completarão aquilo que o autor tentou transmitir. Se houver dúvidas, separe um tempo para buscar respostas e se aprofundar no assunto e nas ideias que o autor apresentou.
2. Crie fichas de leitura
Outra maneira de aprimorar a leitura de um conteúdo é por meio de fichas. Existem técnicas de anotações, por exemplo, que ajudam você a classificar o enredo, o gênero e outras características de um livro. Pelo fato de processar muita informação, o cérebro não consegue se lembrar de tudo, mas pequenas anotações podem ajudá-lo a lembrar de pontos-chave de cada conteúdo.
3. Aproveite materiais de referência
Muitas publicações incluem referências para materiais complementares, como críticas e questionários. Não ignore essas informações de apoio, pois eles podem proporcionar um entendimento maior sobre o contexto e o assunto. Procure também por materiais que exijam uma leitura mais profunda, ricos em detalhes emocionais e sensoriais. Dessa forma, você terá mais facilidade de descrever gestos corporais e outros aspectos subjetivos em um texto escrito.
4. Leia em voz alta
Ler em voz alta serve como uma boa estratégia de memorização, além de ajudar a entender melhor alguns conteúdos mais exigentes e complexos. Essa prática também pode ajudá-lo a colocar as ideias em ordem e evitar que o texto fique confuso, quando estiver começando a escrevê-lo.
Ao escutar o que você escreveu, será mais fácil identificar erros de gramática e de estrutura textual. Por falar em voz, tente falar e escrever corretamente no dia a dia também. Conversas informais de Internet, bate-papo, excesso de gírias e abreviações atrapalham o seu progresso.
5. Leia mais sobre outros assuntos
Cultivar a leitura: essa é a melhor estratégia para ler melhor. Adote o hábito de ler diariamente. Não leia apenas pela obrigação de entregar tarefas aos professores. Escolha conteúdos do seu interesse, mas selecione também outras opções de assunto para diversificar seus conhecimentos.
Leia sobre outros assuntos com os quais não está acostumado, isso amplia seu conhecimento literário e ajuda a aumentar seu repertório no momento de escrever ou falar sobre algo. Essa variação impede a leitura de se tornar enjoativa e aumenta a sua visão de mundo. Tenha sempre um livro ao seu alcance.
6. Aprenda sobre leitura dinâmica
Leitura dinâmica é um conceito que engloba diversas técnicas que o ajudam a ler mais rápido, mantendo a qualidade do entendimento e da retenção de informações. Ao desenvolver essas técnicas, você conseguirá aumentar a velocidade de leitura, bem como a capacidade de compreensão e de memorização. E ainda, essas técnicas vão ajudá-lo a melhorar a sua concentração, o que é fundamental para cortar distrações que podem atrapalhá-lo durante as leituras.
7. Edite textos e outros conteúdos
Não é recomendado cobrar por esse tipo de serviço caso você não esteja qualificado para tal. Mesmo assim, é uma ótima maneira de treinar sua percepção sobre estilos textuais e estruturais de um conteúdo; fazê-lo de maneira voluntária para colegas de classe ou amigos.
Aproveite oportunidades para treinar a sua escrita, seja quando for redigir um e-mail, um blog post ou algo nas redes sociais. Isso vai ajudá-lo a escrever melhor. Mas não fuja da dúvida quando ela surgir, pois será uma oportunidade para estudar e esclarecer os desafios do idioma.
8. Evite clichês, estrangeirismos e outros excessos
Evite inserir, em seus textos, ideias ou frases muito usadas. Quanto mais atenção você tiver com os materiais que está estudando, mais cuidado terá quando for produzir seus textos. Além do mais, a não ser que esteja escrevendo para um público específico, evite usar estrangeirismos em excesso. Termos como IoT (Internet of Things) podem não ser entendidos por todos.
Busque utilizar uma linguagem mais adequada para cada público. Utilizar palavras mais simples pode ser mais vantajoso do que palavras mais rebuscadas. Outra coisa a se evitar é o excesso de exemplos e citações, porque isso pode soar como um sinal de que você não entende bem sobre o assunto.
9. Leia e escreva diariamente para ganhar prática
Você pode ler e escrever sem compromisso sobre algo que gosta, pois isso tornará o trabalho mais divertido e interessante. Talvez você possa registrar seus textos em um blog ou diário. Escrever e ler, como toda prática, precisa de consistência e regularidade. Quanto maior o tempo gasto em determinada atividade, maiores serão as habilidades adquiridas.
Outro ponto importante: ao escrever, não fique refém de corretores automáticos. Esses corretores ajudam a eliminar erros básicos, mas não compreendem suas ideias e estilos de escrita. Por isso, aprenda mais sobre gramática e escrita, para que você consiga escrever textos melhores para cada tipo de leitor.
10. Releia e reescreva seus textos antigos
Ler e reescrever seus textos antigos vai ajudá-lo a perceber o seu desenvolvimento, o que você melhorou e o que ainda precisa melhorar. Pode ser uma postagem nas redes sociais, um blog post, uma questão dos seus estudos, entre outros.
Tanto a leitura quanto a escrita sempre vão acompanhá-lo nos momentos de lazer, nos estudos e nas tarefas profissionais. Por isso, listamos abaixo 10 dicas que vão ajudá-lo a ler e, consequentemente, escrever melhor. Confira:
1. Leia com cuidado
Ler rápido demais não significa que você realmente foi eficiente e aproveitou o conteúdo. Para conseguir absorver o máximo do conteúdo, é necessária uma leitura atenta. Caso precisar, destaque, anote e marque as páginas, porque seus apontamentos completarão aquilo que o autor tentou transmitir. Se houver dúvidas, separe um tempo para buscar respostas e se aprofundar no assunto e nas ideias que o autor apresentou.
2. Crie fichas de leitura
Outra maneira de aprimorar a leitura de um conteúdo é por meio de fichas. Existem técnicas de anotações, por exemplo, que ajudam você a classificar o enredo, o gênero e outras características de um livro. Pelo fato de processar muita informação, o cérebro não consegue se lembrar de tudo, mas pequenas anotações podem ajudá-lo a lembrar de pontos-chave de cada conteúdo.
3. Aproveite materiais de referência
Muitas publicações incluem referências para materiais complementares, como críticas e questionários. Não ignore essas informações de apoio, pois eles podem proporcionar um entendimento maior sobre o contexto e o assunto. Procure também por materiais que exijam uma leitura mais profunda, ricos em detalhes emocionais e sensoriais. Dessa forma, você terá mais facilidade de descrever gestos corporais e outros aspectos subjetivos em um texto escrito.
4. Leia em voz alta
Ler em voz alta serve como uma boa estratégia de memorização, além de ajudar a entender melhor alguns conteúdos mais exigentes e complexos. Essa prática também pode ajudá-lo a colocar as ideias em ordem e evitar que o texto fique confuso, quando estiver começando a escrevê-lo.
Ao escutar o que você escreveu, será mais fácil identificar erros de gramática e de estrutura textual. Por falar em voz, tente falar e escrever corretamente no dia a dia também. Conversas informais de Internet, bate-papo, excesso de gírias e abreviações atrapalham o seu progresso.
5. Leia mais sobre outros assuntos
Cultivar a leitura: essa é a melhor estratégia para ler melhor. Adote o hábito de ler diariamente. Não leia apenas pela obrigação de entregar tarefas aos professores. Escolha conteúdos do seu interesse, mas selecione também outras opções de assunto para diversificar seus conhecimentos.
Leia sobre outros assuntos com os quais não está acostumado, isso amplia seu conhecimento literário e ajuda a aumentar seu repertório no momento de escrever ou falar sobre algo. Essa variação impede a leitura de se tornar enjoativa e aumenta a sua visão de mundo. Tenha sempre um livro ao seu alcance.
6. Aprenda sobre leitura dinâmica
Leitura dinâmica é um conceito que engloba diversas técnicas que o ajudam a ler mais rápido, mantendo a qualidade do entendimento e da retenção de informações. Ao desenvolver essas técnicas, você conseguirá aumentar a velocidade de leitura, bem como a capacidade de compreensão e de memorização. E ainda, essas técnicas vão ajudá-lo a melhorar a sua concentração, o que é fundamental para cortar distrações que podem atrapalhá-lo durante as leituras.
7. Edite textos e outros conteúdos
Não é recomendado cobrar por esse tipo de serviço caso você não esteja qualificado para tal. Mesmo assim, é uma ótima maneira de treinar sua percepção sobre estilos textuais e estruturais de um conteúdo; fazê-lo de maneira voluntária para colegas de classe ou amigos.
Aproveite oportunidades para treinar a sua escrita, seja quando for redigir um e-mail, um blog post ou algo nas redes sociais. Isso vai ajudá-lo a escrever melhor. Mas não fuja da dúvida quando ela surgir, pois será uma oportunidade para estudar e esclarecer os desafios do idioma.
8. Evite clichês, estrangeirismos e outros excessos
Evite inserir, em seus textos, ideias ou frases muito usadas. Quanto mais atenção você tiver com os materiais que está estudando, mais cuidado terá quando for produzir seus textos. Além do mais, a não ser que esteja escrevendo para um público específico, evite usar estrangeirismos em excesso. Termos como IoT (Internet of Things) podem não ser entendidos por todos.
Busque utilizar uma linguagem mais adequada para cada público. Utilizar palavras mais simples pode ser mais vantajoso do que palavras mais rebuscadas. Outra coisa a se evitar é o excesso de exemplos e citações, porque isso pode soar como um sinal de que você não entende bem sobre o assunto.
9. Leia e escreva diariamente para ganhar prática
Você pode ler e escrever sem compromisso sobre algo que gosta, pois isso tornará o trabalho mais divertido e interessante. Talvez você possa registrar seus textos em um blog ou diário. Escrever e ler, como toda prática, precisa de consistência e regularidade. Quanto maior o tempo gasto em determinada atividade, maiores serão as habilidades adquiridas.
Outro ponto importante: ao escrever, não fique refém de corretores automáticos. Esses corretores ajudam a eliminar erros básicos, mas não compreendem suas ideias e estilos de escrita. Por isso, aprenda mais sobre gramática e escrita, para que você consiga escrever textos melhores para cada tipo de leitor.
10. Releia e reescreva seus textos antigos
Ler e reescrever seus textos antigos vai ajudá-lo a perceber o seu desenvolvimento, o que você melhorou e o que ainda precisa melhorar. Pode ser uma postagem nas redes sociais, um blog post, uma questão dos seus estudos, entre outros.
Ao reescrever textos antigos, observe se você empregou a linguagem correta, pois escrever bem varia de acordo com o propósito de cada texto. Veja também se o texto era objetivo ou se havia “enrolações”. Um texto mais conciso, que comunique a mesma mensagem de um texto mais longo, geralmente é mais comunicativo e interessante para os leitores.
Não é complicado aprender a ler e escrever melhor, mas é preciso se dedicar bastante para entender e aprimorar-se na arte da comunicação. Contudo, não faça do seu cérebro apenas um consumidor de informações, compartilhe suas experiências sobre leitura e escrita para ajudar outras pessoas também. Dessa forma, suas habilidades amadurecerão com mais consistência.
Por falar em experiência, compartilhe suas experiências de leitura e escrita, para que possamos ajudar ainda mais pessoas com informações de qualidade.
Não é complicado aprender a ler e escrever melhor, mas é preciso se dedicar bastante para entender e aprimorar-se na arte da comunicação. Contudo, não faça do seu cérebro apenas um consumidor de informações, compartilhe suas experiências sobre leitura e escrita para ajudar outras pessoas também. Dessa forma, suas habilidades amadurecerão com mais consistência.
Por falar em experiência, compartilhe suas experiências de leitura e escrita, para que possamos ajudar ainda mais pessoas com informações de qualidade.
domingo, 18 de fevereiro de 2018
EQUIPE DE FUTEBOL DE FURNAS JACAREPAGÁ - RIO DE JANEIRO.
Time de Furnas Jacarepaguá
Rio. Mathuza, Campelo, Milson,
Soter, Marco Aurélio, Lidson, Eduardo, Raed, Zico,
Celso Rosa, Paulo Pinho. Tem campanhense neste time.
QUE BRASIL VOCÊ QUER PARA O FUTURO?
Que Brasil você quer para o futuro?
blog.crb6.org.br 06/02/2018
O que você espera para o Brasil nos próximos anos? A TV Globo lançou essa campanha em seus telejornais, e bibliotecários de todo o país já estão se movimentando nas redes sociais para mostrar que o futuro precisa de cada vez mais bibliotecas, com bibliotecários prontos para atender a população.
Para participar, é simples. Basta gravar um vídeo de até 15 segundos respondendo à pergunta: “Que Brasil você quer para o futuro?”. A única exigência é estar em frente a um dos lugares mais conhecidos de sua cidade. Ou seja, uma ótima chance para mostrar a biblioteca pública da cidade ou algum ponto cultural importante para todos. Você começa dizendo seu nome, sua cidade e, então, dá o seu recado.
Participe dessa iniciativa para valorização da nossa classe.
Para participar, é simples. Basta gravar um vídeo de até 15 segundos respondendo à pergunta: “Que Brasil você quer para o futuro?”. A única exigência é estar em frente a um dos lugares mais conhecidos de sua cidade. Ou seja, uma ótima chance para mostrar a biblioteca pública da cidade ou algum ponto cultural importante para todos. Você começa dizendo seu nome, sua cidade e, então, dá o seu recado.
Participe dessa iniciativa para valorização da nossa classe.
FRANCISCO DE PAULA FERREIRA DE REZENDE - 186 ANOS
Francisco de Paula Ferreira de Rezende
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Francisco de Paula Ferreira de Rezende Nasceu na cidade da Campanha MG em 18 de fevereiro de 1832 e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 26 de outubro de 1893) foi um político brasileiro. Ele foi Ministro do Supremo Tribunal Federal e Vice-Governador de Minas Gerais.
Filho do Coronel Valério Ribeiro de Resende e de D. Francisca de Paula Ferreira de Resende. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo, onde recebeu o grau de Bacharel, em 16 de novembro de 1855. Foram seus colegas de turma, entre outros, Américo Brasiliense de Almeida e Melo, Antônio Ferreira Viana, Evaristo Ferreira da Veiga, Francisco Manuel das Chagas (Barão de Itaipu) e Paulino José Soares de Sousa.
Foi nomeado Promotor Público de sua cidade natal, em 1856, e Juiz Municipal e de Órfãos do termo de Queluz, província de Minas Gerais, em decreto de 30 de outubro do mesmo ano. Fez parte da Assembléia Legislativa da mesma província como, Deputado, no biênio de 1864-1865. Durante longos anos, exerceu a profissão de advogado e de fazendeiro no Município de Leopoldina, na referida província.
Com o advento do regime republicano, fez parte da Comissão encarregada de elaborar a Constituição do Estado de Minas Gerais, em companhia de Joaquim Felício dos Santos e Pedro Augusto Carneiro Lessa, a convite do Congresso Republicano do Estado.
Em decreto de 21 de janeiro de 1890, foi nomeado 3º Vice-Governador do mesmo estado, sendo transferido para 2º Vice-Governador, em decreto de 16 de abril do mesmo ano.
Tendo o Governo Federal consultado seus amigos, deputados de Minas, sobre a indicação de um jurisconsulto mineiro, de provado saber e patriotismo, para ser nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, seu nome foi unanimemente indicado e assim foi ele nomeado para o aludido cargo, em decreto de 25 de maio de 1892; tomou posse a 28 de junho seguinte e exerceu, no referido tribunal, o cargo de Procurador-Geral da República.
Francisco de Paula Ferreira de Resende colaborou em vários jornais, entre outros no Correio do Povo, na Ordem, editado na cidade de Ouro Preto, e no Minas Gerais, órgão oficial dos poderes públicos do Estado.
Publicou dois livros: O Brasil e o Acaso e O Julgamento de Pilatos ou Jesus perante a razão e os Evangelhos. O primeiro foi impresso na Casa Laemmert e o segundo na Imprensa Nacional em 1893. A impressão desse último só ficou terminada após o falecimento do autor, de sorte que sua família, por uma questão de foro íntimo, teve escrúpulo em sujeitar a obra ao livre pronunciamento da crítica e por isso inutilizou quase toda a edição, da qual apenas distribuiu alguns exemplares entre os parentes e amigos mais íntimos.
Deixou ainda mais dois livros, que foram publicados após sua morte: Minhas Recordações e Comentários Bíblicos: o mosaísmo perante a razão e a transformação da teocracia hebraica.
Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro de 1893, sendo sepultado no Cemitério São João Batista. Era casado com D. Inácia Luiza Barbosa de Resende, havendo do consórcio grande descendência. Dois dos seus filhos alcançaram altos cargos na administração e magistratura do Brasil: Francisco Barbosa de Resende, Advogado e Presidente do Conselho Nacional do Trabalho e Flamínio Barbosa de Resende, Desembargador do Tribunal de Apelação do Distrito Federal.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
VAI UM CHOPINHO AÍ?
Esta foto deve ter sido na primeira festa do chope em Campanha. Miltinho Teixeira, João Alexandrino, Tonho Pão Véio, Elmo Souza Pereira, Chiquinho Ruela, Daniel Batista e Herculano Gama.
CINCO FORMAS DE ENSINAR AS CRIANÇAS A LER.
Cinco formas de incentivar as crianças a ler
Milena Carvalho - Gazeta do Povo - 09/02/2018
Em tempos de tecnologia na palma da mão, celulares e tablets acabam por ser um atrativo maior para as crianças do que os livros. Mesmo dentro das salas de aula, o material de papel é substituído por tablets com frequência cada vez maior. Mas a leitura de livros tem muitos benefícios comprovados: a capacidade de concentração e o vocabulário, por exemplo, aumentam conforme o tempo de leitura cresce. Veja cinco formas de incentivar as crianças a terem afinidade com os livros.
1) Frequente bibliotecas e livrarias
De acordo com Ana Paula Piola, professora de português do Colégio Etapa, em São Paulo, a família precisa ter consciência de que a leitura não é feita somente na escola. Por isso, ela recomenda visitas a bibliotecas, livrarias, centro culturais, feiras especializadas e até mesmo lançamento de livros. “A criança precisa descobrir que há todo um trabalho por trás das obras”, explica. “Nesses momentos os autores também fazem brincadeiras e atividades que chamam a atenção deles”, acrescenta.
2) Leia sempre em voz alta e de forma coletiva
Separe um momento do dia (pode ser antes de dormir) para ler para o seu filho e tente utilizar da dramatização. “Brincar com vozes de personagens e onomatopeias, principalmente com os menores, pode trazer um sentimento de prazer”, afirma Ana Paula. A afetividade também é trabalhada, segundo a especialista, já que naquela ocasião a criança estará perto e recebendo atenção de alguém que é importante para ela.
3) Crie novas histórias
Inventar tramas também pode ser um jeito de incentivar a leitura entre as crianças. Apesar de a atividade ser diferente da leitura de um livro Ana Paula diz que esse método dá informações novas aos pequenos e trabalha a imaginação. “Uma ideia legal é criar uma caixa de histórias com palavras. Com a ajuda dos pais, o filho vai inserindo esses termos no meio da narração de modo contextualizado”, sugere. No caso dos menores, as expressões podem ser substituídas por objetos coloridos.
4) Varie os gêneros textuais
A mudança constante entre os tipos de obras para crianças também é indicado. A narração costuma ser o mais comum, mas apresentar a elas quadrinhos, literatura e até mesmo poemas pode ser bastante benéfico. Professora de Educação da Universidade de Campinas (UNICAMP), Norma Ferreira indica um “cantinho dos livros” em casa, no qual tenha exemplares de diferentes assuntos. “É importante também que eles estejam à altura da criança, para que assim, de forma independente, ela consiga pegar qual tem vontade.”
5) Seja um exemplo
As crianças criam hábitos e preferências a partir de nossas experiências. De acordo com a especialista, os pequenos tendem a aprender por imitação, então essa é a hora em que os pais precisam mostrar serviço. “Não adianta falar para a criança ler se você não faz o mesmo”, adverte a docente. “Elas precisam assimilar que as pessoas mais importantes na vida dela também valorizam a leitura”, conclui.
1) Frequente bibliotecas e livrarias
De acordo com Ana Paula Piola, professora de português do Colégio Etapa, em São Paulo, a família precisa ter consciência de que a leitura não é feita somente na escola. Por isso, ela recomenda visitas a bibliotecas, livrarias, centro culturais, feiras especializadas e até mesmo lançamento de livros. “A criança precisa descobrir que há todo um trabalho por trás das obras”, explica. “Nesses momentos os autores também fazem brincadeiras e atividades que chamam a atenção deles”, acrescenta.
2) Leia sempre em voz alta e de forma coletiva
Separe um momento do dia (pode ser antes de dormir) para ler para o seu filho e tente utilizar da dramatização. “Brincar com vozes de personagens e onomatopeias, principalmente com os menores, pode trazer um sentimento de prazer”, afirma Ana Paula. A afetividade também é trabalhada, segundo a especialista, já que naquela ocasião a criança estará perto e recebendo atenção de alguém que é importante para ela.
3) Crie novas histórias
Inventar tramas também pode ser um jeito de incentivar a leitura entre as crianças. Apesar de a atividade ser diferente da leitura de um livro Ana Paula diz que esse método dá informações novas aos pequenos e trabalha a imaginação. “Uma ideia legal é criar uma caixa de histórias com palavras. Com a ajuda dos pais, o filho vai inserindo esses termos no meio da narração de modo contextualizado”, sugere. No caso dos menores, as expressões podem ser substituídas por objetos coloridos.
4) Varie os gêneros textuais
A mudança constante entre os tipos de obras para crianças também é indicado. A narração costuma ser o mais comum, mas apresentar a elas quadrinhos, literatura e até mesmo poemas pode ser bastante benéfico. Professora de Educação da Universidade de Campinas (UNICAMP), Norma Ferreira indica um “cantinho dos livros” em casa, no qual tenha exemplares de diferentes assuntos. “É importante também que eles estejam à altura da criança, para que assim, de forma independente, ela consiga pegar qual tem vontade.”
5) Seja um exemplo
As crianças criam hábitos e preferências a partir de nossas experiências. De acordo com a especialista, os pequenos tendem a aprender por imitação, então essa é a hora em que os pais precisam mostrar serviço. “Não adianta falar para a criança ler se você não faz o mesmo”, adverte a docente. “Elas precisam assimilar que as pessoas mais importantes na vida dela também valorizam a leitura”, conclui.
BERNARDO SATURNINO DA VEIGA - 1842
Bernardo Saturnino da Veiga nasceu na cidade da Campanha MG, em 1842 , foi um jornalista, escritor e empresário , monarquista mineiro. Foi comendador da Ordem de Cristo, oficial superior (Tenente-Coronel) da Guarda Nacional, funcionário público, sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Nascido numa família de intelectuais e jornalistas, foi um entusiasta da causa separatista do sul de Minas, com intuito de formar uma nova província. Em 1 de janeiro de 1872, na cidade da Campanha, fundou, com seus irmãos, o periódico "Monitor Sul Mineiro", de orientação conservadora e monarquista, órgão que funcionou até o ano de 1896, e que tinha, dentre outras propostas de sua linha editorial, o objetivo de propagar o movimento separatista no sul de Minas. A epígrafe do "Monitor Sul Mineiro" era: "Lemos no presente, soletramos no futuro".
Na cidade da Campanha, foram impressos os principais jornais
separatistas da região, como o "Opinião Campanhense" (1832), o "Nova
Província" (1854) e o "Sul de Minas" (1859), todos de propriedade de
Lourenço Xavier da Veiga (pai de Bernardo Saturnino) e de Bernardo
Jacinto Veiga. Estes dois irmãos, egressos do Rio de Janeiro à cidade da
Campanha, em 1818, ali se estabeleceram como livreiros e jornalistas.
Tais ofícios provavelmente foram herdados do pai, Francisco Luís da
Veiga, e do irmão, Evaristo da Veiga, o primeiro livreiro da Corte e o
segundo redator do importante jornal de tendências liberais, o "Aurora
Fluminense" e autor da letra do "Hino da Independência.
Em 2005, num trabalho acerca de alguns grupos familiares que
compuseram a elite regional sul mineira, Marcos Ferreira de Andrade
afirma que "os membros da família Veiga foram figuras públicas e
políticas que souberam se servir muito bem da palavra impressa para
enaltecer as qualidades do sul de Minas Gerais de maneira a justificar a
independência administrativa desta região". Dentre os diversos
empreendimentos que realizou destaca-se a exploração das águas minerais
de São Lourenço, através da ‘’’Companhia das Águas Minerais de São
Lourenço’’’, a qual foi vendida, em 1905 a Afonso França. Na cidade de
São Lourenço, em 1892, Bernardo Saturnino promoveu a construção da
igreja de Bom Jesus do Monte, depois consagrada a São Lourenço, em
homenagem a seu pai, o Coronel Lourenço Xavier da Veiga.
A Criação de uma diocese no Sul de Minas era antigo desejo da
população e, em 1891, Bernardo Saturnino da Veiga, assume apoiar esta
causa, expedindo carta circular a todos os padres do sul de Minas,
lembrando-lhes a inadiável necessidade de se pedir a criação de um
bispado, com sede na cidade da Campanha, o que iria premiar toda a
região. Na oportuna circular, aparece a advertência de um decidido apoio
unânime e contribuições espontâneas para a criação desta nova diocese,
sendo que as subscrições que se fizeram para tanto chegaram a atingir
9:000$00, quantia avultada para a época. Porém, a Diocese da Campanha só
foi criada pelo Decreto Pontifício "Spirituali Fidelium", do Papa São
Pio X, a 8 de setembro de 1907.
Genealogia
Descendia de uma família tradicional na política, na imprensa e na cultura. Era filho do Tenente-coronel Lourenço Xavier da Veiga e de Jesuína Bernardina da Veiga. Era neto materno de José Pedro Xavier de Sales e de Ângela Bernardina de Sales. Seu avô paterno, Francisco Luís Saturnino da Veiga, emigrou de Portugal, com treze anos de idade, em 1784, tornando-se professor primário, depois livreiro, tendo se casado com a brasileira Francisca Xavier de Barros, brasileira. Alguns dos filhos de Francisco Luís Saturnino da Veiga destacaram-se na vida pública: Evaristo da Veiga foi redator da "Aurora Fluminense" e foi o autor da letra do "Hino da Independência", musicado por Dom Pedro I, tendo, depois, contribuído para a abdicação deste imperador; sendo que foi eleito três vezes deputado pelas Minas Gerais; Bernardo (tio de Bernardo Saturnino) exerceu a presidência da província das Minas, por duas vezes, e foi representante na Câmara dos Deputados do Império, entre 1843 e 1844; Lourenço, (pai de Bernardo Saturnino) foi proprietário de jornais e lutou pela fundação de nova província no Sul de Minas Gerais, criando para tanto, na cidade da Campanha, o periódico "Nova Província", que circulou de 1872 a 1898. Seu irmão José Pedro Xavier da Veiga, intelectual e jornalista, historiador e político mineiro dos mais influentes do século XIX, foi o fundador e primeiro diretor do Arquivo Público Mineiro, sendo considerado o precursor dos estudos de jornalismo em Minas Gerais, com a realização da monografia "A imprensa de Minas Gerais 1807-1897".
Bibliografia:
Monitor Sul-mineiro, ensaio (1872-1896);
Almanaque Sul-Mineiro para o ano de 1874, (1874);
Noções, enxertos e notas referentes aos mais interessantes conhecimentos humanos, (1879);
Traços biográficos do excelentíssimo senhor Barão de Itapuá, (1881).
Fontes e referências: Revista do Arquivo Público Mineiro (Ano III, 1898, pp. 169-249).
Genealogia
Descendia de uma família tradicional na política, na imprensa e na cultura. Era filho do Tenente-coronel Lourenço Xavier da Veiga e de Jesuína Bernardina da Veiga. Era neto materno de José Pedro Xavier de Sales e de Ângela Bernardina de Sales. Seu avô paterno, Francisco Luís Saturnino da Veiga, emigrou de Portugal, com treze anos de idade, em 1784, tornando-se professor primário, depois livreiro, tendo se casado com a brasileira Francisca Xavier de Barros, brasileira. Alguns dos filhos de Francisco Luís Saturnino da Veiga destacaram-se na vida pública: Evaristo da Veiga foi redator da "Aurora Fluminense" e foi o autor da letra do "Hino da Independência", musicado por Dom Pedro I, tendo, depois, contribuído para a abdicação deste imperador; sendo que foi eleito três vezes deputado pelas Minas Gerais; Bernardo (tio de Bernardo Saturnino) exerceu a presidência da província das Minas, por duas vezes, e foi representante na Câmara dos Deputados do Império, entre 1843 e 1844; Lourenço, (pai de Bernardo Saturnino) foi proprietário de jornais e lutou pela fundação de nova província no Sul de Minas Gerais, criando para tanto, na cidade da Campanha, o periódico "Nova Província", que circulou de 1872 a 1898. Seu irmão José Pedro Xavier da Veiga, intelectual e jornalista, historiador e político mineiro dos mais influentes do século XIX, foi o fundador e primeiro diretor do Arquivo Público Mineiro, sendo considerado o precursor dos estudos de jornalismo em Minas Gerais, com a realização da monografia "A imprensa de Minas Gerais 1807-1897".
Bibliografia:
Monitor Sul-mineiro, ensaio (1872-1896);
Almanaque Sul-Mineiro para o ano de 1874, (1874);
Noções, enxertos e notas referentes aos mais interessantes conhecimentos humanos, (1879);
Traços biográficos do excelentíssimo senhor Barão de Itapuá, (1881).
Fontes e referências: Revista do Arquivo Público Mineiro (Ano III, 1898, pp. 169-249).
Texto publicado em: Wikipédia, a enciclopédia livre: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardo_Saturnino_da_Veiga
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
O EXEMPLO FALA MAIS QUE MIL SERMÕES.
Porque um exemplo fala mais que mil sermões
Galeno AmorimComo fazer para seus filhos e os filhos dos outros (aquele que os enviam às escolas ou bibliotecas em que você trabalha para que, entre outras coisas, virem leitores) se tornarem bons leitores de livros? A edição desta semana do Blog do Galeno traz alguns textos que ajuda a responder isso. Um deles, por exemplo, elenca 5 dicas práticas, não para eles, mas para...você!:
1) Frequente bibliotecas e livrarias;
2) Leia em voz alta e de forma coletiva;
3) Crie novas histórias;
4) Diversifique os gêneros textuais; e, o principal,
5) Seja um exemplo.
E, então, boas leituras, para você e... para eles!
Um abraço do Galeno
DR. LEOCÁDIO JOSÉ CORREIA - 170 ANOS.
Biografia
Leocádio José Correia foi filho de Manoel José Correia e de Gertrudes Pereira Correia, nasceu em Paranaguá no dia 16 de fevereiro de 1848. Após terminar o ensino das primeiras letras e os colégios de instrução secundária, Leocádio encaminhou-se para a vida eclesiástica no Seminário Episcopal de São Paulo, do qual desistiu às vésperas da primeira unção sacerdotal.
Assumiu então outro apostolado, que cumpriu desta vez, na Academia de Medicina do Rio de Janeiro. Como dedicado aluno de um dos maiores vultos da medicina nacional, o Doutor João Vicente Torres Homem (1837-1887), Leocádio encarregou-se de coletar minuciosos apontamentos sobre as preleções que ouvia, tarefa esta que garantiu subsídios para a publicação das lições do renomado catedrático sobre a febre amarela.
No dia 20 de dezembro de 1873, doutorou-se em Medicina após ter sustentado uma tese sobre a Litotrícia (trituração dos cálculos vesicais para a eliminação pela urina), em 30 de agosto do mesmo ano.
Em 29 de agosto de 1874 casou-se com sua prima-irmã Carmela Cysneiros Correia em sua cidade natal, com quem teve três filhos: Clara, Leocádio e Lucídio.
Vida
Dr. Leocádio clinicou nos municípios de Paranaguá, Guaratuba, Guaraqueçaba, Antonina, Morretes, Curitiba, Ponta Grossa e Castro.
Foi inspetor da Santa Casa de Misericórdia, inspetor escolar, jornalista, orador, escritor e poeta. Filiando-se ao Partido Conservador, foi eleito deputado provincial à Assembleia Legislativa onde, como democrata, assumiu a causa abolicionista. Como inspetor da instrução pública destacou-se no propósito de revisão dos planos escolares que causavam dano aos seus contemporâneos deixando, assim, as sementes da reforma escolar que sua curta existência não viu consolidada.
O teatro também mereceu sua atenção e estudo, tendo se utilizado do palco cênico como instrumento de sua campanha contra a escravidão negra junto ao núcleo de jovens que o acompanhava. A encenação de "Talento e ouro", de Leôncio Correia, sob sua direção, alcançou ruidosos sucesso no teatro Santa Calina, de Paranaguá. Entre os seus escritos teóricos destaca-se "Duas páginas sobre o drama da Redenção", publicado postumamente por seu filho Leocádio Cysneiros Correia.
Leocádio José Correia faleceu no dia 18 de maio de 1886, vítima de febre perniciosa. Foi um fato enormemente pranteado, especialmente pelos mais pobres e necessitados, que Leocádio, em sua breve vida, visitava diariamente.
Pós-Vida
Poucos anos depois de sua morte, que ocorreu em Paranaguá em 18 de maio de 1886, segundo testemunhas, Leocádio José Correia começou a manifestar-se espiritualmente. Primeiro no litoral do estado de Santa Catarina; posteriormente, no Estado do Paraná, segundo seus seguidores, seu objetivo era a divulgação da mensagem de Jesus Cristo, à luz da Doutrina dos Espíritos.
Há mais de 50 anos, para seus seguidores, ele vem desempenhando papel na execução do projeto de trabalho da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas, em Curitiba, capital do Paraná, no sentido de reconceituar o Espiritismo no Brasil. No exercício de suas atribuições, o espírito Leocádio José Correia vem trabalhando através do médium Maury Rodrigues da Cruz, realizando uma intensa e extensa atividade assistencial voltada para a saúde física, mental e espiritual de quem o procura.
Dr. Leocádio também atua na atividade literária espírita, como intérprete esclarecedor das mensagens espirituais. Procura fazer das suas próprias mensagens uma modulação na linguagem, para melhor compreensão da conceituação doutrinária, contextualizando e expressando sua visão do Universo, bem como os referenciais trazidos pelo espírito Antonio Grimm. Para os espíritas, Leocádio José Correia é um dos agentes organizadores e implementadores do processo de ensino-aprendizagem proposto pela Doutrina dos Espíritos, para a humanidade e para os grupos de exercício mediúnico.
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