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terça-feira, 27 de junho de 2017

POR QUE O ÁLCOOL ATRAI MÁS INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS?

Por quê o ÁLCOOL atrai MÁS INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS ?

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(...) Sobre esta substância química, consumida por grande parte da humanidade, Joanna de Angelis nos alerta que o seu uso reflete o declínio dos valores espirituais da sociedade, bem como é aceito como hábito social. Enfatiza que a viciação alcoólica inicia-se pelo aperitivo inocente, repete-se através do hábito social, impõe-se aos poucos como necessidade e converte-se em dominação absoluta pela dependência. Alertando que a desencarnação dá-se através do suicídio indireto, graças à sobrecarga destrutiva que o dependente de álcool depõe sobre o corpo físico. (Após a Tempestade).

Aqueles que têm consciência da sobrevivência do Espírito à morte do corpo físico podem compreender o perigo no hábito de consumir bebidas alcoólicas, uma vez que os seus efeitos transcendem os umbrais da morte, vão além dos danos causados ao corpo físico, instrumento de trabalho da alma reencarnada, que o devolve à terra após o desenlace, a morte. Esta substância deixa inúmeras marcas no corpo espiritual, o perispírito, e na mente do depende alcoólico, que refletirão na próxima encarnação.
Da análise do texto de Manoel P. de Miranda no livro "Nas Fronteiras da Loucura", psicografia de Divaldo P. Fralco, podemos concluir que a intoxicação alcoólica traz os seguintes prejuízos a quem a ela torna-se dependente:

1. Libera toxinas que impregnam o perispírito;
2. Introduz impurezas amortecendo as vibrações;
3. Entorpecimento psíquico;
4. Insensibilidade ao tratamento espiritual;
5. A dependência prossegue depois da morte;
6. As lesões do corpo físico refletem-se no corpo espiritual;
7. O perispírito imprime as lesões nas futuras organizações fisiológicas;
8. O perispírito plasma no novo corpo físico a pré-disposição orgânica.

("Nas Fronteiras da Loucura" - Manoel P. Miranda)

Na daquele autor espiritual, o indivíduo que faz uso de álcool e outras drogas se transforma em perigoso instrumento dos espíritos inferiores, pois alimenta a si mesmo e a dois tipos de entidades que o obesediam: os viciados os que se alimentam dos alcoólicos e os que se aproveitam da fraqueza do obsidiado. Estas entidades, enfermas, trazem consigo um hálito mental desajustado, pernicioso, que trará inúmeras conseqüências ao alcoolista.

Se pudéssemos visualizar um ambiente onde se consomem substâncias alcoólicas, seja um bar, uma festa ou no próprio lar, estaríamos a observar diversas entidades espirituais viciadas em álcool a sorver fluidos alcoólicos que saem das vísceras dos bebedores. Por isso é que muitas vezes a indução para começar ou continuar a beber é extremamente forte, pois há um espírito induzindo-o constantemente ao consumo, somente desta forma ele consegue ter sua vontade saciada, tendo em vista não ser possível ao espírito desencarnado o consumo direto da substância.

Neste contexto, Emmanuel nos esclarece que: "O viciado ao alimentar o vício dessas entidades que a ele se apegam, para usufruir das mesmas inalações inebriantes, através de um processo de simbiose em níveis vibratórios, coleta em seu prejuízo as impregnações fluídicas maléficas daqueles, deixando o viciado enfermiço, triste, grosseiro, infeliz, preso à vontade de entidades inferiores, sem o domínio da consciência dos seus verdadeiros desejos".

Como se manter longe das drogas?

Cultive um bom ambiente familiar, tenha em seu lar a visualização de um local de aprendizado para a vivência no mundo exterior, na vida em sociedade. Segundo Emmanuel, no livro O Consolador, a melhor escola de preparação das almas reencarnadas na Terra, ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.
Mas, Joanna de Angelis aponta o caminho a ser buscado por todos nós: "Educação integral da humanidade com base no evangelho, chamando-nos a atenção para a finalidade da vida no sentido do progresso moral e espiritual"(Após a Tempestade).
Se conheces alguém que faça uso abusivo ou é dependente de álcool, ofereça-lhe ajuda através da Casa Espírita, onde ele poderá encontrar diversos tratamentos que o conduzirão a uma posição favorável ao não prosseguimento do uso, tais como o passe, a água fluidificada, as reuniões de desobsessão, as preces e os ensinamentos evangélicos com base no Evangelho de Jesus, bem como, encaminhe-o a uma entidade especializada no tratamento de alcoolistas, para que estas terapias, em conjunto, consigam auxiliá-lo em sua recuperação. Lembrando sempre que é imprescindível o acompanhamento médico, o tratamento ambulatorial jamais deve ser interrompido.

Fonte: Correio Espírita

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