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domingo, 23 de outubro de 2016

LEITURA MELHORA AS HABILIDADES CEREBRAIS.

Leitura melhora as habilidades cerebrais, apontam pesquisas



Nesta semana, foi comemorado o Dia Nacional da Leitura, instituído pela Lei nº 11.899 e que tem como objetivo estimular esse hábito no País. Além de aumentar o conhecimento e transportar os leitores para outras épocas e mundos, ler um bom livro, um artigo de revista ou até uma matéria interessante na internet pode te deixar mais inteligente.

Estudos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e do Instituto Nacional Francês de Pesquisa Médica, na França, comprovaram que a leitura faz muito bem para o cérebro. As duas pesquisas utilizaram máquinas de ressonância magnética para analisar a atividade cerebral das pessoas enquanto liam um livro.

Em Stanford, um grupo de voluntários foi observado enquanto lia um romance de Jane Austen, importante escritora britânica, considerada a primeira romancista da língua inglesa. Os pesquisadores pediram aos leitores que primeiro realizassem uma leitura mais prazerosa da obra e depois uma mais analítica. O resultado apontou que ler é, de fato, uma academia para o cérebro, pois estimula a circulação na região, melhora na concentração e também de compreensão de texto.

Quem pratica mais a leitura, com o passar do tempo, consegue perceber melhorias na capacidade de decifrar, entender, generalizar e sintetizar conteúdos, habilidades que são bastante necessárias para realizar algumas tarefas básicas do dia a dia.

Em entrevista ao portal do Ministério da Educação (MEC), a escritora e doutora em linguística aplicada Lucília do Carmo Garcez disse que a leitura é fundamental para o desenvolvimento do ser humano, pois promove uma “expansão” do cérebro.

Há mais de duas décadas, Lucília escreve livros infantis e, para a especialista, é extremamente importante estimular o hábito da leitura desde cedo, levando os pequenos a bibliotecas e também eventos, como feiras do livro. “É preciso que as crianças vejam os leitores lendo e que sejam motivadas a procurar leituras com respostas às indagações interiores que elas têm”, disse a escritora ao portal de notícias do MEC.

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