Não seja apenas o reflexo, seja a luz!
O sol brilha mostrando que tem luz própria e é dono de si.
As estrelas brilham mostrando que têm luz própria e são donas de si.
A lua brilha, mas é apenas o reflexo do sol que incide sobre si e ela não é dona de si; é apenas um espelho onde se reflete a luz do sol que está na face oposta da Terra.
O ouro, quando separado da ganga da terra, tem brilho próprio porque é dono de si.
O diamante é encontrado na natureza coberto de impurezas. Quando lapidado, mostra que é puro, original, de beleza lirial porque tem o brilho dentro de si.
As gemas são lapidadas até que alcancem a perfeição.
O homem pode ser considerado uma pedra preciosa que se encontra em constante burilamento. A vida vai lapidando-o todos os dias para que se depure e se torne uma joia preciosa. Nesse constante movimento vai se desfazendo das impurezas e se tornando mais alvo, mais brilhante.
No constante vai e vem das transformações, se desfaz da ganga da terra, liberta-se das impurezas e deixa que seu brilho apareça, no início, de forma opaca, mas com o decorrer do tempo, de forma majestosa.
Enquanto não tem luz própria, é apenas um espelho que reflete a luz que vem dos outros. Descortinando-se para a vida e para a luz, começa a tornar-se vivo e atraente, belo e magnífico, deixando brotar de seu âmago a luz que o torna cada dia mais esplendoroso, pois, nesta fase, consegue mostrar ao mundo que tem luz própria.
O homem não pode ser apenas reflexo da luz que brilha mais acima, antes, deve ser a luz que cintila em si mesmo e que serve para clarear o caminho dos que ainda se encontram à retaguarda. O tempo deles se tornarem luz também chegará.
Na caminhada rumo a Deus, que não sejamos apenas andarilhos sem brilho em uma estrada escura. Que sejamos astros brilhantes, repletos de luz interior, seguindo no rumo da perfeição, com o olhar repleto de esperança na fraternidade, na caridade, na justiça e no amor ao próximo.
É imperioso criarmos no coração a sabedoria de não sermos apenas reflexo, mas a luz que traz a libertação.
As estrelas brilham mostrando que têm luz própria e são donas de si.
A lua brilha, mas é apenas o reflexo do sol que incide sobre si e ela não é dona de si; é apenas um espelho onde se reflete a luz do sol que está na face oposta da Terra.
O ouro, quando separado da ganga da terra, tem brilho próprio porque é dono de si.
O diamante é encontrado na natureza coberto de impurezas. Quando lapidado, mostra que é puro, original, de beleza lirial porque tem o brilho dentro de si.
As gemas são lapidadas até que alcancem a perfeição.
O homem pode ser considerado uma pedra preciosa que se encontra em constante burilamento. A vida vai lapidando-o todos os dias para que se depure e se torne uma joia preciosa. Nesse constante movimento vai se desfazendo das impurezas e se tornando mais alvo, mais brilhante.
No constante vai e vem das transformações, se desfaz da ganga da terra, liberta-se das impurezas e deixa que seu brilho apareça, no início, de forma opaca, mas com o decorrer do tempo, de forma majestosa.
Enquanto não tem luz própria, é apenas um espelho que reflete a luz que vem dos outros. Descortinando-se para a vida e para a luz, começa a tornar-se vivo e atraente, belo e magnífico, deixando brotar de seu âmago a luz que o torna cada dia mais esplendoroso, pois, nesta fase, consegue mostrar ao mundo que tem luz própria.
O homem não pode ser apenas reflexo da luz que brilha mais acima, antes, deve ser a luz que cintila em si mesmo e que serve para clarear o caminho dos que ainda se encontram à retaguarda. O tempo deles se tornarem luz também chegará.
Na caminhada rumo a Deus, que não sejamos apenas andarilhos sem brilho em uma estrada escura. Que sejamos astros brilhantes, repletos de luz interior, seguindo no rumo da perfeição, com o olhar repleto de esperança na fraternidade, na caridade, na justiça e no amor ao próximo.
É imperioso criarmos no coração a sabedoria de não sermos apenas reflexo, mas a luz que traz a libertação.
Fonte: Centro Espírita Dr. Adolfo Bezerra de Menezes,
mensagem recebida por Luiz Marini 31-08-15
Fonte: site "Fórum Espírita"
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