quarta-feira, 3 de agosto de 2016

VESTIBULAR: DICAS PARA ESTUDAR OS LIVROS OBRIGATÓRIOS.

Vestibular: dicas para estudar os livros obrigatórios

Portal do Governo do Estado de São Paulo - 18/07/2016

As leituras obrigatórias ainda são um desafio para estudantes que desejam ingressar em universidades. Presentes nas provas de Português ou Literatura, as questões sobre obras literárias podem garantir pontos preciosos para os candidatos.

Acontece que a leitura dos clássicos exige uma reflexão muito grande e, para tornar essa experiência mais proveitosa possível, o UOL Vestibular separou algumas dicas de como ler um livro! Confira:

1. Entenda o que a prova vai cobrar em relação às obras

De acordo com especialistas, antes de ler os livros para o vestibular, é preciso entender o que cada universidade cobra em relação às obras. Neste sentido, o segredo é tentar verificar um histórico das questões relacionadas às leituras obrigatórias em cada uma delas.

2. Consulte a lista de leituras obrigatórias o mais rápido possível

Como a lista de leituras obrigatórias não pode ser consumida de um dia para outro, vale a pena ficar atento para conseguir a informação do que é preciso ler o mais rápido possível.

– Confira a lista da Fuvest.

3. Antes de ler, entenda o contexto histórico das obras clássicas

Normalmente, as obras que são pedidas no vestibular representam um período histórico da Literatura. Por isso, é bom estar antenado nas características de cada fase marcada no livro. Para ler as obras, procure entender um pouco sobre o que cada escola literária representa. Procure saber, também, como era o país na época e como era a linguagem no período em que o livro foi escrito. Pontue na obra, trechos que possam representar essas características.

4. Procure ler as obras em ritmo lento e constante

Ler os livros para o vestibular em um ritmo muito rápido pode fazer com que pontos importantes passem batidos. A recomendação é que as leituras sejam feitas de forma lenta e que as leituras obrigatórias sejam alternadas com outros livros. Verifique quanto tempo você tem até as provas e encaixe as leituras no seu plano de estudos diários.

5. Ler apenas o resumo não adianta, fazer um resumo sim

Um dos maiores erros de quem tenta ter sucesso com as leituras obrigatórias é ler apenas os resumos. Muito do que é cobrado nas provas está relacionado a questões linguísticas e estilísticas dos autores e tudo isso é perdido nos resumos. Se ler um resumo não é eficaz, preparar o seu pode te ajudar ainda mais a entender e a relembrar a obra que leu. Isso é útil principalmente nos últimos dias de estudo para o vestibular.

6. Filmes podem ser bons complementos para obras

Ver um filme no lugar de ler um livro não é recomendado. Porém, assistir a adaptações de obras pode ajudar o estudante a entender melhor o enredo, que muitas vezes acaba sendo rebuscado.

ALMAS QUE SE AMAM se REENCONTRAM em OUTRAS VIDAS ?

ALMAS QUE SE AMAM se REENCONTRAM em OUTRAS VIDAS ?

Na espiritualidade o sentimento é claro, de uma força e suavidade que mostram o que existe entre os espíritos que o sentem. Tanto mais fácil perceber este elo afetivo, quanto mais desenvolvido moral e espiritualmente é o espírito. Já durante a encarnação, há uma limitação imposta pelo esquecimento do passado, uma vantagem que Deus nos proporcionou para que o livre-arbítrio fosse pleno em nós. Quando encarnamos esquecemos do passado, e deixamos adormecidas lembranças e sentimentos. Se duas almas que se amam se encontram, talvez não venham a perceber imediatamente a importância real de uma na vida da outra, mas sentirão empatia, simpatia ímpar e profunda, o que as faz pender para a pessoa que acabaram de conhecer na nova encarnação. O reconhecimento de um amor de milênios pode ser forte e imediato, mas em geral, para nos facilitar a vida, surge doce e suave, lenta e profundamente.

O fato de duas almas terem aprendido a amar-se e que se procuram para continuar juntas sua jornada – encontrarem-se na encarnação, não significa necessariamente que devam ficar juntas, enquanto a experiência terrena estiver em andamento. Há reencontros que acontecem para que formem família, exemplifiquem o sentimento, evoluindo e dando, uma à outra, força nas provas, expiações e missões que vieram cumprir. É bem comum também que afetos verdadeiros não se encontrem, que estejam, cada um, vivendo experiências com outras almas, de modo a ampliar os laços do amor fraternal. Neste caso, costumam aliviar a saudade através de visitas em espírito (sonhos).

Há ainda outra possibilidade, em geral prova bem difícil por exigir o mais amplo sentimento de resignação, coragem e amor ao próximo: duas almas encontrarem-se, reconhecerem-se, amarem-se e não poderem ficar juntas porque já estão comprometidas com outras pessoas e famílias.

E porque Deus faria isso?

 Deus não fez. As próprias almas pediram esta prova como exercício expiatório e prova de resistência de suas más tendências, em geral, o egoísmo.
Imaginemos…

Duas almas aprendem a se amar; almas gêmeas que se tornam, escolhem experiências que irão fazê-las evoluir. Espíritos ainda em progresso, possuem defeitos morais que estão trabalhando nas existências. Nascem juntas, separadas, na mesma família, em outras, entre amigos ou inimigos. Entre tantas vidas, numa optam por temporariamente (o que são os anos de uma encarnação perante a imortalidade?) por encarnarem separadas. Casam-se com outras pessoas, formam famílias. Mas um dia encontram-se. Reconhecem-se. O amor ressurge. Seus compromissos espirituais são logo esquecidos, desejam-se. Eles deveriam resistir à tentação de trair, de abandonar os companheiros, os filhos, os compromissos, construindo falsa felicidade sobre lágrimas alheias. No entanto cedem. Traem, abandonam, fogem… não importa. Querem ser felizes e isso lhes basta. É o egoísmo e a falta de fé no futuro, que lhes dirige a ação.

Mas não há real felicidade senão a conquistada no direito e na justiça. Se vencerem a tentação de fazer o que citamos, terão no futuro o mérito de estar uma com a outra. Se se deixam arrastar pelas paixões, estarão fadadas a novos afastamentos, lições dolorosas.
Escolhem esta experiência porque a visão que têm na espiritualidade é diferente da limitada visão da encarnação. Melhor abrir temporariamente mão da presença amada, já que o afeto não se esvai na ausência, do que abrir mão de estarem juntos em várias vidas e seus intervalos. Sendo o egoísmo o único motivador (e não o amor) da escolha de ficarem juntos a qualquer preço, constrói-se sólido castelo sobre a areia das ilusões. Fatalmente ele desmoronará, e será preciso reconstruí-lo.

Vania Loir@ Vasconcelos 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A FAZENDA SANTA ELISA.

Esta era a sede da Fazenda Santa Elisa de propriedade do Coronel Flávio Augusto Fernandes. Por favor, me corrijam, se eu estiver errado. Na época esta fazenda pertencia ao município da Campanha. Hoje pertence ao município de Monsenhor Paulo que, é a oitava filha da Campanha.

5 PASSOS PARA A TOLERÂNCIA


MANIFESTO MUNDIAL EM PROL DA LEITURA ACONTECE EM 20 DE SETEMBRO.

Manifesto mundial em prol da leitura acontece em 20 de setembro

www.educacao.sp.gov.br - 12/07/2016

De uma pequena, mas exitosa, manifestação, surgiu uma ideia ousada: conectar o mundo inteiro pelo prazer da leitura. Desde abril de 2015, o município de Barueri mantém o projeto “Dia de Ler. Todo Dia”, um dia inteiro destinado à prática da leitura, que já mobilizou o Brasil inteiro. Um novo ato está previsto para acontecer em 20 de setembro em todo o mundo. Participe.

Participar é fácil. Basta ler ou contar histórias em voz alta, registrar o ato em vídeo ou foto, ou aproveitar a programação especial em alguns pontos físicos, que serão estabelecidos pelos municípios participantes. Barueri, por exemplo, vai promover a Virada Literária, que conta com 30 horas de leitura ininterrupta.

O registro da participação deve ser feito por e-mail, nas redes sociais e aplicativos de mensagem instantânea. Nas edições anteriores, o município chegou a registrar mais de 1,3 milhão de pessoas, de 427 cidades do país, engajadas no manifesto.

UM COMENTÁRIO BASTANTE OPORTUNO. VOCÊ SABE QUAL É, A DO SEU CANDIDATO?

Com partido, ou sem partido?

Nos idos de maio de 1931, Cecília Meireles escrevia: Esperávamos uma reforma de ideologia, de democratização da escola - todas essas coisas que a gente precisa conhecer antes de ser ministro da educação. Depois, veio o decretozinho do ensino religioso. Um decretozinho provinciano, para agradar alguns curas, e atrair algumas ovelhas. A corajosa Cecília desafiava o Vargas e o Campos, denunciando a doutrinação numa escola supostamente laica. Falava-nos a professora Cecília da democratização ainda hoje ausente de uma escola sem autonomia, controlada pelos partidos dos secretários de educação, supervisores e diretores indicados por prefeitos e vereadores. Há 85 anos, a Cecília nos falava da ideologia de uma escola à mercê de políticos do partido no poder, que roubam a merenda da boca das crianças, e de decretozinhos, como aquele que propõe uma “escola sem partido”.
Fui aluno de uma escola sem partido. Melhor dizendo, de partido único. Por efeito de uma Concordata, a escola era serva do credo de uma igreja única. Numa escola dita republicana, as aulas começavam com orações e os filhos de pais ateus, ou de famílias protestantes, eram obrigados a rezar o credo católico. As professoras que quisessem casar eram obrigadas a pedir autorização ao Estado. Nas aulas de educação cívica, era feita a apologia da ditadura. Conheço bem os perversos efeitos dessa escola sem partido. Seis décadas decorridas, observo-os na sociedade brasileira.
Aquele encontro tinha por tema: “Educar para a cidadania” e a inevitável pergunta sobre a sazonal polémica me foi dirigida: Você é a favor, ou contra a “escola sem partido”?
Respondi ser contra o proselitismo e a doutrinação na sala de aula, e a favor de uma escola de todos os partidos. Pelas reações observadas, percebi que não me fizera entender. Os ânimos exaltaram-se entre adeptos dos candidatos A e B, personagens centrais de um ato eleitoral recente, num confronto verbal, em que pressenti laivos de fascismo num digladiar em que ninguém escutava os argumentos do opositor.
Quando o burburinho atingiu o seu clímax, interrompi a disputa: Meus amigos, não quero saber qual o candidato da vossa preferência, porque o voto é secreto. Mas, já que estamos num encontro sobre educação para a cidadania, alguém poderá dizer-nos o que o levou a escolher entre o candidato A e B? Para ser mais explícito, acrescentei: Peço-vos que mencioneis uma das propostas do vosso candidato, no campo da Educação. Nem vos peço que enuncieis propostas da área da Saúde, ou da Economia, somente da Educação. O que vos fez decidir votar nesse candidato?
Entre as centenas de professores ali presentes, nenhum deles havia lido sequer uma linha do programa eleitoral do candidato da sua predileção. Num tom apaziguador, tentei contornar o constrangedor silêncio, narrando um incidente crítico observado numa escola onde a palavra democracia não serve apenas para enfeitar currículo. Nela, os jovens escolhiam os seus representantes para a Mesa da Assembleia. No decurso do ato eleitoral, vi um professor pedindo aos alunos que citassem três propostas que a “chapa” da sua preferência havia apresentado. Acaso algum jovem eleitor não soubesse dar resposta, ficava impedido de votar.
Essa não é uma escola com partido, nem sem partido. É uma escola que não pretende educar para a cidadania, mas que educa na cidadania, num um arco-íris ideológico, onde acontece um saudável confronto de ideias. Exercita-se a democracia representativa e os jovens aprendem a escutar e a respeitar quem toma partido.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

01 DE AGOSTO DE 2016.

DIA DO LIVRO DE CORDEL.

OS IRMÃOS RUAS DE OLIVEIRA.

Os irmãos RUAS DE OLIVEIRA.
Hugo - José - João e Argemiro.
Pessoas amigas, que deixaram muita saudade.
Quatro irmãos que nasceram na casa, onde um dia nasceu também o primeiro Bispo da Campanha, Dom João de Almeida Ferrão.

O ESTUPRO NA VISÃO ESPIRITUALISTA

O ESTUPRO na VISÃO ESPIRITUALISTA

Dentre os crimes existentes, mormente no âmbito da natureza sexual, um dos mais aberrantes e horrendos é, sem dúvida nenhuma, o estupro. A legislação humana - particularmente, a brasileira, - impinge-lhe uma severa capitulação, dispondo sobre ele no título reservado aos Crimes contra os Costumes, no capítulo dos Crimes contra a Liberdade Sexual, conforme os artigos reproduzidos no quadro ao lado.

A moderna legislação pátria considera-o, ainda, como crime hediondo (1), o qual significa depravado, vicioso, sórdido, imundo, repelente, repulsivo, horrendo, sinistro, pavoroso, medonho. (Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 2ª ed., p. 884, Nova Fronteira, 1986).

As características fundamentais do tipo-crime dão-nos conta de que o sujeito ativo só pode ser homem e o passivo, mulher, e que o delito pode ocorrer mediante coação física e/ou moral.

Deixando de lado os aspectos puramente legais do tema, pretendemos traçar uma abordagem acerca da visão espírita (e espiritual) deste ato, assim como de suas causas e conseqüências, abstratamente falando. Queremos deixar bem claro que nossas posições são pessoais, com base em informações genéricas contidas nas obras básicas da Codificação Kardequiana, em virtude da escassa bibliografia existente.

Dentre as liberdades de que a criatura humana é detentora, na qualidade de direitos fundamentais, talvez a mais significativa seja a liberdade sexual. Afinal de contas, baseada em padrões de moralidade, distintos entre si e peculiares a cada individualidade, a escolha de parceiros sexuais não obedece a nenhum padrão. O ser, baseado em sentimentos e (ainda) em instintos, deixa aflorar sua sexualidade, partindo para a busca e o encontro de um companheiro para satisfazer seu prazer, na permuta de energias sexuais.

Por isso, quando se tem notícia de que ocorreu um estupro, isto é, a conjunção carnal forçada, imposta pela força física ou pela coação moral (psicológica), estamos diante da maior violência que se pode praticar contra o ser, excetuando-se, é claro, o aborto, onde a vítima é totalmente incapaz de defender-se.

No estupro, o que conta não é a possibilidade (ou não) de resistência da vítima às ações do agressor. Isto é secundário. Tampouco se deve verificar se a primeira, por sua ação ou intenção, manifesta em gestos, comportamentos, olhares, sinais, ou, ainda, em sua forma de trajar ou sua conversação, tenha provocado o aflorar dos desejos sexuais de outrem. Ou, ainda, se o criminoso possuía um estado psico-patológico anterior que o mantinha intimamente ligado à idéia da relação sexual, ou, até, a sua vinculação mental (fixação mental) ao objeto de seus desejos. O que realmente conta é a atitude desmedida, agressiva e irracional, e a enorme carga de responsabilidade que resulta do ato cometido, que agride a função sexual da vítima e interfere na energia contida nas gônadas femininas.

Em alguns encontros espíritas, presenciamos discussões que procuravam delimitar o estupro perante a Espiritualidade, isto é, tentavam analisar se, dentre as provas e expiações a que o homem se sujeita, em razão de seu grau evolutivo e da sua passagem por este planeta, não poderia estar planejada uma situação em que ocorreria o estupro, como forma de resgate de erros pretéritos, por parte da vítima.

O exame das obras básicas é, como dissemos, fundamental e constitui o primeiro passo, para entender tal situação.
Então, o que constitui o Planejamento Encarnatório?

Do exame de "O Livro dos Espíritos" (2), podemos extrair a cristalina idéia de que nem todas as tribulações que experimentamos na vida foram previstas e escolhidas por nós. A escolha se resume ao gênero da prova. Exemplificadamente, o Espírito de Verdade nos adverte: "Se o Espírito quis nascer entre malfeitores, por exemplo, sabia a que tentações se expunha, mas ignorava cada um dos atos que viesse a praticar. Estes atos são efeito de sua vontade, ou de seu livre arbítrio."

A regra norteadora, como sempre é a liberdade de ação, com a necessária atenção para a responsabilidade quanto ao reflexo destes, o resultado.

Fazendo, pois, uma analogia com o suicídio, encontramos na literatura espírita a consideração de que todos os desencarnes são previstos pela Espiritualidade, à exceção daquele, quando o ser renuncia voluntariamente à oportunidade de vida, abreviando sua existência.

Assim, afirmamos que há certa resistência de nossa parte em aceitar que uma brutalidade como o estupro possa estar incluída como uma prova escolhida pelo espírito reencarnante, tendo em vista que, deste modo, quem seria "escalado" para ser o algoz, o estuprador? Não estaria sendo ele, instrumento de uma severa e dolorosa forma de "resgate"?

Poderiam afirmar alguns: quem sabe a vítima, numa vida, poderia retornar para ser o agressor em outra? Pois bem! Onde fica a Lei de Justiça, Amor e Caridade? Ou, quem sabe, voltaríamos nós à época da barbárie, onde a Lei de Talião era a severa espada da justiça, isto é, o que se fez, da mesma maneira se sofre? A razão espírita repudia tais considerandos...

Todavia, há que se mencionar, também, a questão da "necessidade dos escândalos" (Mateus: 18, 6-11), tão bem enfocada por Jesus. Mas, "ai de quem seja instrumento dos escândalos", diz a passagem, demonstrando claramente que a Lei Natural presente no Universo aproveita as situações surgidas pela vontade humana, filtrando-as e enquadrando-as no contexto das encarnações dos seres. Uma guerra ocorre por vontade humana, dos dirigentes das nações e sua efetivação ceifará muitas vidas, entre civis e militares. Portanto, as pessoas atingidas pela desencarnação violenta decorrente das guerras, assim como aquelas que terão seqüelas físicas e psicológicas, aproveitam o acontecimento funesto para resgatarem dívidas de ontem. Mas, e quanto a seus algozes, os guerreiros que provocaram mortes e ferimentos? Evidentemente, por suas atitudes, serão julgados pelo tribunal da consciência e carecerão de novos reajustes, onde saldarão seus débitos, em outras existências.

O estupro, assim, não obedece a nenhum planejamento espiritual. Todavia, em acontecendo, vítima e agressor submetem-se aos desígnios da Lei Maior, sujeitos à completa análise espiritual da questão, resultando para a primeira, por suportar a prova com coragem e resignação, condição de progresso espiritual e, para o segundo, dolorosa senda de refazimento de seus atos, esperando contar, ainda, com o perdão da primeira como forma de ajuda para superar suas próprias deficiências.

E para nós, que ainda nos revoltamos quando presenciamos notícias sobre a ocorrência de um estupro, bradando justiça, entendamos que nada escapa aos desígnios da Providência e, antes de nos trans-formarmos em juízes dos infelizes seres que cometem tal atrocidade, lembremos da mensagem do Nazareno do "atire a primeira pedra", re-colhendo-nos à meditação e à prece em seu favor, para que os mesmos possam sair do mar de lama em que se encontram, arrependendo-se sinceramente de seus atos, reivindicando, assim, nova oportunidade benfazeja de reparação, para, ao final, alcançar a paz e a serenidade.

(1) Lei Federal n.o 8.072/90.
(2) Questões 258 a 273.

Código Penal Brasileiro

Art. 213. Constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça:
Pena - reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos. (Redação dada pela Lei nº 8.072, de 25.07.90)
Parágrafo único. (Revogado pela Lei nº 9.281, de 04.06.96)
Pena - reclusão, de 4 (quatro) a 10 (dez) anos. (Redação dada ao parágrafo pela Lei nº 8.069, de 13.07.90)

Art. 223. Se da violência resulta lesão corporal de natureza grave:
Pena - reclusão, de 8 (oito) a 12 (doze) anos. (Redação dada pela Lei nº 8.072, de 25.07.90)

Parágrafo único: Se do fato resulta a morte:
Pena - reclusão, de 12 (doze) a 25 (vinte e cinco) anos. (Redação dada pela Lei nº 8.072, de 25.07.90)

Art. 224. Presume-se a violência, se a vítima:
a) não é maior de 14 (catorze) anos;
b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância;
c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência. 
Por Marcelo Henrique Pereira

AUTOR: SE-NOVA ERA
BEM DE KARMA

O GRANDE SUCESSO BEN-HUR REPAGINADO.

De 1880, Ben-Hur volta repaginado em livro e filme

O Estado de S. Paulo - 15/07/2016

Obra de Lew Wallace publicada em 1880 e best-seller durante muitos anos nos EUA, Ben-Hur acaba de ser reescrito por Carol Wallace, bisneta do autor. A ideia de adaptar o título para os novos tempos foi para conquistar leitores e, claro, aproveitar o embalo do novo filme, que terá Jack Huston, Nazanin Boniadi, Morgan Freeman e Rodrigo Santoro (no papel de Cristo; foto) no elenco. Lembrando que a primeira versão, de 1959, encabeça, com Titanic (1997) e O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003), o ranking dos filmes mais premiados do Oscar (11 estatuetas). Trata-se da saga de Judá Ben-Hur, príncipe judeu que, traído pelo melhor amigo, é capturado e escravizado pelos romanos, dando início a uma longa luta por vingança e justiça. A obra assinada por Carol sairá pela Gutenberg em agosto, quando o filme chega aos cinemas.

CONCLUSÃO LÓGICA OU SOFISMA?

Não é lógica nem sofisma, é uma simples operação aritmética , cujo denominador comum é a falta de caráter.

Conclusão lógica ou sofisma?
''Só para esclarecer fantasias: Estima-se que Portugal tenha levado 800 mil quilos de ouro puro em barras do Brasildurante o tempo colonial.
Fazendo-se a conta pelo valor do ouro hoje,40 dólares/grama, da 32 Bilhões de dólares.Ao valor do dólar de hoje,112 Bilhões de Reais.
O deficit que a Dilma deixou é de 172 Bilhões, ou seja o PT, o Lula e a Dilma ARRASARAM O BRASIL em 13 anos mais que os PORTUGUESES em 300 ANOS!!!"

VENDO ECOSPORT 2.0 CÔR PRETA

 VENDE-SE Veículo ECOSPORT 2.0 ANO 2007 FORD   -  CÔR PRETA KM: 160.000 R$35.000,00 Contato: 9.8848.1380

Popular Posts