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sábado, 8 de outubro de 2016

DESCOBRIR A AUTOCURA.

Descobrir a autocura


Pinturade Hammed
Qual o papel primordial dos Espíritos benfeitores e mentores no restabelecimento de nossa saúde?
É possível fazer alguma relação de causa e efeito entre nossas atitudes/emoções e as doenças que apresentamos?
O que o Mestre Jesus quis nos ensinar com “A tua fé te salvou“?
Abaixo, compartilho um trecho da mensagem intitulada “Capacidade ignorada” trazida pelo Espírito Hammed*, no livro A imensidão dos sentidos, psicografado por Francisco do Espírito do Santo Neto.

“(…)   Os benfeitores e guias da Terra – ou de qualquer dimensão do Invisível – não tentarão nos transformar em andróides ou fantoches, curando-nos, sem que percebamos o que ocasionou as nossas doenças, ou seja, impedindo-nos de perceber quais as atitudes ou emoções que nos levaram à insanidade.
   Na realidade, os mentores não são “favorecedores ilimitados”, mas, sim, nos conscientizam para que nós mesmos possamos transformar a insanidade em sanidade.
    Dão-nos uma nova visão para que façamos uma transmutação do mal em bem.
   A postura superprotetora de solucionar, indiscriminadamente, nossos desafios ou conquistas existenciais nos furta os instrumentos básicos da jornada evolutiva.
   Nenhuma entidade sábia deseja fazer-nos dependentes ou indivíduos inconscientes do processo da vida.
    A plasticidade não é somente um atributo do corpo fluídico, mas também do organismo físico, resguardando a relativa proporcionalidade. 
   Tomar consciência dessa nossa capacidade ignorada é descobrir o autocurador que há em nós mesmos. Com o pensamento e a vontade poderemos restaurar e aperfeiçoar nossas estruturas celulares lesadas, inicialmente saneando nossa anatomia perispiritual, para, depois, reestruturar tecidos e órgãos físicos em desarmonia.
    Hoje, mais do que nunca, podemos entender perfeitamente a razão pela qual Jesus Cristo enunciava as mesmas palavras no ato da cura: “A tua fé te salvou“. ” 
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Hammed: nome do espírito ao qual o médium paulista Francisco do Espírito Santo Neto atribui a maior parte de suas obras psicografadas.
Hammed é o pseudônimo que ele adotou, alegando sentir-se assim mais livre para desempenhar os labores espirituais que se propõe a realizar na atualidade. Viveu por várias vezes no Oriente, e especificamente, na milenar Índia. Participou na França do século XVII do movimento jansenista, precisamente no convento do Port-Royal des Champs, nas cercanias de Paris, como religioso e médico. Costuma se mostrar espiritualmente ao médium ora com roupagem característica de um indiano, ora com trajes da época do rei francês Luís XIII.

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